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	<title>alvenaria estrutural Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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		<title>Alvenaria: um conceito histórico!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiana Furlan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 11:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As primeiras formas de edificações que se tem conhecimento utilizaram o conceito de transmissão de cargas por meio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As primeiras formas de edificações que se tem conhecimento utilizaram o conceito de transmissão de cargas por meio de tensões predominantemente de compressão, ou seja, o método construtivo baseado no empilhamento de unidades.</p>
<p>Desde então alvenaria tem sido o sistema mais difundido no Brasil e no mundo e tem como finalidade separar ambientes internos e externos. Esta é uma solução construtiva com baixo custo e de fácil de execução.</p>
<p>Por serem constituídos em sua maioria por materiais pétreos têm longa durabilidade. Sendo que é possível contemplar obras com mais de mil anos de existência. Algumas destas representam importantes patrimônios históricos e funcionam como janelas ao passado.</p>
<h2 id="desde-a-pre-historia">Desde a pré história?</h2>
<p>As primeiras edificações executadas pelo homem que se tem conhecimento datam de 8000 ac e eram denominadas de nuragues. Eram torres compostas pelo empilhamento de pedras, com pequenas aberturas, possibilitadas pela utilização de pedras maiores.</p>
<figure id="attachment_61976" aria-describedby="caption-attachment-61976" style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-61976 size-full" title="alvenaria" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/screenshot_20190829-192552__01.jpg" alt="alvenaria" width="533" height="376" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/screenshot_20190829-192552__01.jpg 533w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/screenshot_20190829-192552__01-300x212.jpg 300w" sizes="(max-width: 533px) 100vw, 533px" /><figcaption id="caption-attachment-61976" class="wp-caption-text">Nuragues Fonte:https://escrevendoponto.com/2019/08/29/pre-historia/</figcaption></figure>
<p>Segundo SALVADORI, 1980, a arquitetura foi constante no que diz respeito ao ambiente edificado. O autor relaciona este fato à finalidade das edificações de suprirem necessidades fisiológicas da humanidade, que por sua vez não sofreram nenhuma mudança desde que o <em>Homo sapiens</em> surgiu há 3 milhões de anos. Ele ainda enfatiza que comemos os mesmos tipos de comida que nossos ancestrais pré-históricos e cozinhamos alimentos como eles faziam. Ainda dormimos em planos horizontais, contudo mais confortáveis hoje que naquele tempo, nos protegemos das intempéries e procriamos da única forma que somos capazes.</p>
<h2 id="qual-o-segredo-do-arco">Qual o segredo do arco?</h2>
<p>O arco foi uma descoberta da <a href="https://blogdaengenharia.com/entenda-a-engenharia-de-estruturas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">engenharia de estruturas</a> que muito impactou o uso das alvenarias. Com ele foi possível a criação de vãos de maiores dimensões, com pequenas unidades empilhadas de tal forma a estarem todas sob efeito de compressão. Os aquedutos são exemplos de utilização do efeito do arco.</p>
<figure id="attachment_61978" aria-describedby="caption-attachment-61978" style="width: 1140px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-61978 size-full" title="alvenaria" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/102014404_univ_lsr_lg.jpg" alt="alvenaria" width="1140" height="570" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/102014404_univ_lsr_lg.jpg 1140w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/102014404_univ_lsr_lg-300x150.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/102014404_univ_lsr_lg-1024x512.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/102014404_univ_lsr_lg-768x384.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/102014404_univ_lsr_lg-400x200.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/102014404_univ_lsr_lg-600x300.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/102014404_univ_lsr_lg-800x400.jpg 800w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption id="caption-attachment-61978" class="wp-caption-text">Aquedutos Romanos Fonte: https://www.jw.org/pt/biblioteca/revistas/g201411/aquedutos-engenharia-romana/</figcaption></figure>
<p>Eram utilizados no transporte de água, por gravidade, por longas distâncias, para vencer vales. Outro famoso exemplo que é repleto deste recurso é o Coliseu, em Roma.</p>
<figure id="attachment_61977" aria-describedby="caption-attachment-61977" style="width: 620px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-61977 size-full" title="alvenaria" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/coliseu-de-roma.jpg" alt="alvenaria" width="620" height="430" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/coliseu-de-roma.jpg 620w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/coliseu-de-roma-300x208.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /><figcaption id="caption-attachment-61977" class="wp-caption-text">Coliseu de Roma Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2017/03/visitas-noturnas-voltam-ao-coliseu-de-roma-em-2017.html</figcaption></figure>
<p>O mesmo pode ser observado nos castelos e fortalezas que têm suas estruturas baseadas em simples empilhamento de unidades com arcos para constituir vãos e aberturas.</p>
<p>Com a evolução do uso dos arcos, surgiram os arcos externos de contraventamento, observados, por exemplo, em igrejas góticas. Com o aumento dos vãos das cúpulas das igrejas e para a possibilidade de liberar espaços internos. Essas coberturas, sendo totalmente submetidas a esforços de compressão, descarregavam em pilares mais esbeltos contraventados pelos citados arcos externos.</p>
<h2 id="o-primeiro-do-mundo">O primeiro do mundo!</h2>
<p>Na década de 1890, foi inaugurado em Chicago o edifício <a href="http://www.monadnockbuilding.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Monadnock</a> por ser o primeiro edifício moderno a utilizar a técnica de alvenaria estrutural que se tem conhecimento. As alvenarias da base, calculadas com os métodos empíricos da época, têm 1,80 m de espessura para sustentar os 16 pavimentos.</p>
<figure id="attachment_61979" aria-describedby="caption-attachment-61979" style="width: 220px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-61979 size-full" title="alvenaria" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/220px-Monadnock.jpg" alt="alvenaria" width="220" height="338" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/220px-Monadnock.jpg 220w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/220px-Monadnock-195x300.jpg 195w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /><figcaption id="caption-attachment-61979" class="wp-caption-text">Monadnock Build https://pt.wikipedia.org/wiki/Edif%C3%ADcio_Monadnock</figcaption></figure>
<p>No Brasil, o primeiro registro que se tem de uma edificação que utiliza alvenaria estrutural como sistema construtivo elaborado data de 1966. Sendo conhecido como condomínio Central Parque da Lapa e sendo constituído de edificações de quatro pavimentos. Em 1972, foram construídos quatro edifícios de doze pavimentos cada um com o mesmo princípio estrutural.</p>
<p>Atualmente o sistema de alvenaria estrutural é altamente difundido no Brasil porque se trata de uma estrutura com baixo custo e alta produtividade construtiva. Atendendo a demanda do mercado que exige obras cada vez mais rápidas e econômicas.</p>
<h2 id="atencao-aos-detalhes">Atenção aos detalhes</h2>
<p>Em se tratando de alvenaria não estrutural, mais ainda a utilização é vasta no Brasil e no mundo.</p>
<p>Entretanto, é necessária atenção a detalhes executivos, o que nem sempre acontece, pois, devido à grande demanda de mercado com relação a novas edificações e as obras seguem em ritmos cada vez mais acelerados. Detalhes estes que uma vez não executados podem ser causas das chamadas anomalias em alvenarias e revestimentos.</p>
<p>Nem sempre, no entanto, a falha é apenas executiva mas pode ser proveniente também de projetos com insuficiência de informações para uma boa execução.</p>
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