publicidade

publicidade

Piloto atravessa o Canal da Mancha em carro voador, um veículo híbrido de buggy e parapente


Há algumas semanas, o piloto francês Bruno Vezzoli fez algo que muitos imaginariam ser impensável: atravessou o Canal da Mancha, no norte da Europa, em um “carro voador”. Em menos de 60 minutos, ele percorreu os 59 quilômetros que separam a cidade francesa de Ambleteuse (entre Calais e Boulogne-sur-Mer) da inglesa Dover.

Para a façanha, Vezzoli voou o Pegase (em referência a Pégaso, o cavalo alado da mitologia grega), um veículo híbrido de buggy e parapente. Beneficiado pelas ótimas condições climáticas, ele realizou uma viagem tranquila, conseguindo manter a máquina estabilizada logo após decolar.

Bela imagem do piloto francês Bruno Vezzoli sobrevoando o Canal da Mancha a bordo do “carro voador” (Foto: Philippe Lecocq)

Máquina voadora

Ele partiu às 8 horas da manhã e chegou ao outro lado do Canal da Mancha antes das 9 horas. O veículo voador tem um propulsor a hélice e pode atingir 100 km/h na estrada e pouco mais de 80 km/h no ar, a 3 mil metros de altitude.

Para decolar, precisa percorrer 100m e, para aterrissar, a distância necessária é de 30m. Além disso, possui autonomia de até três horas em viagens aéreas mais longas. Preparado, o piloto incluiu equipamentos de segurança, caso caísse no mar com sua máquina.

Construído pelo empreendedor Jerome Dauffy, o Pegase foi inspirado em um projeto do escritor francês Jules Verne. Autor do clássico Volta ao mundo em 80 dias, Verne tinha a ambição de construir uma máquina voadora que pudesse completar uma volta na terra em 80 dias. Outra inspiração foi o aviador e engenheiro francês Louis Blériot, o primeiro a cruzar o Canal da Mancha em uma aeronave mais pesada do que o ar, em 1909.

Vezzoli não esteve sozinho durante a viagem. Vários pilotos o acompanharam e fotografaram a bordo de paramotores. O seguidores também puderam conferir a façanha ao vivo, da decolagem ao pouso.

Confira a seguir o momento em que o piloto decolou de Ambleteuse rumo a Dover:

Fontes: El País e Mirror.


publicidade

publicidade