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	<title>leticia bodanese Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<title>leticia bodanese Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Mar em chamas &#8211; Como explicar esse incidente?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia Martins Bodanese]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 12:54:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última sexta-feira (02 de julho), 2021 nos surpreendeu com mais uma cena inusitada: o mar no Golfo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na última sexta-feira (02 de julho), 2021 nos surpreendeu com mais uma cena inusitada: o mar no Golfo do México em chamas!</p>
<h5 id="como-e-possivel-o-mar-pegar-fogo" style="text-align: justify;">Como é possível o mar pegar fogo?</h5>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74172 size-full" title="mar" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/210703073834-mexico-gas-leak-pipeline-eye-of-fire-vpx-00000000-super-tease.png" alt="mar" width="1100" height="619" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/210703073834-mexico-gas-leak-pipeline-eye-of-fire-vpx-00000000-super-tease.png 1100w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/210703073834-mexico-gas-leak-pipeline-eye-of-fire-vpx-00000000-super-tease-300x169.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/210703073834-mexico-gas-leak-pipeline-eye-of-fire-vpx-00000000-super-tease-1024x576.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/210703073834-mexico-gas-leak-pipeline-eye-of-fire-vpx-00000000-super-tease-768x432.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/210703073834-mexico-gas-leak-pipeline-eye-of-fire-vpx-00000000-super-tease-400x225.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/210703073834-mexico-gas-leak-pipeline-eye-of-fire-vpx-00000000-super-tease-600x338.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/210703073834-mexico-gas-leak-pipeline-eye-of-fire-vpx-00000000-super-tease-800x450.png 800w" sizes="(max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Sobretudo, não é possível atear fogo em água. Entretanto, se houver outra substância inflamável na água, é possível que o fogo se estabeça.</p>
<p style="text-align: justify;">O Golfo do México é o maior golfo do mundo em extensão geográfica e está localizado entre a América do Norte e a América Central. Esta região é conhecida pela vasta riqueza em petróleo.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido a presença de petróleo nessa região, há grandes plataformas de petróleo responsáveis pela extração desde hidrocarboneto. Um vazamento em um dos gasodutos que interliga duas plataformas da estatal PEMEX foi o grande responsável por esse evento inédito. Em comunicado, a empresa responsável pela plataforma, informou que irá investigar a fundo a real origem do vazamento. Durante o vazamento de gás, ocorreu uma tempestade com descarga elétrica, dando origem há um inusitado incêndio.</p>
<p style="text-align: justify;">A plataforma faz parte de um complexo de plataformas chamado Complexo KMZ. Este complexo é responsável por mais de 40% do processamento de petróleo da Pemex. No momento em que o incêndio de estabeleceu, estavam sendo processado 726 mil barris de petróleo. A média diária é de <a href="https://istoe.com.br/tag/producao-de-petroleo/amp/">1.7 milhões</a> de barris.</p>
<h5 id="e-com-agua-que-se-apaga-fogo-no-oceano" style="text-align: justify;">É com água que se apaga fogo no oceano?</h5>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-74168 size-large" title="mar" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/fogo-mar-1200x657-1-1024x561.png" alt="mar" width="1024" height="561" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/fogo-mar-1200x657-1-1024x561.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/fogo-mar-1200x657-1-300x164.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/fogo-mar-1200x657-1-768x420.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/fogo-mar-1200x657-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para controlar o fogo, foram utilizadas três embarcações de suporte offshore. Este tipo de embarcação é construída com um sistema chamado Fire-Fighting (Combate à incêndio), dotada com potentes bombas e canhões de água. Este sistema é capaz de captar água do mar e jorrar através dos canhões, sendo possível jorrar até nove milhões de litros de água por hora. Porém, para controlar o grande foco de incêndio, foi necessário mais do que água. Utilizou-se nitrogênio líquido para combater as chamas. O nitrogênio é um gás inerte que pode agir como supressor, reduzindo a quantidade de oxigênio no ambiente, dessa forma extinguindo o fogo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>O combate a este incêndio durou cerca de 5 horas e de acordo com a companhia, nenhuma pessoa se feriu durante o incidente.</strong></span></p>
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		<title>Soldagem a arco submerso, a soldagem que não é embaixo d&#8217;água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia Martins Bodanese]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 12:46:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Naval]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na indústria naval, o processo responsável pela união das chapas de aço de uma embarcação, é a soldagem.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na indústria naval, o processo responsável pela união das chapas de aço de uma embarcação, é a soldagem. O calor responsável pela fusão do material de base pode ser proveniente de diferentes formas, e uma delas, é o arco elétrico. A soldagem a arco elétrico consiste na abertura de um curto circuito oriundo do contato do arame/eletrodo com a peça base.</p>
<p>Já o processo de soldagem a arco submerso, recebe este nome devido o arco elétrico se encontrar submerso em uma camada física de proteção denominada &#8220;fluxo&#8221;, por este motivo não vemos a luminosidade característica da solda e podemos ver o processo a olho nu.</p>
<p>Este fluxo é responsável pela proteção do arco elétrico e da poça de fusão das impurezas atmosféricas, além de conferir ao cordão de solda propriedades de acordo com sua composição.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-64254" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/solda-arco-submerso-01.jpg" alt="soldagem" width="468" height="468" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/solda-arco-submerso-01.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/solda-arco-submerso-01-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/solda-arco-submerso-01-1024x1024.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/solda-arco-submerso-01-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/solda-arco-submerso-01-768x768.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/solda-arco-submerso-01-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/solda-arco-submerso-01-400x400.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/11/solda-arco-submerso-01-600x600.jpg 600w" sizes="(max-width: 468px) 100vw, 468px" /></p>
<p>Devido ao alto aporte térmico gerado, este processo é capaz de realizar a união de chapas metálicas de até 300 mm de espessura. Em função da necessidade de alimentação contínua do fluxo no processo, assim como do arame eletrodo, este processo requer mecanização, não podendo ser realizado manualmente.</p>
<h3 id="mas-afinal-existe-soldagem-embaixo-dagua">Mas afinal, existe soldagem embaixo d&#8217;água?</h3>
<p>Sim! E este processo é chamado de <strong>soldagem subaquática</strong>. Atualmente há duas formas de realizar a soldagem subaquática, a solda seca e a molhada.</p>
<p>Na primeira modalidade, uma câmera hiperbárica é instalada envolvendo o ponto onde há a necessidade de reparo, retirando toda a água do local. Desta forma, possibilita que o soldador realize o trabalho em ambiente seco como demonstra a figura abaixo. Comumente utilizado para reparo de tubulações oceânicas, onde o é possível envolver a peça com a câmera.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-64509 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/image_2020-12-13_220155.png" alt="soldagem" width="940" height="572" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/image_2020-12-13_220155.png 940w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/image_2020-12-13_220155-300x183.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/image_2020-12-13_220155-768x467.png 768w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></p>
<p>Este processo possibilita que o ambiente de soldagem seja controlado, mas ainda sim, exige preparação do profissional para atuar na pressão local da câmera. A preparação para operar em ambientes submarinos, pode levar até 28 dias em uma câmera de alta pressão para que o corpo se habitue com o ambiente de trabalho subaquático.</p>
<p>Já a solda molhada, ocorre literalmente em contato com a água. Este tipo de soldagem é um dos <a href="https://viacarreira.com/profissoes-mais-perigosas-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">trabalhos mais perigosos do mundo</a> e ocorre quando o reparo é emergencial ou onde a câmera hiperbárica não pode ser utilizada.</p>
<p>Neste caso, a própria água atua como condutora de eletricidade entre o eletrodo e a peça à ser soldada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-64508" style="font-size: 19.4286px;" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Soldador-Subaquático-umas-das-profissões-mais-rentáveis-do-mundo.jpg" alt="soldagem" width="633" height="454" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Soldador-Subaquático-umas-das-profissões-mais-rentáveis-do-mundo.jpg 1651w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Soldador-Subaquático-umas-das-profissões-mais-rentáveis-do-mundo-300x216.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Soldador-Subaquático-umas-das-profissões-mais-rentáveis-do-mundo-1024x736.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Soldador-Subaquático-umas-das-profissões-mais-rentáveis-do-mundo-768x552.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/12/Soldador-Subaquático-umas-das-profissões-mais-rentáveis-do-mundo-1536x1103.jpg 1536w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></p>
<p>Este tipo de soldagem exige muito dos soldadores, pois além do ambiente não ser favorável devido à grande exposição, há pouca visibilidade do local a ser soldado em razão da grande evolução de gases provenientes da soldagem.</p>
<p>Ainda que a soldagem, de forma geral, tenha atingido altos níveis de evolução tecnológica, a soldagem subaquática dependerá de soldadores subaquáticos até que seja possível desenvolver em robôs soldadores que tenham a destreza do trabalho humano para realizar estes trabalhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>É possível construir um navio de concreto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia Martins Bodanese]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você alguma vez, já viu um navio de concreto? Primordialmente, as primeiras embarcações da história foram construídas de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você alguma vez, já viu um navio de concreto?</p>
<p>Primordialmente, as primeiras embarcações da história foram construídas de madeira pelos <a href="https://marsemfim.com.br/fenicios-grandes-navegadores/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fenícios por volta de 1300 a.C</a>. Com o passar dos séculos, a evolução da técnica de construção permitiu que diferentes materiais fossem explorados na construção de embarcações. Entre eles: madeira, aço, fibra de vidro, fibra de carbono e até mesmo o material mais utilizado na construção civil, o concreto.</p>
<h4 id="por-que-houve-a-necessidade-de-construir-um-navio-de-concreto">Por que houve a necessidade de construir um navio de concreto?</h4>
<p>Durante o cenário da primeira guerra mundial, o desenvolvimento de armamentos e munições, tornou o aço escasso e caro para a construção de embarcações, fazendo com que novos materiais fossem estudados para suprir a necessidade do aumento da frota militar americana.</p>
<p>Para que a integridade necessária para a construção de um navio fosse atingida, não foi utilizado apenas concreto, mas sim concreto armado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-63885" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/download-1-300x200.jpg" alt="concreto armado" width="243" height="162" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/download-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/download-1-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/download-1.jpg 800w" sizes="(max-width: 243px) 100vw, 243px" /></p>
<p>O concreto armado consiste em tramas de aço (alma) revestidas de concreto. Unindo as grandes vantagens dos dois materiais: o aço da alma proporciona à estrutura resistência estrutural e resistência à tração, enquanto o concreto é capaz de assumir variadas formas, abreviar o tempo de construção e não sofrer corrosão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1918 o presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson, solicitou a construção de 24 navios de concreto para fortalecer a frota da marinha americana.  Dos 24 navios planejados apenas 12 foram concluídos, entre eles, o maior navio de concreto armado já construído, o SS Selma. Entretanto,  nenhuma destas embarcações construídas entrou em operação militar na primeira guerra mundial, pois se tornaram ativas somente após o fim da guerra.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-63906 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/selmaprow.jpg" alt="navio de concreto" width="600" height="247" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/selmaprow.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/selmaprow-300x124.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h4 id="entenda-como-maior-navio-de-concreto-armado-ja-construido-deu-origem-ao-teste-de-slump-empregado-ate-hoje-na-construcao-civil">Entenda como maior navio de concreto armado já construído deu origem ao <a href="https://fioridobrasil.com.br/blog/o-que-e-teste-de-slump/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Teste de Slump</a> , empregado até hoje na construção civil.</h4>
<p>O maior navio de concreto já construído foi o SS Selma com 132 metros de comprimento e 16,5 metros de largura. Esta embarcação foi criada para integrar a frota da marinha americana. Durante sua construção, o engenheiro Hebert Davis estudava uma forma de garantir que a trabalhabilidade fosse homogênea em todos os lotes de concreto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-63899" style="font-size: 1.21429rem" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/slump-test-passo-passo-pedreirao-300x180.jpg" alt="concreto" width="189" height="113" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/slump-test-passo-passo-pedreirao-300x180.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/slump-test-passo-passo-pedreirao.jpg 600w" sizes="(max-width: 189px) 100vw, 189px" /><span style="font-size: 1.21429rem">Para isso, o engenheiro fez o teste de trabalhabilidade colocando a amostra de concreto em um cilindro e medindo o abatimento após retirar o cilindro. Quando obteve o abatimento desejado, foi possível utilizar esta medida como base para os demais lotes de concreto.</span></p>
<p>O SS Selma foi lançado ao mar exatamente no mesmo dia em que foi assinado o <a href="https://www.sohistoria.com.br/ef2/versalhes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tratado de Versalhes</a>, oficializando o encerramento de primeira guerra mundial. Desta forma, o navio não seria utilizado pela marinha americana e foi vendido à iniciativa privada para transportar petróleo. Em sua primeira viagem ao México, o navio foi arrastado pela correnteza contra o molhe, causando-lhe um dano irreparável. Hoje o SS Selma encontra-se aberto para visitações na Ilha de Pelican, Texas.</p>
<p>A maior coleção de navios de concreto armado encontra-se em Powell River, Canadá. Onde dez embarcações estão dispostas na costa canadense a fim de proteger o porto da ação de ondas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-63908 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/conheca-a-historia-dos-navios-feitos-de-concreto-3.jpg" alt="navio de concreto" width="1000" height="563" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/conheca-a-historia-dos-navios-feitos-de-concreto-3.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/conheca-a-historia-dos-navios-feitos-de-concreto-3-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/conheca-a-historia-dos-navios-feitos-de-concreto-3-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/conheca-a-historia-dos-navios-feitos-de-concreto-3-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/conheca-a-historia-dos-navios-feitos-de-concreto-3-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/conheca-a-historia-dos-navios-feitos-de-concreto-3-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 id="por-que-navios-de-concreto-armado-nao-sao-mais-construidos">Por que navios de concreto armado não são mais construídos?</h4>
<p>Apesar de apresentarem vantagens como abundância da matéria prima e otimização do tempo de construção, para atingir a mesma resistência estrutural de uma embarcação de aço, um navio de concreto necessitaria de grandes espessuras de parede de costado, reduzindo a capacidade de carga, tornando a embarcação mais pesada e ocasionando em um maior gasto de combustível.</p>
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		<title>Como um navio é capaz de quebrar gelo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia Martins Bodanese]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Naval]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como um navio quebra-gelo é capaz de romper calotas polares de até 2,8 metros de espessura. Navios&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 id="entenda-como-um-navio-quebra-gelo-e-capaz-de-romper-calotas-polares-de-ate-28-metros-de-espessura">Entenda como um navio quebra-gelo é capaz de romper calotas polares de até 2,8 metros de espessura.</h4>
<p>Navios quebra-gelo são projetados especialmente para abrir rotas de navegação marítimas ou fluviais que foram tomadas pelo gelo. Assim, estas embarcações garantem que até mesmo os lugares mais gelados do planeta mantenham o tráfego de embarcações e seus portos em pleno funcionamento.</p>
<h4 id="afinal-o-que-estas-embarcacoes-possuem-de-diferente">Afinal, o que estas embarcações possuem de diferente?</h4>
<p>Além de serem desenvolvidas com o propósito especial de quebrar calotas de gelo, estas embarcações possuem a proa em formato diferenciado e são altamente reforçadas<span style="font-size: 1.21429rem">.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63321 size-large aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/formatoproa-1024x576.png" alt="quebra-gelo" width="1024" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/formatoproa-1024x576.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/formatoproa-300x169.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/formatoproa-768x432.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/formatoproa-400x225.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/formatoproa-600x338.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/formatoproa-800x450.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/formatoproa-1200x675.png 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/formatoproa.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Enquanto os formatos da proa da maioria das embarcações mercantes possui como objetivo reduzir o efeito das ondas durante a navegação e tornar mais eficiente seu avanço na água, o quebra-gelo possui um formato de “colher” que permite que sua proa escale as calotas polares.</p>
<p>Imagine empurrar frontalmente uma calota de gelo que está sendo sustentada por quilômetros de gelo a frente. Esta ação exigiria uma força enorme! Agora, i<span style="font-size: 1.21429rem">magine que esta força seja realizada <strong>de cima para baixo</strong>, no sentido de menor resistência do gelo. E é exatamente desta forma que um quebra-gelo cumpre sua função e se desloca através dos mares congelados.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-63325 size-full aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Imagens-posts2.png" alt="" width="842" height="499" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Imagens-posts2.png 842w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Imagens-posts2-300x178.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/10/Imagens-posts2-768x455.png 768w" sizes="(max-width: 842px) 100vw, 842px" /></p>
<p>Com a proa curvada, o navio sobe sobre a calota e rompe-a de cima para baixo com o próprio peso. Os propulsores laterais da embarcação (<a href="https://www.naval.com.br/blog/2009/04/21/o-que-e-bow-thruster/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">bow-thruster</a>), além de contribuírem para a manobrabilidade, repelem as partes menores do gelo, evitando que as laterais da embarcação sejam pressionadas.</p>
<p>Um dos quebra-gelos mais poderosos do mundo, o russo Arktika é capaz de quebrar calotas de até <a href="https://br.rbth.com/ciencia/79183-russia-estreia-maior-quebra-gelo-mundo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">2,8 metros de espessura</a>. Esta embarcação, com 173,3 metros de comprimento, possui propulsão nuclear e atua nos mares gelados da Rússia. O  Arktika é o primeiro da classe de três quebra-gelos (Arktika, Sibir e Ural) construídos para operar na Rota do Mar do Norte.</p>
<p>Outro grande destaque destas embarcações é que sua propulsão nuclear permite que transitem de 7  a 10 anos de forma independente, sem a necessidade de recarregar seus reatores nucleares. Ou seja, tornando possível que quebra-gelos operem em locais sem abastecimento próximo sem o risco de ficarem à deriva.</p>
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