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	<title>geração z Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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		<title>Millenials e Geração Z: o presente e o futuro das relações de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 17:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[geração z]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter um emprego estável, casa própria e um bom carro. Esta trinca já foi fundamental, porém, hoje, para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 19px;">Ter um emprego estável, casa própria e um bom carro. Esta trinca já foi fundamental, porém, hoje, para os Millenials, nascidos entre 1981 e início dos anos 90 (<em>eu me incluo nessa</em>), as prioridades são outras. Entenda as diferenças:</span></p>
<div>
<h3 id="diferencas-entre-millenials-e-geracao-z"><strong>Diferenças entre Millenials e Geração Z</strong></h3>
<p>Jovens adultos, na faixa dos 19 e 35 anos, os Millenials já ocupam o mercado de trabalho e são motivados pelas oportunidades de crescimento, ao mesmo tempo em que buscam equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal. São conhecidos pelo trabalho em equipe, aliado à flexibilidade &#8212; home office e horários adaptáveis</p>
<p>De acordo com Gabriela Mative, gerente de RH da Luandre, uma das maiores consultorias de RH do Brasil, os Millenials, também conhecidos como<strong> Geração Y,</strong> estão abrindo o caminho de uma nova era profissional, bem diferente da anterior, ocupada pela <strong>Geração X</strong> e que vai ganhar novos contornos quando a Geração Z, formada por adolescentes, hoje, estiver no mercado.</p>
<blockquote><p>“Esses jovens, com idades entre 11 e 18 anos, da Geração Z, são ainda mais competitivos e independentes, preferindo ter um ambiente de trabalho exclusivo a ter que dividir um. São indivíduos totalmente por dentro da era digital, diferentemente dos Millenials que, embora pioneiros tiveram de se adaptar”, detalha Gabriela.</p></blockquote>
<h3 id="o-que-essas-geracoes-querem"><strong>O que essas gerações querem?</strong></h3>
<p>Assim, na Luandre, observa-se essa mudança de comportamento puxada pela Geração Y. Se antes, estabilidade era a pauta do dia, a preocupação hoje é com a qualidade das relações interpessoais. “Uma das principais buscas é por lideranças qualificadas. A maioria destes profissionais avalia a qualidade do gerente. Para as novas gerações, o trabalho é a vida deles, ou seja, um mau gerenciamento os afasta rapidamente”, diz Gabriela.</p>
<p>Outras questões, como oportunidades de crescimento na empresa e aumento de salário influenciam significativamente. “As gerações anteriores também buscavam por reconhecimento financeiro, mas notamos que os jovens precisam deste reforço mais rapidamente, talvez porque a velocidade de tudo hoje em dia seja maior, a começar pela rapidez que a internet proporciona”, explica Gabriela.</p>
<p>Ela ainda destaca que esses profissionais buscam por empresas alinhadas a seus ideais: “Millenials têm a preocupação em estar em companhias que estejam de acordo com seu propósito de vida, por isso, para eles tão importante quanto um bom salário é a transparência da empresa em relação à sua missão e suas práticas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_48280" aria-describedby="caption-attachment-48280" style="width: 2000px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-48280" src="http://www.blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/young-businessman-commuting-to-work-through-city-on-scooter.jpg" alt="Young Businessman Commuting To Work Through City On Scooter" width="2000" height="1333" /><figcaption id="caption-attachment-48280" class="wp-caption-text">Young Businessman Commuting To Work Through City On Scooter</figcaption></figure>
<h3 id="o-futuro-nas-organizacoes"><strong>O futuro nas organizações</strong></h3>
<p>No passado, quando a Geração Y estava chegando ao mercado, havia o mito de que se tratava de gente preguiçosa. Contudo, neste momento, o consenso é que características, antes desprezadas, podem ser positivas. Gabriela nota que a necessidade por flexibilidade de horário, já comentada, possibilita que não se limitem a trabalhar somente de acordo com uma carga horária pré-estabelecida e não se importem em também oferecer essa flexibilidade conforme a demanda.</p>
<p>Ela também observa a capacidade de articulação e iniciativa para propor ideias em razão da vontade por autonomia: “há uma busca por fazer diferença no mundo e isso começa pelo local onde trabalham. Eles querem ser agentes transformadores e não apenas levar adiante o que já está estabelecido”.</p>
<p>E, ao que tudo indica, o cenário profissional daqui a alguns anos deve seguir essa tendência ao se considerar que os <strong>Millenials</strong> já são 50% do público interno das organizações e, em dez anos vão representar, 75% da força de trabalho no mundo, segundo uma pesquisa global liderada pela ferramenta <strong>Join.Me</strong>. Na <strong>Luandre</strong>, em 2019, o número de contratados entre 20 e 35 anos representou 73% e o número de currículos recebidos ultrapassa a média de 63%.</p>
</div>
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