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	<title>SpaceShuttle Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>SpaceShuttle Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>A majestade do espaço: Ônibus Espacial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma série de veículos utilizados para fazer viagens além da nossa atmosfera, os Estados Unidos lançam, em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após uma série de veículos utilizados para fazer viagens além da nossa atmosfera, os Estados Unidos lançam, em 1981, o mais moderno transporte para orbitar a Terra: o famoso Ônibus Espacial, na tentativa bem sucedida de substituir a também notável nave Apollo. Com mais de 30 anos de serviços, foi aposentado em meados de 2011.<strong> </strong></p>
<h3 id="o-onibus-espacial" style="text-align: justify;"><strong>O Ônibus Espacial</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, a proposta do programa dos ônibus espaciais (<em>Space Shuttle</em>) da NASA foi fazer uma revolução nas viagens, misturando foguetes com aviões, já que este conseguia decolar como um foguete e pousar como um avião, além de ter a possibilidade de ser renovável.</p>
<p style="text-align: justify;">Era formado por um conjunto de três equipamentos, sendo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>um orbitador (reutilizável): em forma de avião utilizada para transporte de tripulantes e cargas. A decolagem era feita através de impulso vertical e planando no pouso. Foram construídos sete orbitadores: Enterprise, Columbia, Challenger, Discovery, Atlantis, Endeavour e Buran;</li>
<li>um par de foguetes de combustível sólido (reutilizável): era usado para dar força extrema nos primeiros minutos de decolagem, sendo ejetados logo após. O par gerava, aproximadamente, 80% da potência necessária para o ônibus espacial sair do chão;</li>
<li>um tanque de combustível líquido (não reutilizável): a maior parte do ônibus espacial, levava cerca de 800 toneladas de oxigênio e hidrogênio líquidos. Este tanque era ejetado com o ônibus já em órbita, fazendo a reentrada na atmosfera e desintegrando-se.</li>
</ul>
<figure id="attachment_68564" aria-describedby="caption-attachment-68564" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-68564" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles.jpg" alt="ônibus espacial" width="1920" height="853" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-300x133.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-1024x455.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-768x341.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Shuttle_profiles-1536x682.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-68564" class="wp-caption-text">Cinco dos sete Ônibus.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Foi projetado apenas para chegar até a órbita baixa do planeta, sendo assim, conseguia chegar a uma altitude máxima de 528 km acima do nível do mar. Ou seja, não poderia chegar até a lua, como alguns de seus antecessores. Entre os seus maiores feitos, está o transporte da parte americana da Estação Espacial Internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo lembrado como um dos veículos espaciais mais modernos do mundo – em seus anos de glória, era considerado a máquina mais potente já criada pelo ser humano – tinha um custo de construção de 1,7 bilhão de dólares, sendo o custo por viagem de aproximadamente US$ 450 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Das 135 missões planejadas, 133 foram concluídas com sucesso. Duas terminaram em tragédias: a STS-51-L com a Challenger e a STS-107 com o Columbia.</p>
<h3 id="o-acidente-com-a-missao-sts-51-l" style="text-align: justify;"><strong>O acidente com a missão STS-51-L</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Após uma série de atrasos na decolagem devido ao mau tempo, a missão STS-51-L finalmente foi lançada no dia 28 de janeiro de 1986, às 16h38, horário da Flórida. Tinha como objetivo a colocação do satélite <em>Tracking Data Relay Satellite-2</em> (TDRS-2) em órbita e observação e experimento do cometa <em>Halley</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, também se destacava o fato de a missão levar a primeira professora civil ao espaço. Christa McAuliffe foi escolhida entre mais de 11 mil candidatos para ministrar, do espaço, 15 minutos de aula para 2,5 milhões de alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma falha em um anel de vedação no foguete de propulsão, que teve um vazamento de gás pressurizado, fez com que o foguete do lado direito da espaçonave se desprendesse, causando uma enorme explosão 73 segundos após a decolagem. De acordo com estudos da <em>Presidential Commission on the Space Shuttle Challenger Accident</em>, essa falha ocorreu por causa da expansão e contração da borracha devido à variação de temperatura na Flórida durante os últimos dias.<strong> </strong></p>
<figure id="attachment_68565" aria-describedby="caption-attachment-68565" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-68565" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion.jpg" alt="explosão" width="800" height="648" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion-300x243.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Challenger_explosion-768x622.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-68565" class="wp-caption-text">Explosão do Challenger.</figcaption></figure>
<h3 id="o-acidente-com-a-missao-sts-107" style="text-align: justify;"><strong>O acidente com a missão STS-107</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 16 de janeiro de 2003, a missão STS-107 foi lançada a partir da plataforma 39A do Centro Espacial John F. Kennedy, na Flórida. O objetivo era realizar experimentos em microgravidade durante 16 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">A bordo do Columbia estavam o comandante Rick Husband, o piloto Willie McCool, os especialistas de missão David Brown, Kalpana Chawla e Laurel Clark e os especialistas de carga Michael Anderson e Ilan Ramon. Todos americanos, exceto Ramon, que era israelense.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como na Challenger, na decolagem já houve um incidente: um pedaço de espuma se desprendeu do propulsor e se chocou com a asa do ônibus espacial, algo tido como normal, de acordo com a NASA, até porque este mesmo problema tinha acontecido várias outras vezes, todas sem maiores adversidades.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, esse desprendimento não afetou a missão ao longo dos 16 dias seguintes… Até o momento da volta à Terra. A princípio, tudo ocorria bem durante o procedimento de descida. Quando estava a 120km de altitude, passando pelo Pacífico e entrando no solo californiano, a temperatura da asa começou a subir, chegando a 3 mil graus Celsius, o que era normal nos procedimentos de pouso, devido as forças aerodinâmicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros pedaços começaram a se desprender da Columbia quando estava entrando no estado do Texas. A temperatura de 3 mil graus era habitual, mas a falha na asa ocorrida durante a decolagem, não. Após uma série de problemas e defeitos, o veículo foi pulverizado nos céus da cidade de Dallas, matando todos os sete tripulantes.</p>
<figure id="attachment_68566" aria-describedby="caption-attachment-68566" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-68566" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar.jpg" alt="destroços." width="1024" height="680" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar-300x199.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-107-Debris_KSC_Hangar-768x510.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-68566" class="wp-caption-text">Cerca de 80 mil partes da Columbia foram encontradas em diversos estados americanos.</figcaption></figure>
<h3 id="o-onibus-espacial-em-numeros" style="text-align: justify;"><strong>O Ônibus Espacial em números</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Conhecido como a majestade do espaço, o programa do Ônibus Espacial fica ainda maior quando falamos sobre as suas estatísticas.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Foram dadas 16.557 órbitas ao redor da Terra;</li>
<li>Percorreu aproximadamente 700 milhões de quilômetros;</li>
<li>114 voos;</li>
<li>Transportou 703 passageiros; e</li>
<li>Lançou 61 satélites.</li>
</ul>
<h3 id="fim-de-uma-era" style="text-align: justify;"><strong>Fim de uma era </strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por último, após longos anos de serviços, acontece a missão derradeira.<br />
Através do orbitador Atlantis, a STS-135 levou quatro astronautas e o Módulo de Logística Multifuncional – MPLM (<em>Multi-Purpose Logistics Module</em>) para Estação Espacial Internacional, pousando 12 dias depois, na manhã do dia 20 de julho de 2011.</p>
<figure id="attachment_68567" aria-describedby="caption-attachment-68567" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68567" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04.jpg" alt="pouso." width="1024" height="681" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/1024px-STS-135_Space_Shuttle_Atlantis_makes_its_final_landing_04-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-68567" class="wp-caption-text">O último Ônibus Espacial pousa na Flórida.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Logo, a justificativa da aposentaria foi que a frota tinha mais de 20 anos, precisando de manutenções constantes e caras e que só faziam viagens curtas, não sendo aproveitado para viagens à lua, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, é possível fazer visitação à alguns destes Ônibus. O Discovery pode ser encontrado no Steven F. Udvar Hazy Center, no estado americano da Virgínia. O Enterprise encontra-se no Museu Espacial USS Intrepid, em Nova York.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que se aposentou, o Atlantis está em exposição no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. O Endeavour, que substituiu o Challenger depois que houve o fatal acidente, foi levado para o Centro de Ciências da Califórnia, em Los Angeles.</p>
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