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	<title>Cristiana Furlan Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Cristiana Furlan Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Em tempos de confinamento em casa&#8230; Que tal entender o confinamento do concreto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiana Furlan]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A economia na construção de edifícios altos frequentemente leva ao uso de concreto de resistência maior em pilares&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia na construção de <a href="https://blogdaengenharia.com/entenda-a-engenharia-de-estruturas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edifícios altos</a> frequentemente leva ao uso de concreto de resistência maior em pilares do que aquele usado em lajes e vigas, pois, sendo um edifício de altura elevada, os esforços solicitantes de compressão nos pilares tornam-se cada vez maiores.</p>
<p style="text-align: center">[image lightbox=&#8221;1&#8243; caption=&#8221;Edifícios altos&#8221;]https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/office-mirrored-tall-buildings_23-2148184259.jpg[/image]
<p>O aumento da resistência do concreto do pilar está diretamente relacionado com a sua capacidade de suportar este tipo de esforço. Como o concreto com resistência maior tem um custo mais elevado que o de resistência menor, adota-se o concreto de resistência maior apenas aonde necessário, ou seja, nos pilares, e o de resistência menor em todo o restante da estrutura, porém essa solução gera algumas complicações construtivas.</p>
<p>Mas como resolver?</p>
<p>Uma maneira de se realizar tal feito é preencher-se a área correspondente aos pilares nas lajes ou vigas com o concreto de resistência maior, o que para o caso de lajes planas apoiadas em pilares, apresenta uma grande vantagem, pois se formam capitéis embutidos que contribuem para o aumento da resistência à punção. Essa solução é apresentada no item 10.13 do ACI 318, 2002, denominada de <em>puddling</em>, que ainda sugere que se estenda essa massa de concreto de resistência maior por 60 cm além da área do pilar. Por outro lado, sua realização efetiva é um tanto quanto dificultosa e resulta em uma solução de qualidade questionável por causa da junta e da má vibração na borda do <em>puddling</em>, além de consumir um tempo considerável para sua execução.</p>
<p style="text-align: center">[image lightbox=&#8221;1&#8243; caption=&#8221;Puddling&#8221;]https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/Pudling.png[/image]
<p>O confinamento pode ser entendido como a restrição da deformação lateral de elementos submetidos a forças axiais por efeito de Poisson. Em decorrência do confinamento ocorrem tensões de compressão triaxial. Ele gera uma compressão transversal que pode ser obtida com a aplicação de pressão ativa, ou de forma passiva, por meio de armaduras transversais e camisas envolventes.</p>
<p>Como um material friccional, o concreto é sensível a pressões hidrostáticas. Quando submetido a tensões confinantes, apresenta um ganho de resistência e ductilidade. Segundo <a href="https://www.fib-international.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fedération Internationale du Béton</a>-FIB, 1999, concretos de uso corrente possuem cerca de 75% em volume de agregados. Os agregados são os componentes mais rígidos do concreto e as forças de compressão caminham preferencialmente por meio deles, figura 1-a. Para o equilíbrio são necessárias componentes laterais, que são provenientes da coesão da pasta de cimento, figura 2.1-b. Quando se supera esta coesão, surgem as primeiras microfissuras entre agregados e a pasta de cimento, Figura 2.1-c. As microfissuras crescem com o aumento da carga e o concreto rompe com fissuração paralela à aplicação da carga. O confinamento atua aumentando o efeito da coesão, possibilitando um aumento de resistência, figura 2.1-d. Quando o confinamento é obtido por meio de armaduras transversais, são necessárias grandes deformações laterais para mobilizá-lo e, consequentemente, ocorre um grande aumento da ductilidade.</p>
<p style="text-align: center">[image lightbox=&#8221;1&#8243; caption=&#8221;Figura 1 Efeito do confinamento sobre o concreto&#8221;]https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/06/0001-1.jpg[/image]
<p>Confinamento do concreto em pilares</p>
<p>Pilares com diferentes resistências de concreto ao longo da altura ocorrem, entre outros casos, na interface pilar-laje, por exemplo. O confinamento na região de concreto menos resistente é proporcionado pela laje que o rodeia, pela armadura da mesma e pelo concreto do próprio pilar localizado acima e abaixo da camada da laje, Bianchini, 1960.</p>
<p>Destacam-se como principais parâmetros que influenciam o comportamento do pilar como sendo: resistência do concreto à compressão, posição relativa do pilar, relação entre a espessura da laje ou viga e a dimensão da seção do pilar, forma da seção do pilar, carga na laje, armadura da laje e finalmente armadura do pilar.</p>
<p>Este tema é amplo e será mais abordado em outros artigos.</p>
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