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Engenharia de Inovação


engenhariadeinovacao-guia-das-engenharias  + O que é o curso

O curso de Engenharia de Inovação é uma novidade no mercado, e uma nova opção para os futuros profissionais. O bacharelado, em tempo integral, é ministrado no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (ISITEC), em São Paulo.

Em entrevista ao “Blog da Engenharia”, o Prof. José Marques Póvoa, Diretor de Graduação do ISITEC, explicou que o objetivo do curso é que os futuros profissionais tenham contato com o que é a Engenharia como um todo, e não apenas com certas especialidades da Engenharia. “Antes de se tornar um engenheiro de inovação ele se tornará um engenheiro, e aí, com o conhecimento adquirido, poderá atuar na inovação de processos e produtos”, afirmou José Póvoa.

O curso segue o modelo de universidades como a Texas University, Massachusetts Institute of Technology e da Harvard University. Diante da demanda por profissionais com conhecimentos para trabalhar em projetos que envolvam processos de inovação, o professor José Póvoa destaca que o curso de Engenharia de Inovação faz-se necessário para a capacitação do profissional em todas as ênfases, devido à sua natureza integradora e multidisciplinar.

+ As atividades do profissional

O engenheiro de inovação, por sua formação multidisciplinar e com foco nos conceitos da engenharia como um todo, poderá encontrar oportunidades tanto no setor público como no setor privado, em diferentes setores, da indústria, ao setor de pesquisa e desenvolvimento de empresas, em laboratórios, na área médica, e na área de pesquisas.

O professor José Póvoa explica que, em principio, a área de atuação de cada profissional depende muito de seus interesses e das demandas da sociedade. O perfil esperado é de um profissional flexível e capacitado para a adaptação a mudanças, diferentes realidades e oportunidades futuras.

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+ As matérias do curso

A grade curricular do curso conta com matérias de cinco diferentes pilares de estudo. Na formação básica, os profissionais aprendem, entre outras matérias, a história da tecnologia, a computação científica e laboratórios de línguas, este último com o objetivo de que o profissional domine as linguagens relacionadas à sua atividade profissional. Para formação técnica e científica, há aulas de álgebra, cálculo, química tecnológica, biologia e bioengenharia.

Já na formação em Engenharia, encontramos assuntos como eletrônica, engenharia de software, robótica e sistemas estruturais. Há ainda a formação empresarial, com matérias como engenharia financeira, introdução à economia e marketing.

Na matriz curricular são destinadas 780 horas de aprofundamento profissional, com estágio curricular, trabalho de conclusão de curso, além de aulas na área de tecnologia da informação, gestão da inovação, energias renováveis, geologia, petróleo e gás.

O curso é integral com duração de 5 anos.

+ O mercado de trabalho

A crescente demanda por profissionais inovadores e diferenciados, em um mercado altamente competitivo é um dos motivos que fazem desta carreira promissora.

Póvoa reforça que o curso de Engenharia de Inovação tem o objetivo de solucionar um problema que ocorre na formação dos engenheiros no Brasil, que é possibilitar o trabalho com a inovação, tecnológica ou não, de uma forma mais ampla: “Entendemos que há espaço, demanda e oportunidade para criar uma engenharia cujo objetivo específico não seja a área de aplicação, mas a capacidade ampla de atuação do engenheiro. […] Para atender a essa demanda o curso procura apresentar ao estudante uma visão mais geral da engenharia, sem a perda de conteúdo”.

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+ Faculdades com o curso

A primeira e, até o momento, única instituição que ministra o curso de Engenharia de Inovação é o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (ISITEC), em São Paulo, reconhecido pelo MEC, e que iniciou a formação em 2015.

Referências: Isitec, Convergência Digital

 

 


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