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Conheça a Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrotécnica

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A Engenharia Elétrica é um universo cheio de oportunidades, segmentos e subáreas. A eletrotécnica é uma subárea que faz parte deste universo, como também a eletrônica, telecomunicações e automação e controle fazem parte. 

O profissional da área Engenharia Elétrica-Eletrotécnica se debruça nos estudos de processamento da energia elétrica, além de outros campos que serão citados aqui no artigo. À vista das atividades realizadas por este profissional, pode ser citado o acompanhamento nas etapas de geração, transmissão e distribuição da energia elétrica.  

Além disso, o Engenheiro Eletricista, com habilitação em eletrotécnica, pode ser inserido nos estudos do mercado e setor elétrico, como se destina o aproveitamento da energia elétrica nos setores industriais, comerciais e residenciais.

Engenharia

(Foto: Pixabay | Reprodução)

Continue a leitura e entenda a abrangência da formação de uma engenheira (o) eletricista com ênfase em eletrotécnica. 

A necessidade do mercado 

A princípio, ao pensar na eletrotécnica é possível caracterizá-la como um ramo que se dedica à análise de circuitos, de modo que, há grande interesse em compreender e observar os componentes elétricos e eletrônicos presentes no mesmo. 

Tendo em vista isso, é possível perceber que muitos são os segmentos do mercado que demandam serviço aos profissionais desta área.

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(Foto: Pixabay | Reprodução)

Sendo assim, a eletrotécnica além de poder compor os cenários de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, é também requerida pelo setor petrolífero, industrial, construção civil, desenvolvimento de novas tecnologias, bem como o setor de fontes renováveis de energia elétrica, dentre outras possibilidades.  

Áreas em expansão para a Engenharia Elétrica-Eletrotécnica 

Parte expressiva da energia elétrica gerada no Brasil é oriunda dos recursos hídricos, no entanto, há uma forte tendência para promover uma diversificação das fontes que compõem a matriz elétrica nacional. 

Considerando tal motivação, é possível apontar o setor fotovoltaico e o eólico como sendo promissores para o mercado, visto que geograficamente o país possui aspectos que favorecem a exploração de ambas fontes. Logo, as fontes renováveis representam a área com forte tendência para ser explorada e demandar mão de obra especializada.

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(Foto: Freepik | Reprodução)

Algumas outras áreas também seguem em expansão na Engenharia Eletrotécnica, como: Redes Elétricas Inteligentes, Geração Distribuída e a Conservação da Energia Elétrica.

Habilitação pelo CREA

O engenheiro eletricista, modalidade eletrotécnica, é habilitado pelo  CREA/CONFEA a atuar em:  condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;  operação e manutenção de equipamento e instalação; estudo, planejamento, projeto e especificação; operação e manutenção de equipamento e instalação. Além, de diversas outras atuações.

Você pode conferir todas as habilitações na Resolução CREA/CONFEA Nº 218, de 29/06/1973.

Onde cursar Engenharia Elétrica- Eletrotécnica 

Dentre as universidades do Brasil que ofertam o curso de Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrotécnica, iremos destacar a Universidade de Pernambuco  . O curso citado é ofertado no Campus Benfica, e o mesmo foi criado no ano de 1966 (UPE, 2018). 

Conforme outros cursos de Engenharia, Engenharia Elétrica- Eletrotécnica tem duração de 5 anos, atingindo uma carga horária total de cerca de 4 155 horas. Por fim, confira a seguir a grade curricular do curso:

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(Fonte: Projeto Pedagógico de Curso –
Bacharelado em Engenharia Eletrotécnica p. 35 | Reprodução)

 

Gabriely da Silva Pinto
Gabriely da Silva Pinto, cursa Engenharia Elétrica no CEFET/RJ campus Nova Friburgo. É natural de Cantagalo, Rio de Janeiro, tem 20 anos. A vontade de se aventurar na engenharia a acompanhou por anos, mas o amor por elétrica nasceu dentro do SENAI. Atualmente é membro de uma pesquisa de projeto de extensão sobre obtenção de biogás proveniente de resíduos sólidos urbano (RSU) para geração de energia elétrica. Faz parte do diretório acadêmico do curso de engenharia elétrica em seu campus, o DAEL, tendo como atual cargo a presidência. Vegetariana, apaixonada pela natureza, e como uma boa estudante de engenharia é amante de café.

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    1 Comment

    1. Agradeço a parceria da Colunista Thays na produção deste artigo! Ela foi super gentil ao dividir um pouco de sua experiência com o curso de Engenharia Elétrica com ênfase em eletrotécnica 🙂

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