Coisas que todo estudante de engenharia deveria saber

8.6K Flares 8.6K Flares ×

Não podemos reclamar do nosso curso, que é muito rico em informações e aprendizados, porém,  com o tempo notamos que somos influenciados de certa maneira, sem perceber durante o curso.

Existem coisas que se eu soubesse quando entrei na faculdade, com certeza teria tido algumas discussões com alguns professores, além de ter uma postura diferente ao longo do curso todo.

 

:: Siga o Blog da Engenharia no Facebook ::

   

1. Matérias úteis porém sem estímulo para os alunos

Nos primeiros 2 anos de curso, basicamente todas as áreas aprendem as mesmas matérias, porém realmente iremos utilizá-las?

  • Cálculo I, II, III, IV
  • Geometria Analítica
  • Álgebra Linear
  • Física I, II, III
  • Dentre outras

Será que é mesmo necessário aprendermos essas matérias, onde iremos utilizar em campo?
Essa é uma pergunta que praticamente todo estudante de Engenharia faz, porém hoje eu posso responder que sim, é interessante que cursemos tais disciplinas, pois o objetivo delas é obter raciocínio lógico, rápido e prático, e além disso, com certeza nós iremos utilizar algo que vimos nessas disciplinas mais pra frente no curso, e dependendo da sua área de atuação você poderá utiliza-las frequentemente (Engenheiro Calculista, por exemplo).
Mas é claro, com certeza aprendemos bastante coisa que nunca mais iremos ver, será praticamente inútil.

 

2. Disciplinas praticamente inúteis

Certamente eu cursei no mínimo 10 disciplinas que foram inúteis, que não contribuíram em nada para minha formação. Apesar delas terem nome, categoria, e propósito bom, às vezes não são tão interessantes para nós.
Posso exemplificar com a disciplina Introdução a Engenharia, que apesar do nome, foi “só mais uma”, e uma matéria em que você nem precisa estudar muito para a prova, apresenta um seminário e ainda fecha com média alta. Claro, posso estar errado ou então não ter acertado na escolha do professor, mas creio que não foi nem um pouco contribuinte para minha formação, além disso, já conversei com diversas pessoas sobre a disciplina em questão, e não encontrei nenhuma opinião divergente da minha. E para você? Qual a sua opinião?
Outra disciplina que posso citar claramente como sendo inútil para diversos cursos é “Informática para Engenharia”, disciplina em que eu aprendi algo bem básico sobre programação, porém eu não curso Engenharia da Computação, e sim Engenharia Civil. Pode-se dizer que eu vi rapidamente conceitos da linguagem C e nada mais. Na época indaguei o professor qual a razão de estarmos cursando aquela disciplina e ele me disse: “Olha, você pode precisar desenvolver um software para te auxiliar em algum projeto no futuro”. Concordei com ele por respeito, porém algo é óbvio, pelo menos pra mim, que se eu precisar criar um software eu vou buscar no mercado um profissional que trabalhe na área, que tenha capacidade de desenvolver algo de qualidade, e que não venha a dar problemas ou resultados divergentes fazendo com que eu possa colocar em risco a obra ou projeto em que estou trabalhando.

 

3. Disciplinas incompletas

Posso afirmar com muita convicção que, durante o nosso curso algumas disciplinas são completas, e incompletas até demais. Disciplinas estas, que serão muito importantes para a nossa formação e as universidade pecam, e quando você procura o diretor do curso ele diz: “Você pode procurar um curso bom fora daqui, se quiser eu posso até te indicar alguma escola técnica”, e aí novamente eu concordo por respeito, mas não dá para continuarmos “engolindo” dessa forma.
Você teve uma boa base de AutoCAD DENTRO da universidade? Pois bem, eu não tive e não conheço ninguém que teve, e, apesar de discordar da idéia procurei fora de lá, onde até um curso online é melhor… Poderia ficar 12 horas aqui escrevendo sobre disciplinas incompletas tanto em Universidades Públicas quanto em Universidades Particulares, mas creio que eu já consegui transmitir a mensagem pra você!
Esses dias li uma frase que me chamou a atenção, e que não é nada mais que a pura verdade:

“Será que os cursos do SENAI são melhores do que os laboratórios da minha faculdade?”

 

4. Não aprendemos a ser empregadores, empreendedores, mas sim a sermos empregados

Alguma vez algum professor seu já falou algo do tipo:

  • Quando você for um empresário…
  • Quando você tiver a sua empresa…
  • Você poderá implantar certa coisa com seus funcionários…

Já? Não? Eu nunca ouvi algo do tipo. Porém, é muito comum ouvirmos:

  • Quando você conseguir um emprego em uma multinacional..
  • Quando você for empregado de uma grande empresa…
  • Quando seu chefe lhe pedir certo prazo…

Claro, não iremos sair da Universidade e abrir uma mega-empresa e ficar rico, quem acha isso está se iludindo. Precisamos adquirir experiência profissional e “ralar” muito para atingirmos o sucesso, porém, pare pra pensar, CADÊ a motivação? Nossa formação é muito limitada, se pensarmos por este lado, parece que a nossa cultura não permite que ensinemos a empreender, investir, arriscar, somos formados para sermos empregados.
É claro, você pode se dar muito bem em uma empresa grande, e nem todos conseguem atingir o sucesso máximo abrindo uma empresa, pois caso isso acontecesse a concorrência seria enorme, já imaginou cada colega sendo o dono de uma grande empresa, indústria, construtora…?

 

5. Não espere se formar para…

Finalizando, deixo aqui algumas dicas para você que ainda está graduando…
Não espere se formar para:

  • Estudar para concursos
  • Estudar outros idiomas (Inglês, pelo menos né?)
  • Fazer cursos no SENAI ou em outra escola técnica
  • Aprender um software gráfico
  • Aprender a abrir uma empresa, empreender, investir, arriscar
  • Aprender a a fazer projetos
  • Descobrir que seu curso é bom apesar de incompleto
  • Descobrir que você é melhor do que você se auto-julga
  • Descobrir que o sucesso não vai bater na sua porta, e você não vai obtê-lo nas baladas de quinta a domingo…
  • Seja DIFERENTE!

Conteúdo original ® Blog da Engenharia

Eduardo Cavalcanti

Fundador e editor-chefe do Blog da Engenharia, está cursando o último ano de Engenharia Civil. Nas horas vagas e não vagas, nutre paixão por séries de tv, fotografia, viagens, redes sociais, música e tecnologia . Instagram: @eduardocavalcanti

Deixe uma resposta

203 respostas para “Coisas que todo estudante de engenharia deveria saber”

  1. Sandra

    Muito boom (:

    Responder
  2. Flávia

    adorei as dicas, vou seguir várias! (:

    Responder
  3. Julia

    Olá… estou no 6 período de civil na UFJF.

    concordo em alguns pontos com o que você diz, Eduardo.
    Mas dizer que existem disciplinas inúteis eu não acho.
    Você obviamente tem um perfil de campo, mas e eu, que gosto de programar!? Eu preciso de disciplinas de algoritmos, para poder fazer um software legal de cálculo estrutural, pra um outro engenheiro projetista usar, por exemplo.

    Os cursos técnicos, como o próprio nome fala, ensinam tudo nos conformes, disciplinas completas, para você sair da sala de aula e atuar no mercado.
    Mas os cursos universitários buscam te ensinar o básico sobre muitas coisas, para que você possa escolher bem o que quer trilhar e partir daí.
    Seria bom refletir um pouco sobre isso antes de ir chamando as disciplinas de inúteis ou incompletas.
    Além disso, a sua faculdade é diferente da minha.

    Gostei muito do tópico “não espere se formar para…”

    Responder
    • Victor Gutierrez

      viu, sinceramente, nenhuma disciplina é inútil! Eu faço civil na USP, to no 9º semestre. Depois te tanta coisa sem sentido, eu finalmente entendi o propósito da minha instituição. É você se esforçar pra ir atrás, se forçar a aprender aquela matéria tensa, que não tem muito a ver. Pra que? Pra te fazer pensar. Isso treina o cérebro, te deixa rápido, com o raciocínio que o engenheiro deve ter. É isso. E não espere se formar.. :D

      Responder
    • Matheus Salmaso

      Concordo quando vc diz das “disciplinas inúteis”. A programação básica que aprendemos nessa disciplina talvez não nos dê suporte para criar um software (ou talvez até dê), mas ajuda a desenvolver o raciocínio e auxilia demais para desenvolvimentos de tabelas e planilhas que auxiliam DEMAIS em várias matérias da engenharia (falo da Civil também!). Acho, inclusive, que deveríamos ter uma carga um pouco maior de programação no curso.

      Responder
  4. Wesllen Lima

    Cara meus professores principalmente de Introdução a Engenharia de Produção, sempre influciou a turma para ser empreendedora, para ter seu próprio negocio, mais sabendo que não se deve pular etapa. Todo empregador é empregado. Mais valeu pela sua contribuição, e conhecimento e informação independente do tamanho é importante, se vocÇe aprendeu pouco ou muito não importa para a vida como o todo, o importante é que aprendeu. O SENAI prepara para o curso especifico em cada modulo e não dar para comparar com o conhecimento que se deve ter para um profissional que sai da graduação. e concerteza lá o pensamento é ser empregado e direcionado a uma especifica função de uma área.

    Responder
  5. Paulo Orecchio

    Discordo em parte do que o autor disse sobre a disciplina de introdução a engenharia, eu comecei cursando engenharia química e a professora era bastante "rodada", tem uma vasta experiência na área, ela passava o horário inteiro contando experiências dela nas indústrias, isso ajuda a pensar se escolhemos o curso certo, pelo menos na aula dela foi assim, dava pra ver se era isso mesmo que a gente quer. Mudei para engenharia de minas e tive uma professora até boazinha, mas sobre o assunto de mineração mesmo a professora nao sabe nada, a grade curricular trazia coisas sobre polímeros, estação de tratamento de água e esgoto, pilhas, etc. ou seja, nada a ver com mineração!

    Responder
  6. Estevão Fernandes

    Todo aluno precisa ler isso, parabéns!

    Responder
  7. Gonzalo Andrés Pino Guajardo

    Realidade, ainda mais quando se fala em Empreendedorismo como o Próprio Wesllen comentou sobre o Professor de Introdução a Engenharia de Produção, este foi o único a cobrar do aluno o empreendedorismo e fazer acontecer, concordo q

    Responder
  8. Jarbas Leal

    sou engenheiro eletricista, entendo que a grade curricular é muito boa, mas tem que melhorar sobre tudo no aspecto de formar engenheiros empreendedores. http://energiamaiseficiente.blogspot.com.br/

    Responder
  9. Cleber Dias

    Voce falou a pura e mais sincera verdade sobre as matérias da engenharia em geral

    Responder
  10. Alexandre Manoel Silva

    Caro Eduardo parabéns concordo com quase tudo que você escreveu.

    Só discordo da parte das disciplinas incompletas. Julgo que a faculdade/universidade não precisa te ensinar tudo mas sim ensinar você a aprender e buscar informações na faculdade e fora dela.

    "Disciplinas incompletas" iremos encontrar em qualquer curso e faculdade mas para o nome curso esse "problema" é o menos relevante.

    Responder
    • Eduardo Cavalcanti

      Alexandre, boa noite!

      Quando eu falei sobre as disciplinas incompletas eu quis dizer que algumas universidades dão prioridade imensa para algumas disciplinas que talvez usaremos muito pouco, e outras as quais todos teremos muita utilidade, as vezes saímos com um aprendizado bem pequeno!

      Um abraço!

      Responder
    • Alexandre Manoel Silva

      Edu boa noite.

      Sim eu entendo o seu ponto de vista e de certa for eu até concordo com ele, mas se nos (alunos) só fizermos o que é passado na faculdade isso seria um grande desperdício de tempo e oportunidade.

      Abraços"

      Responder
    • Eduardo Cavalcanti

      Boa noite Alexandre!

      Eu concordo plenamente contigo também, rs. Além do que os professores passam nós temos que nos esforçar muito buscando conteúdo fora da universidade, mais algumas delas infelizmente não chegam nem a nos incentivar a fazer isso!

      Abraço!

      Responder
    • Alexandre Manoel Silva

      Eu diria que mais da metade dos professores não dão aquele incentivo ou aquele empurrãozinho que o estude precisa mas de certa forma esta valendo

      Abraços (eu nem sei explicar o pq eu demorei para responder rs)

      Responder
  11. Anônimo

    concordo com vc é bem assim mesmo…e o lha que só estou na 3° fase ainda….

    Responder
  12. Paula Araújo

    Caramba!! Parece que fui eu quem escreveu… ahauhauhauah :P concordo em TUDO!

    Responder
  13. André Almeida

    legal esse artigo do blog.. muito bom mesmo.

    Responder
  14. Deborah Brum

    Muito bom!!!! Realmente é tudo que sempre pensei. Parabens!!!!!

    Responder
  15. João Renato Arbex

    Muito bom. Concordo em partes com algumas coisas. Como vc mesmo citou, existem disciplinas que um dos principais objetivos é desenvolver o raciocínio. Curso engenharia de materiais e também fiz Introdução a Computação, e ao meu ver essa matéria se encaixa nesse quesito, como o primeiro um primeiro contato com o raciocínio lógico e encadeado, de forma que o principal objetivo é aprender algoritmos e não a programar (a programação é dada somente para tornar mais interessante), pelo menos foi esse enfoque que eu tive. Além disso é possível, mesmo na engenharia civil que vc venha a de fato desenvolver um software (coisa que um amigo meu engenheiro civil faz, mas obviamente é um caso pontual).
    Além disso, disciplinas "técnicas" como desenho, usinagem etc dificilmente serão de fatos ensinadas em uma disciplina obrigatória, por falta de tempo mesmo (seria preciso pelo menos 2 disciplinas para ensinar a de fato desenho). Se quiser terá que correr atrás por conta própria.
    De fato, se vc só cursar as disciplinas nunca aprenderá a fazer um projeto de engenharia (até pq disciplinas são, em geral, individualistas e projetos estão longe disso). Novamente, se quiser pelo menos ter uma ideia de como se desenvolve um projeto vá participar de atividades extra curriculares (EJ, Aerodesign, mini-baja, fórmula etc…) ou fazer estágio (se tiver tem hehe) ai sim de fato vc verá um projeto em execução.
    De fato, poucas são as disciplinas que desenvolvem o lado empreendedor. Vai depender muito do escopo e principalmente do professor. Infelizmente a maioria dos professores das engenharias são pesquisadores ou se tem contato com empresas é na forma de prestação de serviços, então os próprios não tem uma visão empreendedora, no máximo de gestão dos projetos em que se envolvem.
    Novamente, muito útil a publicação. Mas infelizmente existem problemas que dificilmente serão resolvidos até por conta da elevada carga horária dos cursos (fazer em média 28 créditos por semestre não é pouco) que dificultam a inclusão de uma grade melhor estruturada para um curso de 5 anos. No mais, como você muito bem colocou, cabe ao aluno correr atrás do que falta em vez de esperar se formar para fazer alguma coisa.
    Enfim, isso é uma discussão que renderia muito assunto e algumas cervejas hehe… Parabéns pelo blog.

    Responder
  16. Thales Willian

    inclusive essa sua matéria foi a mais importante aula de Introdução a Engenharia q eu já vi!

    Responder
  17. Daniel Bruno Silva

    Muito bom! Ajudará principalmente os calouros. Infelizmente muitos entram de paraquedas. Principalmente em civil, com o "boom" da construção civil muitos pensam que irão enriquecer facilmente. Quando ingressam no curso se deparam com outra realidade: professores que desistimulam o aluno e o peso do ciclo básico.
    Resultado? Grande evasão dos cursos de engenharia ou profissionais mais formados. Trágico!

    O segredo é ingressar sabendo realmente o quer e o que virá nos próximos anos. Assim aproveitaríamos mais o curso.

    Responder
  18. Andressa Romero

    Lendo o artigo achei que você estudasse na mesma faculdade que eu… Há muitos déficits mesmo, como materias incompletas ou fora de ordem durante o curso.

    Mas é sempre assim, dizer 'seja diferente' em um mundo com 7 bi de pessoas não é tão fácil quanto parece :P

    Responder
  19. Eliamara Souto Andreatta

    Em relação ao autoCAD meu professor de desenho tecnico disse a mesma coisa. Buscar e aprender novas possibilidades é fundamental pro engenheiro.. nunca deixar pra depois o que pode ser feito agora

    Responder
  20. Juliana Lima

    Muito bom, infelizmente é assim a maioria das universidades muito escasso principalmente os laboratórios das aulas práticas..

    Responder
  21. Diego Faustino

    Nooss, me identifiquei muito com o item 2 UAHAUhAU. Informatica para engenharia, ti juro q o meu professor me respondeu a mesma coisa quando voce perguntou para o q usaria uAHuAH

    Responder
    • Marcos Basso

      Claro que informática é importante, ja me deparei com problemas complexos que software nenhum no mercado resolveria… Até mesmo ja implementei umas macros no AutoCAD para agilizar meu trabalho. Na minha opinião são três pilares que separam um engenheiro de um técnico!! Boa base de matemática, boa base de Física, e boa base de programação!!! Para mim engenheiro que não é bom nessas três coisas nem pego para trabalhar comigo, prefiro pegar um técnico, sai mais barato!!

      Responder
  22. Fagner Aragao

    Isso não se aplica somente na Eng. Civil, faço Eng Elétrica e ja vi muitos professores, não todos, com o intuito de desestimular os alunos logo de cara. Na verdade, tive essa impressão logo no 1º Semestre.

    Responder
  23. Igor Nery

    Gostei bastante do artigo mas gostaria de mostrar uma opinião divergente sobre 'informática para engenharia' que pode ser interessante para o próprio blog (quem sabe vocês não publicam algo à respeito :P).

    "se eu precisar criar um software eu vou buscar no mercado um profissional que trabalhe na área, que tenha capacidade de desenvolver algo de qualidade, e que não venha a dar problemas ou resultados divergentes fazendo com que eu possa colocar em risco a obra ou projeto em que estou trabalhando"

    Quem melhor para criar um software de excelência para resolver algum problema de engenharia do que um engenheiro? Engenharia da computação é um curso de computação que foca em hardware (e um pouco de software), não um curso de engenharia civil voltado para criação de softwares.

    Como você deve ter visto na matéria (nem todos lembram, afinal, ninguém é obrigado a gostar de todas as matérias), o maior problema de vc criar um software é você saber resolver o problema, a programação em si é a parte mais básica.

    São poucos os engenheiros civis que trabalham na área de computação, mas na minha universidade há um laboratório apenas para isso (por sinal, é o que possui a melhor infraestrutura pois recebe investimentos de empresas privadas que paga ao lab. para criar softwares), digo isso para mostrar o sentido desta matéria na grade curricular, há uma grande demanda de profissionais nessa área!

    Responder
    • Marcos Basso

      Concordo plenamente com vc Igor, programação é importante sim para ser um bom engenheiro. Dizer que um engenheiro não tem obrigação de saber programação para isso existem Engenheiros da Computação, é o equivalente a dizer que engenheiro não precisa saber escrever pq existem profissionais de Letras que podem escrever pra mim!!!

      Responder
    • Kaynan Paulo

      Essa da Informática da Engenharia (que na minha universidade era Programação de Computadores) foi ridícula, vamos precisar sim futuramente. Como um programador vai saber fazer um software para resolver um problema de engenharia? Ele não tem conhecimento para isso. E enquanto o AutoCAD, tenho colegas que baixaram e estão aprendendo sozinhos.

      Responder
    • Marcos Basso

      Não quero dizer tb que um engenheiro deve ser um expert em programação, mas deve sim saber o suficiente para poder ao menos coordenar um equipe de desenvolvedores. E claro que em um semestre não temos condições de saber muita coisa. Mas a função do engenheiro tb é ser auto-didata e correr atras das coisas..E AutoCAD se aprende sozinho!!

      Responder
    • Adriano Rosa

      Depende em um curso ou video aulas você tem o conhecimento fundamental do programa porem você só domina ele com muito tempo de trabalho e trocando experiencias com outros usuários ate porque os materiais de estudo do programa q encontramos por ai ,fala somente o fundamental do programa ou seja e difícil dizer que . "AutoCAD se aprende sozinho!!".

      Responder
    • Guilherme Marques

      A frase do dia "Futuro engenheiro dizer que precisa de professor pra aprender AutoCAD beira o absurdo!!!"
      Uma coisa q aprendi na faculdade: Engenheiro tem q ser autodidata, ele é o cara que vai CRIAR, então tem q pesquisar o que precisar de informações para criar.

      Responder
  24. Christian Constantino

    Muito boa essa matéria.

    Responder
  25. Edjan Tomaz

    Engenheiro calculista? É curso? Coloque as fontes de onde é retirado essas informações, pois penso que escreve por escrever expressando opnião pessoal … 440 posts por Eduardo Cavalcanti (é muita coisa, como consegue?)

    Responder
  26. Edjan Tomaz

    Engenheiro calculista? É curso? Coloque as fontes de onde é retirado essas informações, pois penso que escreve por escrever expressando opnião pessoal … 440 posts por Eduardo Cavalcanti (é muita coisa, como consegue?)

    Responder
  27. Marcos Basso

    Discordo totalmente com sua visão, curso de engenharia deve ensinar conceitos matemáticos, não manipular software..Universidade nenhuma tem obrigação de ensinar AutoCAD, deve ensinar os conceitos matemáticos que estão por traz do AutoCAD.. Para termos uma visão critica das coisas!!! E outra, a função do engenheiro não ficar apertando botão para isso exitem Cadistas e técnicos… A principal finalidade do engenheiro é resolver problemas complexos, desenvolver inovação, novos produtos!! Gerenciar.. ser um pesquisador, cientista… E todas estas disciplinas que vc citou são uteis, uma vez ou outra vc vai ocupar na vida..a não ser que vc não seja engenheiro de verdade.. O problema que no Brasil o engenheiro não quer trabalhar como um inovador..que ser o empregado, que ter o diploma não pelo conhecimento mas para ganhar melhor!!!

    Responder
    • Adriano Rosa

      Discordo de você em alguns pontos, o engenheiro tem que saber sim do software,claro que muitas vezes ele vai passar pra um desenhista fazer ,mas outras ele mesmo faz ,conheço engenheiros que utilizam de softeweares para desenvolvimento de seus projetos e não são empregados.

      Responder
    • Gabriel Apolinário

      Essa foi a matéria mais juvenil que eu já li sobre a engenharia. Engenheiro que não precisa ter matemática, física e química como base de seu conhecimento é menos que um técnico. E outra, está afim de se livrar das matérias incompletas? Tenha atitude e procure as extensões destas matérias, faça outros cursos, estude sozinho, e no final das contas se na graduação não existem coisas que lhe agradem, faça uma pós lato ou stricto sensu. MEU DEUS, quanta gente sem atitude…

      Responder
      • Rafael Nascimento

        Obrigado Gabriel, passar cinco anos numa universidade para sair formado acontece, mas não deveria. Um engenheiro deve sair para formar, para produzir conhecimento e para isso é preciso muito mais do que a grade curricular de um curso…

        Responder
  28. Gabriel Silva

    onde eu faço Introdução não é mole assim não kkkkkkkkkkkkk, fora que a média é 7 .

    Responder
  29. Guuh Vieira

    A situação apresentada nos três primeiros tópicos é muito semelhante a que se passa na universidade onde curso engenharia , mas no 4º caso pelo menos onde estudo, a maioria dos professores (principalmente de introdução a engenharia ) dão bastante incentivos para quem um dia planeja se tornar um empreendedor .

    Responder
  30. Andre Anjos Snt

    Texto ruinzim, mas a ideia é muito boa. Futuros engenheiros têm de desenvolver um senso crítico que absorva a realidade das coisas. Nossas escolas ainda têm um ensino desestimulante e que não condiz com as necessidades do setor de construção. Preparamos nossos engenheiros para ser empregados, ao passo que o correto seria desenvolver neles o espírito empreendedor que a Economia precisa! Habilidades como comunicação, escrita, dinamismo, atitude e disciplina são essenciais para formar excelentes gestores e isso está longe de ser prioridade nas politécnicas. O setor está aquecido, a procura pelos cursos superam até medicina em algumas escolas, mas a evasão é assustadora! Brasil precisa pôr em prática seus planos de resgate desses técnicos!

    Responder
  31. Samuel Goulart

    Eu gosto de comparar o curso de engenharia com o de medicina, nós apos formados somos apenas engenheiro, mas especializado em que ? nada apenas cursamos um curso de engenharia. Igualmente acontece com medicina, um medico com epenas curso de medicina é apenas um médico que é chamado de clinico geral, então, nós engenheiros apenas com o curso, somos epenas generalizado no assunto e isso que as faculdade devem fazer mostrar o caminho. Depois de uma engenharia buscar um especialização para poder se destacar diante de todos. Essa é minha opinião.

    Responder
  32. Allan Brito

    Acho que tem gente no curso errado, só digo isso.

    Responder
  33. Marcelo Ferreira Diniz Araujo

    Eu tive boas aulas de Empreendedorismo, vi de plano de negocio à registros de patentes!!!

    Responder
  34. Tarcisio Filho

    Olha, aqui onde faço Produção as aulas de Introdução à Engenharia são top d+, toda semana o professor leva um palestrante diferente, que sempre aborda temas relacionados a pesquisas, iniciação científica, mercado de trabalho, visita técnica, pós-graduação e muito mais… E na minha opinião você avaliou certo o porque de estudarmos cálculo I, II… e o propósito de estudar programação é o mesmo, A LÓGICA, e diga-se de passagem, na minha opinião, programação deveria ser ensinado na escola, pelo menos nas particulares.

    Responder
  35. Felipe Dornellas Silva

    Concordo plenamente com o Marcos. Engenheiro tem que saber fundamento sim! Quem realmente estuda Engenharia sabe que existem milhões e milhões de problemas e que cada caso é um caso. Não sabe fundamentos e a teoria, você só está colocando uma viseira de burro e fadado a virar apertador de botão para o resto da vida. Busquem conhecimento, sejam curiosos e não caiam nessa de que o computador resolve tudo. Simulações só servem para te mostrar um caminho, te dar um norte.

    Responder
  36. Gabriel Sant'Ana

    Qual a revista seria boa para eu assinar? Dê uma dica aí… Grato, Gabriel – Aluno da Faculdade Anhanguera de Jundiaí.

    Responder
  37. Fran Ribeiro

    Qual Engenharia faço, para ser Engenheira Mecatrônica?

    Responder
  38. Rodrigo Bianchi

    Eduardo, seu texto é bem interessante e o parabenizo pela vontade de ajudar seus colegas estudantes de engenharia e por sua visão crítica do processo educacional. Porém, é visível que seu ponto de vista ainda é o de um estudante, o que é perfeitamente válido, mas gostaria de alertar sobre uma possível distorção induzida ao leitor no início do seu texto no trecho "porém, após um certo tempo de formados, percebemos que aprendemos e fomos influenciados de certa maneira, sem perceber durante o curso."

    Esse trecho dá a impressão que você é um engenheiro formado, com muitos anos de experiência, refletindo sobre seu passado como estudante e, pela sua assinatura, entendi que você é um estudante do nono semestre, correto? É importante deixar isso claro, pois o leitor pode acreditar que está tendo conselhos de um profissional que já passou pelo curso e já vivenciou muito bem a rotina do engenheiro após a conclusão de seu curso.

    Ressalto porém que sua visão é muito interessante enquanto discussão de futuro entre colegas estudantes e concordo com todas as suas dicas do item 5, mas alerto que as baladas também são importantes, tanto para desenvolver seu lado humano e não se tornar um profissional bitolado quanto para fortalecer seu "networking". Por incrível que pareça, muitas das colaborações profissionais futuras serão realizadas entre colegas que fortaleceram suas amizades numa mesa de bar, que futuramente serão CEOs, gerentes, diretores, empresários de grandes empresas, universidades, etc.

    Em relação ao empreendedorismo, as universidades brasileiras realmente tem um grande caminho a percorrer para fomentar esse importante caminho, que é tão natural em universidades norte-americanas, por exemplo. Tive a felicidade de estudar em uma universidade que focava muito nesse aspecto da formação e hoje tento dar essa mesma visão aos meus alunos.

    Em relação à disciplina “Informática para Engenharia” eu posso falar um pouco pois fui professor de Engenharia de Computação e também atuei como desenvolvedor de software e tive engenheiros como clientes internos em uma das empresas em que atuei. Realmente, não se espera que o engenheiro de outras áreas se torne um desenvolvedor de software mas é frequente a necessidade de desenvolvimento de softwares para apoiar projetos de engenharia. É mais frequente ainda se o engenheiro buscar uma carreira acadêmica, cursando mestrado e doutorado. Nesses casos interdisciplinares em que o engenheiro precisará contratar uma equipe profissional especializada para o desenvolvimento do software, é muito mais produtivo ter como cliente um engenheiro que tem uma noção de programação básica do que um que ignorou essa parte da formação. Com esses profissionais, a elucidação de requisitos e o projeto de software é mais eficiente e evita-se muitos problemas por falta de entendimento.

    Enfim, estes foram meus 20 centavos. :)

    Parabéns pelo post e continue questionador e crítico!

    Responder
    • Rafael Nascimento

      Parabéns pelas considerações Rodrigo, percebe-se experência e maturidadeacadêmicae profissional! E parabéns ao Eduardo pelo post, ressaltando a importância de ser crítico e ainda mais a importância de ouvir críticas, o que nos faz rever conceitos, crescer e evoluir.

      Responder
  39. Rayssa Costa

    Morro de rir com os posts desse blog "comprado" de engenharia. Primeiro, pelas análises de qualidade dos cursos que, estranhamente, levam em conta todos os índices possíveis menos o do MEC. Depois por essa síndrome de engenheiro "civilcentrismo" onde acha que engenharia está acima de tudo e civil mais acima ainda. Afinal deixa a programação para programadores, cálculo para os matemáticos, física para físicos, química para químicos e vamos focar aqui no Autocad pq é muiiiito mais importante, complexo e desenvolve o raciocínio lógico como nada antes visto no mundo…

    Responder
  40. Kaliny Ferraz

    Essa disciplina de Introdução à Engenharia pode até ser bôba mas é interessante, principalmente por ela estar logo no início do curso, os iniciantes de Engenharia pode ter uma clara visão sobre a Engenharia que está cursando,é importante que logo de cara o aluno entenda um pouco sobre o curso que escolheu.Eu gostei e achei necessário!Quando estudei AutoCAD achei um pouquinho trabalhoso o programa mas instalei o programa no computador de casa e nada me impede de brincar com ele até ficar bem esperta para utilizá-lo a qualquer momento que precisar.

    Responder
  41. Reinaldo de Assis

    Concordo plenamente que para a criação de um software o profissional adequado é um analista de sistemas, com programadores, e sendo na área de engenharia é óbvio que se faz necessário a participação de um engenheiro, mas ele não precisa dominar nenhuma linguagem de programação, e o mesmo acontece em todas as áreas profissionais. Não tem como o curso para engenheiro, o médico, o advogado ou para qualquer outra área formar profissionais plenos. Se o engenheiro tiver interesse em trabalhar numa empresa de criação de software ele não terá que dominar programação.

    Responder
  42. Auriane Brito

    Interessante o texto! Eu estava fazendo um curso de engenharia com mts disciplinas incompletas. Então, resolvi fz vestibular para outro curso parecido mas com disciplinas definidas (principalmente que ñ têm o termo "geral" no final das disciplinas). As aulas começarão na próxima semana :D

    Responder
  43. Natanael Luz

    a melhor frase do texto: " seja DIFERENTE"

    Responder
  44. Douglas Marinho

    Boa noite meu amigo, tem algum preconceito com relação idade???

    Responder
  45. Deny Pantoja

    Ótimo artigo!Muito obrigada!

    Responder
  46. Thiago Ebele

    Conhecimento é conhecimento. Pra mim não existe esse negócio de disciplina inútil.

    Responder
  47. Bruno Santos

    Também acredito que algumas disciplinas não agregam muita coisa à nossa formação. Em Introdução à Engenharia meu Prof.º nos fez decorar algumas NBRs e apresentar um seminário no final do semestre e só. Quanto a programação em linguagem C, tive isso em Algoritmos Aplicados à Engenharia. Mas como a matéria foi dividida em I e II, no primeiro semestre da disciplina ficamos estudando a linguagem C, e no segundo partimos para o Excel, mas não foi nada que algum curso online ou tutorial do YouTube não pudesse ensinar.
    Sobre os professores mostrarem como perspectiva de futuro apenas o ingresso em uma grande empresa, e não a abertura do próprio negócio, já tive até que uma quantidade considerável destes que falaram a respeito do próprio negócio, mas a maioria deve falar sobre entrar numa grande empresa por pensar no nosso ganho de experiência profissional. :)

    Responder
  48. William Bergue

    Como sempre, buscando a diferença, estudioso e opinião forte! O Sucesso lhe aguarda meu brother!

    Responder
  49. Bruno Santos

    William Bergue Nos aguarda, brother. Tenho certeza de que você também busca a diferença e inovação!

    Responder
  50. Stévillis M de Sousa

    Legal, fora uns erros ortográficos…

    Responder
  51. Gustavo Marques Calazans Duarte

    O cara vir dizer que programação é inútil…. Que tipo de engenheiro será você? Essa página perdeu meu like!

    Responder
  52. Duílio Marçal

    Esse dai, nao sabe nem o que é um excel.

    Responder
  53. Gustavo Marques Calazans Duarte

    Duílio Marçal Pra que excel se dá para fazer tudo no bloco de notas?

    Responder
  54. Gabriel Mendes

    Gustavo Marques Calazans Duarte ,Fala isso não
    ,bloco de notas? kkkkkkk

    Responder
  55. Italo Kayan

    Cara, parabéns. É exatamente isso que eu penso. Um dos grandes problemas que eu ainda acho é que temos tantas matérias no período que não sobra tempo pra cursarmos outras coisas pessoais que gostamos de fazer, um curso fora, um trabalho para uma realização pessoal, coisas do tipo. Basicamente já seguia as suas dicas antes de conhecê-las, por isso passei em um concurso durante o 2º período da universidade.

    Responder
  56. Roberto

    gostei do blog, primeira vez que abro..e queria complementar que, você tem 78 respostas e esse post, tem bastante gente lendo seu blog, e acho que perde valor um post muito generalizado, com informações largadas sem muito pudor….a melhor parte foi a “Não espere se formar para”, porque traz breves soluções.
    a minha opinião sobre o resto do post é, dependendo do que você pretende fazer ao se formar irão ter matérias que vão ser úteis e outras não, cabe ao curso abranger todas pois, como engenharia abre um leque muito grande após formado, ninguém saia prejudicado pela ausência de tais matérias…uma dica valida é, se esforce em tudo porque as oportunidades podem surgir e algo que foi negligenciado no curso porque foi “achado” que não iria servir para nada, pode acabar faltando la na frente.

    Responder
  57. Deyginanen Brito

    Adorei as dicas, são bem motivadores.

    Responder
  58. marcos paulo

    oi eu sou do 3 periodo de engenharia civil

    tem algumas materias que sao pouco exploradas sim,como desenho eu tive desenho com solid edge e nao com autocad,mas se tratando de engenharia vc pode ser engenheiro civil e trabalhar com areas ambientais,a engenharia tem muitas faces,e em algum momento essas materias que nos pensamos q nao sao uteis podem ser de suma importancia assim como os calculos,fisicas e desenho.abraço amigos engenheiros!!!

    Responder
  59. Geovanne Pereira

    Concordo plenamente com vc Eduardo , sem contar que um engenheiro pra tudo o que ele estuda na faculdade era pra ganhar muito mais aqui no nosso pais ( essa é minha opinião) . Já resolvi , quando termina o ensino médio vou fazer direito e estudar bastante pra um concurso publico vale muito mais a pena…

    Responder
  60. regynasales

    Gostei das dicas faco 2ano de engenharia anbiental. Ass. Regyna sales de cuiaba mt

    Responder
  61. flavio

    cara muito bom muito bom mesmo esse seu blog …. valeu pelas dicas

    Responder
  62. juliana djuli

    Amei as dicas de verdade,foram bastantes uteis para mim,pois entrarei esse ano a univercidade e irei cursar engenharia quimica….

    Responder
  63. ALDO

    Olha!
    Pensava que havia algo errado com meu curso. Achava muito genérico, isto que fiz SENAI, mas vendo o comentário de muitos colegas , agora percebo que existem algumas lacunas que devem ser preenchidas por nós mesmos e outras , infelizmente, dependem de nossa grade curricular sendo que nesse caso é difícil de reverter

    Responder
  64. Ana Carolina

    adorei

    Responder
  65. suzano

    concordo em partes

    Responder
  66. Jean Carlos

    Gostei, gostei, gostei…

    Responder
  67. wilma

    olha só queria uma ajuda, tenho 18 anos to me preparando para prestar vestibular para engenharia civil,tenho um probleminha sou péssima em raciocínio logico resolvo qualquer questão de matemática de física só se for no papel. se eu consegue passar sofrerei alguma desvantagem?

    Responder
  68. Braulio Guedes

    Quando fiz o curso costumávamos chamar a disciplina Introdução a Engenharia de “Enganação a Engenharia” ou de “Enrolação a Engenharia”, no mais seu texto foi bem escrito principalmente o item 5.

    Responder
  69. Fhilipe Vanin

    Esse Blog é incrivel. Obrigado pelas dicas, serao de extremo valor para minha carreira.

    Responder
  70. Rafael

    Engenheiro não sabe programar, nenhum sabe, ele sabe alguma coisa de lógica de programação e o cara está absolutamente certo sobre o engenheiro não precisar ser um programador e caso precise de um software ele contrate um profissional capacitado, pessoal programação é algo extremamente complexo, na faculdade as aulas de programação que normalmente é dada aos alunos são cosias básicas que não criam software em si, programas triviais como uma calculadora simples por exemplo um engenheiro com o que ele aprende na faculdade deve conseguir construir, agora algo mais complexo não faz sentido ele construir um programa sem saber como, ou vai perder muito tempo estudando algo que não faz parte das competências que lhe diz repeito.

    Responder
    • Rafael

      Claro que quando eu digo que “nenhum engenheiro sabe programar” são aqueles que não estudaram programação por fora da grade de engenharia das universidades, tem até administrador que sabe programar, tem programador que sabe administrar e tem gente que é multidisciplinar, logo estou falando de um profissional padrão da área. Então se vc é engenheiro e sabe programar, vc tem um diferencial, mas lembre-se que ou vc faz a planta da casa ou a planta do software, ao menos que vc consiga se multiplicar ou tenha muito tempo dentro de um projeto. Trabalhei com engenheiros que tinham qualidades em programação com C++ mas eles eram especializados nisso (mesmo assim não eram avançados, sabiam o necessário pra fazer a parte deles) porque o projeto era um software de simulação de uma termelétrica, mas mesmo assim tinha uma equipe de programadores e analistas de sistemas para fazerem o software, eles programavam as partes onde entravam os cálculos pra coisa funcionar, eu fui um dos programadores, aliás sou Analista programador e não engenheiro amigos de exatas!

      Responder
  71. virginia

    muito bom..

    Responder
  72. Felipe ferreira Paulino

    Olá, meu nome é Felipe Paulino,tenho 20 anos e curso o terceiro período de Engenharia Mecânica na Universidade Estadual do Maranhão. Concordo com tudo que você falou em todos os tópicos. Os cursos do Senai são melhores que o laboratório de minha faculdade. Condições péssimas se encontra minha faculdade. Socorro!!!

    Responder
  73. Hugo Santos

    Bom post, sou completamente a favor de tirar essas matérias que são encheção de linguiça como homem e sociedade, sociologia, introdução a engenharia, desenvolvimento sustentável e no lugar de todas elas, colocar 1 matéria por semestre sobre tópicos de empreendedorismo na engenharia, Licitações e contratos públicos no setor de engenharia, Tendencias de mercado da engenharia e etc.. Sem dúvidas agregarão muito mais valor do que as anteriormente citadas. Também não vi nenhuma matéria a respeito de legislação, no meu caso a ANATAEL ou ANEEL, poderia ter uma matéria dessas para estudarmos as principais leis e regulamentações. Creio que um dia isso irá mudar.

    Responder
  74. Dione Luiz dos Santos

    Pra mim que vou começar Engenharia da Computação no próximo dia 17/02/14, este artigo é como se fosse um “mandamento” a ser seguido durante todo o período do curso. Parabéns mesmo.

    Responder
  75. Carlos Augusto

    gostaria de saber o que posso esperar do curso de engenharia civil ?

    eu irei cursa-lo pois fiz curso de técnico de segurança do trabalho e estagiei na área.

    porém não consegui nada , mas adquiri bastante conhecimento e gostei muito da área de construção civil.

    será que pro atual momento do mercado brasileiro, me esforçando posso conseguir oportunidades na área ?

    é um curso promissor ? bem remunerado ? valorizado ?

    Lembrando que irei cursa na faculdade unisuam no rio de janeiro.

    é uma boa universidade para cursar ?

    Obrigado a todos que me responderem…..

    Responder
  76. Carlos Eduardo

    Poderia falar sobre engenharia de alimentos? Se tem campo de trabalho e quanto ao salário?(inicial, real, sem especulações de internet) Grato.

    Responder
  77. Jefther Barrocal

    Muito bom !

    Responder
  78. Paulino Lopes

    Gostei do artigo, achei ele pertinente, só não concordo quando o Eduardo diz que existem disciplinas inúteis porque pelo que eu saiba que enquanto a gente não encontra dificuldade em lidar com disciplina alguma, é tudo muito fácil até que a gente se depara com um problema em que a solução vai ser exatamente ter de recorrer as disciplinas que chamou de inúteis para resolver tais problemas. Adorei imenso as tuas palavras e espero que continues a nos degustar com elas e cada vez mais inovadoras né!

    Responder
  79. Guilherme Branco

    Sobre as matérias inúteis que você falou… eu não acho inúteis. Sobre programação, eu poderia muito bem ter um certo talento em criar softwares para minha área. Mas como imaginar em pensar nisso se as máterias não existissem? Lembrem-se que uma Norma, por exemplo, não é feita de um dia pro outro. São anos de estudos para implantá-las. Inconscientemente você aprende algo com uma matéria. Cada uma ativa uma parte do cérebro.

    Responder
  80. Ana Paula Vieira

    Adoreiii asi nformaçoes!!!

    Responder
  81. Gianluca

    pó discordo que curso seja incompleto e sim seja defasado, porém algumas particulares são ótimas, bem acima das publicas como uniseb_CoC , Facamp entre outras de sua área especifica.

    No meu curso de engenharia tive desenho e desenho pelo Autocad fazendo eng da computação, e não achei inútil, como tu diz da informatica, no meu curso chama Algoritmo, programar em visualg e depois C no segundo bimestre, como eng da computação é claro que é importante, mas para outras é muito importante também, se tu não tiver o programa pronto quem ira fazer para tu? se não tiver ninguém condições de pagar o software que normalmente custa acima 10 mil reais?? pense nisso amigo, o algoritmo é muito importante, pois aumenta logica, ensina você a pensar passo a passo , e ajuda em programas de qualquer tipo evitando, você em muita coisa, como por exemplo a fazer tu mesmo o projeto pelo programa ou não ser enganado!
    a Computação é o futuro quem não sabe esta complicado.

    como disse tu esta muita enganado sobre a informatica, e sobre meu curso engenharia é algoritmo o nome é sim importante aprende a programar o básico com algoritmo 1.

    Responder
  82. Caique Uesley Emerich Dias de Almeida

    Obrigado pelas dicas, amigo!

    Responder
  83. Vlamir

    Olá Eduardo,
    Gostei muito do seu desabafo lógico.
    Mas gostaria mesmo da sua opinião sobre eu,aos 45 anos,querendo cursar engenharia civil.
    É muito tarde?

    Atenciosamente,
    Vlamir Pinheiros

    Responder
    • Samara Allebrand Santos

      Amigo tenho uma colega de sala de 54 anos, professora de português, está indo super bem e super aceita entre os demais, aliás se destaca pelo interesse. Siga em frente meu jovem :D

      Responder
      • Eduardo Mikail

        Olá Vlamir!

        Não acho que sua idade seja um fator limitante para começar sua carreira na engenharia. Eu por exemplo, atualmente tenho 25 anos, estou na minha segunda graduação (engenharia civil), e na minha turma há pelo menos 3 pessoas acima dos 40, e no mínimo 6 acima dos 30.

        Se quer minha opinião, não pense muito e não se atenha à idade! Encare e faça! Provavelmente você já tenha uma experiência e bagagem profissional muito grande, e isso irá agregar muito e sua maturidade irá lhe ajudar em focar nos seus objetivos. Eu com menos idade, sinto isso.

        Espero ter lhe ajudado! Nunca é tarde para recomeçar…

        Se quiser, leia a entrevista que dei ao portal VAGAS Profissões recentemente, talvez lhe inspire um pouco: http://blogdaengenharia.com/eduardo-mikail-trocou-o-marketing-pela-engenharia/

        Responder
      • Vlamir

        Obrigado Samara e Eduardo,creio muito no poder das palavras que edificam.Mas voltando ao post,eu em particular,não vou sofrer muito em desenvolver sistemas ou softwares,tive a oportunidade de me formar Técnico em Informática e vejo que já é uma grande ajuda.
        Obrigado pelo apoio,e Deus abençoe a todos.

        Responder
  84. Samara Allebrand Santos

    Mais que perfeito :D Odeio Introdução a Engenharia, acho totalmente desnecessário, já que essas pesquisas que o professor pede não é mais que obrigação de quem quer ser um profissional, acho que essa aula podia ser substituida por AutoCAD 2D e 3D que realmente vamos usar desde o estágio. Massss como diz tu, temos que engolir!!

    Responder
  85. Vinicius Barreto (@VinBarrett)

    Aew vc pediu minha opinião , Não sei na sua universidade, estou cursando Eng. Elétrica no Pitágoras São Luis,
    e a disciplina de introdução a engenharia esta sendo aplicada pelo PMP Marcelo Novaes, que dá uma aula show de bola, que tende a puxar para empreendedorismo.

    Não sei se tiver sorte no professor, mas introdução a engenharia está sendo show de bola, agora não vejo a necessidade das aulas de matemática Instrumental, que nada mais é do que a matemática básica.

    Mas o nosso curso é bom, e como dizem:

    “Confie em mim, sou engenheiro”. kkkkk
    Boa sorte e Sucesso.

    Responder
  86. lucas

    Não espere: para ser direfente?. Quê!

    Responder
  87. Leandro Ivarosk

    Parabéns, ótimo texto

    Responder
  88. Jefferson Tiago

    Valeu pelas dicas cara, seguir todas elas pra todo mundo é difícil. Mas vou seguir o máximo delas. Obrigado de novo.

    Responder
  89. Isadora

    Gostei Muito do texto!Faço Eng eletrônica na UERJ e estou no décimo período(fatorial).Bem,concordo com tudo porém o que você disse sobre programação eu discordo,pois na eletrônica após vermos a disciplina básica de programação,vemos linguagens de baixo nível em coisas beeem complexas,e aí a disciplina básica lá do inicio do curso é muito útil pra irmos a fundo no estudo de computadores digitais,microprocessadores e etc.Eu tbm fiz uma IC em que usei bastante a programação,pois desenvolvíamos dispositivos para diagnóstico,então juntava muita coisa de medicina,eng eletronica e computação

    Responder
  90. Mustafa

    Eduardo, seu texto é bastante interessante, mas discordo parcialmente do seu ponto de vista. A disciplina “Introdução à Engenharia” não é adequadamente ministrada nas universidades, mas é uma disciplina importante para apresentar a engenharia ao discente. Muitos descobrem após 2 anos de engenharia que não tem vocação para ser engenheiro, um dos objetivos desta disciplina é mostrar a engenharia e evitar tanta perda de tempo. Essa disciplina não deveria ser focado em seminários, mas em projetos. O primeiro projeto do aluno deveria ser feito na disciplina Introdução à Engenharia.Outro fator importante é que muitos alunos chegam ao final do curso sem entender o básico conceitual da engenharia, por exemplo, confundem projeto mecânico com desenho mecânico.Poucos professores utilizam os livros de Introdução à Engenharia, inclusive são muito bons, comprei dois.Pergunte ao aluno de engenharia mecatrônica, em que ele irá trabalhar e 50% responderá de forma equivocada. Outro ponto do seu texto é a Informática para engenharia, outra disciplina mal ministrada. Deveria abordar fundamentos da computação para solução de pequenos problemas do dia-a-dia que pode ser resolvido facilmente com um algoritmo, mas apresentar CAD, e outras ferramentas computacionais da engenharia, focar uso prático do engenheiro, como programa para gerenciar obras ou fazer orçamentos de obras civis, mas na prática, não é isso que acontece.
    Quanto ao comentário de aprender autoCAD na faculdade, concordo plenamente, é como inglês no 2° grau em que aprendemos inglês e saímos ser saber nos comunicar no básico. 3 anos estudando inglês no 2° grau para que ?
    Em relação ao empreendedorismo, em uma questão do Brasil, pois na China e Índia, países com os mesmos problemas que o nosso, vários graduados já saem da faculdade com sua empresa.

    Muito bom seu artigo !

    Responder
  91. Caique Raymund

    Não poderia deixar de comentar que álgebra linear é algo TOTALMENTE INÚTIIIIIIIIIIIIL, É UM LIXO, UMA MERDA, *#$%@(*&$…. QUEM PRECISA ESCALONAR MATRIZES ????*&¨%$%@#

    Responder
  92. Observador não integrado a universidade

    Só tem coxinha nesse site!
    Basta olhar os comentários, as fotos, modelo da página, as fontes, e aquela certeza de quem quer mostrar que manja de alguma coisa

    Responder
  93. Renan Freitas

    Muito bom seu ponto de vista, concordo contigo em todos os aspectos abordados. Sucesso meu caro!!

    Responder
  94. samyra

    que legal ! parece que já sei o que vou ser quando eu ficar mais velha !

    Responder
  95. CFSOUSA

    Nenhuma disciplina é inútil, mas o tempo que perdemos com introdução a engenharia, informática, entre outras, poderia ser aproveitado com a introdução de um curso de Auto cad, excel intermediário, etc. Algo que também deveria ser introduzido nas universidades seria o treinamento em algum curso de dimensionamento de estruturas como por exemplo o eberick, pois o acadêmico que não buscar isso por conta própria fica a ver navios!

    Responder
  96. Pedro Henrique Robadel

    estou me preparando para fazer engenharia da computação, e gostei muito das dicas…, muito boas mesmo.

    Responder
  97. jadir

    alguém ai pode me ajudar. dentro do que o colega falou, tenho uma disciplina chamada calculo numérico computacional, que sei, não vou usar nunca e tem uma questão que esta me deixando doidoi. olha só.Calcule todas as raízes reais do polinômio f(x)=x3-0,25×2-x-2. Caso houver raízes complexas, calcule duas iterações utilizando o dispositivo pratico do método de bairstow, bem como suas primeiras atualizações a1 e B1, identificando nas duas iterações b, b1, c1, c2 e c3. Considere a=-1 e b=-1.

    Responder
  98. Zee

    Muito Bom; Concordo Plenamente kkkk.. : )
    Parabens Eduardo … Otimo Blog!

    Responder
  99. André Teixeira da Silva

    Ótimo cometário, eu tenho uma pergunta um tanto simples, o que diz em relação a um estudante de geografia que ama engenharia civil, porém seu ensino médio foi carente em matérias de calculo como física e matemática. Esse estudante relatado sou eu.
    Obrigado?

    Responder
  100. Bianka

    Amei Eduardo falou tudo muitas materias nem serve para nada e muitos professores desqualificados

    Responder
  101. Guilherme

    Cara, muito bom o seu trabalho aqui no blog. Eu queria desenvolver um “Pequeno Guia do Calouro” com um professor na minha Universidade. Seria ótimo poder extrair algum material do seu blog. Existe a possibilidade? Obviamente todos os créditos serão devidamente concedidos, não há intenção de forjar uma autoria que não é nossa. Isso corrobora o quanto seu material é bom e, com certeza, faz cumprir o objetivo de tornar a vida dos calouros mais “fácil”.
    Aguardo seu contato.
    Saudações!

    Responder
  102. powertrue

    Mt obrigado ajudos d+ aq vlwwww

    Responder
  103. Marilaine

    adoreii o blog ! , estou no 1º período e tenho que admitir que ta dificil passar por calculo 1 e quimica que é uma materia que eu nao gosto nadinha :/, se tiver algo que possa me ajudar .. ja to ficando desesperada . continue com o blog é mto interessante :)

    Responder
  104. cris

    Ola,sempre quis fazer Engenharia Civil,Mais por problemas familiares não terminei meu ensino médio em escola,fui termina pela prova do ENEM ,que da essa opção de concluir ,então só sei o básico da matemática (ensino fundamental),de resto não sei nada mesmo,queria saber se sem essa base(Ensino Médio)posso fazer uma faculdade de Engenharia Civil?

    Responder
  105. Vinícius

    Eduardo, concordo em parte com você… Mas não concordo com a parte de disciplinas inúteis… faço Engenharia de Controle e Automação e na minha grade obrigatória há matérias de quase todas as engenharias, e por mais que algumas partes possam ser chatas, eu sei que contribui e muito para a minha formação por vários motivos que eu já li em outros comentários daqui.
    Quanto à questão de disciplinas incompletas, tive essa sensação a partir do 3º período, e neste período eu compreendi que nenhuma universidade poderá te ensinar tudo que você deve saber para começar a trabalhar na área, como também foi dito aqui nos comentários, é necessário SIM que você corra atrás, inclusive fazendo cursos online… Visto isso, uma disciplina que parece ser inútil para você, há pessoas que consideram que essa disciplina poderia ser mais aprofundada…
    Quanto aos cursos técnicos, a minha opinião é que informação nunca é demais, mas, como você disse, aprendemos muita coisa que nunca será utilizada… Por exemplo, você pode ter muito interesse aprender a fazer cimento com suas próprias mãos (ou algo assim), mas você não utilizará esse conhecimento como Engenheiro Civil…
    E, finalmente, a UFOP tem até um Núcleo de Empreendedorismo, incentivando os alunos a montar sua própria empresa, incubando projetos, etc. Talvez sua faculdade também tenha algo parecido, procure se informar a respeito!

    Responder
  106. Ana Stela Fonseca

    Adorei as dicas, e é realmente isso que estou fazendo! :)

    Responder
  107. Wellington Rodrigues de Lima

    4. Não aprendemos a ser empregadores, empreendedores, “MAIS” sim a sermos empregados.

    É… parece que Língua Portuguesa também ficou incompleta rsr…

    Responder
  108. Junior Ferreira

    Excelente post, tudo que você disse eu já vi acontecer no meu curso, só a resposta para “programação em c” que eu obtive resposta diferente, que era para aferir nosso raciocínio….

    Abraço

    Responder
  109. Robson CArlos

    Todos os cursos precisam de um complemento, pq são muitas disciplinas e é praticamente impossível termos um bom aprendizado em uma sala com no mínimo 50 alunos. Nos cursos específicos as turmas são bem reduzidas o que ajuda o curso a ficar mais dinâmico.

    Responder
  110. Bianca Lorraine

    Esse tópico 5 mexeu comigo, porém, fiquei com uma certa dúvida. Qual concurso um engenheiro de produção pode realizar?

    Responder
  111. marcos vieira

    muito bom motivado mesmo.

    Responder
  112. Raphael Garcia

    Excelente post!! Concordo com quase tudo, menos com a parte do “ensinado a ser empregados” durante minha graduação tive vários exemplos de aplicação em empresa própria e até mesmo aula de empreendedorismo, mas sei que isso depende muito de uma instituição de ensino para outra é na grande maioria é feito conforme foi descrito no post… Parabéns por compartilhar sua experiência e visão com todos, principalmente com os que ainda estão ralando para se tornar um (a) engenheiro (a).

    Responder
  113. sergio sobolow de souza

    veja bem; em primeira estancia precisamos procurar admiistrar a ansiedade. Tudo requer tempo e investimento. eu particularmente ao me formar em 1984, entendi, diga-se de passagem após algum tempo que o curso de ” engenharia ” me fez pensar e pesquisar,fato este que não existia até então é óbviamente um currículo o qual tem uma razão, que ao meu ver foi muito bem pensada.Ou seja assim como no direito e na medicina, voce obteve um conceito global; aprendeu a pesquisar e até mesmo desistir desta área e/ou se dedicar a uma área específica, no meu caso sou engº civil c/ enfase em construção civil e produção no qual dediqueii 20 anos voltado p/ a incorporação e nos últimos 10 anos para obras públicas, atualmente ainda me encontro na ativa. Seja mais paciente, de tempo ao tempo e as coisas simplesmente acontecem. É assim que funciona. Enendeu meu amigo ?

    Responder
  114. Diego Augusto Valverde

    Eduardo Cavalcante, você cursa engenharia civil em qual faculdade?

    Responder
  115. Elison

    É bem assim mesmo, concordo com você. Parabéns pelas dicas!

    Responder
  116. Elizabete

    Excelente texto, a mais pura verdade.

    Responder
  117. Osmar Henrique

    Excelentíssimas dicas, concordo plenamente com tudo que disse, tenho a mesma opinião ;-) :-D

    Responder
  118. tainara

    Excelente post adoro e aprendo muito com vc. Vou so descordar de um ponto estudo na uni bh e la eu cursei uma matéria chamada adm e empreendedorismo que ao contrário da faculdade que vc cursa nós incentiva a ter nossa própria empresa.

    Responder
  119. edjenn

    Olá, meu nome é Edjenn. Eu passei 2 anos no Exercito, 2 anos que foram perdidos para min, pois fiquei sem estudar, agora que seguir uma outra carreira no qual eu tenho que ter um curso de nivel superior de Engenharia Mecânica. Queria saber se por eu ter voltado a estudar agora, eu teria muita dificuldade em cursar esta área na faculdade ??

    Responder
  120. Ivo Pegorin

    Pensamento perfeito….. Estou cursando Eng. Civil e tenho exatamente o mesmo pensamento que você, alias você disse toda verdade que dentro da sala de aula os professores tentam esconder.

    Responder
  121. Thiago Monteiro

    Só não concordo muito com as Disciplinas Inúteis. Realmente têm aquelas que a princípio parecem fugir do “espírito da engenharia”, mas pra ser um bom engenheiro é sempre importante ter a maior abrangência possível. Nunca se sabe quando um conhecimento “inútil” fará a diferença, nos destacando dos outros e contribuindo para o nosso sucesso em qualquer que seja o âmbito.
    Mas no geral, muito bom! É uma ótima ajuda pra quem ainda está na graduação (eu) e até mesmo um bom reforço pra quem já é formado e precisa de um up aqui e acolá.

    Parabéns!

    Responder
  122. Gabriel

    Cursei um pedaço do primeiro período de Engenharia Elétrica na UFCG e a matéria ”Introdução a Engenharia Elétrica” era muito interessante.. Fácil de passar, mas nos orientava sobre o curso e sobre o nosso futuro como engenheiros elétricos.. Além de fazer visitas aos laboratórios que iriamos usar no fututo.. O professor ajudou a fazer a disciplina mais interessante..

    Responder
  123. Wendell W. Dias

    Eduardo parabéns pelo post! ele é muito pertinente pra nós estudantes. Pelos comentários, percebi que o assunto gerou uma certa polêmica, mas isso é normal, nem todo mundo tem a mesma opinião, nem passa pelas mesmas experiências. Acho que esse tipo de artigo, serve para nós enxergarmos a nossa vida acadêmica com senso crítico e poder fazer as escolhas corretas, segundo o nosso ponto de vista.

    Responder
  124. Wendell Williams Dias

    Eduardo parabéns pelo post! muito pertinente.

    Responder
  125. Pablo

    Otimo Blog. Parabéns. Eu estou no segundo semestre de Eng. Civil. Concordo com quase tudo que você disse.Acho que algumas matérias deveriam ser praticas desde o primeiro semestre que envolva em sim a construção civil afinal um engenheiro não só formado pela teoria.

    Responder
  126. Isabella

    Concordo plenamente com tudo que foi dito, sou estudante de Engenharia Civil e passo pela mesma realidade. Muito boa essa postagem!

    Responder
  127. Juliana Da Paz

    Graças á essas dicas (não espere se formar para..),consegui meu primeiro estágio em uma multinacional alemã . Parabéns pelo conteúdo do blog !

    Responder
  128. Jean Leone

    Muito Bom.

    Responder
  129. Emily Katarine Vale

    Esse post, foi um tapa na minha cara.

    Responder
  130. Stephanye Kelly

    Sou estudante de engenharia aqui em Araguaína-TO . Li e reli. Texto muito bom! Ótimas Sugestões. Muito obrigada e parabéns!

    Responder
  131. Carlos Pereira

    Engenheiro Civil que não precisa de saber lógica ? Vai ser um ótimo técnico. Ficam reclamando quando comparam com Pedreiro, mas na hora de aprender a pensar, empreender, gerenciar, ter uma formação humana acham inútil. Depois quando os engenheiros ocupam cargos executivos de outras áreas como Administração, Economia, Marketing, etc pensam que é por acaso.

    Responder
  132. Juliane Midori Toda

    Acabei de descobrir o blog e to sentindo que irei viciar.. hueheuheuheu :D Adorei o texto, parabéns!
    Concordo totalmente com a questão do incentivo ao empreendedorismo, mas acho que isso seja mais uma questão cultural, infelizmente.
    Outra coisa que percebi no curso (pelo menos no meu), é que parte dos professores, nunca trabalharam efetivamente na área, ou estão muito tempo fora do mercado e simplesmente não se atualizam.
    Ok… Exatas é EXATA! mas alguns conceitos mudam, a forma de ensinar, de estimular os alunos, muda! Ai entra entra a questão do estimulo!
    As vezes da vontade de sacudir o professor pra ver se ele sai do piloto automático ¬¬”
    Sei la.. só desabafando….

    Responder
  133. Natália

    oie, estou no primeiro ano e vou fazer o pas daqui a alguns meses, e minha opçao é engenharia civil.. Queria saber se voce faz/fez em faculdade federal e como se preparou para o vestibular, se voce o fez, pois estou muito muito perdida em como comecar a estudar… :D

    Responder
  134. jardel

    Ótimo. Estou no 8 semestre. Peço ajuda a todos… Tenho algumas matérias que fiquei em DP, alguém conhece alguma facu a distancia q poderei cursar em paralelo a atual q estou cursando????

    Responder
  135. Hermanne Torres

    Obrigado pelas orientações

    Responder
  136. Leandro N.B.

    Os 5 itens são muito verdades. Sou engenheiro mecânico formado há quase 4 anos em uma pública top de SP e posso dizer que de todos os cinco pontos listados, o item 4 é o mais realista. Aprendemos a ser ótimos empregados, mas não recebemos estímulo quase nenhum pra sermos empreendedores.
    Discordo quanto ao último parágrafo do item 4, pois dá a sensação de que o insucesso de todos tendo a própria empresa estaria atrelado à concorrência, quando não é. A engenharia tem amplo mercado e bastaria cada um de nós identificar um gap para atuar e vender produtos/serviços. Além do que, a concorrência faz bem ate pro próprio empreendedor que precisa ser criativo pra se manter no ramo.
    Abs!

    Responder
  137. Matheus

    Sou estudante de engenharia de materiais na USP, atualmente trabalho com desenvolvimento de sistemas eletrônicos e programação de microcontroladores para tais sistemas, tudo em linguagem C.
    O que tenho a dizer sobre matérias “inúteis” é que não existem matérias inúteis, pelo menos não para bons engenheiros formados pelas melhores universidades.

    Trabalho com isso pois foi eu quem resolvi trabalhar, identifiquei um segmento de mercado precário na minha região e que me permitiria tirar boas margens de lucro, então busquei capital de uma outra empresa, que é a minha maior cliente, ou seja, cheguei para uma empresa e disse, tenho algo melhor do que o produto que você revende, mas que é 20% mais barato, quer investir em mim e ser um sócio, ou devo buscar suas concorrentes?
    Atualmente faço algo totalmente diferente do que o que eu estudo.

    Para quem quer se formar em qualquer universidade e pegar um diploma de engenharia, eu digo, existem matérias inúteis, para quem quer se formar nas universidades boas de verdade, e quer fazer o seu futuro, eu digo, nada é inútil na sua formação, se prepare, pois a sua vida de estudante apenas começou, na faculdade você lidava com problemas cujas soluções já são conhecidas, agora você é quem descobrirá as soluções, e para isso, toda a carga de matérias “úteis” e “inúteis” será utilizada, mas isso é só a ponta do iceberg, antes de jogar um novo produto no mercado, levo meses pesquisando nos mais diversos livros, sobre diversos assuntos, enfrento problemas bizarros que não fazia ideia de sua razão, mas vou atrás de descobrir e solucionar.

    Em resumo, não ignore o que você aprendeu, se você quer ser um bom engenheiro, qualquer coisinha, por mais simples que seja, um dia poderá ser muito útil.

    Responder
  138. Krist

    Excelente! Alguém acha que é comum se formar em engenharia sem pegar DP, estou seriamente pensando em sair por conta disto.

    Responder
  139. Fagner Fernandes

    Concordo que a matéria de programação, que em meu curso durou um ano, sendo dois meios períodos por semestre, é inútil mas discordo sobre a matéria de introdução à engenharia. Nela eu aprendi algumas unidades de engenharia que forá corriqueiras nos semestres subsequentes.. aprendi que engenheiros civis possuem um campo de trabalho enorme. . Dentre outras coisas mais.
    Uma coisa muito importante que não foi dita:FAÇAM BONS ESTÁGIOS PORQUE ELES SÃO MELHORES DO QUE QUALQUER LABORATÓRIO DE ENGENHARIA CIVIL, POR EXEMPLO.

    Responder
  140. Carmen

    Boa matéria…
    Gostei do que falou do SENAI… Sou aluna de Engenharia Civil de lá… Temos curso básico de CAD … Vamos começar Revit e BIM..
    Concordo que existem matéria menos importantes mas não totalmente inúteis. Em introdução a engenharia por exemplo fomos conhecer uma obra, foi bacana. E outra coisa tenho certeza que não foi aluno do SENAI, pois somos instigados o tempo inteiro ao empreendedorismo e inovação!! – Até cansa!! kkk

    Responder
  141. Débora

    Adorei ! O tópico “1 – Matérias úteis porém sem estímulo para os alunos” realmente são inúteis rsrs Acredito que elas servem para “passar a peneira”, pois são matérias que exigem dedicação e agilidade… E quem não é… Fica para trás!

    Responder
  142. rafael dos santos zambiazi

    muitooo bom, eu gosto muito desse blog, perfeito :)

    Responder
  143. Isaque Oliveira

    Interessante ! O item nº 5 é algo que eu estava precisando saber

    Responder
  144. Rodolfo Da Silva

    Parabens palo post !!! e como essa do Autocad eu ja sabia , recentemente fiz um curso de Autocad 2d hehe

    Responder
  145. Lucas Spalla

    Parabéns .. muito legal!!

    Responder
  146. Engenheiro Alvaro

    Concordo, principalmente com o Tópico 5.

    Responder
  147. Robson Chimanski Viana

    Discordo quando o autor da matéria escreve sobre “matérias praticamente inúteis”, como ao citar Introdução à Engenharia, que foi “só mais uma”. Eu vejo, por exemplo, essa matéria como a primeira e mais importante orientação aos acadêmicos, para que tenham a certeza de que fizeram a escolha certa. Vale citar também que não se trata apenas de Introdução a Engenharia, mas também de Ética Profissional.
    Conhecimento, nunca é inútil. Engenheiros vão ter que, em algum momento de suas carreiras, se relacionar com pessoas de todas as áreas. Desde o servente da obra ao mais letrado cliente.

    Responder
  148. Valdinei C. Fonseca

    Programação é a disciplina que pode ser necessário em qualquer engenharia, considero algoritmo importante pois mesmo que não trabalhe diretamente a área pode ocorrer em saber influenciar o profissional da área em direção ao resultado que se quer chegar. Mesmo civil pode trabalhar com softwares mais complexos que seja necessário um algoritmo para geração de uma planta projeto etc…
    Olha ae uma oportunidade emprego…
    http://www.vagas.com.br/vagas/v995163/professor-algoritmo-e-estrutura-de-dados-engenharia-civil

    Responder
  149. Matheus Rocha Cardoso

    Excelente texto, rapaz! Valeu cada minuto utilizado para levantar as informações e representá-las aqui. Abraço!

    Responder
  150. Francisco Macio

    Amigo, Eduardo Cavalcanti, o que você pode nos falar sobre os cursos de Engenharia na modalidade EAD ? Conheço algumas faculdades que oferecem os cursos de Engenharia CIVIL e Engenharia de PRODUÇÃO na modalidade EAD. Obrigado !

    Responder
    • Eduardo Cavalcanti

      Olá Francisco, boa tarde! Os cursos na modalidade EAD não são a melhor opção e exigem muito mais dedicação e auto-disciplina do aluno.

      Responder
  151. Wesley Marinho

    Concordo plenamente que a universidade NÃO ensine a empreender ! Quem quiser ser um empresário, q corra atrás do seu próprio objetivo ! Ora..

    Responder