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Engenharia na paraolimpíada e a alta tecnologia.

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Já que no ultimo artigo de ontem (Acessibilidade: uma evolução para todos!) foi dito que acessibilidade é algo para todos, hoje trago para você leitor, a alta tecnologia e a engenharia na paraolimpíada.

A tecnologia é parte fundamental na formação dos atletas e também no desenvolvimento de equipamentos utilizados para se alcançar melhores resultados. Para aumentar ainda mais a eficiência dos atletas, vários jogadores usam um chicote com um sensor que mede as frequências cardíacas. Mas este não é o único avanço tecnológico na área esportiva que tem sido usado.

Nas paraolimpíadas, o progresso de materiais e designs é ainda mais decisivo e está cada vez mais personalizado. Um dos melhores exemplos é o paratleta Dzmitry Loban. Ele utiliza uma prótese para poder praticar handebol. O uso desta tecnologia contribuiu para que ele conquistasse a medalha de bronze em três partidas realizadas durante os jogos.

Diversidade e Tecnologia

Devido aos graus variados de deficiência dos paratletas, a realização das provas exige uma enorme diversidade de equipamentos, que vão desde cadeiras de rodas modificadas a atletas guias que conduzem os competidores com deficiência visual.

A tecnologia também passou a ser um ponto importante nos próprios locais das competições. Para que os espectadores chegassem ao estádio com facilidade, foi criado o Sistema de Transporte Público Paraolímpico (SPTP), uma espécie de transporte coletivo com carros adaptados.

As cadeiras de rodas são um exemplo de avanço alcançado no rastro das competições paraolímpicas. Aquelas desenhadas especialmente para corrida em pista de atletismo, por exemplo, já batem nos 40 km/h (quatro vezes mais velozes do que há algumas décadas).

Hoje, na maior parte das vezes ainda são de alumínio, mas a fibra de carbono está sendo muito utilizada para que se consiga ainda menos peso e mais estabilidade (ganha também com as rodas inclinadas em 10 a 15 graus para maior estabilidade lateral quando em alta velocidade).

Cadeiras utilizadas no rúgbi, tênis e basquete, principalmente, pesam três vezes menos do que as usadas nas primeiras competições (quando muitas delas ainda eram as de uso normal, diário). Essa diminuição no peso, quando repassada às cadeiras de uso no dia a dia, é extremamente importante e não apenas para quem a utiliza. Facilita seu transporte e, por consequência, ajuda na mobilidade urbana de quem utiliza. Facilita seu transporte e, por consequência, ajuda na mobilidade urbana de quem as utiliza.

Um exemplo de aparato de tecnologia avançada são as próteses ortopédicas, usadas principalmente no atletismo.

“Elas têm diferentes tipos”, são feitas de diferentes materiais e têm diferentes finalidades. Existem próteses estéticas, que apenas mantêm a aparência, e as próteses extremamente funcionais, que auxiliam em algum tipo de atividade específica para a qual ela foi desenhada. Isso varia de acordo com a necessidade do usuário.

Marco Antonio
Mineiro Diretor arquitetura de eventos (Projetista e especialista em legalizações de eventos). Formação Eng. Civil, Eng. Produção, Pós-graduado em Segurança do trabalho com experiência em projetos prevenção de incêndio para eventos, gestão de projetos e inteligência de dados. Apaixonado por eventos com 15 anos de mercado realizando dimensionamento, planejamento na execução de eventos. Com aprovação de mais de 200 eventos em órgãos públicos. Colunista do Blog da Engenharia/ instagram: @marcoarquiteturadeeventos/ linkedin: www.linkedin.com/in/engenheiromarco

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2 Comments

  1. […] falar de acessibilidade nas paraolimpíadas (clique aqui) para mostrar um lado mais humano, de que ela realmente é para todos, vamos falar de  […]

  2. @Marco muito bom o artigo.
    A tecnologia está aí para ser uma aliada a estas questões. Acredito que o incentivo às pesquisas por parte do setor privado seria uma boa alternativa para o desenvolvimento de novos estudos e tecnologias. Em contrapartida o governo poderia oferecer balanço fiscal.

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