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Pixel Buds: os fones da Google que traduzem até 40 idiomas de forma instantânea


Há exatamente um ano, o Blog da Engenharia publicou um texto que falava sobre a Google ter anunciado seu smartphone, o Pixel, além de outros produtos, aventurando-se na área de hardware. Agora, a família cresceu, há o Pixel 2 e a ideia de lançar diferentes apetrechos tecnológicos continua. Dentre as novidades, a empresa anunciou o Pixel Buds, fones de ouvido inteligentes e que podem traduzir até 40 idiomas de forma instantânea.

Imagem: fm.cnbc.com

Como funciona

Os fones funcionam sem fio. Apesar de existir um fio que liga um fone ao outro, não há nenhum ligado ao telefone. O fio permite que você mantenha os fones no pescoço quando não estiver usando, por exemplo.

Um sistema de reconhecimento de voz é responsável por captar o que é dito e a tradução é feita em seguida. Apesar de o Google Tradutor já conseguir captar o idioma e traduzir, o fone faz com que o processo seja mais rápido. O Pixel Buds pode ser controlado por meio de toques no fone direito.

Imagem: static.independent.co.uk

A ideia de um fone que faz traduções instantâneas não é nova no mercado. Porém, o Pixel Buds oferece mais que a tradução: ele anuncia notificações e envia texto, dentre outras funções. Um dos objetivos também é permitir um acesso mais rápido ao Google Assistant, que é a nova inteligência artificial da Google. Um toque no fone direito e você já pode falar comandos para o Assistant.

O Pixel Buds funciona com qualquer celular que tenha Android (aparentemente com versão igual ou superior 7.0 Nougat), além dos celulares da própria Google. O valor de pré-venda é de 159 dólares nos Estados Unidos, nas cores branco, cinza e preto. A bateria dura até 5 horas e ele é recarregado na sua própria case.

Imagem: cdn.mos.cms.futurecdn.net

Agora, a empresa explora algumas melhorias que podem ser feitas nos fones para próximas versões ou atualizações. Na apresentação do produto foi realizada uma conversa entre uma sueca e um americano, como é possível conferir no vídeo abaixo:

Referências: The Verge; The Guardian; CNBC; Independent.


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