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Bateria carrega o celular em segundos e mantém a carga por até uma semana


Uma das coisas que mais irritam nesse mundo moderno é quando a bateria do celular acaba, ainda mais naquele momento que mais precisamos do aparelho. Pior que isso, alguns modelos são pouco eficientes e não duram nada, sobretudo para quem usa muito o smartphone.

Pensando tanto nisso quanto em melhores formas de aproveitamento da energia para diversos dispositivos e acessórios, cientistas especialistas em nanotecnologia da Universidade da Flórida Central estão desenvolvendo uma bateria inovadora e potente que pode ser capaz de carregar um celular em segundos e ainda mantém a carga disponível por até uma semana.

Divulgação
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Esse modelo, claro, é uma alternativa de otimização surpreendente das tradicionais baterias de lítio que usamos atualmente, com estabilidade energética de 30 mil recargas, muito além das convencionais que começam a perder potência a pouco mais de um ano de seu uso.

A pesquisa foi publicada na revista acadêmia ACS Nano e revela que o segredo dessa tecnologia é a utilização de baterias bidimensionais, ao contrário do grafeno, que era o material mais usado nesses estudos. “Se substituirmos as baterias por esses condensadores, é possível carregar seu celular em alguns segundos e você não precisaria carregá-lo novamente por mais de uma semana”, conta Nitin Choudhary, um associado que conduziu boa parte do estudo.

Mas, como nada é perfeito, o empecilho que os cientistas terão que resolver é quanto ao tamanho do aparato – elas são bem maiores que as de lítio. Mesmo assim, a equipe permanece motivada em solucionar esse problema para disponibilizar a bateria aos usuários. “[Esses materiais] ainda não estão sendo comercializados, mas são a comprovação de um importante recomeço: nossos estudos mostram que terão impactos muito fortes sobre muitas tecnologias”, revela Yeonwoon “Eric” Jung, cientista líder da pesquisa.

A ideia é que essa super bateria seja usada tanto em dispositivos convencionais quanto nos famosos carros elétricos, que devem ficar ainda mais populares no futuro. Agora, o projeto está em processo de patente, sem previsão para sua comercialização. Será que dará certo? Estamos torcendo!

Fonte: University of Central Florida


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