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COMO ASSIM? China investe em trem que opera em trilhos virtuais ao invés de trilhos de metal


A China apresentou mais uma incrível inovação ao transporte público para sua já extensa lista de conquistas na área. Apesar de a ideia se basear em um processo mais simples, isso não diminui sua importância – pelo contrário, isso é justamente o fato que a torna tão excepcional.

Crédito: Drive Spark

O trem à primeira vista pode não parecer tão espetacular e futurístico quanto o ônibus que passa por cima dos carros (que por sinal teve seu projeto engavetado), mas a China revelou que pretende ser o primeiro país do mundo a possuir um trem que opera em um trilho virtual usando tecnologia de sensores ao invés de trilhos de metal.

+Detalhes do projeto

Os novos trens são alimentados inteiramente por um conjunto de baterias recarregáveis e irão gerar pouco impacto ao meio ambiente, uma vez que não são poluentes, de acordo com o portal People’s Daily Online.

Durante os primeiros testes, a velocidade máxima atingida pelo trem foi cerca de 70 quilômetros por hora e, de acordo com os idealizadores do projeto, ele ainda pode percorrer mais de 25 quilômetros de distância apenas com 10 minutos de carga, o que é uma grande notícia para que o projeto realmente saia do papel e seja de fato implementado.

Uma única unidade deste trem estará apta para transportar até 307 passageiros apesar de possuir pouco mais 32 metros de comprimento.

O veículo está equipado com sensores que detectam as dimensões da estrada permitindo que ele siga rotas sem a necessidade de trilhos de metal, de acordo com o engenheiro do projeto, Feng Jianghua. Ainda segundo ele, o trem pode identificar o pavimento e tem muitos sensores para retransmitir informações de viagem, sendo esse o processo que faz com que o trem viaje em trilhas virtuais, sem necessidade de um aparato físico para o guiar.

Uma empresa chinesa vem trabalhando nesta tecnologia desde meados de 2013 e, segundo seu planejamento, as primeiras unidades já devem estar circulando as ruas chinesas até o fim de 2018. Será?

Fonte: Drive Spark


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