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	<title>fontes renováveis Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>fontes renováveis Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Desenvolvimento de Tecnologias de Hidrogênio Verde para Energia Sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 17:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento de hidrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[células de combustível]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O hidrogênio verde está se destacando como uma das principais alternativas para a transição energética sustentável. Este combustível é produzido utilizando fontes renováveis, como a energia solar e eólica, para alimentar o processo de eletrólise da água, que separa o hidrogênio do oxigênio. A importância do hidrogênio verde reside no seu potencial de substituir combustíveis fósseis, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e apoiar a criação de uma economia de energia limpa.</p>



<h3 id="avancos-na-producao-de-hidrogenio-verde" class="wp-block-heading"><strong>Avanços na Produção de Hidrogênio Verde</strong></h3>



<p><strong>Produção por Eletrólise</strong></p>



<p>A eletrólise da água é a principal tecnologia para a produção de hidrogênio verde. Este processo envolve a aplicação de uma corrente elétrica para dividir a água em hidrogênio e oxigênio. Recentemente, houve avanços significativos na eficiência dos eletrolisadores, reduzindo os custos e aumentando a viabilidade comercial do hidrogênio verde.</p>



<p>Os novos desenvolvimentos em eletrolisadores de membrana de troca de prótons (PEM) e alcalinos estão permitindo uma produção mais eficiente e econômica de hidrogênio verde. A pesquisa contínua está focada em melhorar a durabilidade e a eficiência destes sistemas, bem como em reduzir a necessidade de metais preciosos, como platina, que são atualmente utilizados como catalisadores.</p>



<p><strong>Integração com Energias Renováveis</strong></p>



<p>A integração da produção de hidrogênio verde com fontes de energia renovável, como solar e eólica, é crucial para maximizar os benefícios ambientais. Sistemas híbridos que combinam a geração de energia renovável com a eletrólise estão sendo desenvolvidos para operar de maneira eficiente, mesmo com a intermitência inerente às fontes renováveis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/H2-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-96089" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/H2-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/H2-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/H2-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/H2-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/H2-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/H2-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/H2-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/H2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Projetos piloto em diversas partes do mundo estão demonstrando a viabilidade de usar energia eólica offshore e grandes instalações solares para alimentar a produção de hidrogênio verde. Dessa forma, esses projetos estão criando um caminho para uma adoção mais ampla e para a redução dos custos de produção, através de economias de escala e inovação tecnológica.</p>



<h3 id="avancos-no-armazenamento-de-hidrogenio-verde" class="wp-block-heading"><strong>Avanços no Armazenamento de Hidrogênio Verde</strong></h3>



<p><strong>Armazenamento em Estado Sólido</strong></p>



<p>Uma das maiores barreiras para a adoção do hidrogênio verde é o armazenamento seguro e eficiente. Recentemente, houve avanços no desenvolvimento de materiais de armazenamento de hidrogênio em estado sólido, como hidretos metálicos, que podem armazenar hidrogênio de forma compacta e segura. Desse modo, esses materiais são capazes de liberar hidrogênio sob condições controladas, tornando-os ideais para aplicações móveis e estacionárias.</p>



<p><strong>Armazenamento em Estado Líquido</strong></p>



<p>O armazenamento de hidrogênio em forma líquida também está avançando, com melhorias nas tecnologias de liquefação e isolamento térmico. O hidrogênio líquido tem maior densidade de energia que o gasoso, sendo vantajoso para transporte marítimo, aéreo e longas distâncias.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-96090" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Soluções de Armazenamento Modular</strong></p>



<p>Soluções modulares de armazenamento de hidrogênio facilitam a integração em diversas aplicações, de pequenas unidades de geração até grandes instalações industriais. Sistemas modulares permitem escalabilidade fácil e flexível, adaptando-se a necessidades específicas e promovendo a adoção do hidrogênio verde.</p>



<h3 id="hidrogenio-verde-como-alternativa-energetica-sustentavel" class="wp-block-heading"><strong>Hidrogênio Verde como Alternativa Energética Sustentável</strong></h3>



<p><strong>Redução de Emissões de Carbono</strong></p>



<p>O hidrogênio verde oferece uma solução promissora para a descarbonização de diversos setores da economia, incluindo transporte, indústria e geração de eletricidade. Dessa forma, ao substituir combustíveis fósseis, o hidrogênio verde pode ajudar a reduzir significativamente as emissões de dióxido de carbono e outros poluentes atmosféricos.</p>



<p><strong>Aplicações Industriais e Comerciais</strong></p>



<p>Na indústria, o hidrogênio verde pode ser usado como matéria-prima em processos que atualmente dependem de hidrogênio cinza, produzido a partir de gás natural. Setores como a produção de aço, refino de petróleo e fabricação de amônia estão explorando o uso de hidrogênio verde para diminuir sua pegada de carbono.</p>



<p>No setor de transporte, veículos movidos a células de combustível de hidrogênio estão ganhando espaço como uma alternativa limpa aos veículos a combustão interna. Assim, esses veículos oferecem uma autonomia comparável à dos veículos tradicionais e podem ser reabastecidos rapidamente, semelhante aos veículos a gasolina.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-2-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-96091" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-2-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-2-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-2-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-2-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-2-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-2-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-2-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/hidrogenio-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Infraestrutura e Políticas de Incentivo</strong></p>



<p>A expansão da infraestrutura de produção, armazenamento e distribuição de hidrogênio verde é fundamental para sua adoção em larga escala. Assim, governos ao redor do mundo estão implementando políticas de incentivo e programas de financiamento para apoiar a pesquisa, desenvolvimento e implantação de tecnologias de hidrogênio verde.</p>



<h3 id="conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h3>



<p>Por fim, os avanços nas tecnologias de produção e armazenamento de hidrogênio verde estão tornando esta alternativa energética cada vez mais viável e atraente. Com o apoio de políticas públicas e investimentos em infraestrutura, o hidrogênio verde pode desempenhar um papel crucial na transição para uma economia de energia sustentável e de baixo carbono. Então, para mais informações e atualizações sobre inovações em energias sustentáveis, acesse o <a href="https://www.blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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		<title>Energia Solar Supera o Carvão e Se Torna a Fonte Mais Barata na Ásia: O Que Isso Significa para o Futuro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Talles Gaspar Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 17:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança Energética]]></category>
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		<category><![CDATA[Transição Energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ásia, continente que abriga algumas das economias que mais crescem no mundo, está testemunhando uma revolução energética&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Ásia, continente que abriga algumas das economias que mais crescem no mundo, está testemunhando uma revolução energética significativa: a energia solar ultrapassou o carvão como a fonte de energia mais barata. Este desenvolvimento não apenas marca um ponto de virada crucial na transição energética global, mas também destaca o potencial transformador da energia solar na mitigação das mudanças climáticas e no fortalecimento da segurança energética.</p>



<h2 id="a-ascensao-da-energia-solar-na-asia" class="wp-block-heading">A Ascensão da Energia Solar na Ásia</h2>



<p>A transição para a energia solar na Ásia não aconteceu da noite para o dia. Foi o resultado de anos de investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento, políticas favoráveis e avanços tecnológicos que reduziram drasticamente o custo dos painéis solares. Países como a China e a Índia, que historicamente dependiam fortemente do carvão para suas necessidades energéticas, estão agora na vanguarda desta transformação, implementando projetos de energia solar em larga escala.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1024x720.jpg" alt="solar" class="wp-image-94713" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="superando-o-carvao-um-marco-economico-e-ambiental" class="wp-block-heading">Superando o Carvão: Um Marco Econômico e Ambiental?</h2>



<p>A queda nos preços da energia solar, agora mais barata que o carvão, representa um marco tanto econômico quanto ambiental. Economicamente, oferece uma alternativa mais acessível para países em desenvolvimento ampliarem sua infraestrutura energética sem comprometer o crescimento econômico. Ambientalmente, é uma vitória significativa na luta contra as mudanças climáticas, já que a energia solar é uma fonte limpa e renovável que reduz a dependência de combustíveis fósseis e suas emissões de gases de efeito estufa. Entretanto, não podemos esquecer da geração de resíduos o da destinação final das placas que apresentam defeitos e/ou sofrem danos ao longo do tempo. Precisamos avançar em termos de reciclagem e reutilização desses materiais para que, juntos, possamos caminhar para uma energia fotovoltáica ainda mais sustentável.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1-1024x720.jpg" alt="solar" class="wp-image-94714" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/03/solar-1-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="implicacoes-para-o-futuro-da-energia" class="wp-block-heading">Implicações para o Futuro da Energia</h2>



<p>A ascensão da energia solar tem implicações profundas para o futuro do setor energético. Primeiro, sinaliza uma mudança nos padrões de investimento, com mais capitais sendo alocados para energias renováveis. Segundo, incentiva a inovação e a competição no mercado de energia, potencializando o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções de armazenamento de energia. Terceiro, fortalece a segurança energética, reduzindo a dependência de importações de combustíveis fósseis e promovendo a diversificação das fontes de energia.</p>



<h2 id="desafios-e-oportunidades" class="wp-block-heading">Desafios e Oportunidades</h2>



<p>Apesar deste progresso notável, a transição para a energia solar na Ásia e em todo o mundo enfrenta vários desafios. Questões como a intermitência da energia solar, a necessidade de melhorias na infraestrutura de rede e o acesso a financiamento adequado permanecem como obstáculos significativos. Além disso, questões ambientais como a correta destinação dos resíduos e insumos utilizados para a fabricação das placas e até mesmo sua reciclagem após sua vida útil ainda são grande desafios que devemos enfrentar. No entanto, estas também representam oportunidades para inovação e colaboração internacional no desenvolvimento de soluções robustas para um futuro energético sustentável.</p>



<h2 id="conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>A superação do carvão pela energia solar como a fonte de energia mais barata na Ásia é um testemunho do potencial transformador das energias renováveis. Este marco não apenas acelera a transição global para uma matriz energética mais limpa e sustentável, mas também oferece uma via econômica para combater as mudanças climáticas e fortalecer a segurança energética. Enquanto os desafios permanecem, o caminho a seguir está claro: a energia solar está pronta para desempenhar um papel central no futuro da energia.</p>



<p><strong>Leia também:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/38-bilhoes-de-toneladas-de-residuos-solidos-ate-2050-e-a-engenharia/"><span style="text-decoration: underline;">3,8 Bilhões de Toneladas: O Futuro dos Resíduos Sólidos até 2050</span></a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Fontes renováveis (Parte 2): Energia da Biomassa</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/fontes-renovaveis-parte-2-energia-da-biomassa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fontes-renovaveis-parte-2-energia-da-biomassa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Charles Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 11:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
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		<category><![CDATA[energia renovavel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A energia da biomassa é uma das fontes energéticas com maior potencial de crescimento nos próximos anos. Sendo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A energia da biomassa é uma das fontes energéticas com maior potencial de crescimento nos próximos anos.</p>
<p>Sendo a fonte de energia com a quarta maior participação na <a href="https://www.epe.gov.br/sites-pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/PublicacoesArquivos/publicacao-479/topico-521/Relato%CC%81rio%20Si%CC%81ntese%20BEN%202020-ab%202019_Final.pdf">matriz elétrica brasileira</a> no ano de 2019, representando  8,4% do total, o uso da biomassa no Brasil ainda tem bastante espaço para crescer.</p>
<p>Essa segunda parte da série de artigos sobre <a href="https://blogdaengenharia.com/fontes-renovaveis-parte-1-energia-eolica/">fontes renováveis</a> busca apresentar informações gerais sobre a energia da biomassa e enfatizar sua importância na transição energética.</p>
<h3 id="o-que-e-biomassa">O que é Biomassa ?</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://sierraclub.typepad.com/.a/6a00d83451b96069e201156ecce7d4970c-pi" alt="biomassa" width="347" height="346" /></p>
<p>Biomassa é toda matéria orgânica recente de origem animal ou vegetal usada com a finalidade de gerar energia.</p>
<p>O termo &#8220;recente&#8221; na definição de biomassa é importante, pois exclui os tradicionais combustíveis fósseis. Embora o carvão mineral, por exemplo, tenha origem vegetal, ele é resultado de transformações  que requerem milhões de anos para acontecerem. Logo, ele não é <a href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">renovável</a>.</p>
<p>De acordo com a sua origem, a biomassa pode ser classificada em: florestal (lenha), agrícola (soja, cana-de-açúcar) e rejeitos urbanos e industriais (biodegradáveis, no estado sólido ou líquido).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://whatsupgermany.de//wp-content/uploads/2016/02/2016-01-page-11-image-2l.jpg" alt="biomassa" width="515" height="378" /></p>
<p>Os tipos de biomassa mais utilizados são a lenha, bagaço de cana-de-açúcar, papel, papelão, galhos e folhas de árvores, etc.</p>
<p>A energia da biomassa é bastante utilizada por usinas termelétricas, e o uso de sistemas de <a href="https://www.ecycle.com.br/2970-biomassa">cogeração</a>, que conciliam a geração de energia elétrica através da biomassa à produção de calor vem se tornando cada vez mais comum.</p>
<h3 id="biomassa-e-cogeracao">Biomassa e cogeração</h3>
<p>Como dito anteriormente, a cogeração é responsável por utilizar o calor que era antes perdido para o ambiente durante geração de energia elétrica, fazendo com que a eficiência energética do sistema como um todo seja aumentada.</p>
<p>Através da cogeração, o aproveitamento da energia contida no combustível pode ultrapassar 80 %.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.eosconsultores.com.br/wp-content/uploads/2019/01/info_258-e1547647675485.jpg" alt="cogeração" width="539" height="325" /></p>
<p>Um exemplo interessante de cogeração está presente em parte das usinas de cana-de-açúcar. Em um primeiro processo, o caldo da cana é usado para produção de etanol, e o bagaço que sobra é então utilizado como combustível em uma caldeira.</p>
<p>O calor oriundo da queima do bagaço serve para gerar vapor d&#8217;água, que por sua vez gira uma turbina na qual há um gerador elétrico acoplado, convertendo energia mecânica em elétrica.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://petronoticias.com.br/wp-content/uploads/2015/01/cana.jpg" alt="cana de açúcar" width="507" height="317" /></p>
<p>Vale mencionar que algumas usinas de açúcar e álcool se tornaram autossuficientes em energia elétrica através dessa prática. Além disso, ainda existe a possibilidade de produzir etanol a partir do bagaço, o chamado <a href="https://petrobras.com.br/fatos-e-dados/conheca-o-etanol-produzido-com-bagaco-de-cana.htm?gclid=Cj0KEQiAl7KmBRDW6s-Xi_uT9OgBEiQAZdbbSePM5GpV0bJdzIowhRN93e-5m-WjeCG9NTn_Uaz-HwkaAj-g8P8HAQ">etanol de segunda geração</a>.</p>
<h3 id="processos-de-conversao-da-biomassa">Processos de conversão da biomassa</h3>
<p>Existem alguns processos para converter a biomassa em energia. Os principais são:</p>
<p><strong>Combustão direta: </strong>na qual a queima da biomassa é realizada a altas temperaturas na presença abundante de oxigênio, podendo ocorrer em fogões (cocção de alimentos), fornos (metalurgia) e caldeiras, para produção de vapor.</p>
<p><strong>Digestão anaeróbia: </strong>na qual consiste em decompor o material orgânico pela ação de bactérias. Ela ocorre na ausência de oxigênio e seu produto final é o biogás, composto basicamente de metano (CH4) e dióxido de carbono (CO2).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2008/09/biodigestor-620937551.jpg" alt="Biodigestor" width="482" height="322" /></p>
<p><strong>Pirólise: </strong>técnica na qual converte um combustível sólido (normalmente lenha) em outro de maior conteúdo energético (carvão). Consiste no aquecimento do material entre 300 ºC e 500 ºC, na &#8220;quase ausência&#8221; de oxigênio, até a extração do material volátil. Seu principal produto final é o carvão vegetal.</p>
<p><strong>Fermentação: </strong>técnica na qual os açúcares de plantas como milho, baterraba e  cana-de-açúcar são convertidos em álcool pela ação de microorganismos (geralmente leveduras). O produto final é o etanol na forma de álcool hidratado e, em menor escala, o álcool anidro (com menos de 1% de água). O primeiro é usado como combustível puro e o segundo é misturado à gasolina.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://diariodopoder.com.br/wp-content/uploads/2018/05/venda-de-etanol-no-posto.jpg" alt="ANP já não vê impedimento para venda direta de etanol das usinas aos postos - Diário do Poder" width="480" height="271" /></p>
<h3 id="biomassa-no-brasil">Biomassa no Brasil</h3>
<p>Segundo o Balanço Energético Nacional 2020 (ano base 2019), o avanço da oferta de biomassa de cana e biodiesel em 2019 contribuíram para que a matriz energética brasileira mantivesse um patamar renovável muito superior ao observado no mundo.</p>
<p>Como dito anteriormente, a biomassa foi a quarta fonte de energia em participação na matriz, sendo a terceira entre as renováveis. Ficando atrás da hidráulica (64,9%) e da eólica (8,6%).</p>
<p>Com relação aos biocombustíveis, o Brasil foi um dos países pioneiros na produção de etanol. E instituições como a Embrapa desenvolvem pesquisas de referência internacional com respeito à produção de biocombustíveis sólidos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://susinescoramentos.com.br/wp-content/uploads/2019/05/briquetes.jpg" alt="Briquetes " width="465" height="310" /></p>
<p>Também chamados de briquetes, esses materiais sólidos podem ser usados como substitutos da lenha em fornos de restaurantes e caldeiras industriais. Os briquetes são obtidos a partir da compactação de materiais como serragem, bagaço de cana e casca de arroz.</p>
<p>Com respeito ao potencial brasileiro no uso da biomassa, o país é privilegiado pela sua extensão territorial, a qual permite uma exploração eficiente e sustentável da biomassa.</p>
<p>Além disso, dadas as proporções da indústria agrícola brasileira, é possível considerá-la uma grande geradora de resíduos, que, por sua vez, são importantes formas de biomassa para produção energética.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://bichosdecampo.com/wp-content/uploads/2019/06/residuos-agr%C3%ADcolas.jpg" alt="resíduo agrícola" width="496" height="279" /></p>
<p>Não só os resíduos agrícolas, mas também os resíduos sólidos urbanos são produtos importantes para a geração de energia e precisam ser mais explorados.</p>
<p>Dado esse contexto, nota-se que a biomassa é uma fonte renovável bastante relevante para a transição energética brasileira, contribuindo para uma matriz energética mais renovável.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fontes renováveis (Parte 1): Energia Eólica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Charles Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[aerogeradores]]></category>
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		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A energia eólica é uma das fontes renováveis de energia que mais crescem no mundo atualmente. Buscando mostrar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A energia eólica é uma das fontes renováveis de energia que mais crescem no mundo atualmente.</p>
<p>Buscando mostrar aspectos importantes de algumas <a href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">fontes renováveis</a>, essa primeira parte, de uma série de artigos, aborda a energia eólica e suas características.</p>
<h3 id="a-energia-eolica-ao-longo-do-tempo">A Energia Eólica ao longo do tempo</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.altenergymag.com/images/upload/images/81465792(1).jpg" alt="história da energia eólica" width="534" height="278" /></p>
<p>Há muito <a href="https://www.altenergymag.com/article/2015/04/wind-energy-timeline-%E2%80%93-from-persian-windmills-crushing-grains-to-vesta%E2%80%99s-wind-turbines-churning-out-8-mw-of-output/19496">tempo</a> o homem utiliza a força dos ventos para realizar certas atividades. Desde a moagem de grãos pelos persas, alguns séculos depois de Cristo, até a geração de eletricidade com os aerogeradores modernos. Sem contar o uso do vento para impulsionar embarcações, que datam de bem antes da Era Cristã.</p>
<p>Um aspecto importante a ser mencionado é a diferença na tecnologia empregada nos chamados moinhos de vento ao longo dos anos.</p>
<p>No início eles apresentavam em sua maioria eixos verticais. E depois, os moinhos de vento com eixo horizontal foram se tornando mais comuns (Obs.: mais informações no tópico &#8220;Tipos de aerogeradores&#8221;).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://dutchreview.com/wp-content/uploads/windmill-2168381_1920.jpg" alt="moinho de vento" width="435" height="327" /></p>
<p>Por volta dos anos 1800, foi criado nos Estados Unidos um moinho de vento que ficou bastante conhecido no mundo inteiro, o moinho de Halladay. Ele apresenta várias pás e seu uso é voltado para o bombeamento de água.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://s3.amazonaws.com/newhobbyfarms.com/wp-content/uploads/07131518/windmill_istock.jpg" alt="moinho de vento" width="490" height="283" /></p>
<p>Os aerogeradores como conhecemos hoje surgiram no século passado. Alguns países da Europa e os Estados Unidos foram pioneiros no desenvolvimento dessas máquinas.</p>
<p>O primeiro aerogerador de 1 MW entrou em operação em 1941, e hoje, tem-se notícias de aerogeradores para uso <a href="https://www.iberdrola.com/meio-ambiente/como-funcionam-os-parques-eolicos-offshore">offshore</a> (no mar) de mais de 10 MW, com diâmetros do rotor de mais de 150 metros.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://cdn.vox-cdn.com/thumbor/s118hkInZNbDMSX6IUmt85GE94A=/0x0:1280x854/1200x800/filters:focal(538x325:742x529)/cdn.vox-cdn.com/uploads/chorus_image/image/59852371/IMG_0441.0.jpg" alt="eolica offshore" width="485" height="323" /></p>
<h3 id="como-os-aerogeradores-funcionam">Como os aerogeradores funcionam ?</h3>
<p>O princípio de funcionamento de um aerogerador consiste na conversão da energia cinética do vento em energia elétrica.</p>
<p>O formato aerodinâmico das pás dos aerogeradores faz com que o vento, ao atingi-las, gere uma força que proporciona o giro do rotor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://electricalacademia.com/wp-content/uploads/2018/08/Figure-1-2.png" alt="aerogerador" width="448" height="357" /></p>
<p>O eixo que fica acoplado ao rotor apresenta baixa rotação. Então geralmente tem-se uma caixa multiplicadora, responsável por elevar a rotação a níveis compatíveis com o gerador elétrico.</p>
<p>É interessante dizer que os aerogeradores modernos apresentam controles importantes. O controle de pitch faz com que a pá gire em torno do seu próprio eixo, modificando a velocidade de rotação do rotor.</p>
<p>O controle de yaw é responsável por deixar o rotor sempre perpendicular à direção do vento. Dessa forma, o aerogerador consegue extrair a quantidade máxima de energia.</p>
<h3 id="tipos-de-aerogeradores">Tipos de aerogeradores</h3>
<p>Como mencionado anteriormente, existem aerogeradores de eixo vertical e horizontal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.researchgate.net/profile/Peter_Kozak/publication/263161316/figure/fig3/AS:669407353266183@1536610558184/The-major-wind-turbine-types-including-the-propeller-type-horizontalaxis-wind-turbine.ppm" alt="turbinas eolicas" width="473" height="261" /></p>
<p>A força gerada quando o vento atinge as pás pode ser decomposta em duas componentes. Uma componente de arrasto (drag) e outra de sustentação (lift).</p>
<p>Os aerogeradores de eixo vertical de forma geral utilizam a componente de arrasto para girar o rotor. Por outro lado, os de eixo horizontal utilizam a componente de sustentação.</p>
<p>A utilização da componente de sustentação acaba sendo a opção mais eficiente. Logo, os aerogeradores que apresentam controle de pitch buscam maximizar a componente de sustentação e diminuir a de arrasto através da rotação da pá.</p>
<p><span style="font-size: 1.1429rem"> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a2/Airfoil_lift_and_drag.jpg" alt="File:Airfoil lift and drag.jpg - Wikimedia Commons" width="442" height="244" /></span></p>
<p>É importante mencionar que os aerogeradores de eixo vertical não necessitam de controle de yaw, uma vez que o giro do rotor independe da direção do fluxo do vento.</p>
<h3 id="energia-eolica-no-brasil">Energia Eólica no Brasil</h3>
<p>A matriz elétrica brasileira é conhecida pela predominância das fontes renováveis de energia. Dentre essas fontes, a energia eólica tem grande destaque.</p>
<p>O primeiro aerogerador instalado no Brasil entrou em operação em 1992 em Fernando de Noronha, resultado da parceria entre o antigo Centro Brasileiro de Energia Eólica (CBEE) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Companhia Energética de Pernambuco (CELPE), com financiamento do instituto de pesquisas dinamarquês Folkecenter.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www2.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/energia_eolica/images/fig6_7.jpg" alt="eolica fernando de noronha" width="331" height="297" /></p>
<p>No ano de 2009 foi realizado o primeiro leilão exclusivo para a fonte <a href="http://abeeolica.org.br/dados-abeeolica/">eólica</a> e em 2019 as eólicas assumiram o segundo lugar na matriz elétrica, passando de aproximadamente 600 MW para 15,45 GW de capacidade instalada na última década.</p>
<p>Essa potência instalada deixa o Brasil no sétimo lugar no ranking mundial de capacidade instalada de energia eólica.</p>
<p>As regiões brasileiras que mais utilizam a força dos ventos para geração de eletricidade são a região Sul e Nordeste. Nessa última, estão instalados mais de 80 % dos parques eólicos nacionais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/976/cpsprodpb/1D13/production/_109034470_dsc01142.jpg" alt="eolica nordeste" width="579" height="325" /></p>
<p>É importante dizer que o Brasil apresenta ventos com características ideais para a geração de energia, resultando em centrais eólicas com alta produtividade.</p>
<p>O fator de capacidade (relação entre a produção efetiva e a capacidade máxima de produção em um mesmo período de tempo) médio das eólicas no mundo é de aproximadamente 25 %, enquanto a média nacional é superior a 40 %.</p>
<p>Nesse cenário, nota-se a importância da energia eólica para o país, gerando energia limpa e atraindo investimentos do mundo inteiro.</p>
<h3 id="avancos-e-desafios-da-energia-eolica">Avanços e desafios da Energia Eólica</h3>
<p>Um dos avanços tecnológicos mais notáveis no setor eólico é a evolução do tamanho das máquinas.</p>
<p>Aerogeradores maiores conseguem captar ventos de maior intensidade, os quais ocorrem nas camadas mais elevadas da atmosfera, resultando numa maior geração de energia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.researchgate.net/profile/Ceres_Cavalcanti/publication/294718664/figure/fig1/AS:329747277074433@1455629285808/Figura-2-Crescimento-dos-aerogeradores-diametro-do-rotor-altura-de-torre-e-potencia.png" alt="Crescimento dos aerogeradores – diâmetro do rotor, altura de torre e... | Download Scientific Diagram" width="576" height="287" /></p>
<p>Essas máquinas maiores acabam sendo mais utilizadas na aplicação offshore, a qual apresenta em geral um maior recurso eólico se comparada a onshore devido aos ventos mais intensos em alto mar por falta de obstáculos.</p>
<p>Vários desafios são encontrados na aplicação offshore. Desde os desafios tecnológicos de desenvolver máquinas cada vez maiores e fundações seguras, por exemplo, até desafios logísticos no transporte de componentes tão grandes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.energy.gov/sites/prod/files/styles/borealis_article_hero_respondmedium/public/offshore%20wind%20crop.jpg?itok=9Ux-vJ3r" alt="eolica offshore" width="525" height="344" /></p>
<p>Além disso, no Brasil ainda não há uma regulamentação ambiental específica para tal aplicação. Isso faz com que projetos eólicos desse tipo encontrem dificuldades de implantação.</p>
<p>Com relação à área de materiais, na fabricação das pás dos aerogeradores, o material utilizado em geral é a fibra de vidro. Porém, atualmente vem sendo cada vez mais comum encontrar pás de fibra de carbono, sendo mais leves e resistentes.</p>
<p>Uma aplicação que já é comum em alguns países europeus mas que é rara no Brasil é o uso de aerogeradores de pequeno porte em ambiente urbano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.thegreenage.co.uk/wp-content/uploads/2019/12/shutterstock_97381529.jpg" alt="mini aerogerador" width="486" height="336" /></p>
<p>Embora essa aplicação apresente alguns pontos negativos como os ventos mais fracos na cidade por conta da presença de vários obstáculos e o ruído gerado pelas máquinas, ela se torna uma alternativa para os proprietários das residências que desejam gerar sua própria energia e não têm áreas livres para instalação em sua propriedade.</p>
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