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Coisas que todo estudante de engenharia deveria saber


Não podemos reclamar do nosso curso, que é muito rico em informações, aprendizados e muitas descobertas. Porém com o tempo é fácil perceber que somos influenciados a seguir um certo caminho (que nem sempre é o melhor para todos) durante o curso todo.

Se eu tivesse a experiência que tenho hoje, quando entrei na faculdade, certamente teria tido diversas discussões com alguns professores, além de ter adotado uma postura completamente diferente ao longo de todo o curso. Eu não tive a oportunidade de mudar muitas coisas, mas você pode! Confira abaixo algumas coisas que todo estudante de engenharia precisa saber.


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1. Disciplinas muito úteis porém sem estímulo para os alunos

Nos primeiros 2 anos de curso praticamente todas as vertentes da engenharia passam pelo ciclo básico, porém realmente iremos utilizá-las?

  • Cálculo I, II, III, IV
  • Geometria Analítica
  • Álgebra Linear
  • Física I, II, III
  • Dentre outras

estudante-engenharia

Será que é mesmo necessário aprendermos essas matérias, iremos utilizá-las em campo?
Essa é uma pergunta que eu fiz à mim mesmo quase todos os dias, até o quinto ano, e tenho certeza que a maioria dos estudantes se fazem a mesma pergunta. Hoje eu te respondo que sim, essas disciplinas não buscam apenas nos ensinar a calcular integrais, derivadas, matrizes, entre outras coisas – elas tem como maior objetivo treinar o nosso cérebro a aumentar a nossa capacidade de raciocínio lógico, rápido e prático.

É claro que além de todo esse intenso treinamento ao nosso cérebro, essas disciplinas nos fornecem grande embasamento para que possamos aplicar em algumas disciplinas ao longo do curso. Você com certeza irá utilizar essas disciplinas caso venha atuar em uma área que exija muitos cálculos, quem sabe? Mas caso você venha a seguir uma carreira de atuação em campo, provavelmente irá desfrutar apenas de uma capacidade melhor de raciocinar.


Leia também: 6 aplicativos gratuitos que todo estudante de engenharia deveria conhecer


2. Disciplinas praticamente inúteis

Poderia citar no mínimo 10 disciplinas que eu cursei e que foram completamente inúteis e não contribuíram absolutamente nada em minha formação. Mas espera aí, será que o problema foram as disciplinas ou os professores? Isso é algo que provavelmente só vou ter certeza se eu cursar engenharia novamente. Apesar de algumas disciplinas terem nome de peso, serem bem categorizadas e contarem com uma ementa bacana, podem ser inúteis na prática.

Não vou relatar aqui sobre todas as disciplinas que eu cursei e julgo inúteis, porém vou relatar sobre duas (que não contribuíram nada em minha formação)

+ Introdução à Engenharia: Se fosse para eu categorizar a minha experiência com essa disciplina, seria da seguinte maneira: “Foi só mais uma”. Não fiz esforço algum para as provas, apresentei um seminário de 10 minutos e fui aprovado com um notão. Posso estar errado, ou como já citei antes, ter cursado com o professor errado. Conversei com diversos estudantes e profissionais sobre essa disciplina, e todos os feedbacks que tive foram semelhantes à minha experiência. Não concordo com a exclusão da disciplina da grade curricular da engenharia, porém apoio uma reestruturação da ementa por parte das universidades, de forma à realmente introduzir o aluno ao curso de engenharia.

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+ Informática para Engenharia: Fiquei meio perdido nos primeiros dias de aula, não sabia se estava cursando Engenharia da Computação ou Engenharia Civil. Essa disciplina me ensinou o mínimo do mínimo sobre os conceitos da linguagem de programação C++, e posso dizer que não agregou na-da na minha formação acadêmica. Tudo o que aprendi em 1 semestre, poderia ter aprendido com meia hora assistindo uma vídeo aula no YouTube.

Na época eu até cheguei a questionar o professor sobre o motivo de aquela disciplina fazer parte da grade curricular, e o que obtive de resposta foi: “Olha, você pode precisar desenvolver um software para te auxiliar em algum projeto no futuro”. Ok, concordei com ele simplesmente por respeito e por não ter voz muito ativa na época (saudades dos meus 18 anos, rs) – porém o caso eu precise desenvolver um software para me auxiliar em alguma atividade, eu vou procurar no mercado um profissional especializado na área, que tenha capacidade de desenvolver algo de qualidade, e que não venha a dar problemas ou resultados divergentes fazendo com que eu possa colocar em risco um projeto em que estou trabalhando.


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3. Disciplinas incompletas

Sabe aquele famoso ditado: “É oito ou é oitenta”? pois é, as disciplinas do nosso curso são assim. Algumas são super completas, te ensinam coisas a mais do que o necessário, porém outras são hiper-mega incompletas. Existem aquelas disciplinas que realmente são importantes para a nossa formação, mas infelizmente algumas faculdades acabam pecando (e muito). Sabe quando acaba um semestre e você sente que faltou alguma coisa na disciplina? Senti isso ao concluir as disciplinas referentes à desenho técnico/cad, e resolvi procurar o pessoal da direção da faculdade na época, e ouvi isso: “Você pode procurar um curso bom fora daqui, se quiser eu posso até te indicar alguma escola técnica”, e aí novamente eu concordo por respeito, mas não dá para continuarmos “engolindo” dessa forma.

disciplinas-incompletas

Você teve uma boa base de AutoCAD DENTRO da universidade? Pois bem, eu não tive e não conheço ninguém que teve. Apesar de discordar da idéia resolvi procurar um curso por conta própria, e acabei adquirindo muita experiência durante algumas madrugadas projetando! E sim, muitas vezes  um curso online é bem melhor… Poderia ficar 12 horas aqui escrevendo sobre disciplinas incompletas tanto em Universidades Públicas quanto em Universidades Particulares, mas creio que eu já consegui transmitir a mensagem pra você!
Esses dias li uma frase que me chamou a atenção, e que não é nada mais que a pura verdade:

“Será que os cursos do SENAI são melhores do que os laboratórios da minha faculdade?”


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4. Não aprendemos a ser empregadores, empreendedores, mas sim a sermos empregados

Alguma vez algum professor seu já falou algo do tipo:

  • Quando você for um empresário…
  • Quando você tiver a sua empresa…
  • Você poderá implantar certa coisa com seus funcionários…

Já? Não? Eu nunca ouvi algo do tipo. Porém, é muito comum ouvirmos:

  • Quando você conseguir um emprego em uma multinacional..
  • Quando você for empregado de uma grande empresa…
  • Quando seu chefe lhe pedir certo prazo…

Claro, não iremos sair da Universidade, construir uma empresa de grande porte e ficar rico – quem acha isso está se iludindo. Precisamos adquirir experiência profissional e “ralar” muito para atingirmos o sucesso, porém, pare pra pensar, CADÊ a motivação? Nossa formação é muito limitada, se pensarmos por este lado, parece que a nossa cultura não permite que ensinemos a empreender, investir, arriscar, somos formados para sermos empregados.

É claro, você pode se dar muito bem em uma empresa grande, e nem todos conseguem atingir o sucesso máximo abrindo uma empresa, pois caso isso acontecesse a concorrência seria enorme. Já imaginou se todos os(as) engenheiros(as) que se formaram junto com você montassem uma grande empresa, indústria, construtora…?


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5. Não espere se formar para…

Finalizando, deixo aqui algumas dicas para você que ainda está graduando!
Não espere se formar para:

  • Estudar para concursos;
  • Estudar outros idiomas (Inglês e Espanhol são pré-requisitos, estou falando sobre Alemão, Mandarim, Francês…);
  • Fazer cursos no SENAI ou em outra escola técnica;
  • Aprender a manusear softwares gráficos;
  • Aprender a abrir uma empresa, empreender, investir, arriscar;
  • Aprender a a fazer projetos;
  • Aprender a trabalhar em equipe, priorizando o respeito sempre;
  • Entender como funciona o mercado financeiro;
  • Descobrir que seu curso é bom apesar de incompleto;
  • Descobrir que você é melhor do que você se auto-julga;
  • Descobrir que o sucesso não vai bater na sua porta, e você não vai obtê-lo nas baladas de quinta a domingo;
  • Seja DIFERENTE!

Conteúdo original ® Blog da Engenharia


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  • Sandra

    Muito boom (:

    • Excelente post!

      • Obrigado pessoal 🙂

        • Bárbara

          Olá, sou mulher e termino esse ano meu ensino médio, me interesso muito pela área de engenharia, porem não conheço a fundo, gostaria de saber se para as mulheres existem limitações e preconceitos e qual a melhor área para a especialização?

          • Wellerson

            Hoje em dia, não existe limitações. O limite quem coloca é você!!!Basta apenas querer estudar muito!!Muito cálculo, dependendo da área muita programação, um bom notebook, uma boa internet, uma boa calculadora, horas e mais horas estudando e fazendo trabalhos, inclusive nos finais de semana e na madrugada!!É importante você procurar cursos para complementação, cursar no mínimo 2 línguas, dependendo da engenharia, pois muitos livros estão em inglês, e dependendo onde vai trabalhar, é necessário saber falar outras línguas. Ser bolsista ou voluntário em algum projeto. Para fazer estágio é necessário ter CNH B, entre outras exigências e a entrevista é feita em inglês. Qualquer área é boa para especialização, depende muito qual você gosta mais. Boa sorte na sua escolha!!!

    • ELIAS AMORIM

      MUITO INTERESSANTE!!!GOSTEI MUITO!!!

  • Flávia

    adorei as dicas, vou seguir várias! (:

  • Olá… estou no 6 período de civil na UFJF.

    concordo em alguns pontos com o que você diz, Eduardo.
    Mas dizer que existem disciplinas inúteis eu não acho.
    Você obviamente tem um perfil de campo, mas e eu, que gosto de programar!? Eu preciso de disciplinas de algoritmos, para poder fazer um software legal de cálculo estrutural, pra um outro engenheiro projetista usar, por exemplo.

    Os cursos técnicos, como o próprio nome fala, ensinam tudo nos conformes, disciplinas completas, para você sair da sala de aula e atuar no mercado.
    Mas os cursos universitários buscam te ensinar o básico sobre muitas coisas, para que você possa escolher bem o que quer trilhar e partir daí.
    Seria bom refletir um pouco sobre isso antes de ir chamando as disciplinas de inúteis ou incompletas.
    Além disso, a sua faculdade é diferente da minha.

    Gostei muito do tópico “não espere se formar para…”

    • Victor Gutierrez

      viu, sinceramente, nenhuma disciplina é inútil! Eu faço civil na USP, to no 9º semestre. Depois te tanta coisa sem sentido, eu finalmente entendi o propósito da minha instituição. É você se esforçar pra ir atrás, se forçar a aprender aquela matéria tensa, que não tem muito a ver. Pra que? Pra te fazer pensar. Isso treina o cérebro, te deixa rápido, com o raciocínio que o engenheiro deve ter. É isso. E não espere se formar.. 😀

      • Douglas Araujo de Moura

        Concordo contigo Victor. Tanto que falo sobre isso neste outro artigo aqui no blog: Guia do calouro.

        • Victor Gutierrez

          Brigado pela indicação, vou ler com certeza!

    • Concordo quando vc diz das “disciplinas inúteis”. A programação básica que aprendemos nessa disciplina talvez não nos dê suporte para criar um software (ou talvez até dê), mas ajuda a desenvolver o raciocínio e auxilia demais para desenvolvimentos de tabelas e planilhas que auxiliam DEMAIS em várias matérias da engenharia (falo da Civil também!). Acho, inclusive, que deveríamos ter uma carga um pouco maior de programação no curso.

      • Rafael Nascimento

        Obrigado Gabriel, passar cinco anos numa universidade para sair formado acontece, mas não deveria. Um engenheiro deve sair para formar, para produzir conhecimento e para isso é preciso muito mais do que a grade curricular de um curso…

    • Rafael Nascimento

      Parabéns pelas considerações Rodrigo, percebe-se experência e maturidadeacadêmicae profissional! E parabéns ao Eduardo pelo post, ressaltando a importância de ser crítico e ainda mais a importância de ouvir críticas, o que nos faz rever conceitos, crescer e evoluir.

  • Italo Kayan

    Cara, parabéns. É exatamente isso que eu penso. Um dos grandes problemas que eu ainda acho é que temos tantas matérias no período que não sobra tempo pra cursarmos outras coisas pessoais que gostamos de fazer, um curso fora, um trabalho para uma realização pessoal, coisas do tipo. Basicamente já seguia as suas dicas antes de conhecê-las, por isso passei em um concurso durante o 2º período da universidade.

  • Roberto

    gostei do blog, primeira vez que abro..e queria complementar que, você tem 78 respostas e esse post, tem bastante gente lendo seu blog, e acho que perde valor um post muito generalizado, com informações largadas sem muito pudor….a melhor parte foi a “Não espere se formar para”, porque traz breves soluções.
    a minha opinião sobre o resto do post é, dependendo do que você pretende fazer ao se formar irão ter matérias que vão ser úteis e outras não, cabe ao curso abranger todas pois, como engenharia abre um leque muito grande após formado, ninguém saia prejudicado pela ausência de tais matérias…uma dica valida é, se esforce em tudo porque as oportunidades podem surgir e algo que foi negligenciado no curso porque foi “achado” que não iria servir para nada, pode acabar faltando la na frente.

  • Deyginanen Brito

    Adorei as dicas, são bem motivadores.

  • marcos paulo

    oi eu sou do 3 periodo de engenharia civil

    tem algumas materias que sao pouco exploradas sim,como desenho eu tive desenho com solid edge e nao com autocad,mas se tratando de engenharia vc pode ser engenheiro civil e trabalhar com areas ambientais,a engenharia tem muitas faces,e em algum momento essas materias que nos pensamos q nao sao uteis podem ser de suma importancia assim como os calculos,fisicas e desenho.abraço amigos engenheiros!!!

  • Coisas que um engenheiro deve aprender a usar? http://www.ptc.com/product/mathcad/free-trial/

  • Concordo plenamente com vc Eduardo , sem contar que um engenheiro pra tudo o que ele estuda na faculdade era pra ganhar muito mais aqui no nosso pais ( essa é minha opinião) . Já resolvi , quando termina o ensino médio vou fazer direito e estudar bastante pra um concurso publico vale muito mais a pena…

  • regynasales

    Gostei das dicas faco 2ano de engenharia anbiental. Ass. Regyna sales de cuiaba mt

  • flavio

    cara muito bom muito bom mesmo esse seu blog …. valeu pelas dicas

  • juliana djuli

    Amei as dicas de verdade,foram bastantes uteis para mim,pois entrarei esse ano a univercidade e irei cursar engenharia quimica….

  • ALDO

    Olha!
    Pensava que havia algo errado com meu curso. Achava muito genérico, isto que fiz SENAI, mas vendo o comentário de muitos colegas , agora percebo que existem algumas lacunas que devem ser preenchidas por nós mesmos e outras , infelizmente, dependem de nossa grade curricular sendo que nesse caso é difícil de reverter

  • Ana Carolina

    adorei

  • suzano

    concordo em partes

  • Jean Carlos

    Gostei, gostei, gostei…

  • wilma

    olha só queria uma ajuda, tenho 18 anos to me preparando para prestar vestibular para engenharia civil,tenho um probleminha sou péssima em raciocínio logico resolvo qualquer questão de matemática de física só se for no papel. se eu consegue passar sofrerei alguma desvantagem?

  • Braulio Guedes

    Quando fiz o curso costumávamos chamar a disciplina Introdução a Engenharia de “Enganação a Engenharia” ou de “Enrolação a Engenharia”, no mais seu texto foi bem escrito principalmente o item 5.

  • Fhilipe Vanin

    Esse Blog é incrivel. Obrigado pelas dicas, serao de extremo valor para minha carreira.

  • Rafael

    Engenheiro não sabe programar, nenhum sabe, ele sabe alguma coisa de lógica de programação e o cara está absolutamente certo sobre o engenheiro não precisar ser um programador e caso precise de um software ele contrate um profissional capacitado, pessoal programação é algo extremamente complexo, na faculdade as aulas de programação que normalmente é dada aos alunos são cosias básicas que não criam software em si, programas triviais como uma calculadora simples por exemplo um engenheiro com o que ele aprende na faculdade deve conseguir construir, agora algo mais complexo não faz sentido ele construir um programa sem saber como, ou vai perder muito tempo estudando algo que não faz parte das competências que lhe diz repeito.

    • Rafael

      Claro que quando eu digo que “nenhum engenheiro sabe programar” são aqueles que não estudaram programação por fora da grade de engenharia das universidades, tem até administrador que sabe programar, tem programador que sabe administrar e tem gente que é multidisciplinar, logo estou falando de um profissional padrão da área. Então se vc é engenheiro e sabe programar, vc tem um diferencial, mas lembre-se que ou vc faz a planta da casa ou a planta do software, ao menos que vc consiga se multiplicar ou tenha muito tempo dentro de um projeto. Trabalhei com engenheiros que tinham qualidades em programação com C++ mas eles eram especializados nisso (mesmo assim não eram avançados, sabiam o necessário pra fazer a parte deles) porque o projeto era um software de simulação de uma termelétrica, mas mesmo assim tinha uma equipe de programadores e analistas de sistemas para fazerem o software, eles programavam as partes onde entravam os cálculos pra coisa funcionar, eu fui um dos programadores, aliás sou Analista programador e não engenheiro amigos de exatas!

      • alcione rodrigues!

        gostei das dicas estava com duvidas no que iria curso quando terminar o vestibular

  • virginia

    muito bom..

  • Olá, meu nome é Felipe Paulino,tenho 20 anos e curso o terceiro período de Engenharia Mecânica na Universidade Estadual do Maranhão. Concordo com tudo que você falou em todos os tópicos. Os cursos do Senai são melhores que o laboratório de minha faculdade. Condições péssimas se encontra minha faculdade. Socorro!!!

  • Hugo Santos

    Bom post, sou completamente a favor de tirar essas matérias que são encheção de linguiça como homem e sociedade, sociologia, introdução a engenharia, desenvolvimento sustentável e no lugar de todas elas, colocar 1 matéria por semestre sobre tópicos de empreendedorismo na engenharia, Licitações e contratos públicos no setor de engenharia, Tendencias de mercado da engenharia e etc.. Sem dúvidas agregarão muito mais valor do que as anteriormente citadas. Também não vi nenhuma matéria a respeito de legislação, no meu caso a ANATAEL ou ANEEL, poderia ter uma matéria dessas para estudarmos as principais leis e regulamentações. Creio que um dia isso irá mudar.

  • Dione Luiz dos Santos

    Pra mim que vou começar Engenharia da Computação no próximo dia 17/02/14, este artigo é como se fosse um “mandamento” a ser seguido durante todo o período do curso. Parabéns mesmo.

  • Carlos Augusto

    gostaria de saber o que posso esperar do curso de engenharia civil ?

    eu irei cursa-lo pois fiz curso de técnico de segurança do trabalho e estagiei na área.

    porém não consegui nada , mas adquiri bastante conhecimento e gostei muito da área de construção civil.

    será que pro atual momento do mercado brasileiro, me esforçando posso conseguir oportunidades na área ?

    é um curso promissor ? bem remunerado ? valorizado ?

    Lembrando que irei cursa na faculdade unisuam no rio de janeiro.

    é uma boa universidade para cursar ?

    Obrigado a todos que me responderem…..

  • Carlos Eduardo

    Poderia falar sobre engenharia de alimentos? Se tem campo de trabalho e quanto ao salário?(inicial, real, sem especulações de internet) Grato.

  • Jefther Barrocal

    Muito bom !

  • Paulino Lopes

    Gostei do artigo, achei ele pertinente, só não concordo quando o Eduardo diz que existem disciplinas inúteis porque pelo que eu saiba que enquanto a gente não encontra dificuldade em lidar com disciplina alguma, é tudo muito fácil até que a gente se depara com um problema em que a solução vai ser exatamente ter de recorrer as disciplinas que chamou de inúteis para resolver tais problemas. Adorei imenso as tuas palavras e espero que continues a nos degustar com elas e cada vez mais inovadoras né!

  • Guilherme Branco

    Sobre as matérias inúteis que você falou… eu não acho inúteis. Sobre programação, eu poderia muito bem ter um certo talento em criar softwares para minha área. Mas como imaginar em pensar nisso se as máterias não existissem? Lembrem-se que uma Norma, por exemplo, não é feita de um dia pro outro. São anos de estudos para implantá-las. Inconscientemente você aprende algo com uma matéria. Cada uma ativa uma parte do cérebro.

  • Ana Paula Vieira

    Adoreiii asi nformaçoes!!!

  • Gianluca

    pó discordo que curso seja incompleto e sim seja defasado, porém algumas particulares são ótimas, bem acima das publicas como uniseb_CoC , Facamp entre outras de sua área especifica.

    No meu curso de engenharia tive desenho e desenho pelo Autocad fazendo eng da computação, e não achei inútil, como tu diz da informatica, no meu curso chama Algoritmo, programar em visualg e depois C no segundo bimestre, como eng da computação é claro que é importante, mas para outras é muito importante também, se tu não tiver o programa pronto quem ira fazer para tu? se não tiver ninguém condições de pagar o software que normalmente custa acima 10 mil reais?? pense nisso amigo, o algoritmo é muito importante, pois aumenta logica, ensina você a pensar passo a passo , e ajuda em programas de qualquer tipo evitando, você em muita coisa, como por exemplo a fazer tu mesmo o projeto pelo programa ou não ser enganado!
    a Computação é o futuro quem não sabe esta complicado.

    como disse tu esta muita enganado sobre a informatica, e sobre meu curso engenharia é algoritmo o nome é sim importante aprende a programar o básico com algoritmo 1.

    • gostei muito das dicas e por- lo- es em pratica

    • guilherme

      Concordo Gianluca! Exatamente como eu penso. O brasileiro tem a mente muito fechada e precisamos abri-las.

  • Caique Uesley Emerich Dias de Almeida

    Obrigado pelas dicas, amigo!

  • Vlamir

    Olá Eduardo,
    Gostei muito do seu desabafo lógico.
    Mas gostaria mesmo da sua opinião sobre eu,aos 45 anos,querendo cursar engenharia civil.
    É muito tarde?

    Atenciosamente,
    Vlamir Pinheiros

    • Amigo tenho uma colega de sala de 54 anos, professora de português, está indo super bem e super aceita entre os demais, aliás se destaca pelo interesse. Siga em frente meu jovem 😀

      • Eduardo Mikail

        Olá Vlamir!

        Não acho que sua idade seja um fator limitante para começar sua carreira na engenharia. Eu por exemplo, atualmente tenho 25 anos, estou na minha segunda graduação (engenharia civil), e na minha turma há pelo menos 3 pessoas acima dos 40, e no mínimo 6 acima dos 30.

        Se quer minha opinião, não pense muito e não se atenha à idade! Encare e faça! Provavelmente você já tenha uma experiência e bagagem profissional muito grande, e isso irá agregar muito e sua maturidade irá lhe ajudar em focar nos seus objetivos. Eu com menos idade, sinto isso.

        Espero ter lhe ajudado! Nunca é tarde para recomeçar…

        Se quiser, leia a entrevista que dei ao portal VAGAS Profissões recentemente, talvez lhe inspire um pouco: http://blogdaengenharia.com/eduardo-mikail-trocou-o-marketing-pela-engenharia/

      • Vlamir

        Obrigado Samara e Eduardo,creio muito no poder das palavras que edificam.Mas voltando ao post,eu em particular,não vou sofrer muito em desenvolver sistemas ou softwares,tive a oportunidade de me formar Técnico em Informática e vejo que já é uma grande ajuda.
        Obrigado pelo apoio,e Deus abençoe a todos.

  • Mais que perfeito 😀 Odeio Introdução a Engenharia, acho totalmente desnecessário, já que essas pesquisas que o professor pede não é mais que obrigação de quem quer ser um profissional, acho que essa aula podia ser substituida por AutoCAD 2D e 3D que realmente vamos usar desde o estágio. Massss como diz tu, temos que engolir!!

  • Adorei

  • Aew vc pediu minha opinião , Não sei na sua universidade, estou cursando Eng. Elétrica no Pitágoras São Luis,
    e a disciplina de introdução a engenharia esta sendo aplicada pelo PMP Marcelo Novaes, que dá uma aula show de bola, que tende a puxar para empreendedorismo.

    Não sei se tiver sorte no professor, mas introdução a engenharia está sendo show de bola, agora não vejo a necessidade das aulas de matemática Instrumental, que nada mais é do que a matemática básica.

    Mas o nosso curso é bom, e como dizem:

    “Confie em mim, sou engenheiro”. kkkkk
    Boa sorte e Sucesso.

  • lucas

    Não espere: para ser direfente?. Quê!

    • Eduardo Mikail

      Isso aí Lucas, o segredo é fazer diferente, é fazer a diferença 😉

      • Observador não integrado a universidade

        Fazer a diferença: fazer o curso com um número esmagador de concorrência.

  • Leandro Ivarosk

    Parabéns, ótimo texto

  • Valeu pelas dicas cara, seguir todas elas pra todo mundo é difícil. Mas vou seguir o máximo delas. Obrigado de novo.

  • Isadora

    Gostei Muito do texto!Faço Eng eletrônica na UERJ e estou no décimo período(fatorial).Bem,concordo com tudo porém o que você disse sobre programação eu discordo,pois na eletrônica após vermos a disciplina básica de programação,vemos linguagens de baixo nível em coisas beeem complexas,e aí a disciplina básica lá do inicio do curso é muito útil pra irmos a fundo no estudo de computadores digitais,microprocessadores e etc.Eu tbm fiz uma IC em que usei bastante a programação,pois desenvolvíamos dispositivos para diagnóstico,então juntava muita coisa de medicina,eng eletronica e computação

  • Mustafa

    Eduardo, seu texto é bastante interessante, mas discordo parcialmente do seu ponto de vista. A disciplina “Introdução à Engenharia” não é adequadamente ministrada nas universidades, mas é uma disciplina importante para apresentar a engenharia ao discente. Muitos descobrem após 2 anos de engenharia que não tem vocação para ser engenheiro, um dos objetivos desta disciplina é mostrar a engenharia e evitar tanta perda de tempo. Essa disciplina não deveria ser focado em seminários, mas em projetos. O primeiro projeto do aluno deveria ser feito na disciplina Introdução à Engenharia.Outro fator importante é que muitos alunos chegam ao final do curso sem entender o básico conceitual da engenharia, por exemplo, confundem projeto mecânico com desenho mecânico.Poucos professores utilizam os livros de Introdução à Engenharia, inclusive são muito bons, comprei dois.Pergunte ao aluno de engenharia mecatrônica, em que ele irá trabalhar e 50% responderá de forma equivocada. Outro ponto do seu texto é a Informática para engenharia, outra disciplina mal ministrada. Deveria abordar fundamentos da computação para solução de pequenos problemas do dia-a-dia que pode ser resolvido facilmente com um algoritmo, mas apresentar CAD, e outras ferramentas computacionais da engenharia, focar uso prático do engenheiro, como programa para gerenciar obras ou fazer orçamentos de obras civis, mas na prática, não é isso que acontece.
    Quanto ao comentário de aprender autoCAD na faculdade, concordo plenamente, é como inglês no 2° grau em que aprendemos inglês e saímos ser saber nos comunicar no básico. 3 anos estudando inglês no 2° grau para que ?
    Em relação ao empreendedorismo, em uma questão do Brasil, pois na China e Índia, países com os mesmos problemas que o nosso, vários graduados já saem da faculdade com sua empresa.

    Muito bom seu artigo !

  • Caique Raymund

    Não poderia deixar de comentar que álgebra linear é algo TOTALMENTE INÚTIIIIIIIIIIIIL, É UM LIXO, UMA MERDA, *#$%@(*&$…. QUEM PRECISA ESCALONAR MATRIZES ????*&¨%$%@#

  • Observador não integrado a universidade

    Só tem coxinha nesse site!
    Basta olhar os comentários, as fotos, modelo da página, as fontes, e aquela certeza de quem quer mostrar que manja de alguma coisa

  • Muito bom seu ponto de vista, concordo contigo em todos os aspectos abordados. Sucesso meu caro!!

  • samyra

    que legal ! parece que já sei o que vou ser quando eu ficar mais velha !

  • Ótimo post !

  • CFSOUSA

    Nenhuma disciplina é inútil, mas o tempo que perdemos com introdução a engenharia, informática, entre outras, poderia ser aproveitado com a introdução de um curso de Auto cad, excel intermediário, etc. Algo que também deveria ser introduzido nas universidades seria o treinamento em algum curso de dimensionamento de estruturas como por exemplo o eberick, pois o acadêmico que não buscar isso por conta própria fica a ver navios!

  • Pedro Henrique Robadel

    estou me preparando para fazer engenharia da computação, e gostei muito das dicas…, muito boas mesmo.

  • jadir

    alguém ai pode me ajudar. dentro do que o colega falou, tenho uma disciplina chamada calculo numérico computacional, que sei, não vou usar nunca e tem uma questão que esta me deixando doidoi. olha só.Calcule todas as raízes reais do polinômio f(x)=x3-0,25×2-x-2. Caso houver raízes complexas, calcule duas iterações utilizando o dispositivo pratico do método de bairstow, bem como suas primeiras atualizações a1 e B1, identificando nas duas iterações b, b1, c1, c2 e c3. Considere a=-1 e b=-1.

  • Zee

    Muito Bom; Concordo Plenamente kkkk.. : )
    Parabens Eduardo … Otimo Blog!

  • André Teixeira da Silva

    Ótimo cometário, eu tenho uma pergunta um tanto simples, o que diz em relação a um estudante de geografia que ama engenharia civil, porém seu ensino médio foi carente em matérias de calculo como física e matemática. Esse estudante relatado sou eu.
    Obrigado?

    • joão capristano filho

      concordo com você, pois na cadeira de autoCad não aprendi quase nada, por falta de conteúdo da professora

      • jiovane santos

        Gostei das suas dicas, vou seguir a risca..valeuu

  • Bianka

    Amei Eduardo falou tudo muitas materias nem serve para nada e muitos professores desqualificados

  • Guilherme

    Cara, muito bom o seu trabalho aqui no blog. Eu queria desenvolver um “Pequeno Guia do Calouro” com um professor na minha Universidade. Seria ótimo poder extrair algum material do seu blog. Existe a possibilidade? Obviamente todos os créditos serão devidamente concedidos, não há intenção de forjar uma autoria que não é nossa. Isso corrobora o quanto seu material é bom e, com certeza, faz cumprir o objetivo de tornar a vida dos calouros mais “fácil”.
    Aguardo seu contato.
    Saudações!

  • powertrue

    Mt obrigado ajudos d+ aq vlwwww

  • Marilaine

    adoreii o blog ! , estou no 1º período e tenho que admitir que ta dificil passar por calculo 1 e quimica que é uma materia que eu nao gosto nadinha :/, se tiver algo que possa me ajudar .. ja to ficando desesperada . continue com o blog é mto interessante 🙂

  • cris

    Ola,sempre quis fazer Engenharia Civil,Mais por problemas familiares não terminei meu ensino médio em escola,fui termina pela prova do ENEM ,que da essa opção de concluir ,então só sei o básico da matemática (ensino fundamental),de resto não sei nada mesmo,queria saber se sem essa base(Ensino Médio)posso fazer uma faculdade de Engenharia Civil?

  • Vinícius

    Eduardo, concordo em parte com você… Mas não concordo com a parte de disciplinas inúteis… faço Engenharia de Controle e Automação e na minha grade obrigatória há matérias de quase todas as engenharias, e por mais que algumas partes possam ser chatas, eu sei que contribui e muito para a minha formação por vários motivos que eu já li em outros comentários daqui.
    Quanto à questão de disciplinas incompletas, tive essa sensação a partir do 3º período, e neste período eu compreendi que nenhuma universidade poderá te ensinar tudo que você deve saber para começar a trabalhar na área, como também foi dito aqui nos comentários, é necessário SIM que você corra atrás, inclusive fazendo cursos online… Visto isso, uma disciplina que parece ser inútil para você, há pessoas que consideram que essa disciplina poderia ser mais aprofundada…
    Quanto aos cursos técnicos, a minha opinião é que informação nunca é demais, mas, como você disse, aprendemos muita coisa que nunca será utilizada… Por exemplo, você pode ter muito interesse aprender a fazer cimento com suas próprias mãos (ou algo assim), mas você não utilizará esse conhecimento como Engenheiro Civil…
    E, finalmente, a UFOP tem até um Núcleo de Empreendedorismo, incentivando os alunos a montar sua própria empresa, incubando projetos, etc. Talvez sua faculdade também tenha algo parecido, procure se informar a respeito!

  • Ana Stela Fonseca

    Adorei as dicas, e é realmente isso que estou fazendo! 🙂

  • 4. Não aprendemos a ser empregadores, empreendedores, “MAIS” sim a sermos empregados.

    É… parece que Língua Portuguesa também ficou incompleta rsr…

  • Junior Ferreira

    Excelente post, tudo que você disse eu já vi acontecer no meu curso, só a resposta para “programação em c” que eu obtive resposta diferente, que era para aferir nosso raciocínio….

    Abraço

  • Robson CArlos

    Todos os cursos precisam de um complemento, pq são muitas disciplinas e é praticamente impossível termos um bom aprendizado em uma sala com no mínimo 50 alunos. Nos cursos específicos as turmas são bem reduzidas o que ajuda o curso a ficar mais dinâmico.

  • Esse tópico 5 mexeu comigo, porém, fiquei com uma certa dúvida. Qual concurso um engenheiro de produção pode realizar?

  • marcos vieira

    muito bom motivado mesmo.

  • Raphael Garcia

    Excelente post!! Concordo com quase tudo, menos com a parte do “ensinado a ser empregados” durante minha graduação tive vários exemplos de aplicação em empresa própria e até mesmo aula de empreendedorismo, mas sei que isso depende muito de uma instituição de ensino para outra é na grande maioria é feito conforme foi descrito no post… Parabéns por compartilhar sua experiência e visão com todos, principalmente com os que ainda estão ralando para se tornar um (a) engenheiro (a).

  • sergio sobolow de souza

    veja bem; em primeira estancia precisamos procurar admiistrar a ansiedade. Tudo requer tempo e investimento. eu particularmente ao me formar em 1984, entendi, diga-se de passagem após algum tempo que o curso de ” engenharia ” me fez pensar e pesquisar,fato este que não existia até então é óbviamente um currículo o qual tem uma razão, que ao meu ver foi muito bem pensada.Ou seja assim como no direito e na medicina, voce obteve um conceito global; aprendeu a pesquisar e até mesmo desistir desta área e/ou se dedicar a uma área específica, no meu caso sou engº civil c/ enfase em construção civil e produção no qual dediqueii 20 anos voltado p/ a incorporação e nos últimos 10 anos para obras públicas, atualmente ainda me encontro na ativa. Seja mais paciente, de tempo ao tempo e as coisas simplesmente acontecem. É assim que funciona. Enendeu meu amigo ?

  • Excelentíssimo

  • Diego Augusto Valverde

    Eduardo Cavalcante, você cursa engenharia civil em qual faculdade?

  • Elison

    É bem assim mesmo, concordo com você. Parabéns pelas dicas!

  • Elizabete

    Excelente texto, a mais pura verdade.

  • Excelentíssimas dicas, concordo plenamente com tudo que disse, tenho a mesma opinião 😉 😀

  • tainara

    Excelente post adoro e aprendo muito com vc. Vou so descordar de um ponto estudo na uni bh e la eu cursei uma matéria chamada adm e empreendedorismo que ao contrário da faculdade que vc cursa nós incentiva a ter nossa própria empresa.

  • edjenn

    Olá, meu nome é Edjenn. Eu passei 2 anos no Exercito, 2 anos que foram perdidos para min, pois fiquei sem estudar, agora que seguir uma outra carreira no qual eu tenho que ter um curso de nivel superior de Engenharia Mecânica. Queria saber se por eu ter voltado a estudar agora, eu teria muita dificuldade em cursar esta área na faculdade ??

  • Ivo Pegorin

    Pensamento perfeito….. Estou cursando Eng. Civil e tenho exatamente o mesmo pensamento que você, alias você disse toda verdade que dentro da sala de aula os professores tentam esconder.

  • Só não concordo muito com as Disciplinas Inúteis. Realmente têm aquelas que a princípio parecem fugir do “espírito da engenharia”, mas pra ser um bom engenheiro é sempre importante ter a maior abrangência possível. Nunca se sabe quando um conhecimento “inútil” fará a diferença, nos destacando dos outros e contribuindo para o nosso sucesso em qualquer que seja o âmbito.
    Mas no geral, muito bom! É uma ótima ajuda pra quem ainda está na graduação (eu) e até mesmo um bom reforço pra quem já é formado e precisa de um up aqui e acolá.

    Parabéns!

  • Gabriel

    Cursei um pedaço do primeiro período de Engenharia Elétrica na UFCG e a matéria ”Introdução a Engenharia Elétrica” era muito interessante.. Fácil de passar, mas nos orientava sobre o curso e sobre o nosso futuro como engenheiros elétricos.. Além de fazer visitas aos laboratórios que iriamos usar no fututo.. O professor ajudou a fazer a disciplina mais interessante..

  • Wendell W. Dias

    Eduardo parabéns pelo post! ele é muito pertinente pra nós estudantes. Pelos comentários, percebi que o assunto gerou uma certa polêmica, mas isso é normal, nem todo mundo tem a mesma opinião, nem passa pelas mesmas experiências. Acho que esse tipo de artigo, serve para nós enxergarmos a nossa vida acadêmica com senso crítico e poder fazer as escolhas corretas, segundo o nosso ponto de vista.

  • Wendell Williams Dias

    Eduardo parabéns pelo post! muito pertinente.

  • Pablo

    Otimo Blog. Parabéns. Eu estou no segundo semestre de Eng. Civil. Concordo com quase tudo que você disse.Acho que algumas matérias deveriam ser praticas desde o primeiro semestre que envolva em sim a construção civil afinal um engenheiro não só formado pela teoria.

  • Isabella

    Concordo plenamente com tudo que foi dito, sou estudante de Engenharia Civil e passo pela mesma realidade. Muito boa essa postagem!

  • Graças á essas dicas (não espere se formar para..),consegui meu primeiro estágio em uma multinacional alemã . Parabéns pelo conteúdo do blog !

  • Jean Leone

    Muito Bom.

  • Emily Katarine Vale

    Esse post, foi um tapa na minha cara.

  • Sou estudante de engenharia aqui em Araguaína-TO . Li e reli. Texto muito bom! Ótimas Sugestões. Muito obrigada e parabéns!

  • Carlos Pereira

    Engenheiro Civil que não precisa de saber lógica ? Vai ser um ótimo técnico. Ficam reclamando quando comparam com Pedreiro, mas na hora de aprender a pensar, empreender, gerenciar, ter uma formação humana acham inútil. Depois quando os engenheiros ocupam cargos executivos de outras áreas como Administração, Economia, Marketing, etc pensam que é por acaso.

  • Acabei de descobrir o blog e to sentindo que irei viciar.. hueheuheuheu 😀 Adorei o texto, parabéns!
    Concordo totalmente com a questão do incentivo ao empreendedorismo, mas acho que isso seja mais uma questão cultural, infelizmente.
    Outra coisa que percebi no curso (pelo menos no meu), é que parte dos professores, nunca trabalharam efetivamente na área, ou estão muito tempo fora do mercado e simplesmente não se atualizam.
    Ok… Exatas é EXATA! mas alguns conceitos mudam, a forma de ensinar, de estimular os alunos, muda! Ai entra entra a questão do estimulo!
    As vezes da vontade de sacudir o professor pra ver se ele sai do piloto automático ¬¬”
    Sei la.. só desabafando….

  • Natália

    oie, estou no primeiro ano e vou fazer o pas daqui a alguns meses, e minha opçao é engenharia civil.. Queria saber se voce faz/fez em faculdade federal e como se preparou para o vestibular, se voce o fez, pois estou muito muito perdida em como comecar a estudar… 😀

  • jardel

    Ótimo. Estou no 8 semestre. Peço ajuda a todos… Tenho algumas matérias que fiquei em DP, alguém conhece alguma facu a distancia q poderei cursar em paralelo a atual q estou cursando????

  • Hermanne Torres

    Obrigado pelas orientações

  • Leandro N.B.

    Os 5 itens são muito verdades. Sou engenheiro mecânico formado há quase 4 anos em uma pública top de SP e posso dizer que de todos os cinco pontos listados, o item 4 é o mais realista. Aprendemos a ser ótimos empregados, mas não recebemos estímulo quase nenhum pra sermos empreendedores.
    Discordo quanto ao último parágrafo do item 4, pois dá a sensação de que o insucesso de todos tendo a própria empresa estaria atrelado à concorrência, quando não é. A engenharia tem amplo mercado e bastaria cada um de nós identificar um gap para atuar e vender produtos/serviços. Além do que, a concorrência faz bem ate pro próprio empreendedor que precisa ser criativo pra se manter no ramo.
    Abs!

  • Sou estudante de engenharia de materiais na USP, atualmente trabalho com desenvolvimento de sistemas eletrônicos e programação de microcontroladores para tais sistemas, tudo em linguagem C.
    O que tenho a dizer sobre matérias “inúteis” é que não existem matérias inúteis, pelo menos não para bons engenheiros formados pelas melhores universidades.

    Trabalho com isso pois foi eu quem resolvi trabalhar, identifiquei um segmento de mercado precário na minha região e que me permitiria tirar boas margens de lucro, então busquei capital de uma outra empresa, que é a minha maior cliente, ou seja, cheguei para uma empresa e disse, tenho algo melhor do que o produto que você revende, mas que é 20% mais barato, quer investir em mim e ser um sócio, ou devo buscar suas concorrentes?
    Atualmente faço algo totalmente diferente do que o que eu estudo.

    Para quem quer se formar em qualquer universidade e pegar um diploma de engenharia, eu digo, existem matérias inúteis, para quem quer se formar nas universidades boas de verdade, e quer fazer o seu futuro, eu digo, nada é inútil na sua formação, se prepare, pois a sua vida de estudante apenas começou, na faculdade você lidava com problemas cujas soluções já são conhecidas, agora você é quem descobrirá as soluções, e para isso, toda a carga de matérias “úteis” e “inúteis” será utilizada, mas isso é só a ponta do iceberg, antes de jogar um novo produto no mercado, levo meses pesquisando nos mais diversos livros, sobre diversos assuntos, enfrento problemas bizarros que não fazia ideia de sua razão, mas vou atrás de descobrir e solucionar.

    Em resumo, não ignore o que você aprendeu, se você quer ser um bom engenheiro, qualquer coisinha, por mais simples que seja, um dia poderá ser muito útil.

    • Fernando Silva

      No caso, você fugiu do escopo do curso. Teoricamente, com este potencial que tem, uma Engenharia de Computação daria um foco maior na área de Sistemas Embarcados.
      Mas exigir que um Eng. Agronomo ou Civil programe em C++, não faz sentido (apesar de útil). Por isso a matéria vai sair de qualquer modo e quem conseguir fazer um “Hello World” vai ser aprovado.
      O Bom e velho Matlab/Cilab, que é útil e inteligível para qualquer engenheiro, acaba ficando de escanteio por “modismos” da coordenação.

      • Darwin

        É a mesma coisa de exigir que um engenheiro telecom saiba mecânica dos fluidos. Isso não é modismo da coordenação, isso é exigência do MEC

        • Fernando Silva

          Não é o MEC, é o CREA/CONFEA.

          Na verdade, somos todos Engenheiros, com especialidade em alguma área.
          Em alguns países divide-se o ciclo básico (primeiros 2 anos que são iguais pra todo mundo) com o curso de especialização. No Brasil, acho que só o ITA que é assim (só divide turma no 5o período). Já outros países separam a especialização, como é a nossa Medicina

          Algo fora do que o CREA exige para o ciclo básico é modismo ou matéria pra tampar buraco na grade curricular. Agora, no ciclo especializado, vale sim cobrar conteúdos multidisciplinares.

          E já precisei aplicar mecânica de fluídos sendo um Eng.Comp. (o projeto envolvia o monitoramento de um ambiente com transporte de fluídos). 😀

        • ITTALLO

          Se queres ser um bom profissional tem que saber tudo rapaz. Engenharia é para solucionar problemas.]

          • Matheus

            cada engenharia com seu cu ou cada um no seu quadrado. Não vá se intrometer nas engenharias dos outros que tu leva no cuzinho.

    • ITTALLO

      Gostei muito do que falou, está completamente certo!.. Quem fala isso é poque não entende o verdadeiro significado e a essência de ser Engenheiro.

    • Matheus

      Olá amigo. Pode me ajudar? Sou vestibulando e se Deus quiser vou cursar engenharia de materiais na federal. Eu pesquisei sobre o curso, queria saber se tem muita química mesmo? Embora não sou bom em matemática, sou apaixonado por geometria e cálculo, só não gosto de estudar química, ter que decorar aqueles nomes de compostos e moléculas. Ainda assim, não tem como fazer outra engenharia, pois aqui só tem materiais, civil e produção. Eu só gosto de estudar cursos com cálculos e números. Tem muita geometria neste curso?

  • Krist

    Excelente! Alguém acha que é comum se formar em engenharia sem pegar DP, estou seriamente pensando em sair por conta disto.

  • Fagner Fernandes

    Concordo que a matéria de programação, que em meu curso durou um ano, sendo dois meios períodos por semestre, é inútil mas discordo sobre a matéria de introdução à engenharia. Nela eu aprendi algumas unidades de engenharia que forá corriqueiras nos semestres subsequentes.. aprendi que engenheiros civis possuem um campo de trabalho enorme. . Dentre outras coisas mais.
    Uma coisa muito importante que não foi dita:FAÇAM BONS ESTÁGIOS PORQUE ELES SÃO MELHORES DO QUE QUALQUER LABORATÓRIO DE ENGENHARIA CIVIL, POR EXEMPLO.

  • Carmen

    Boa matéria…
    Gostei do que falou do SENAI… Sou aluna de Engenharia Civil de lá… Temos curso básico de CAD … Vamos começar Revit e BIM..
    Concordo que existem matéria menos importantes mas não totalmente inúteis. Em introdução a engenharia por exemplo fomos conhecer uma obra, foi bacana. E outra coisa tenho certeza que não foi aluno do SENAI, pois somos instigados o tempo inteiro ao empreendedorismo e inovação!! – Até cansa!! kkk

    • Carmen quanto ao SENAI isso já varia. Além da faculdade sou aluno do Senai da minha cidade e aqui e o contrario do que você disse, nos somos o tempo inteiro forçados a sermos bom empregados. E se levarmos para o lado filosófico do SENAI, fornecer mão de obra para a indústria, a tendência de outros talvez esteja mais ligada a da minha cidade.

  • Débora

    Adorei ! O tópico “1 – Matérias úteis porém sem estímulo para os alunos” realmente são inúteis rsrs Acredito que elas servem para “passar a peneira”, pois são matérias que exigem dedicação e agilidade… E quem não é… Fica para trás!

  • muitooo bom, eu gosto muito desse blog, perfeito 🙂

  • Isaque Oliveira

    Interessante ! O item nº 5 é algo que eu estava precisando saber

  • Seja DIFERENTE!

  • Parabens palo post !!! e como essa do Autocad eu ja sabia , recentemente fiz um curso de Autocad 2d hehe

  • Lucas Spalla

    Parabéns .. muito legal!!

  • Concordo, principalmente com o Tópico 5.

  • Robson Chimanski Viana

    Discordo quando o autor da matéria escreve sobre “matérias praticamente inúteis”, como ao citar Introdução à Engenharia, que foi “só mais uma”. Eu vejo, por exemplo, essa matéria como a primeira e mais importante orientação aos acadêmicos, para que tenham a certeza de que fizeram a escolha certa. Vale citar também que não se trata apenas de Introdução a Engenharia, mas também de Ética Profissional.
    Conhecimento, nunca é inútil. Engenheiros vão ter que, em algum momento de suas carreiras, se relacionar com pessoas de todas as áreas. Desde o servente da obra ao mais letrado cliente.

  • Programação é a disciplina que pode ser necessário em qualquer engenharia, considero algoritmo importante pois mesmo que não trabalhe diretamente a área pode ocorrer em saber influenciar o profissional da área em direção ao resultado que se quer chegar. Mesmo civil pode trabalhar com softwares mais complexos que seja necessário um algoritmo para geração de uma planta projeto etc…
    Olha ae uma oportunidade emprego…
    http://www.vagas.com.br/vagas/v995163/professor-algoritmo-e-estrutura-de-dados-engenharia-civil

  • Excelente texto, rapaz! Valeu cada minuto utilizado para levantar as informações e representá-las aqui. Abraço!

  • Francisco Macio

    Amigo, Eduardo Cavalcanti, o que você pode nos falar sobre os cursos de Engenharia na modalidade EAD ? Conheço algumas faculdades que oferecem os cursos de Engenharia CIVIL e Engenharia de PRODUÇÃO na modalidade EAD. Obrigado !

    • Eduardo Cavalcanti

      Olá Francisco, boa tarde! Os cursos na modalidade EAD não são a melhor opção e exigem muito mais dedicação e auto-disciplina do aluno.

  • Wesley Marinho

    Concordo plenamente que a universidade NÃO ensine a empreender ! Quem quiser ser um empresário, q corra atrás do seu próprio objetivo ! Ora..

    • Marcyn

      acho que o autor quis dizer é que a universidade procura mais em ensinar a ser empregado. E outra, hoje em dia para você ter um bom emprego, você tem que ser empregado com mente de empreendedor para poder crescer e não ficar contentando com pouco. “Ora..”

      • Eduardo Slabocicor Cavalcanti

        Exato, Marcyn 😉

  • Itallo Lima

    Muito bom o texto! Mas logo no 1° semestre tive um professor que me motivou bastante em ser o melhor, mas que ser o melhor não significa ter a melhor nota sempre, mas procurar sempre soluções criativas e que me fizesse chegar a solução mais rápido. Curiosamente foi meu professor de expressão textual! Não tive até agora nenhum incentivo do tipo por um professor da área. E deixo aqui meus agradecimentos a vocês do blog que me ajudam bastante vários aspectos do meu curso e tbm da vida quando estou meio pra baixo com notas… Meu sincero obrigado!

  • vale

    Adorei

  • Kátia

    Adorei o texto. Vc está de parabéns. Gostaria que mé indicasse cursos tecnicos

  • vitor

    Excelentes dicas cara parabéns.
    Estou cursando o primeiro semestre de engenharia elétrica, e na matéria de introdução a engenharia o professor simplesmente passava slides de otimização e delimitações de problemas e passou alguns conteúdos de Bazzo e também o tal projeto integrador que a uninove tem, isso eu achei uma puta furada por que nem todos que fazem engenharia elétrica é técnico eletrônico, eletroeletrônico ou programador, e mais da metade da sala teve muita dificuldade em elaborar um braço manipulador elétrico, enquanto outros que já tem experiência em programação fez o projeto em menos de uma semana.
    Tive também a matéria algoritmo aplicado na engenharia, aonde aprendemos o básico de fluxograma, pseudocódigos e linguagem C, a maioria da sala não foi bem na matéria, pois o professor exigiu muito além do que uma matéria básica na grade do curso.

    Metodologia e pesquisa de texto também foi uma matéria na grade do primeiro semestre, isso foi boiada foi apenas ler um livro e fazer seminários que todo mundo ficou com 9 kkk.

    Física I e Matematica básica duas matérias que foram uma pedra no meu sapato, o professor de matemática é fera aprendi muito com ele o basicão da matemática, consegui relembrar muita coisa, já na matéria de física nunca foi minha praia essa matéria e infelizmente tive um professor doido (acho que todos são) era calculo atrás de calculo cada aula dele era um tipo de calculo diferente ligados a MUV e MRUV.

    Rumo ao 2º semestre.

    Vamo que vamo!

  • Diogo

    Caramba.. Ótimo texto! Eu como recém formado assino embaixo! Eu particularmente me atraio e estou enveredando pelo empreendedorismo.. Vamos ver como a coisa fluirá.

  • Marcyn

    Acho a programação fundamental, além de ajudar no raciocínio lógico, você aprende a estrutura, podendo assim criar o projeto inicial do seu programa, e depois é só entregar para o programador desenvolver o resto para você.
    Mas pode ser importante para saber as limitações de uma programação.

  • Legal Edu, obrigado pela Mensagem.

  • Rodrigo José Gomes

    A pura verdade, muito bom post!

  • jessica

    Achei muito interessante sua matéria, foi de grande ajuda para mim que estou no início do curso de engenharia, agradeço pelas informações.

  • Leandro Nascimento

    Cara, gostei muito do seu blog.
    Vou começar a estudar engenharia mecânica, sei que é uma área diferente mas queria umas dicas, pois fui bom em matemática na escola, mas com certeza matemática de calculo I é muito diferente, e em outros blogs todos dizem ser um monstro de não sete mais de trinta cabeças… Realmente é tudo isso?

    • paulo

      Leonardo, nao é . faço eng. mecânica . são materias que se dedicar vc consegue com certeza. e como vc diz que ja é bom em matemática vai conseguir. tem que gostar de calculos. persistir. pensei isso tb. estou no 3 período e ate o momento achei calculo I bem mais fácil que muitas materias do ensino médio. Ainda tenho muito a ver pela frente. mas estou gostando pacas.

  • Emerson Nascimento

    Muito bom !!!

  • Sandro Matheus

    obrigado por muitas dicas e dúvidas que tinha em relação a engenharia. Muito bom

  • Fabio Barros Feitosa

    Muito bom

    • luis antonio rodrigues

      amigos engenheiros,tudo é valido quando se trata de engenharia ,o quanto mais saber é melhor estudar nunca será demais ,faço engenharia gosto da profissão e hoje trabalho na aviaçao acrobatica ,muita adrenalina ,parabens engenheiros o futuro nos aguarda

  • André Uchôa

    Minha intenção sempre foi ir além de ser um simples pai de família, quero ser sim Pai, líder, marido. Mas principalmente um ótimo EMPRESÁRIO.
    Estou começando meu 1*ano de engenharia civil.
    Valeu. Sucesso!!!

  • jaider

    Eduardo cavalcanti Eu Formosa esse ano no ensino Médio e queria fase a faculdade de engenharia civil mais todo mundo fala que e muito difícil mais Eu vou tenta vc poderia me dar alguma dicas

  • andré santo

    Eduardo me ajuda tenho muita dificuldade nas materias resistencia dos materiais me fale um site gratuito caso saiba

  • Muito bom!

  • Sophia

    Otima reflexão , parabéns

  • Carolina

    Excelente !!! Compartilhado com o grupo da faculdade 🙂

  • Eduardo, Parabéns !
    Seus textos são ótimos.. sempre ajudando !
    Continue assim..
    🙂

    • Eduardo Slabocicor Cavalcanti

      🙂

  • Texto bem motivador! Sou estudante de engenharia mecânica e já estou correndo atrás de aprender outro idioma, inicialmente o inglês.

  • Héllen Cristina Santos

    Muito obrigado! Estou no 5º semestre do curso de Engenharia Civil, gostaria de saber além do AutoCad e Inglês. Qual outro curso que posso buscar fora da faculdade?

  • Ana P.

    Parabéns pela postagem , Estou cursando o segundo periodo de Engenharia de Produção . Fiquei super motivada com as suas dicas . Espero que continue ajudando mais estudantes por ae . Abraços

  • zenaide

    A minha duvida ja foi esclarecida, era sobre o curso de autocad.muito obrigado

  • João Victor Lacerda

    olá faço eng. de produção , minha turma quer atualização de grade pois a nossa matriz é de 1996 , mas a cordenação vem nos enrrolando , ja estamos no 3 º periodo , dps de tantas lutas e greves feitas ele disseram que a atualização for feita nos não iremos ser aceito pelo CREA , ja procurei de todo jeito na internet , mas não achei nada a respeito , gostaria de sabe se essa informação procede ou não, antes de irmos a um advogado . desde ja agradeço…

  • Engenheiro Civil? E não sabe pra quê Física serve e onde vai usar? Jesus!!!!! Como você acha que o prédio pára em pé, mágica??

  • Concordo totalmente com a maioria. Agora em informática(programação) foi uma matéria muito boa para mim, abriu meus olhos e foi a porta de entrada para outras programações. Recomendo que deem uma olhada em VBA para excell.

  • daya

    Poxa obrigada!! pensei que eu não era capaz de fazer este curso depois percebi que tudo depende de voçe mesmo…
    Obrigada mais uma vez pela dica..

  • Graças ao seu artigo e suas dicas, já comecei a fazer um plano a longo prazo. Muito obrigado mesmo. ^_^

    • Eduardo Slabocicor Cavalcanti

      o/

  • Bianca

    Fernando, estou meio em desespero. A minha matrícula na universidade foi feita quando as aulas já tinham começado e eu perdi a primeira aula de química geral e introdução à computação para engenharia civil. Você se lembra do que deu quando entrou na universidade? EU sou caloura e não tenho pessoas para me orientarem na área. Fui hoje à faculdade, mas só tive aula de cálculo I, e os professores das disciplinas que eu falei não estavam. Então eu quero aproveitar esse final de semana para revisar. Se você lembrar, diga-me por aqui, estou sempre acessando seu site

  • Denis Beltrame Barbosa

    Concordo com quase todos os pontos, mas discordo do tópico 2, pois estudar informática básica e linguagem C, ajuda na hora de conversar com alguém desse ramo, eu estudo engenharia elétrica e muitas vezes tenho que lidar com programadores, e no mínimo devo entender o que eles dizem onde a dita matéria me auxiliou muito com isso.
    Introdução a Engenharia no meu caso, o professor explicou toda a história da engenharia, focando nos avanços tenológicos, nos cientistas e físicos e suas incríveis descobertas, eu que sou aficionado pelo assunto, achei maravilhoso.

  • Manopac

    Hehehe, quer dizer que o engenheiro que quiser viajar tem que construir seu próprio veículo, cara que ridículo, e essa desculpa de que ser empreendedor é pensar que outros podem querer fazer também e vocês concorrerem entre sim, mais outra coisa ridícula. Mas é isso mesmo que se pode esperar da engenharia, é simplesmente uma função que atira para todos os lados sem ter foco algum, e veja que um engenheiro trabalha com tudo, menos engenharia e por incrível que pareça ainda acham legal. Realmente os engenheiros só servem mesmo para serem empregados pois tem uma visão muito limitada do mundo e de si mesmo. Rezo por sua alma.

  • Steffanye Soares

    Excelente conteúdo! Refiro-me tanto a este posto, quanto a todos os outros que tive a oportunidade ler. Por favor, continuem com esse nível elevado. Parabéns!!!

  • vancarlos

    Muito bom!

  • Vander Freitas

    Muito bom. Estou no 3° período de Eng Civil, e ainda não sei se é o que quero mesmo para minha vida. Mais a cada post, me sinto mais envolvido e consigo entender as dificuldades inerentes ao curso. Valeu…

  • Arthur

    Cara pra mim a matéria de Introdução a Engenharia, pelomenos na minha facul, eles incentivaram fazer muitos experimentos, muitos projetos e ainda por cima as provas semestrais juntavam TODAS as matérias e eram super difíceis.
    Pra gente da área da mecânica a programação em C é bom pois a maioria das maquinas aceita programação em linguagem C.
    Excelente post, curto muito as matérias do site, se algum estudante estiver com duvidas sobre fazer engenharia aqui no site vocês fazem a pessoa querer fazer.

    • Eduardo Slabocicor Cavalcanti

      Isso realmente varia de faculdade para faculdade Arthur! Obrigado pelo feedback 😉

      • Renan Henry Silva

        No meu caso, a disciplina de Introdução a Engenharia Química foi difícil e de grande valia para o estudo das disciplinas seguintes no curso, pois abordou noções de sistema, termodinâmica e processos industriais.
        Além do elevado nível de dificuldade que a disciplina apresentava (na minha opinião maior que Cálculo Diferencial e Integral I, mas sempre
        tive facilidade com as disciplinas da área Matemática), no que diz respeito ao raciocínio ao se analisar um processo industrial, mesmo que usando conceitos extremamente básicos. Quem tem dúvidas do que digo e possui um prévio conhecimento na área é só procurar pelo livro Princípios e Cálculos de Engenharia Química de David M. Himmelblau et al, usado na disciplina de IEQ na minha Universidade. Foi, sem sombra de dúvidas, uma das disciplinas mais importantes do ciclo básico.
        Já para Programação de Computadores para Engenharia, eu já possuía conhecimento na área e a disciplina de fato não agregou nenhum conhecimento e até o momento não a utilizei praticamente para nada, com exceção à lógica de programação para algumas disciplinas como Cálculo Numérico, por exemplo.
        Excelente texto, como de costume. Meu primeiro comentário no blog mas já sigo tem algum tempo. =)

  • Thiago Canuto

    Eu concordo com muito do que foi dito. Acredito que o grande problema das universidades são professores que apenas dão aula. Os mestres formam, fazem mestrado, Dr. e começam a dar aula, mas gente e a experiência? e a comprovação da teoria na pratica? e o trabalho em campo? Por esse motivo temos tantas disciplinas fora da realidade, dando enfase em métodos arcaicos e que na prática não tem funcionalidade alguma. E os professores mais antigos então, nossa eles não modernizaram, não aprenderam técnicas computacionais pois isso daria muito trabalho e então continuam dando a matéria de forma bastante ultrapassada,dando ênfase em equipamentos antigos e dizendo que é a base para os novos, o que muita das vezes passa longe de ser. No meu ponto de vista esse é o problema de grande parte das universidades.

    • Thomas Araújo

      Verdade! O foco apenas em teorias as vezes desanima em algumas disciplinas, sempre vem aquela velha pergunta, “pra que serve isso, onde vou utilizar?” e isso atrapalha no entendimento e desenvolvimento da turma.

    • Natan

      Amigo 5 anos é pouco tempo para ficar tentando passar a visão pratica das coisas na cabeça dos calouros que acabaram de sair das fraudas e descobrir o mundo, tá ai os cursos técnicos que muitos acham bobagem e perda de tempo, só porque podem pagar a graduação, métodos arcaicos?!? que métodos?!,técnicas computacionais?? não entendi o que você quis dizer, sinceramente cara, eu penso que para eu falar que um mestre ou doutor é um arcaico, eu precisaria ser pelo menos um mestre ou doutor e não estudante! e sobre técnicas computacionais!!! tem um velho ditado que nunca irá falhar, você só vai ser bom na maquina se for bom na mão!!

  • Lucas Borges

    Galera, eu quero dicas de como é curso de engenharia. Eu comecei esse ano Engenharia Civil, e estou com muitas dificuldades, o que vcs tem pra me falar.

    • Jefferson kleiton

      No mínimo no mínimo… precisa entender que todo mundo ao seu redor vai “bater de frente” com você, principalmente família, porque tá pensando alto de mais e porque isso e porque aquilo! tenha fé, foco, e disciplina, não vá com cede ao pote diante dos assuntos, dos livros… estude no mínimo 30 minutos(se vc trabalha) TODOS OS DIAS, se não trabalha… estude até onde der! quem mais sabe dos seus limites é vc mesmo! sente nas primeiras cadeiras da sala, o mais perto possível do professor(essa dica é de ouro). boa sorte e invista em você!

    • Natan

      tranca e faz um técnico para ter uma visão geral da área e ter certeza se é isto que você quer.

  • Marcelo Vieira

    Estudei por quatro anos no SENAI (Eletricista de manutenção e técnico em eletroeletrônica), hoje curso Engenharia Elétrica na USP (3º Período) e posso dizer com conhecimento de causa: as aulas práticas laboratoriais do SENAI são muito melhores que as da USP. Aqui os professores mal explicam a prática, ficando a cargo do aluno “descobrir” como tudo funciona, o que custa tempo e alguns fusíveis.

  • Douglas Dávoli

    na universidade que estudo eles também não dizem : ha quando você for um Bill gates da vida você ira usar tal coisa, mas temos empresas jr que são administradas pelos universitários e que presta serviços reais e que recebe por isso (claro que não ganhamos por isso, mas o dinheiro e investido em cursos para os próprios alunos) eu acho uma boa iniciativa da universidade

  • Fernando Coessens

    Se não bastasse programação, na minha faculdade são dois períodos !!! É um absurdo isso. Quanto a introdução a engenharia, a professora levou para passear pelo campus e teve um seminário. Introdução a engenharia, mostrando varias situações, coisas, softwares usuais, equipamentos interessantes para quando for engenheiro, seria muito mais interessante. Poucos são os professores que preocupam em trabalhar com os softwares especificos de cada engenharia, deixando os alunos para buscar isso após formados.

  • Patricia Nery

    Oi, terminei o ensino médio ano passado, e estou fazendo cursinho para ter uma base, pois começo engenharia no segundo semestre, queria alguma dica pra que matéria dar mais prioridade, ou se não vou usar conceitos de nivel médio ? Todos falam que é hiper difícil acompanhar a faculdade e não queria deixar pra apanhar tudo na universidade rsrs, quem puder me dar umas dicas sobre o que vou usar na faculdade agradeço, e muito !

    • Jônathan Rodrigues

      Patricia , seria muito legal se você primeiramente criasse o hábito de estudar sozinha . Claro que durante o curso de engenharia você vai fazer amigos e grupos de estudos , mas nem sempre eles estarão com você!
      Sabe aquelas coisas básicas de matemática , como trigonometria, logaritmos, geometria espacial … tenha uma boa noção delas !
      É bom você se familiarizar com a química, o livro do Ricardo Feltre vai ser de grande ajuda!
      Conceitos de Física são de extrema importância !

      Mas antes de tudo , tenha em mente que o curso de engenharia , qualquer que seja a engenharia, são cursos difíceis . Horas e horas de estudo serão necessárias para passar pelas disciplinas mais complexas.

      Para se tornar aquilo que poucos são , você terá que fazer aquilo que poucos fazem …

      Boa sorte !

      • Beatriz Cibele

        Adorei a forma como conclui a sua orientação a Patrícia, também estou nesse primeiro esquema de saber como me preparar para engenharia.
        Adorei suas dicas são muitos válidas !

    • Ramon Quaresma Rocha

      OI POR FAVOR
      me passe as informações sobre esse seu curso
      pode ser um site
      obrigado

    • Ramon Quaresma Rocha

      OI POR FAVOR
      me passe as informações sobre esse seu curso
      pode ser um site
      obrigado

  • wander brum

    Programação puro e simples não é o foco. Mas a disciplina Algoritmo, para mim, faz parte das disciplinas bases como Cálculo e outras. Como o próprio autor do blog colocou, as disciplinas bases nos fornecem o raciocínio lógico e algoritmo é isso: realizar tarefas com lógica. Acho essencial esta disciplina para um curso de engenharia. Faço engenharia mecânica e esta disciplina me ajudou muito durante o curso.

  • Natan

    Bom, se realmente precisarmos fazer algum software procuraremos um profissional especializado, mas quem vai direcionar e acompanhar o desenvolvimento do tal especialista do programa durante o desenvolvimento!?!?! acho que o engenheiro né, e quem é que deve ter interesse em criar novas ferramentas para facilitar a vida dos engenheiros ?!?!?!?!… Como diz meu professor de computação da engenharia, se um bando de mestres e doutores acham que é importante, um calouro que acabou de sair das fraudas é o que para saber o que é ou não importante!?!?!?. AutoCAD?!?!?!? meu amigo isto é igual digitação, não existe cursinho disso mais, a “a criança já nasce sabendo”, tem trilhões de vídeos na internet, isto não deveria nem ser matéria de faculdade!!!. Outra, o dia que alguém encontrar uma faculdade completa me avise para eu nunca estudar lá, pois vai ser um curso infinito, todo mundo sabe que o curso da uma base generalista para que o estudante se forme com a capacidade suficiente para se desenvolver na área em que ele irá atuar.

  • Ingrid Camilo Rudá

    Concordo em partes sobre o as disciplinas “inúteis”, muitas dependem do interesse e visão do aluno, bem como as perspectivas que ele tem em relação a sua atuação pós-formação. Mas também acho que falta muito uma visão mais especializada e menos tecnicista sobre as aplicações de alguns conceitos.
    Semana passada por exemplo questionei meu prof. de informática sobre a relevância da matéria para a Engenharia (apesar do cara ser muito bom na área de atuação dele, não tem a mínima noção dos principais softwares aplicados à Engenharia), disse que o conteúdo apresentado era muito fraco e que a recomendação de literaturas resolveria muito e o tempo gasto em aula poderia ser utilizado no mínimo para ajudar a programar determinados softwares, bem como, lógica para busca de informações em bancos de dados informatizados, como por exemplo um SIG (Spring, Arqgiz, etc).
    Penso há a necessidade de uma revisão da matriz curricular em relação as disciplinas que devem ser ministradas e a sua relevância prática nos cursos de Engenharia. Senão, serão formados ‘meios’ engenheiros e todo mundo concordando compulsoriamente com as justificativas tortas dadas nas faculdades.

  • Acredito que todas as disciplinas são úteis pois servem de fato para aguçar as habilidades do aluno em não desistir em quando não encontrar a solução de um problema, por exemplo. Se não fosse útil, nenhum mestre, doutor ou reitor de um curso de engenharia permitiria tais disciplinas.

  • Henrique Suarez

    Vou começar o curso de Engenharia Civil próximo mês, gostaria de saber se têm muitos seminários e trabalhos para ser apresentados e eu não gosto muito de falar em público, podem me ajudar?

    • Rodrigo

      Não necessariamente, geralmente matérias de introdução sim, estão basicamente ligadas a te desenvolver no sentido de relações interpessoais, no minimo uns dois projetos no inicio do curso.. dai depois vc pega o jeito mas não são muitos no inicio.

    • Daniel Sampei

      Durante meu curso inteiro, só me apresentei 2 vezes.. Uma no primeiro semestre em introdução a engenharia, e no último semestre na apresentação do TCC para bancada. Também tenho problemas para falar em público, mas quando você se prepara bem, as coisas fluem.

  • Ana Cleres de Andrade

    Introdução à Engenharia é surreal, penso que poderíamos ter Introdução ao Cálculo ou Introdução ao software CAD….

    • Raí Recla

      Eu achei ela útil, muita gente começa a fazer engenharia sem ter a mínima noção do que é ser engenheiro, simplesmente começou a fazer o curso por que o pai mandou ou pq o amigo de um conhecido do seu primo disse que o curso é bom. saka?
      A matéria é meio chatinha mas útil, melhor do que se formar e perceber que “não era isso que eu queria pra minha vida”.

    • Renan Alves

      No curso que faço de Engenharia da Computação, aqui na puc do rio grande do sul. A disciplina de introdução exige bastante do aluno que recem saiu do ensino médio. Primeira parte da disciplina trata da introdução a computação e a segunda seria uma introdução a elétrica. As provas são relativamente dificeis … Quando eu comecei tinha aluno do 2 semestre nesta disciplina!!!

    • Rick Frodz

      Na minha faculdade calculo 1 e geometria analítica são uma disciplina só 😮 resultado? de 60, só 2 passaram de primeira kk

    • Diego

      Aqui a gente ter Bases matemáticas para engenharia o que seria uma introdução ao Calculo 1, o que ajudou muito!

  • Leandro Marques

    Concordo com quase todos os comentários sobre disciplinas inúteis, incompletas e etc. porém discordo sobre introdução a engenharia. Estou cursando o segundo semestre de controle e automação e na instituição os professores trabalham com os famosos PBL e PJBL na disciplina.
    Foi proposto a pesquisa, desenvolvimento e defesa do projeto de um controlador PID, o professor ajudou muito, cobrou muito, encheu o saco, mas conseguimos aprender conceitos como equações diferenciais, Laplace, função de transferência, controladores clássicos, controladores modernos (claro que não aprendemos como resolver uma diferencial), enfim o conhecimento adquirido, mesmo que superficial sobre controladores abriu muito minha mente e dos meus colegas sobre o assunto e com certeza irá ajudar quando a coisa começar a esquentar no curso. Então acredito que se as instituições conduzissem disciplinas como essa de uma outra forma os resultados e opiniões seriam diferentes.

  • Jefferson

    Estou cursando Civil primeiro periodo….a partir de qual periodo sera interessante fazer curso de Autocad?/

    • CristianeE DE Paula

      Olá Jefferson, eu aprendi desde o primeiro ano e isso me ajudou muito á conseguir estágios já no primeiro período de faculdade. Aprendi pelo youtube, mas é a prática que fala mais alto.

      • Jefferson

        Obrigado Cristiane, mas eu gostaria de saber se vale a pena fazer um curso profissional de Autocad , com professor …diploma etc..

        • CristianeE DE Paula

          Sim claro todo diploma é bem vindo, mas seu desempenho vai variar de sua prática, nao esquecendo aquilo que viu na sala de aula ou na internet. Hoje em dia varias cidades tem cursos que vão de planta baixa até plantas em videos 3D.

          • Jefferson

            ok..Valew!!

  • Amanda Mattos Farias

    Boa noite Eduardo, tudo bem? Gostei muito do teu blog, ainda não estou cursando engenharia mas pretendo começar em breve. Tenho algumas dúvidas relacionadas, o que é normal, mas a maioria dos sites não nos explica o que é que vamos encontrar no dia a dia da faculdade e você me ajudou bastante neste sentido! Muito obrigada!

  • Derick Fernando Silva

    obrigado pela dicas vou seguir.

  • Amanda Tavares

    As vezes me sinto exatamente assim. sobre não estarmos preparados para empreender, a Universidade que eu estudo oferece seminários sobre empreendedorismo gratuitos, eu percebo um desinteresse, até por parte dos veteranos que deixam claro que seremos eternos estagiários, que não é logo após a conclusão dos graus que será contratado por uma grande empresa, isso não me desanima, de forma alguma, como disseste as vezes nós que temos que completar aquilo que ta incompleto. A engenharia é complexa demais para caber em anos.

  • Cilos Marven Marven

    obrigado pelas dicas aprendi muito hoje ,,

  • Josevandro

    Gostei das informações postadas. Sou estudante do 3ª período de eng civil e gostaria de saber qual especialidade de engenheiro civil atualmente é carente de profissionais e portanto de extrema procura?

    • Daniel Sampei

      Creio que a mais procurada é sempre para engenheiro de campo.

  • Davi Maciel

    na faculdade que eu estudo, quem ministrou a disciplina Introdução à Engenharia Civil foi uma engenheira ambiental =/

    • Fernando Silva

      É… aí acaba com a “imersão”.
      A matéria de Introdução a Engenharia “X” é como uma versão Demo da carreira acadêmica e profissional. Se for ministrada de qualquer jeito, vira “tampa buraco”.

  • Daniel Sampei

    Me graduei em agosto, mas lembro-me bem de Introdução a engenharia, uma aula que se abordou muito sobre história, até sobre a revolução industrial eu ouvi, tornando-se totalmente desnecessário ao meu ver para a formação de um engenheiro. E concordo que muitas matérias importantes são totalmente negligenciadas, no curso como Cad, na qual parecia aula de criança aprendendo a mexer em um computador. Lamentável!

  • Milena Santos

    Olá, estou realizado um projeto integrador, e o tema abordado é sobre engenharia civil. E alguns assuntos que não estou encontrando, tais como: os riscos da profissão, quais os benéficos, qualidade de vida de um engenheiro, as competências técnicas e comportamentais. Gostaria de saber se poderia me passar essas informações?

  • Ronaldo Cardoso

    sou aluno de engenharia de automação, poderei me especializar em calculos estruturais e trabalhar como calculista????

    • Fernando Silva

      Não! Sua Habilitação no CREA é baseada na sua Graduação e não na pós. Exceto para Eng. de Seg. do Trabalho.

  • Flávio Oliveira

    Minha introdução a engenharia foi apresentar artigos e monografia, o qual exige muita pesquisa para a produção destes. Muito útil pois ja tive contato com as normas da abnt na composição de monografia.
    Introdução a computação ICC, no inicio é meio incompreensivo mais quando vc entende o que é o Excel com certeza ela se torna extremamente importante para criar macros.

  • John Luciana (John e Lu)

    Alguem me ajude… para começar a facu vou precisar de um notebook top? ou no aprendizado um notebook bom ja serve? Sei que para rodar autocad precisa de um notebook mto bom… mas e para o curso?

    • Álvaro Soares

      Ainda sou graduando de engenharia mecânica, pela PUC Minas e digo que usei notebook poucas vezes. Falta pouco ainda pra formar e uma coisa te falo, preocupe mais com os livros. Pq esses sim vão fazer a diferença.

      • John Luciana (John e Lu)

        Valeu!!! =D

  • luiz eduardo de carvalho ancel

    bom boa noite boa ideia de montar blog muito bom mesmo ajuda a muitas pessoas que estão fazendo engenharia até uma boa visão ao mesmo tempo saber o que é engenharia aqui você pode tirar minhas duvidas obrigado Eduardo Cavalcanti por você dedicar seu tempo em nós ajudar com nossas duvidas…
    meu: LUIZ EDUARDO DE CARVALHO ANCELES.
    Estudo: Engenharia de Produção.

  • Felipe Riscado

    Fabuloso o post, está de parabéns.
    Acredito que as instituições deveriam ser mas práticas e menos teóricas, só este método agilizaria muito ao final do curso para encontrar emprego e aplicar o conhecimento adquirido.

  • Maurício

    O quarto item é por que você não conhece o Inatel em Santa Rita do Sapucai. Aqui eles estimulam tanto o empreendedorismo que tem hora que enche o saco. Já tive umas 5 matérias com temas relacionados a isso, fora os diversos eventos (workshop, treinamento, feiras, etc.). Quase toda semana tem alguma coisa relacionada ao assunto.

  • Vinícius Henrique

    Kkkk, passei em introdução à engenharia com 95, professor não passa nada de verdade. Sobre o SENAI, pode ter certeza, tanto em elétrica, mecânica e CAD você teria práticas muito melhores que na faculdade. Fui competidor de CAD pelo SENAI!

  • Mateus Araújo

    Eduardo, li sua explanação e em uma coisa acredito que você não se abriu pra a importância de se saber aquilo que era passado pela matéria, que no seu caso foi Informatica para Engenharia.
    Todos temos que ter passado por esta matéria, e no meu caso não foi diferente, hoje estou a terminar o meu curso e, já tendo visto o que esta matéria oferece, o assimilei com as minhas atribuições e consegui utilizar dentro do meu estágio, e em um momento bem importante. Com o conhecimento básico de algoritmos e tendo treinado a construção de um software, e ainda mais; me vendo em frente a um trabalho repetitivo, longo e trabalhoso em orçamentos, tomei conhecimento de uma linguagem chamada VBA, linguagem bastante usada nos softwares mais usados por nós todos, e construí um sistema que me tirou de um trabalho que me custava uma semana e meia pra me lançar a um simples clique, e, sem o menor esforço (a não ser o de ter construir o sistema), me dar o mesmo resultado mais exato e organizado em duas horas.
    E assim como este estou fazendo sistemas que exercem, automaticamente e com imponente rapidez, coisas que custam horas a engenheiros projetistas.
    Esta matéria pra mim, pelo contrario da sua opinião, mostra ferramentas poderosíssimas e que condizem com as atribuições do engenheiro civil, pois o dá suporte para avançar seus feitos e conhecimentos a passos largos naquilo que se refere em exatidão e rapidez.
    No mais, ótimo blog, parabéns pelo trabalho!

  • Kessy Anne Nascimento

    Gostei muito do blog. Me ajudou ter mais noção do que irei enfrentar .. RS Pretendo começar a estudar Engenharia Civil breve. Estou muito ansiosa para começar.

  • Ana Karoline

    Eu ainda não curso Engenharia e estou apenas no ensino médio,e esse tem sido a profissão que quero cursar desde sempre,então obrigado pelas dicas !!

  • Allander Anjos

    Alguém aqui manja em Eletricidade Aplicada?

    • Charlon Firmo

      Eu entendo de eletricidade aplicada. Sou estudante de engenharia civil, mas trabalho como técnico de elétrica. Precisa de alguma ajuda ou trocar conhecimentos?

  • Bonifácio Neves de Souza

    Uma vez um professor falou:

    Tem muitas disciplinas que a gente acha inútil, mas elas são importantes, desde que seja revisado como elas são passadas para os alunos, penso que as disciplinas básicas dos primeiros semestres poderiam ter uma revisão, abordar coisas práticas da engenharia de como a gente pode usar elas para o futuro profissional e para isso o professor tem que ter conhecimento de engenharia, pois quem ensina para a gente são professores de matemática. Porque não dois professores então?

    Tem professores que ensinam para a gente certas disciplinas, mas nunca teve a vivência dela na prática, pois saiu da graduação direto para o mestrado e doutorado ou porque nunca atuou na área de fato, com isso tem professores ensinando a fazer projeto de pontes, mas ele mesmo nunca fez um projeto de tal ponte. Tem professores ensinando a fazer orçamento, gerenciamento e planejamento de obras e nunca fez isso na vida real. Com isso, o ensino sai superficial e de baixa qualidade.

    Abraço.

    • José Guilherme

      Concordo plenamente com teu comentário. Acho muito inválido lecionar uma disciplina que demanda atuação profissional no mercado de trabalho, como disciplinas de projeto. O ensino de um professor que não atuou como engenheiro, se torna muito superficial, pois ele só irá ensinar o que aprendeu na graduação, e não irá passar experiências reais, dos desafios que serão exigidos na prática. Não acho interessante ser professor de disciplinas práticas, principalmente de projetos, sem nem ao menos ter atuado como engenheiro. Acho interessante, pelo menos, atuar 5 anos no mercado e depois pensar em lecionar. Não tenho um grande objetivo de ser professor universitário um dia, mas não descarto a possibilidade futuramente, pois meu foco é a atuação no setor público, na área de saneamento básico.

  • oliveiraa39 oliveiraa39

    Colegas, Boa Noite!!! Estou cursando o 6º período de engenharia de produção e tenho 29 anos trabalhando como técnico na área (me formei como técnico em 1986). Alguém sabe me dá uma base legal para eu ser dispensado do estágio curricular?

  • Guilherme Moraes

    Nossa e tanta coisa que eu vejo, que até eu fico desanimado em fazer engenharia civil, mas não desisto não, e pretendo fazer um técnico antes, aliás, qual melhor? SENAI ou Etec ?

  • Fernando

    Sou estudante de engenharia Civil, estudo numa universidade federal. Vejo que para você sair da faculdade preparado para o mercado de trabalho é necessário não focar só na universidade, uma vez que muitas vezes você estuda matérias bem pesadas para realização apenas de provas, realmente essas provas e matérias são importantes para ter uma melhor noção de engenharia, mas quando você está trabalhando em uma obra ou algo do tipo é bem diferente.
    Para mim, os grandes culpados desse fator “preparado” são os professores, que poderiam levar para sala de aula conteúdos mais práticos, levar os alunos até as obras, elaborar projetos com análise de normas, ensinar o aluno colocar a mão na massa mesmo, entretanto o que acontece são provas provas e provas… Muitos professores das federais são acomodados, não pensam em oferecer o melhor para o aluno e sim dar aquela matéria dele e ir embora para casa, afinal o salário dele no final do mês é garantido e ele não tem que cumprir meta nenhuma. Outros culpados são os alunos que estudam estudam estudam e não percebem que se eles estudarem estudarem e estudarem, só saberão estudar. Para estar “preparado” o aluno tem que se movimentar deixar de ser acomodado, o quanto antes começar um estágio é melhor para ele, não importa se vai ser mais difícil o curso ou se isso irá acarretar algumas finais. Para o aluno sair preparado ele tem q se preparar.
    Vejo isso no meu curso, se alguém passa por algo semelhante ou discorda, compartilha ai !

    • José Guilherme

      Cara, tu falou tudo. Eu não sou um cara que pega um monte de exames e reprova um monte, pelo contrário, nunca reprovei, e estudo em uma universidade pública bem conceituada. Porém, o pessoal pensa muito em só estudar, e não correr atrás da prática, de saber lidar com a situação lá fora, que será exigida após a graduação. Isso deveria ser algo que todo aluno de engenharia tivesse interesse de fazer. Arriscar algumas horas de estudo de disciplinas básicas, para botar a mão na massa e aprender na prática. Entretanto, os maiores culpados da falta desse interesse, são dos professores, que não incentivam isso. Deveria haver um maior acompanhamento dos professores nas disciplinas de projetos, muitas visitas técnicas e práticas em campo, pois é o que será cobrado no mercado de trabalho. Será a experiência do engenheiro que irá separar os homens dos meninos.

    • Nathan Joel

      Você terá a vida inteira após a faculdade para a prática, e o mais importante na faculdade são os fundamentos, lembrando que você vai ser nomeado engenheiro em cinco anos, é pouco tempo. Quem não quer teoria vira mestres de obras, eles só vivem de prática.

  • Fernando Carvalho

    Meu Deus!

    Bons alunos, por favor prestem atenção!
    Sempre vão existir professores bons e vagabundos.

    Não julguem que a “disciplina” tenha a mesma importância do “professor” que VOCÊS tiveram contato.

    PENSEM PELO AMOR DE DEUS!! COLOCA A MASSA CINZENTA PARA FUNCIONAR!!!!

    Reclamem dos professores e NÃO DAS DISCIPLINAS!!!!!

    Não achem que a disciplina seja inútil; mas COBRE QUE SEJA APRESENTADO UM CONTEÚDO ÚTIL !!!!!

    Alunos vagabundos sempre vão gostar de aulas fracas e professores fracos, os bons alunos devem gritar e cobrar conteúdo mais aprofundado e de mais qualidade.

    “O sol é para todos, mas na sombra só caberão os melhores.”

    Deixem os alunos vagabundos ao seu redor quererem sentar no pudim; e caiam dentro de todos os temas apresentados nas disciplinas, principalmente os mais difíceis.

    Estude por um VOCÊ MELHOR, para que você possa ter uma profissão digna, uma família digna, uma posição na sociedade digna, e porque assim você fará um Brasil MELHOR.

  • Fernando Carvalho

    “Informática para Engenharia”

    Que absurdo dizerem que é inútil.
    Inútil pode ter sido seus professores nesta disciplina.

    Ninguém ouviu falar de MatLab?
    Ninguém ouviu falar de MathCAD?

    Já vi diversos alunos e formados em engenharia que não sabem usar EXCEL.

    Existe um universo de programas importantes dentro do escopo de cada engenharia: geoprocessamento para agrícola, em química, em simulação para processos, em elementos finitos, em geometria e automação….

    Não confunda o professor com a disciplina.

    Quem aqui acha certo um engenheiro diplomado que não sabe plotar um gráfico 2d?
    EXISTE ISSO!

  • Walkiria Braga Douglas Leno

    Sobre introdução a Engenharia pela experiência que tenho em minha faculdade posso atribuir o “vazio” ao professor! Pois minha turma foi uma das poucas na minha faculdade que realmente aprendeu alguma coisa!…. Mas, na minha turma, tivemos a felicidade de ter um excelente professor que nos deu ótima base…. do 1° ao 6° período que curso hoje, ainda estudo sobre assuntos que antes não foi aprofundado, mas já temos noção! Pois vimos na Introdução… Lembro que no 5° período o professor se assustou quando falamos que já tínhamos visto aquilo em introdução à Engenharia….. Já em CAD o meu foi sambado! A turma do 2° periodo desse ano, tiveram um show de autocad!!!!……

  • Lucas Araujo

    Acabei de concluir o ensino médio, ainda não sei se quero mesmo cursar Eng. Civil, porém aqui em Salvador, nenhuma área de humanas é bem remunerada, por isso estou pensando em cursar engenharia.
    O problema é que eu não sei se estou realmente preparado para enfrentar a chuva de cálculos dos primeiros períodos. Nunca GOSTEI de matemática, mas sempre tirava notas acima da média no ensino médio mesmo sem saber nada sobre os assuntos, porém sempre gostei de física. É realmente necessário gostar de matemática para fazer o curso? Já li que os cálculos diminuem ao longo do curso. ALGUÉM EM DA UMA LUZ.

    • Djeysi Alves

      Olha, você terá que estudar bastante cálculo e geometria analítica. Então, recomendo que escolha engenharia se tiver, pelo menos, um pouco de afinidade com matemática. Ou que se esforce para entender o assunto. Porque é muito complicado você ter que estudar algo que não gosta. Eu gosto matemática, ou pensava isso kkkkkkk, mas depois de entrar na universidade, aprendi que devo amar a disciplina. Uma vez que, se você não tiver afinidade pela matéria e curiosidade também, estudá-la se torna um fardo. Tive que aprender a gostar mesmo de geometria analítica. kkkkkkkk E tem outro detalhe: tirar notas boas no ensino médio não garante que vá ser assim no ensino superior. Curso Engenharia da Computação, e dos meus colegas muitos são bons em matemática mesmo a nota do enem tendo sido (relativamente) baixa. Tudo isso depende do interesse do aluno. E, é claro, nos interessamos pelo que gostamos. ^-^ Boa escolha!

  • Alan Freitas

    Quais matérias do segundo semestre necessita da aprovação de calculo I para montar grade de segundo semestre?

  • Mateus Almeida

    Introdução a engenharia não é uma disciplina para por em prática em uma obra, mas sim é aquela de extrema importância que todo engenheiro deve carregar em sua alma, cada disciplina na grade do curso de engenharia tem a sua importância específica para cada situação. Não imagine você sendo o único aluno desta turma, pode isso não valer para ti, mas tenho certeza que a pessoa esta aplicando essa disciplina na sala de aula é alguém de muita experiência que necessita deste conhecimento. Como pode desvalorizar uma disciplina que representa a origem da sua profissão. Pessoas com esse tipo de pensamento não formam um currículo a nível de um engenheiro. Entendo quando falam que esta disciplina é chata, mas de extremas importância. Espero que hoje tenha um pensamento totalmente diferente, pois imagino que já está perto de concluir o seu curso.

  • Kelven Gomes

    Vou iniciar o curso de Engenharia Mecânica,quais disciplinas preciso ter a base, para acompanhar as aulas ?

  • Luan Moreira

    GALERA se eu quiser cursar engenharia civil e depois que eu terminar eu quiser cursar engenharia da computação , quantos anos vão diminuir no curso de engenharia da computação ?? eu não consigo achar essa resposta . agradeço deis de já abraç….

    • Fernanda

      Vai diminuir as matérias do ciclo básico, ex: física, química, ga, cálculo.. Matérias que tem em todos os cursos de eng. Normalmente são os dois primeiros anos.

  • Francisco Thiago

    Tipo eu gosto de Autocad e Desenhar um pouco.Desenhar peças,Motores,veículos são coisas bem interessantes para mim.Meu conhecimento de autocad(n tenho diploma de autocad) e de desenho , irão servir para alguma coisa na minha formação/trabalho?

    • Ricardo Calsavara

      Nego confunde engenheiro com cadista. Quando o engenheiro e fod@ mesmo, não tem muito tempo para perder no autocad, tem alguém a disposição dele para isso. Obvio com algumas excessões. como projetista de aerodnamica entre outras.

      • Isabela Lima

        Bem isso aí!

      • Nathan Joel

        Engenheiro projetista ou calculista que não sabe CAD, é como um mecânico trabalhando sem ferramenta:!!

  • Jõao

    Amigo, não concordei muito com a sua classificação para C++, pelo menos para mim. Dependendo da área que você vai atuar usa-se bastante programação. Calcular algumas resistências de materiais compósitos etc. Nem que seja do Visual Basic do Excel que para mim é bem útil. O C++ pelo menos nos dá uma base de como funciona a programação, pelo menos pra mim foi útil.

  • Lud Romano

    Faço de suas palavras as minhas, me identifiquei muito principalmente com a parte do ensino de AutoCad, na faculdade essa matéria é completamente precária, não ensina nada, precisei fazer cursos fora para poder realizar os projetos para passar nesta matéria…tenso!
    Mas tirando essa situação, foi bom pois aprendi muito.

  • Márcio de Souza

    Gostaria de comentar. Será que posso?
    Vocês acertaram sobre as disciplinas que “treinam a mente”.
    Vocês acertaram muito quando afirmaram que não recebemos a orientação do antigo engenheiro liberal ou empresário também.
    Alguém comentou que antes de estudarmos as engenharias deveríamos saber muito bem se possuímos ou não o perfil necessário.
    Erraram aqueles que desprezaram a Introdução a Engenharia.
    Talvez os livros não digam tudo. Talvez o professor não seja o ideal mas acho que seria exatamente ali o divisor de águas do futuro de suas vidas.
    Se você tem um perfil criativo, pouco submisso às regras e normas que permeiam qualquer tomada de decisão, esqueça a engenharia. Ela é dura.
    Não pense que autocad é solução para tudo. É apenas um meio de expressão. Um meio exato de expressão.
    Se você é do tipo que quer acrescentar conhecimento técnico a sua habilidade de criar, de projetar e planejar, lá no íntimo, aí sim você pode estar no rumo certo.
    Estando no rumo certo, nada será difícil. Será apenas trabalhoso mas não intragável.
    Para terminar, seja honesto com você. Não tente ser o que não está em você. Seja antes de engenheiro, um filósofo de você mesmo.

  • Neo

    Sou estudante de Engenharia de automação e programação de computadores e bastante útil ao curso, não vai formar nenhum programador de computador, pois não é a ideia do curso, mas vai de cada um e do esforço, pode ser que no final do curso se tenha um engenheiro de automação bem antenado com as linguagens.

  • Aninha Marinho

    Olá, dicas muito importantes. Desde da 8º serie decidi fazer Engenharia Mecânica pesquiso em vários sites dicas e invés de optar por uma universidade pública escolhi cursa um técnico para trabalhar dentro da minha área entrei em um curso de autocad ao qual estou terminando estou estudando técnico em mecânica Industrial no Senai comecei pagando mas Deus me abençoou com uma vaga no pronatec já que sou estudante de escola pública, não precisando pagar mas o técnico estudo Inglês e desenho de máquinas e pretendo ano que vem estudando o técnico ingressar em uma Universidade privada em breve faço 18 anos e dentro das condições dos meus pais eles me apoiam.

  • Aninha Marinho

    Olá, dicas muito importantes. Desde da 8º serie decidi fazer Engenharia Mecânica pesquiso em vários sites dicas e invés de optar por uma universidade pública escolhi cursa um técnico para trabalhar dentro da minha área entrei em um curso de autocad ao qual estou terminando estou estudando técnico em mecânica Industrial no Senai comecei pagando mas Deus me abençoou com uma vaga no pronatec já que sou estudante de escola pública, não precisando pagar mas o técnico estudo Inglês e desenho de máquinas e pretendo ano que vem estudando o técnico ingressar em uma Universidade privada em breve faço 18 anos e dentro das condições dos meus pais eles me apoiam.

  • William Sciacca Garcia

    Concordo com boa parte, porém, como acontece com o site inteiro vejo conteúdos muito tendenciosos a formação do Eng. Civil.

    Minha introdução a Engenharia Eletrônica foi bem completa. Bem mesmo. O professor mostrou coisas que estou vendo agora, no 7 semestre. Obviamente que não aprendemos tudo na época, mas ele mostrou como usava e pra que servia (ferramentas, softwares, calculos, componentes, código binário, tabela verdade, Algebra Booleana e mapa de Karnaugh, lei de Ohm, malhas e nós e etc)

    A meu ver seria interessante ter algumas disciplinas ou seminários/cursos que ensinassem a usar ferramentas para auxiliar (como softwares ou a própria Hp 50g)

    O Autocad para Engenharia Eletronica é desnecessário, porém, outros tipos de CAD são bem interessantes e se aprende o mínimo do mínimo mesmo).

    E realmente, poucos professores incentivam o aluno a empreender.

  • Rodrigo Andrade de Almeida

    Posso te dizer que o número três é assim mesmo, por que até o ensino médio você vai a escola para aprender e pode pegar mais um complemento por fora, já na faculdade, para o desespero de todos nos, o professor não vai ensinar tudo sobre a matéria, porque ou já vimos no médio ou fundamental ou não tem como se aprofundar por ter muitos tópicos que discutir e pouco tempo pra isso.

  • Diego

    Na faculdade em que to matriculado todos os professores te guiam pra ser um empreendedor e não ficar preso no serviço publico, e em relação a introdução creio que seja o aluno que não tenta fazer um esforço pra entende-la, pois ela te mostra onde tudo começou! O blog ta de parabéns pelos temas abordados!

  • Eltinho Cassimiro

    SOU ESTUDANTE DE ENGENHARIA, ESTOU NO PRIMEIRO SEMESTRE E ACHEI MUITO BACANA AS DICAS QUE VOCÊ DEIXOU AQUI, VALEU E SUCESSO PRA VOCÊ!

  • Juan Barroco

    galera, quais cursos extracurriculares vocês recomendam para um engenheiro de materiais? Já estudo inglês, espanhol e francês (esse em casa) e com relação á informática só fiz excel avançado e MS project. Flw!

  • Luccas Sousa

    Concordo, apesar de que sobre a disciplina de Programação ( dev c++), pra mim foi bastante complicada, criávamos aplicativos complexos, e realmente acredito que jamais usaremos isso, só serviu pra consumir meu tempo porque era bastante complicada.

  • Jamilton Feitosa Junior

    Tive uma introdução boa. O professor distribuiu vários temas sobre algumas obras da região. Ao irmos atrás de informações conseguimos alguns contatos bem interessantes. Sem falar que a introdução é o primeiro e único contato dos alunos com a engenharia nos próximos 2 anos de graduação.

    A minha disciplina de Fundamentos de Programação foi boa também. Até por que para os algoritmos funcionarem é necessário lógica, e fazer de forma objetiva requer mais lógica ainda. E por exemplo, operar uma simples planilha do Excel requer lógica. Acredito que se alguém que se alguém precisar de um software específico, é muito melhor ele mesmo ter conhecimento para modificar ou operar o mesmo. Até por que se você encomenda algo com alguém que não entende da sua área, pode correr o risco de comprar um software “engessado”.

  • Binho Batista

    Show de bola o blog, parabéns ao Eng Eduardo Cavalcanti. Eu ainda estou estudando o 7º período e ainda não tive tempo de estagiar (devido ao militarismo), gostaria de entender porque tantas pessoas desistem, pois eu acho que o curso da pra levar numa boa, é só se organizar com os estudos bem antes das provas. Minha única queixa no curso é a falta de prática em softwares. Quando vejo projetos de fundações eu admito que não entendo a maioria. Mas amo o curso e vou até o fim (sem DPs rsrs). Quanto a Introdução á Engenharia eu achei extremamente inútil…Topografia também rs.

  • Manoel Alvares

    Depende do curso. Introdução à engenharia foi uma das matérias mais marcantes pra mim em toda a graduação. Introdução à informática é útil para qualquer engenheiro, pois com a popularização da programação, é sempre útil ter uma noção, nem que seja para acompanhar o projeto de alguém. No meu curso, aula de desenho técnico pode ser considerado inútil, mas já precisei dele em diversos momentos. Esse artigo está muito ruim, totalmente baseado no que o redator acha, no achismo dele. Essa noia com AutoCAD é o pior de tudo: AutoCAD é UM software dentre DIVERSOS outros CADs!!! A Universidade têm de preparar o aluno para conseguir se especializar no que achar necessário, a universidade não serve pra ensinar Software, quem ensina isso é curso técnico, muita gente confunde os dois!

    E ainda por cima o escritor se contradiz ao dizer que falta o ensino do AutoCAD MAS nunca disseram para ele “Quando for empresário” “chefe”. Ou seja, ele quer que a universidade ensine ferramentas de funcionário mas que estimule o cara a ser empresário. No fim, a universidade vai ensinar os conceitos básicos da engenharia, o suficiente para vocÊ sair de lá e poder se especializar no que for necessário, e não vai de dar um toolbox de conhecimento em softwares ESPECÍFICOS e dizer “Ok, champs, vá projetar peças”.

    Quanto à falta de estimulo, o estimulo vêm do prórprio aluno, da própria curiosidade do mesmo. “HUR DUR MAS NÃO PARECE ÚTIL INTEGRAL TRIPLA” tudo bem, muito provavelmente você nunca irá calcular analiticamente uma integral, mas o fato é que o CONCEITO em si é útil, o raciocínio é útil. Se você teve professores ruins, eu lamento, não é só no Brasil, no mundo inteiro existem professores ruins, muitos deles estando lá não porque querem ser professores mas sim porque são obrigados ou porque precisam de uma rendinha extra.

    MUITO ruim o artigo, assim como muitos artigos desse site.

  • Renan Mendonça

    Eu faço engenharia civil e estou no 4 período, queria saber quais cursos eu devo fazer no momento pra melhorar meu currículo tipo AutoCAD e tecnico de edificações poderia me dar algumas dicas para a fase que eu estou .

  • Nathan Joel

    Como um professor meu disse no primeiro semestre:
    Um bando de Mestres e Doutores se reuniram e formularam a grade, ai vem vem um bando de calças cagadas, em que nem trabalharam na vida, começam a fazer faculdade e já acham que sabem dizer o que é importante ou não.

    “MATÉRIAS INCOMPLETAS”:
    Primeiro a “ideia” da faculdade é trazer os fundamentos nas diversas áreas da engenharia em cinco anos, ta ai a primeira resposta para “matérias incompletas”, porque se não o aluno fica a vida toda na faculdade e não vai aprender tudo

    PROGRAMAÇÃO/INFORMÁTICA
    é muito simples responder isso, como sabemos que para aprender qualquer coisas na informática é preciso de prática, a faculdade só da uma “passadinha”, “só para informar” para o aluno que informática é importante na engenharia, e precisamos dela. como seria a engenharia hoje sem os famosos programas de cálculo, ou o próprio CAD, ou você acha que os programas são desenvolvidos por apenas programadores que não sabem nada de engenharia????

    HUMANAS NA ENGENHARIA
    Como diz um ditado: Um líder não manda, influencia. Não adianta saber cálculos, processos de execução se a pessoa não sabe relacionar com os “terráqueos”, e acreditem, tem muito nerd que trata um pedreiro como um bicho. Engenheiro não trabalha sozinho, trabalha com analfabeto também. Não adianta tanto conteúdo e não saber expressá-lo, ou fazer acontecer com a equipe.

    Sinceramente, na minha opinião, esse post é de um engenheiro que ainda tem a mente de um calouro de faculdade.