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	<title>amenizar efeitos do aquecimento global Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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		<title>Gestão de carbono, o legado da Camargo Corrêa para o meio ambiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:38:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Programa pioneiro e inovador adotado pela construtora há dois anos é importante agente mobilizador para transformações que ajudam&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Programa pioneiro e inovador adotado pela construtora há dois anos é importante agente mobilizador para transformações que ajudam a amenizar os efeitos do aquecimento global</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/01/CC.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-253" title="CC" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/01/CC-300x153.jpg" alt="" width="300" height="153" /></a></p>
<p>O alerta já foi dado em 2007: a tendência é que a temperatura média do planeta tenha uma elevação entre 1,8ºC e 4ºC até 2100. A projeção é do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), órgão vinculado ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que reúne mais de 2,5 mil cientistas de aproximadamente 130 países.<br />
O aumento da temperatura poderia levar a cenários de desequilíbrios climáticos como aumento do nível dos oceanos, verões mais frios, invernos mais quentes, maior incidência de chuvas de alta intensidade e a ocorrência de fenômenos naturais de maior intensidade.<br />
Para conter esse aumento da temperatura e suas eventuais consequências, um dos caminhos a serem trilhados é a diminuição da redução dos gases do efeito estufa (GEE), entre eles o dióxido de carbono (CO²), principal fonte poluidora que tem origem na queima de combustíveis fósseis para a geração de energia (veículos automotores, processos industriais) e também no desmatamento de florestas.<br />
A Agenda Climática do Grupo Camargo Corrêa, desenvolvida em 2009 com a participação de 150 executivos, foi a responsável pela definição técnica das metas relacionadas à mitigação e à redução da emissão de gases do efeito estufa (GEE) nos trabalhos realizados pelas empresas do Grupo. A partir dela surgiram ações como o Plano de Gestão de Carbono, implantado pela Construtora Camargo Corrêa. Iniciado em 2009, o projeto fez a mensuração da quantidade de gases que a construtora emite em seus processos cotidianos. Em seguida, identificou-se como seria possível reduzir tais emissões e foram estabelecidas metas para que o plano saísse do papel.<br />
Ao todo, a construtora avaliou 32 empreendimentos, entre 2009 e 2010 e, com base no inventário, instituiu a meta de reduzir a emissão de GEEs em suas operações em 21% e 37% até 2016 e 2020, respectivamente.<br />
&#8220;Com ações muito simples a gente consegue bons resultados na redução de emissão gases do efeito estufa&#8221;, diz Kalil Farran, Gerente de Sustentabilidade da Construtora Camargo Corrêa. De acordo com ele, várias atividades já se traduziam em esforços de redução e já agregavam valor por diminuir custos. Ele cita como exemplo o desmatamento evitado nos canteiros de obras, mesmo legalmente autorizado. Uma das principais fontes de emissões da empresa, apontada pelo trabalho, é a supressão vegetal, ou seja, a retirada de obstáculos naturais e artificiais do local onde será instalado o canteiro de obras de um empreendimento. &#8220;É algo que tem potencial de redução de custo na medida em que deixamos de gastar com uso de equipamentos mecânicos e mão de-obra, além de otimizar o cronograma do empreendimento. É uma nova visão de engenharia sob como alocar as estruturas dentro da obra&#8221;, diz ele.<br />
De acordo com o inventário de carbono, somente neste aspecto, a empresa reduziu 26% da área de desmatamento em 30 obras inventariadas de 2009 a 2010.<br />
&#8220;Otimizamos todo o canteiro de obras, reduzindo as áreas de florestas a desmatar. Poderíamos até abrir áreas mais próximas para instalar o canteiro de obras, mas optamos por implantar as estruturas em locais mais afastados, porém, áreas onde já não existia mais floresta&#8221;, diz Marcelo Ulisses Hoff, engenheiro de meio ambiente da Construtora Camargo Corrêa que trabalha na obra da Usina Hidrelétrica Jirau.<br />
De acordo com Farran, Gerente de Sustentabilidade da Construtora, na obra da UHE de Jirau, em Porto Velho, ao preservar aproximadamente 66% da área autorizada para o desmatamento, houve economia de R$ 12 milhões.<br />
O projeto envolveu ainda a elaboração do Programa de Treinamento dos Gestores, que resultou no Guia para Gestão de Carbono, documento que passou a ser utilizado por todas as obras. Além de envolver os seus principais stakeholders, a construtora buscou engajar seus profissionais, para que fosse desenvolvida uma cultura interna de reconhecimento dos benefícios e impactos das decisões tomadas nas mudanças climáticas.<br />
&#8220;Sinto-me gratificado, como profissional de meio ambiente, por ter contribuído para desenvolver o plano de gestão do carbono&#8221;, diz Hoff.<br />
Ações implantadas<br />
Com o Plano de Gestão de Carbono, outros procedimentos foram alterados no cotidiano da Construtora Camargo Corrêa. Para auxiliar os gestores das obras, foi criado o Manual do Canteiro Sustentável, um guia para que sejam adotadas medidas de redução dos impactos ambientais e das emissões, além do melhor atendimento aos prazos e indicadores de produtividade nas construções.<br />
Ao invés de viagens, os profissionais passaram realizar teleconferências com maior freqüência. Nos laboratórios, a empresa realizou testes para substituir combustíveis por alternativas menos poluentes, como o biodiesel. Além disso, os motoristas dos canteiros de obras passaram por treinamentos para aprender a otimizar o uso do combustível.<br />
O consumo de energia também caiu depois que passou a ser controlado por um sistema informatizado e as caldeiras passaram a ser movidas a gás. O ar-condicionado deu lugar a uma versão mais ecológica, que reduziu as emissões de gases do efeito estufa. No canteiro de obras, ganhou mais espaço a Engenharia de Valor, conceito que diz respeito à substituição de processos e materiais por mecanismos menos poluentes.<br />
Case – UHE Serra do Facão<br />
José Augusto Braga, que atua junto à Diretoria de Engenharia da Construtora Camargo Corrêa, foi um dos responsáveis por uma das ações que integram o Plano de Gestão de Carbono da empresa. Na obra da UHE Serra do Facão, no estado de Goiás, concluída em 2010, a equipe inovou ao reduzir o consumo de cimento e, consequentemente, as emissões de gases do efeito estufa.<br />
A obra foi executada com 95% de Concreto Compacto com Rolo (CCR), material produzido com até 60% de escória (um resíduo gerado na produção de minérios), ao invés do clínquer, matéria-prima utilizada no método convencional que exige a queima e, consequentemente, a emissão de gases do efeito estufa. &#8220;A tecnologia empregada já era conhecida, mas na Camargo Corrêa inovamos por utilizá-la com este caráter ambiental&#8221;, diz Braga.<br />
Além disso, a areia artificial foi produzida a partir de rocha oriunda da escavação obrigatória da fundação da estruturas. “Com a utilização da areia artificial e substituição na totalidade da areia natural dragada do rio, deixamos de degradar o meio ambiente “, diz Braga.<br />
O Plano de Gestão de Carbono está alinhado com a Política Nacional de Mudanças Climáticas e já é reconhecido no mercado como importante medida de conscientização ambiental e transformadora. É também pioneira no setor de construção pesada no Brasil, um grande consumidor de combustível fóssil, energia elétrica, cimento e aço.<br />
&#8220;Outras empresas do setor estão olhando esse tema, têm algumas ações em andamento, mas o plano da Camargo Corrêa é diferenciado, pois foi estruturado com uma visão muito clara e com estratégia muito bem definida&#8221;, diz o engenheiro especialista em energias renováveis Ernesto Cavasin, diretor de Sustentabilidade na PriceWaterhouseCoopers, uma das mais renomadas empresas de consultoria do mundo, e consultor da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono (Abemc). &#8220;A Camargo Corrêa trouxe uma meta para redução da emissão dos gases do efeito estufa, e o diferencial é a forma como estruturou estratégia para alcançar essas metas&#8221;, aponta Cavesin.<br />
<strong><a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/01/MEIO-AMBIENTE1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter" title="MEIO-AMBIENTE1" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/01/MEIO-AMBIENTE1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></strong><br />
Como é feito o cálculo de Gases do Efeito Estufa<br />
O cálculo da quantidade de gases que as empresas do Grupo Camargo Corrêa emitem, entre elas a Construtora Camargo Corrêa, é baseado em três escopos:<br />
1º Emissões Diretas: são fontes de propriedade da empresa ou controladas por ela (combustível da empresa, veículos próprios);<br />
2º Emissões Indiretas: aquisição de energia (elétrica, vapor ou calor) de terceiros e consumida pela empresa;<br />
3º Emissões Indiretas Opcionais: produzidas fora da fronteira operacional estabelecida no inventário (ar condicionado, viagens de negócio, lixo, produção de insumos).<br />
GLOSSÁRIO<br />
Aquecimento global &#8211; Termo utilizado para o aumento da temperatura do planeta Terra. Especialistas afirmam que, nos últimos anos, o aquecimento tem sido causado principalmente pela alta concentração de poluentes na atmosfera e, também, pela ação humana. De acordo com o IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), o aquecimento será mais intenso nos continentes do que nas áreas oceânicas e mais no hemisfério norte do que no sul. Além disso, o aumento da temperatura promete acabar com as diferenças entre as estações do ano, prejudicando safras inteiras devido ao excesso de calor e chuva em épocas erradas.<br />
CO2-equivalente &#8211; Como os gases do efeito estufa têm efeitos diversos no clima, foi preciso estabelecer uma &#8220;moeda&#8221; de padronização. O carbono equivalente é calculado multiplicando-se a quantidade de emissões de um determinado gás multiplicado pelo seu efeito no clima.<br />
Combustíveis fósseis &#8211; São os materiais finitos que se extraem da terra, como o carvão, petróleo e o gás natural. Eles são formados a partir da decomposição de matéria orgânica, como animais e plantas, através de um processo que leva milhares de anos. Esses combustíveis correspondem a mais da metade das fontes de energia do mundo, servindo de base para a atividade industrial e de transportes.<br />
Efeito Estufa &#8211; Fenômeno que ocorre quando alguns gases, atuando como as paredes de vidro de uma estufa, aprisionam o calor na atmosfera da Terra, impedindo sua passagem de volta para a estratosfera.<br />
Gases de Efeito Estufa (GEE) &#8211; De acordo com o Protocolo de Kioto, há seis gases que potencializam o Efeito Estufa e devem ter suas emissões reduzidas. São eles: dióxido de carbono (CO2), óxido nitroso (N2O), metano (CH4), hidrofluorcarboneto (HFC), perfluorcarboneto (PFC) e hexofluor sufuroso (SF6).<br />
Sustentabilidade ambiental &#8211; Manutenção da capacidade de sustentação dos ecossistemas. Implica no potencial de absorção e recomposição desses sistemas, em face das interferências provocadas pelo ser humano no meio ambiente.<br />
Fontes: Planeta Sustentável<br />
LINKS DE INTERESSE<br />
IPCC Intergovernmental Panel on Climate Change &#8211; ONU<br />
//www.ipcc.ch/<br />
Planeta Sustentável<br />
//planetasustentavel.abril.com.br/<br />
Instituto Ethos:<br />
//www1.ethos.org.br<br />
Site oficial da Rio+20:<br />
//www.rio20.info/2012/<br />
United Nations Environmental Programme<br />
//www.unep.org/<br />
Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vergas<br />
//www.ces.fgvsp.br/<br />
Brasil Engenharia<br />
//www.brasilengenharia.com.br</p>
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