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	<title>geraçao de energia Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>geraçao de energia Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Conheça as Usinas Hidrelétricas Reversíveis (UHRs)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Charles Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 20:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A predominância da geração hidráulica na matriz elétrica brasileira é bastante conhecida.</p>
<p>Sua participação chegou a mais de 80 % nos anos 80 e 90, e hoje representa pouco mais de 60%.</p>
<p>Embora a parcela correspondente às usinas hidrelétricas tradicionais ainda seja expressiva, o <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/09/hidreletrica-perde-espaco-e-brasil-busca-prever-vento-e-sol-para-operacao-de-energia.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="undefined (opens in a new tab)">protagonismo</a>  vem sendo perdido, e fontes renováveis como eólica e solar vem ganhando cada vez mais espaço.</p>
<p>Nesse contexto de penetração de energias renováveis não controláveis, o uso de Usinas Hidrelétricas Reversíveis (UHRs) vem sendo discutido atualmente no país como forma de contribuir para o equilíbrio entre a demanda e a geração no SIN (Sistema Interligado Nacional).</p>



<h3 id="mas-afinal-o-que-sao-as-uhrs" class="wp-block-heading">Mas, afinal, o que são as UHRs ?</h3>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-61749 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/4-1-1024x717.jpg" alt="" width="385" height="269" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/4-1-1024x717.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/4-1-300x210.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/4-1-768x538.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/4-1.jpg 1140w" sizes="(max-width: 385px) 100vw, 385px" /></figure>
</div>



<p>As usinas hidrelétricas tradicionais convertem em energia elétrica a diferença de energia potencial de uma determinada massa de água ao transferi-la entre dois pontos situados em diferentes alturas.</p>
<p>As UHRs, por sua vez, possuem um sistema turbo-bomba, no qual permite bombear água do reservatório inferior para o superior, fazendo o processo reverso.</p>



<p>De forma geral, as UHRs podem ser divididas em dois tipos: de circuito aberto (quando a contenção no corpo d’água inferior é natural, podendo ser um lago, ou até mesmo rio) e de circuito fechado (quando o corpo d’água inferior é um reservatório construído).</p>
<p>Contudo, ainda existem distinções quanto a ciclos de operação, disposição dos reservatórios, tipo de água utilizado, entre outras.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" class="wp-image-61751 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/2-1.jpg" alt="Usinas Hidrelétricas Reversíveis" width="443" height="386" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/2-1.jpg 619w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/2-1-300x262.jpg 300w" sizes="(max-width: 443px) 100vw, 443px" /></figure>
</div>



<p>Vale mencionar que as UHRs são consumidoras líquidas de energia, ou seja, a energia gasta para bombear água de volta ao reservatório superior é, em geral, maior que a energia gerada ao transportar água do reservatório superior para o inferior.</p>
<p>Logo, o bombeamento é feito em períodos de baixa demanda, quando a eletricidade é mais barata, e a geração é feita durante horas de alta demanda, evitando acionar usinas com maior custo, como as térmicas.</p>
<p>A viabilidade econômica das UHRs tem como fator determinante a diferença de valor da energia gerada e o custo da energia gasta no bombeamento.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" class="wp-image-61757 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/5.jpg" alt="Usinas Hidrelétricas Reversíveis" width="401" height="208" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/5.jpg 680w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/5-300x156.jpg 300w" sizes="(max-width: 401px) 100vw, 401px" /></figure>
</div>



<h3 id="quais-sao-as-vantagens-das-uhrs" class="wp-block-heading">Quais são as vantagens das UHRs ?</h3>



<p>Com a inserção cada vez maior das renováveis de caráter intermitente no sistema elétrico nacional, como a eólica e a <a href="https://blogdaengenharia.com/por-que-gerar-energia-solar-em-casa-pode-ser-um-bom-negocio/">solar,</a> é necessário que se tenha fontes de energia capazes de atender às demandas de ponta de maneira a complementar a potência gerada, em casos de necessidade, trazendo mais confiabilidade ao sistema.</p>
<p>Nesse cenário, as UHRs representam uma opção bastante promissora, podendo armazenar energia em sua forma potencial, e oferecê-la rapidamente ao sistema.</p>



<p>Como dito anteriormente, novos projetos envolvendo usinas hidrelétricas convencionais de grande porte são cada vez mais raros, e as UHRs podem ser uma alternativa a ser considerada, uma vez que nem todos projetos apresentam grandes reservatórios, diminuindo os danos ambientais envolvidos.</p>
<p>Além disso, um opção bastante interessante é a utilização de UHRs em conjunto com outra fonte de energia renovável como a eólica, de forma a usar a energia excedente da usina eólica para bombear água.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-61763 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/6-1024x818.jpg" alt="Usinas Hidrelétricas Reversíveis" width="430" height="344" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/6-1024x818.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/6-300x240.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/6-768x614.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/6.jpg 1200w" sizes="(max-width: 430px) 100vw, 430px" /></figure>
</div>



<h3 id="quais-sao-os-desafios-das-uhrs">Quais são os desafios das UHRs ?</h3>
<p>Um dos principais desafios das UHRs no Brasil é a falta de regulamentação que estabeleça mecanismos de contratação e remuneração dos investimentos por meio de tarifas justas, dado que as UHRs são empreendimentos de longo prazo e de capital intensivo.</p>
<p>Além disso, há a necessidade de estudos mais aprofundados com respeito a questões econômicas, sociais e ambientais para definir possíveis modelos de negócio.</p>



<p>Vale ressaltar que diversos agentes do setor elétrico brasileiro, como a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), EPE (Empresa de Pesquisa Energértica) e o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), juntamente com instituições como a UFRJ, por meio do <a href="http://www.gesel.ie.ufrj.br/app/webroot/files/publications/12_castro178.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="undefined (opens in a new tab)">GESEL</a> (Grupo de Estudo do Setor Elétrico), estão promovendo discussões sobre as UHRs através de webinares, notas técnicas e trabalhos científicos, demonstrando o interesse do setor com relação a essa fonte de energia.</p>
<p>Esse movimento do setor favorece o desenvolvimento de uma futura regulamentação para as UHRs no país.</p>



<h3 id="usinas-hidreletricas-reversiveis-no-brasil-e-no-mundo" class="wp-block-heading">Usinas Hidrelétricas Reversíveis no Brasil e no mundo</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-61768 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/8-1-1024x508.jpg" alt="mundo" width="539" height="267" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/8-1-1024x508.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/8-1-300x149.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/8-1-768x381.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/8-1-1536x763.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/8-1-2048x1017.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/07/8-1-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 539px) 100vw, 539px" /></figure>



<p>Segundo o Global Energy Storage Databases (2017), o país que apresentava a maior capacidade instalada de UHRs era a China.</p>
<p>Além da China, Estados Unidos, Japão e países da Europa Ocidental como Portugal, Itália e Espanha apresentavam as maiores capacidades instaladas dessa fonte no mundo.</p>
<p>Segundo essa mesma fonte, na América Latina só havia uma única unidade em operação, no Chile.</p>
<p>No Brasil, as Regiões Sul e Sudeste apresentam hidrologia e topografia propícias para tais empreendimentos, sendo as regiões com mais chances de ter Usinas Hidrelétricas Reversíveis no futuro.</p>
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