Engenharia

Cientistas israelenses criam bafômetro que identifica coronavírus

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Alguns pesquisadores da Universidade Ben-Gurion, em Israel, foram os responsáveis pela criação de um aparelho que é capaz de detectar a presença do coronavírus no organismo humano em apenas 01 (um) minuto. O dispositivo funciona de forma muito simular a um bafômetro que identifica coronavírus (ferramenta já conhecida por todos nós, que é capaz de medir níveis de etanol – álcool no sangue).

Bafômetro que identifica coronavírus | Para fazer o teste do coronavírus, basta o paciente soprar o “bafômetro”

Para fazer o teste do coronavírus, basta o paciente soprar o “bafômetro”

Bafômetro que identifica coronavírus | O funcionamento:

Para identificar o vírus, basta que o usuário sopre o dispositivo por aproximadamente 60 segundos. À partir dai, os sensores analisam as partículas da respiração e são capazes de fornecer o resultado em aproximadamente 20 segundos, mesmo que a pessoa seja assintomática.

Todo o sistema foi desenvolvido pelo pesquisador, o qual também permite que o teste seja feito à partir de amostras biológicas de garganta e nariz, através de cotonetes. Simples o funcionamento, não?

Para fazer o teste do coronavírus, basta o paciente soprar o “bafômetro”

Bafômetro que identifica coronavírus | Vantagens:

De acordo com Gabby Sarusi, vice-diretor de pesquisa da Escola de Engenharia Elétrica e Computação da Universidade Ben-Gurion, pode-se destacar como principais vantagens desse método de testagem a precisão, rapidez e o custo do teste.

Para fazer o teste do coronavírus, basta o paciente soprar o “bafômetro” | Imagem: Reprodução

Bafômetro que identifica coronavírus | Custo:

O custo aproximado para cada teste corresponde a 50 dólares (aproximadamente R$256,00 na cotação de hoje), para um teste rápido e que dispensa o manuseio de amostras ou o uso de reagentes.

Comparado ao custo que temos nos testes atuais no Brasil, o valor é justo (paguei recentemente R$280,00 por um teste que demorou alguns dias para ficar pronto), agora é aguardar a tecnologia chegar ao Brasil para ver qual será o valor final com impostos por aqui.

Eduardo Cavalcanti
Engenheiro Civil de formação, empresário, e atua em diversos mercados. É aficcionado por tecnologia e está sempre em algum lugar diferente do mundo (sim, viajar está entre seus maiores hobbies). Já teve uma época em que não conseguia dormir sem assistir a um episódio do Netflix. Hoje, com o empreendedorismo pulsando em suas veias, usa praticamente todo o seu tempo livre consumindo conteúdos relacionados à cases de sucesso e ao mercado financeiro.

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