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		<title>Os passos lentos da humanidade à conscientização ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BrunaEQUILIBRIUM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 17:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos de Engenharia]]></category>
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<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://i1.wp.com/blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1.png?fit=1024%2C1024&amp;ssl=1" alt="" data-id="60640" data-full-url="https://i1.wp.com/blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1.png?fit=1080%2C1080&amp;ssl=1" data-link="https://blogdaengenharia.com/os-passos-lentos-da-humanidade-a-conscientizacao-ambiental/os-passos-lentos-da-humanidade-a-conscientizacao-ambiental-1/" class="wp-image-60640" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1.png 1080w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1-300x300.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1-1024x1024.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1-150x150.png 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1-768x768.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1-180x180.png 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1-400x400.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Os-passos-lentos-da-humanidade-à-conscientização-ambiental-1-600x600.png 600w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></figure></li></ul></figure>



<p>    A relação homem-meio ambiente ainda nos dias de hoje funciona muito mais por comando/controle (via a imposição de Leis, decretos e resoluções) do que pela consciência ambiental.<br>      Por muito tempo no mundo, existiu uma crença de que uma nação desenvolvida era uma nação que usava suas matérias primas de forma predatória a ponto de gerar poluição e muitas vezes criando risco saúde humana e as outras espécies.<br>     O primeiro impacto ambiental a causar preocupação em proporções mundiais foi a poluição do ar, na Inglaterra por exemplos, podemos encontrar vários episódios críticos de poluição atmosférica que impossibilitava a população de sair de casa, os relatos de poluição atmosféricos na Inglaterra precedem o século XX, mas em 1952 em Londres houve o episódio de poluição atmosférico com altas concentrações de fumaça, SO2 que levou a morte de 12 mil Londrinos de acordo com a BBC History ( 22nd December 2015).</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" width="976" height="549" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/p03cpybq.jpg" alt="" class="wp-image-60639" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/p03cpybq.jpg 976w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/p03cpybq-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/p03cpybq-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/p03cpybq-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/p03cpybq-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/p03cpybq-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 976px) 100vw, 976px" /><figcaption>November 1953:  A couple walking in London wearing smog masks on a foggy day.  (Photo by Monty Fresco/Topical Press Agency/Getty Images)</figcaption></figure>



<p><br>   Em outros continentes também foi sentido o impacto da poluição atmosférica, nos Estados Unidos por exemplo, em Donora na Pensilvânia em 1948, uma nuvem espessa de poluição se formou sobre a cidade industrial (fundição de zinco – poeira e SO2). A nuvem que permaneceu por cinco dias matou 20 pessoas e causou doenças em seis mil das 14 mil pessoas da cidade (Poluição do ar: aspectos históricos, Adalgiza Fornaro, USP).<br>     A partir desses eventos, as primeiras Leis ambientais começaram a surgir no mundo (a “The Clean Air Act, criado pelo parlamento Britânico em 1956 e a Clean Air Act, nos Estados Unidos em 1970) como uma forma de limitar ou suprimir o impacto das atividades humanas sobre os recursos naturais ou sobre o meio ambiente. <br>     A consciência de que o meio ambiente equilibrado está diretamente ligado ao bem estar da população e consequentemente a saúde pública não foi um despertar coletivo e instantâneo de todas as nações, mas podemos ver pelo menos, um esforço por parte das Nações Unidas (ONU),a qual convocou a participação de todas as nações à Conferência Mundial de Estocolmo sobre o Meio Ambiente, na Suíça em 1972. <br>      Durante essa Conferência ficou claro a preocupação com o futuro diante das terríveis mudanças climáticas e sobre os desastres ambientais que vinham ocorrendo com mais frequências dia após dia em todos os continentes do mundo. A preocupação com a extinção das espécies animais e as doenças causadas pela expulsão dos organismos das florestas por causa dos desmatamentos. Essas mudanças começaram a ter consequências como o surgimento da H1N1, os coronavirus, os esvaziamentos de reservatórios de água potável, a contaminação do solo e de corpos hídricos pelos descartes de substâncias tóxicas, à má qualidade de vida nas grandes cidades causada pela poluição, o aquecimento global entre tantos outros impactos.<br>   Garantir um mundo melhor e qualidade ambiental para as futuras gerações é responsabilidade pública, coletiva e individual. Mas não esperar somente ações internacionais, ou políticas públicas para mudar algo é fundamental, comece a fazer um mundo melhor da sua casa! Como por exemplo: use sacolas reutilizáveis, compre somente o que for necessário, seja vegetariano, não compre animais silvestre clandestinos, ajude ONG´s que cuidam de animais abandonados, doe suas roupas usadas, recicle o seu lixo, não jogue óleo usado nas pias, não jogue lixo nas ruas. Não espere pela ação dos outros faça você a sua parte por um mundo melhor!<br>Autora:<br>Msc. Engenheira Química <br>Bruna Cibelle de Queiroz<br><br><br></p>
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		<title>Uma visão geral do desafio do Gerenciamento de Resíduos sólidos gerados pelos infectados com COVID 19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BrunaEQUILIBRIUM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2020 20:56:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saúde pública e meio ambiente são dois temas indissolúveis, não tem como descrever um sem recorrer ao outro.&#8230;</p>
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<p>Saúde pública e meio ambiente são dois temas indissolúveis, não tem como descrever um sem recorrer ao outro. O Brasil publicou em 2010, a Lei 12.305, Política Nacional de Resíduos Sólidos, a qual é composta por 57 artigos, trazendo a tona os objetivos da PNRS como: não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeito</p>



<p>No seu Artigo 13 temos as seguintes classificações:I- quanto à origem: em destaque a)- Domiciliar: os originários de atividades domésticas em residências urbanas; e g) resíduos de serviços de saúde: os gerados nos serviços de saúde, conforme definido em regulamento ou em normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama e do SNVS; e a classificação II-Quanto a periculosidade: Resíduos Perigosos e não Perigosos ( NBR 10.004).</p>



<p>Resíduos hospitalares são classificados como resíduos classe I, perigosos pois apresentam patogenicidade. Os resíduos domésticos de uma forma geral são classificados como resíduos não perigosos, inertes ou não inertes.</p>



<p>Com o surgimento da doença do coronavírus 19 (COVID-19), que é uma infecção viral altamente transmissível e patogênica causada por coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), que surgiu em Wuhan, China e se espalhou pelo mundo (Muhammad Adnan Shereen, 20, março de 2020 um artigo da revista Journal of Advanced Research), essa classificação de resíduos sólido quanto a origem será inviável pois de acordo com os dados da World Health Organization existem no mundo quase 5 bilhões de pessoas infectadas com o COVID 19 com 316,289 mortes nos cinco continentes ( Até as 22h de 19 de maio). A maior parte dessas pessoas infectadas vão sentir sintomas leves e serão tratadas em casa, com isso gerarão resíduos perigosos patogênicos em casa como : lenços de papel, luvas de látex, máscara descartáveis entre outros, e estes resíduos serão possivelmente destinados como resíduos domiciliares, Classe II, não perigosos inertes e não inertes.</p>



<p>Resíduos perigosos com patogenicidade, de acordo com NBR 10004 é um resíduo caracterizado como patogênico se uma amostra representativa dele, obtida segundo a ABNT NBR 10007, contiver ou se houver suspeita de conter, micro-organismos patogênicos, proteínas virais, ácido desoxirribonucléico (ADN) ou ácido ribonucléico (ARN); esses resíduos são os mesmos gerados nos hospitais e devem ser incinerados (incineração controlada), eles não devem ser destinados em aterros sanitários nem controlados muito menos em lixões.</p>



<p>No entanto, a realidade Brasileira é outra, a terra dos que nunca perdem o horário do jogo de futebol, nem carnavais, perdeu 6 anos de prazo para acabar com os lixões nas cidades brasileiras. &nbsp;Se estima que o Brasil tenha 3 mil lixões em 1.600 cidades.</p>



<p>Se essa realidade já não fosse dura o suficiente, ainda não existe medicamento antiviral clinicamente aprovado ou vacina disponível para ser usada contra o COVID-19 e o Brasil não terá leitos suficientes para atender toda a população que precisar de internação.</p>



<p>A contaminação não se dará somente de humano pra humano, ela se dará entre meio físico e ser humano também, de acordo com o artigo do “The Lancet Gastroenterology and Hepatology”, publicado no dia 19 de fevereiro de 2020,&nbsp; tendo como autor principal Charleen Yeo, relatou que o SARS-CoV (virus do mesmo grupo viral do SARS-CoV 2) pode sobreviver por até 2 semanas após a secagem, permanecendo viável por até 5 dias a temperaturas de 22 a 25 ° C e 40 a 50% de umidade relativa, com um declínio gradual na infectividade do vírus a partir de então. O vírus pode sobreviver em diferentes superfícies por 48 horas a 20 ° C e 40% de umidade relativa, embora a viabilidade tenha diminuído para 8 horas a 30 ° C e 80% de umidade relativa. Isso quer dizer que o vírus SARS-CoV-2 é altamente resistente podendo sobreviver de 5 a 2 dias em uma superficie.</p>



<p>Agora imagine uma imensa quantidade de resíduo sólido contaminado com esse vírus indo parar em lixões, ou até mesmo em aterros controlados&#8230; Os prejuízos pra saúde pública e pro meio ambiente (atingindo, águas, animais, solos e ar) serão catastróficos.</p>



<p>Após essa pandemia a legislação de residuos sólidos assim como outras normas e leis irão passar por revisões. Na Verdade todo o mundo está passando por uma revisão, econômica, sanitária, Ambiental e social.</p>



<p>Autora: Ms. Enga. Química Bruna Cibelle de Queiroz</p>
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