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Inpa inaugura prédio para armazenar material radioativo na Amazônia

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Símbolo de radiaçãoO Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) inaugurou  em Manaus, o primeiro prédio da Região Norte para armazenamento de dejetos radioativos. No local, ficarão guardados o material radioativo e os equipamentos emissores de radiação ionizante inerentes à atividade de pesquisa dos laboratórios do instituto.
Segundo o Inpa, o Prédio de Armazenamento para Materiais Radioativos garantirá o confinamento seguro desse tipo de material pelo tempo necessário à proteção do homem e do meio ambiente e será uma ferramenta importante à disposição dos pesquisadores.
Dejetos radioativos são materiais produzidos em hospitais, usinas nucleares e centros de pesquisas e, quando deixam de ter utilidade, não podem ser descartados como lixo comum, mas podem, às vezes, ser reciclados.
A construção do prédio custou R$ 444,1 mil e obedece à legislação e normas nacionais e internacionais, como as normas da própria Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea). De acordo com o Inpa, o prédio tem uma arquitetura própria, com as paredes em uma espessura específica, cantos arredondados, piso com base diferenciada para não permitir infiltrações e pintura com tintas especiais.
Em nota, o Inpa explica que os laboratórios do instituto passarão a ser denominados, futuramente, de Instalações Radiativas licenciadas pela Cnen e passarão também a ser geradores de dejetos radioativos, que serão embalados adequadamente, conforme o tipo de emissão de cada partícula radioativa, devidamente identificados e encaminhados ao Prédio de Armazenamento para Materiais Radioativos.
O prédio deverá entrar em funcionamento integral no segundo semestre deste ano, porque a aquisição dos equipamentos necessários ainda está em processo de licitação. Quando os dejetos armazenados no local chegarem a um determinado nível de ocupação, serão encaminhados a um depósito autorizado pela Cnen. No Brasil, existem depósitos autorizados no Recife, em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Fonte: Agência Brasil
 


+ Texto por Douglas Moura. Estudante de Engenharia Civil, saxofonista amador e programador auto-didata, acredita que pode mudar o mundo um passo de cada vez. Ama jazz, software livre e ciências exatas.


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1 Comment

  1. Serio? Não tinha local com um eco sistema maior e mais diversificado para eles guardarem lixo radioativo?

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