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	<title>cratera Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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		<title>Cratera se abre em Ouro Preto &#8211; MG e mina é descoberta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helberte Braz S. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Minas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mina com 14 metros de comprimento, 150 centímetros de largura e 6 metros de altura foi descoberta&#8230;</p>
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<p>Uma mina com 14 metros de comprimento, 150 centímetros de largura e 6 metros de altura foi descoberta após a abertura de uma cratera em frente a uma casa no Bairro Alto da Cruz, sugerindo que o desabamento tem alimentado temores de outras casas, que foram construídas durante o ciclo do ouro no século XVIII.</p>



<p>Hernani Mota, professor do Departamento de Engenharia de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto (<a href="https://ufop.br/">UFOP</a>), acompanhado pela defesa civil e bombeiros, concluiu, após uma análise preliminar, que a casa foi construída sobre uma rocha mais resistente do que aquela que desmoronou. </p>



<p>De acordo com a prefeitura de Ouro Preto, a orientação da defesa civil é que, após o período de chuvas, a cavidade a céu aberto seja preenchida com rochas e outros trabalhos sejam realizados para garantir a segurança dos moradores. Entretanto, a administração municipal salientou que o local será permanentemente monitorizado pela defesa Civil.</p>



<p>De acordo com engenheiros especializados em mapeamento de minas subterrâneas, a mina está em propriedade privada e os moradores vão tentar desobstruir a boca da mina, local original de entrada. Apesar de o pavilhão ser pequeno, a nova mina pode ser considerada uma atração turística para quem quiser conhecer o circuito de minas da cidade, mas isso vai depender da autorização da defesa civil.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="820" height="540" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/image.png" alt="" class="wp-image-80580" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/image.png 820w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/image-300x198.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/image-768x506.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/image-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/image-380x250.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/image-800x527.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/02/image-600x395.png 600w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /><figcaption>Fonte: Prefeitura de Ouro Preto / Jornal Estado de Minas Gerais</figcaption></figure>



<h2 id="catalogo-de-minas" class="wp-block-heading">Catálogo de Minas</h2>



<p>Engenheiro diz que a mina ainda não tem nome de batismo, mas será uma nova adição ao catálogo, pensada para manter na memória todos os vestígios do período histórico, não apenas arquitetônico. Ao todo, o professor Ufop mapeou outras 170 minas subterrâneas na cidade, muitas delas na Serra de Ouro Preto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O catálogo é um projeto de pesquisa da Ufop e pretende colaborar com a memória das minas antigas de Ouro Preto, que, atualmente, fazem parte da cidade e dos primórdios da história da mineração brasileira.”</p></blockquote>



<p>O catálogo indica que a 500 metros da mina mais próxima da Rua Maestro Joaquim Aniceto, outra mina da Rua XV de Agosto está abandonada e em estado de colapso.</p>



<p>Muitas dessas minas se tornaram parte das explorações científicas e turísticas da cidade. Uma delas é a mina Felipe dos Santos, que ficou aberta até 2019 e foi desativada após a movimentação do teto e das paredes dentro da mina. </p>



<p>Nem todas as minas catalogadas estão em risco de colapso. Uma delas também fica próximo à nova mina, a José Augusto, serve para extração de água, e não tem histórico de colapsos internos ou acidentes.</p>



<p>Considerada a mina mais visitada pelos turistas, a mina Chico Rei guarda histórias de resistência, fé e libertação que foram passadas de geração em geração. Na época colonial era chamada de Mina da Encardeira. Depois, segundo a tradição oral, foi adquirida por Chico Rei durante o ciclo de ouro. Quando foi redescoberta na década de 1950, foi renomeada em homenagem ao homem escravizado que usou o dinheiro da mineração de ouro para comprar a liberdade para si e sua família.</p>



<p><span class="has-inline-color has-secondary-color">Fonte: Jornal Estado de Minas Gerais</span></p>
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