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	<title>CERN Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>CERN produz o primeiro feixe de anti-hidrogênio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2014 16:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, o experimento ASACUSA (sigla em inglês para Espectroscópio Atômico e Colisões Usando Antiprótons Lentos) no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez, o <a href="//home.web.cern.ch/about/experiments/asacusa">experimento ASACUSA</a> (sigla em inglês para Espectroscópio Atômico e Colisões Usando Antiprótons Lentos) no <a href="//home.web.cern.ch/">CERN</a> (Organização Européia para pesquisa nuclear) teve sucesso em produzir um feixe de átomos de anti-hidrogênio. No artigo publicado pela <a href="//www.nature.com/ncomms/index.html"><em>Nature Communications</em></a>, os cientistas informam que detectaram a presença de 80 átomos de anti-hidrogênio a 2,7 metros da sua produção, onde a influência perturbatória do campo magnético usado inicialmente para produzir os antiátomos é pequena. Este resultado é um passo significativo para a espectroscopia hiperfina dos átomos de hidrogênio.<br />
<figure id="attachment_10146" aria-describedby="caption-attachment-10146" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-10146" src="//engenharia360.com//wp-content/uploads/2014/02/asacusa.jpg" alt="O experimento ASACUSA no CERN (imagem: Yasunori Yamakazi)" width="800" height="531" /><figcaption id="caption-attachment-10146" class="wp-caption-text">O experimento ASACUSA no CERN (imagem: Yasunori Yamakazi)</figcaption></figure>
[info]
<h2 id="o-que-e-antimateria"><strong>O que é antimatéria?</strong></h2>
<p>Em 1928, o físico britânico Paul Dirac escreveu uma equação que combinava a teoria quântica e a relatividade especial para descrever o comportamento de um elétron se movendo em uma velocidade relativa. A equação (que lhe rendeu o <a href="//www.nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/1933/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">prêmio Nobel de 1933</a>) representava um problema: assim como a equação $latex x^2&amp;bg=d9edf7&amp;fg=3a87ad = 4 $ tem duas possíveis soluções ($latex x&amp;bg=d9edf7&amp;fg=3a87ad = 2 $ e $latex x&amp;bg=d9edf7&amp;fg=3a87ad = -2 $), a equação de Dirac também pode ter duas soluções: uma para uma elétron com energia positiva, e outra para um elétron com energia negativa. Mas a física clássica (e o senso comum) ditavam que a energia de uma partícula deve ser sempre um número positivo.<br />
Dirac interpretou que a equação significa que, para cada partícula deve existir a sua correspondente antipartícula, mas com carga oposta. Para cada elétron deve existir um &#8220;antielétron&#8221;, por exemplo, idêntico em todos os aspectos mas com uma carga elétrica positiva. Isso abriu a possibilidade para a existência de galáxias e universos inteiros feitos de antimatéria.<br />
Mas quando matéria e antimatéria entram em contato, elas se aniquilam, desaparecendo em um raio de energia. O Big Bang deve ter criada a mesma quantidade de matéria e antimatéria. Mas por que existe muito mais matéria que antimatéria no Universo?[/info]
Antimatéria primordial (a antimatéria que surgiu no começo do universo) nunca foi observada no universo e sua ausência continua sendo um grande enigma científico. No entanto, é possível produzir quantidades significantes de anti-hidrogênio em experimentos no CERN misturando antielétron (pósitrons) e antiprótons de baixa energia.<br />
Matéria e antimatéria se aniquilam imediatamente quando se encontram, portanto o maior desafio dos cientistas, além de produzir anti-hidrogênio, foi mantê-lo longe da matéria. Para isso, forma usados fortes campos magnéticos para manter os antiátomos tempo suficiente longe da matéria para que pudessem ser estudados.<br />
No futuro, a antimatéria podem ser o combustível para viagens espaciais. <a href="//arc.aiaa.org/doi/abs/10.2514/2.5661">Em outubro de 2000</a>, cientistas da NASA anunciaram projetos de um motor movido a antimatéria que poderia gerar um impulso enorme. Um miligrama de antimatéria seria necessário para abastecer o motor para uma viagem de um ano para Marte. Isso se deve a energia liberada quando a matéria se encontra com a antimatéria. Elas se aniquilam, e com isso é liberado cerca de 10 bilhões de vezes mais energia do que a energia liberada pela combustão de hidrogênio e carbono (o combustível utilizado em ônibus espaciais). A energia liberada é 1000 vezes maior que a energia da fissão nuclear (que ocorre em usinas nucleares) e 300 vezes maior que a energia liberada na fusão nuclear (que ocorre nas estrelas).<br />
Fonte: <a href="//home.web.cern.ch/about/updates/2014/01/antimatter-experiment-produces-first-beam-antihydrogen">CERN</a><br />
&nbsp;</p>
<hr />
<h4 id="texto-por-douglas-moura-estudante-de-engenharia-civil-saxofonista-amador-e-programador-auto-didata-acredita-que-pode-mudar-o-mundo-um-passo-de-cada-vez-ama-jazz-software-livre-e"><strong><span style="color: #ff0000;">+</span> Texto por Douglas Moura.</strong> Estudante de Engenharia Civil, saxofonista amador e programador auto-didata, acredita que pode mudar o mundo um passo de cada vez. Ama jazz, software livre e ciências exatas.</h4>
<hr />
<h4 id="quer-ter-seu-texto-publicado-aqui-nos-envie-por-email-para-contatoengenharia360-com-e-se-o-conteudo-for-aprovado-nos-publicamos"><strong><span style="color: #000000;">Quer ter seu texto publicado aqui?</span></strong> Nos envie por email para contato@engenharia360.com e se o conteúdo for aprovado nós publicamos!</h4>
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