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Descubra como ver ou deletar tudo que o Google sabe sobre você


Você já parou para pensar sobre quanta informação o Google tem sobre a sua vida? Cada local em que esteve, cada busca que fez, cada aplicativo que acessou… tudo isso pode estar armazenado.

Imagem: makeuseof.com

Se você quer fazer uma retrospectiva, ver ou deletar tudo que está armazenado sobre você no Google, chegou a hora. Para isso, você deve acessar sua conta do Gmail (mesmo que você não utilize como e-mail principal, serve a conta que você usa no Android – se você usa um celular com Android). Assim, faça login no Gmail e clique na sua foto e depois no ícone “minha conta”. Em seguida, você pode clicar em “acesse minha atividade” e ver que tudo o que existe de registrado enquanto você estava logado.

Foto: Reprodução.

Mesmo que você não deixe sua conta aberta no computador ou use sempre janela anônima, o histórico do seu celular com Android, se você possui um, também é registrado. Assim, é possível saber os vídeos que você viu no aplicativo do YouTube, todas as vezes que você acessou aplicativos como Twitter, Instagram, Spotify e outros, os locais em que esteve (se o seu GPS está sempre ligado), os locais que pesquisou no Google Maps e mais informações. Para cada dado, há a data, a hora e o número de acessos feito.

Foto: Reprodução.

E mais: se você clicar em “detalhes”, logo abaixo da informação, é possível ver até mesmo o local de acesso. Não fique surpreso se aparecer que o acesso foi feito “da sua casa” e, quando você clica, ele abrir o seu endereço no Google Maps (mesmo que você nunca tenha especificado onde fica sua casa ou seu trabalho para o Google). É bem provável que o Google também conheça a sua voz, principalmente se você utiliza o Google Now no Android.

A boa notícia é que dá para apagar todas essas informações. Para isso, você pode excluir uma atividade de cada vez ou excluir por tópicos, como por datas, palavra-chave e outros, clicando em “excluir atividade por” no menu esquerdo. No mesmo menu, você também pode clicar em “controles de atividade” e desabilitar os itens que não quer que sejam armazenados.

Foto: Reprodução.

Ao retornar para “minha conta” (também clicando no menu esquerdo), você pode clicar em “configurações de anúncios” e depois em “gerenciar as configurações de anúncios”. Lá você pode ver todos os tópicos que o Google acha que são do seu interesse, com base no seu histórico. Além de remover, você também pode adicionar novos tópicos.

E tem mais!

De volta ao menu “minha conta”, ao clicar em “suas informações pessoais”, você também pode ver que o Google sabe suas contas de e-mail associadas, seu número de telefone, sua data de nascimento (a que você forneceu ou a que você usa com frequência em cadastros, então ela nem sempre está certa) e outras informações. Você também pode fazer download de todos esses dados. Para isso, basta voltar ao menu “minha conta”, clicar em “controlar seu conteúdo”, depois em “criar arquivo” e escolher o que você quer baixar. Os arquivos chegam por e-mail e podem demorar um pouco para serem compilados, dependendo da quantidade de informação.

Por último, vale comentar que também é possível rastrear seus dispositivos pelo “minha conta”. Basta clicar em “encontrar seu smartphone”. Você pode fazer com que ele toque (mesmo se estiver no silencioso) ou localizá-lo (se ele estiver com o GPS ligado). Também é possível bloquear ou limpar totalmente o aparelho, sair da conta, etc.

A coleta de dados é autorizada ao concordar com a política de privacidade. O lado positivo é que o Google afirma não compartilhar esses dados e diz que eles são usados apenas para melhorar a sua experiência, ou seja, seus dados não estão circulando por aí para que todos vejam.

Vale ressaltar que, na era do Big Data, os seus dados são muito preciosos para as empresas. Eles são uma forma de “pagamento” por ter e-mail gratuito e espaço de armazenamento não só nas contas do Google, mas de modo geral e, por meio deles, é possível fazer anúncios personalizados, por exemplo. Então, a dica é sempre ficar atento sobre as informações que são armazenadas, mesmo que elas estejam disponíveis só para você.

Referências: Lifehacker; CNBC; Mirror; Wired.


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