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Boa! Primeiros geradores de energia eólica do estado de São Paulo começam a funcionar


O geradores foram instalados no município de Rosana, próximo a Presidente Prudente, no interior de São Paulo

Você sabia que o Brasil é o maior gerador de energia eólica da América Latina? E que o Rio Grande do Norte é o estado brasileiro que mais gera esse tipo de energia? Atrás dele estão outros estados nordestinos, Ceará e Bahia. Já São Paulo, que constitui a região mais rica do país, está apenas começando a aproveitar o força do vento.

Em junho, o estado colocou em operação seus primeiros geradores de energia eólica. Durante 20 dias, serão feitos testes elétricos e mecânicos nos geradores instalados em Rosana, município paulistano na região de Presidente Prudente.

Os equipamentos integram um programa de pesquisa e desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e devem produzir cerca de 620 megawatts-hora (MWh) por ano. Como o projeto estuda a complementaridade energética de fontes solar, eólica e hidráulica, o geradores foram inseridos em uma área da Usina Engenheiro Sérgio Motta (ou Porto Primavera).

As duas torres integram um projeto que estuda a complementaridade energética de fontes solar, eólica e hidráulica

Região pioneira

Com torres de 30 metros de altura e pás de 10 metros de comprimento, a planta eólica irá suprir as necessidades de consumo interno da usina. As principais vantagens de implementar os geradores eólicos junto à hidrelétrica é o aproveitamento do espaço físico e a infraestrutura de transmissão no local.

Essa integração reduz significativamente o custo da energia gerada. Por enquanto, estão sendo testados apenas dois aerogeradores, cada um com capacidade para produzir 100 quilowatts (kW). Na área do Porto Primavera também está a primeira usina fotovoltaica do Brasil com tecnologia de placas flexíveis e rígidas em sistema flutuante.

O projeto deve ser concluído em agosto de 2018 e terá 54 meses de duração. Seu custo estimado é de R$ 31 milhões, incluindo equipamentos, instalação e manutenção. Vale lembrar que São Paulo tem uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo. Com a implantação das torres, serão realizados novos estudos e a coleta de informações sobre a geração eólica na região.

O local também tem a primeira usina fotovoltaica do Brasil com tecnologia de placas flexíveis e rígidas em sistema flutuante

Fotos: Divulgação/Secretaria de Energia e Mineração. Fontes: Agência Brasil, Portal Brasil, G1 e eCycle.


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