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	<title>Mexilhões Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Mexilhões Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Mexilhões são capazes de parar uma usina hidrelétrica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayssa Nascimento de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de aquicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma comunidade de pequenos mexilhões é capaz de comprometer&#160;uma usina hidrelétrica devido ao seu alto grau de reprodução.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma comunidade de pequenos mexilhões é capaz de comprometer&nbsp;uma usina hidrelétrica devido ao seu alto grau de reprodução. A mesma é a mais afetada em virtude de necessitar exclusivamente da água dos rios para gerar energia elétrica.&nbsp;</p>



<p>O molusco <em>Limnoperna fortunei </em>conhecido popularmente como mexilhão dourado é um molusco bivalve de água doce, que mede cerca de três a quatro centímetros. A reprodução é por gametas depositados na água e fecundados externamente e depois passa por uma fase larval, transforma-se em plâncton e fixa-se em superfícies. A larva do mexilhão-dourado produz uma estrutura proteica chamada bisso, que permite a fixação em vários tipos de materiais.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, tem uma alta prolificidade, rápido crescimento.&nbsp;Posteriormente a colônias podem atingir densidades de mais de 100 mil indivíduos por metro quadrado.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1004" height="1024" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-1004x1024.jpg" alt="" class="wp-image-81461" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-1004x1024.jpg 1004w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-294x300.jpg 294w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-768x783.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-12x12.jpg 12w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-380x387.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-800x816.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1-600x612.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/1024px-Limnoperna_fortunei-1.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1004px) 100vw, 1004px" /><figcaption>&lt;a href=&#8221;http://Boltovskoy, CC BY-SA 4.0 http://Boltovskoy, CC BY-SA 4.0 &lt;https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0&gt;, via Wikimedia Commons</figcaption></figure>



<h3 id="introducao-dos-mexilhoes-no-brasil" class="wp-block-heading"><strong>Introdução dos mexilhões no Brasil</strong>&nbsp;</h3>



<p>O mexilhão é uma espécie originária dos rios da China, trazido para a América do Sul, que provavelmente foi trazida por navios.</p>



<p>A primeira vez que a espécie foi observada no Brasil foi no Pantanal em 1998, e foi se expandindo pelo Brasil.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Além disso, o sucesso da espécie foi notório&nbsp;que segundo informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais renováveis (Ibama), já está presente em cerca de 50 hidroelétricas Brasileiras.&nbsp;</p>



<h3 id="sucesso-negativo" class="wp-block-heading"><strong>Sucesso negativo</strong>&nbsp;</h3>



<p>O mexilhão destaca-se como uma espécie invasora pela capacidade de reduzir o diâmetro ocasionando o entupimento de tubulações e filtros principalmente em equipamentos nas <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/conheca-as-usinas-hidreletricas-reversiveis-uhrs/">usinas hidrelétricas</a> e de abastecimento.&nbsp;</p>



<p>Em uma usina de pequeno porte, quando afetada pode ter um prejuízo diário de cerca de 40 mil a cada dia de paralisação. Um exemplo é a Usina de Itaipu, que aumentou o volume de manutenção das turbinas após a chegada da espécie invasora, gerando custos diários extras de cerca de US$ 1 milhão por dia de limpeza, segundo o site do <a href="https://g1.globo.com/natureza/desafio-natureza/noticia/2019/04/26/proliferacao-de-especie-invasora-de-mexilhao-afeta-hidreletricas.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">G1.</a>&nbsp;</p>



<p>Apesar de ser uma área de cultivo da aquicultura a mitilicultura, ou cultivo de mexilhões também apresenta diversos prejuízos para o setor.</p>



<p>De acordo com estudos realizados pelo <a href="http://www.ibama.gov.br/phocadownload/biodiversidade/mexilhao-dourado/2020/2020-11-10-Plano_Mexilhao_Dourado.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ibama</a> para dimensionar os impactos do mexilhão na aquicultura, os custos do setor são de R$3.000,00 a R$4.000,00 por 1.000 kg de peixes mortos ou diminuição de rendimento final do peixe produzido (informação obtida por Consulta Pública).&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Ele vai se incrustando sobre si mesmo e vai formando massas cada vez maiores de modo que mesmo tubulações muito grandes podem ser completamente fechadas pela presença dele”.</p><p></p><cite> <p>Explica Alex Nuñer, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que coordena pesquisas sobre a espécie, para o jornal g1.</p> </cite></blockquote>



<h3 id="como-afeta-as-usinas-hidreletricas" class="wp-block-heading">Como afeta as usinas hidrelétricas?&nbsp;</h3>



<p>Primordialmente os problemas causados pela formação de depósitos são principalmente o entupimento de tubulações e filtros, alterações no fluxo de água e redução nos diâmetros das tubulações, acúmulo e enchimento de válvulas em estações de tratamento, indústria e geradores. &nbsp;</p>



<p>Da mesma forma, os custos operacionais aumentam devido à eficiência reduzida da bomba, tubulações corroídas devido ao crescimento de bactérias e fungos e tempo de inatividade para limpeza e troca de filtros.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="547" height="585" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif.jpg" alt="Mexilhões" class="wp-image-81465" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif.jpg 547w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif-281x300.jpg 281w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif-11x12.jpg 11w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/04/lossy-page1-547px-Macrofouling_de_Limnoperna_fortueni_sobre_una_especie_de_bivalvo_nativo_de_Argentina.tif-380x406.jpg 380w" sizes="(max-width: 547px) 100vw, 547px" /><figcaption>GustavoDarrigran, CC BY-SA 4.0 <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0">https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0</a>, via Wikimedia Commons</figcaption></figure></div>



<h3 id="o-que-tem-feito-para-ser-evitado-os-mexilhoes" class="wp-block-heading">O que tem feito para ser evitado os mexilhões&nbsp;</h3>



<p>Posteriormente foi criado pelo Ministério do Meio Ambiente a Portaria nº 494, de 22 de dezembro de 2003, em caráter emergencial. A Força-tarefa Nacional para o Controle do Mexilhão- -dourado, resultando no Plano de Ação Emergencial para o Controle do Mexilhão-dourado, que conclui que:&nbsp;&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O controle e a contenção da dispersão do mexilhão-dourado devem se constituir em tarefas de caráter permanente;&nbsp;&nbsp;</li><li>Deve haver restrição nas atividades de tráfego hidroviário;&nbsp;&nbsp;</li><li>Devem ser ampliadas as ações de fiscalização de embarcações de pequeno porte de pesca e recreio transportadas por via rodoviária;&nbsp;&nbsp;</li><li>Maior controle no transporte de fauna e flora;&nbsp;&nbsp;</li><li>Desaconselha a transposição de águas e aconselha maior rigor na fiscalização, em relação às navegações internacional e de cabotagem.&nbsp;</li></ul>



<p>Apesar dos inúmeros esforços para o combate de proliferação dos mexilhões dourados ainda é um problema que afeta as usinas hidrelétricas brasileira. Consequentemente acarretando diversos gastos para o setor hidrelétrico e também aquicultura.</p>



<p>Com isso, podemos afirmar que se não houver investimentos e constante manutenção os mexilhões dourados são capazes de parar uma usina hidrelétrica por um determinado período.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="has-text-align-center"><em>Este artigo foi produzido com ajuda da acadêmica Karine dos Anjos da graduação de Engenharia de Energia pela Universidade Federal do Paraná.</em></p>
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