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App brasileiro prevê volume de chuvas e incidência de raios


A época de chuvas no Brasil está se aproximando e com ela vem a incidência de enchentes, deslizamento de terras e também de raios. Você sabia que entre os anos de 2000 e 2014, 1.790 pessoas morreram em decorrência de fortes descargas elétricas provenientes de raios no Brasil? É, mais de 50 milhões de raios são registrados em território nacional todos os anos.

Essas tragédias não são notícia diariamente como outras muito comuns no Brasil, mas em épocas de temporais é uma preocupação para o governo e população. Então, o que fazer para evitar que tantos casos sejam fatais?

RAIOS3 BSB DF – TEMPESTADE DE RAIOS/BRASILIA – 06/03/2009 – NACIONAL - Tempestade de raios na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Raio cai no prédio do Congresso Nacional, após uma forte chuva no centro da capital. FOTO: DIDA SAMPAIO/AE
FOTO: DIDA SAMPAIO/AE

Uma ideia atual é o SOS Chuva, um aplicativo desenvolvido pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para tentar prever eventos climáticos torrenciais que podem afetar diretamente as pessoas. Esse programa promete informar com precisão, por exemplo, a incidência de raios em determinadas cidades, quando irá chover e qual será o volume de chuva. Útil, não é mesmo?

O projeto está disponível como app para sistemas Android e iOS e também como plataforma online, que pode ser acessado por computadores, celulares e tablets.

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FOTO: REPRODUÇÃO

Há ainda um conteúdo mais complexo que foi desenvolvido especialmente para órgãos especialistas em clima e urbanismo como a Defesa Civil, centros de meteorologia e instituições associadas à gestão de risco. Isso tudo para ajudar a identificar os problemas e saná-los mais rapidamente.

Entretanto, ainda é um projeto-piloto lançado exclusivamente em Campinas, no Estado de São Paulo, inicialmente. Aos poucos deve começar a abranger também cidades próximas, como Jundiaí, Piracicaba e Jaguariúna e depois, se tudo der certo, para outras regiões.

Também participam do projeto a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a ESALQ/USP (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”) e o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.

Fonte: The Greenest Post


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