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	<title>tratamentoderesiduos Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>tratamentoderesiduos Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Tratamento de Efluentes: Tratamento Secundário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Bonjour]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 10:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terceira parte sobre efluentes industriais, trataremos sobre o tratamento secundário. Essa fase, por sua vez, visa remover&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na terceira parte sobre efluentes industriais, trataremos sobre o tratamento secundário. Essa fase, por sua vez, visa remover compostos biodegradáveis, ou seja, a matéria orgânica dissolvida que estão presentes na solução.</span></p>
<h3 id="classificacoes-de-tratamentos" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Classificações de tratamentos</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No tratamento secundário de efluentes podemos caracterizá-los de duas formas.&nbsp; </span><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, podemos ter os processos em função da aeração, por exemplo, aeróbios e anaeróbios.</span></p>
<figure id="attachment_77953" aria-describedby="caption-attachment-77953" style="width: 384px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-77953 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/esgoto02.jpg" alt="tratamento de efluentes" width="384" height="272" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/esgoto02.jpg 384w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/esgoto02-300x213.jpg 300w" sizes="(max-width: 384px) 100vw, 384px" /><figcaption id="caption-attachment-77953" class="wp-caption-text">Fonte: Chemicharo (1997)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nos processos aeróbios, a reação ocorre com a presença de oxigênio. Como produto, temos a formação de CO2, lodo e efluente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, nos processos anaeróbios, não contamos com a presença de oxigênio. É de se esperar que também tenhamos como produto lodo e efluente. </span><span style="font-weight: 400;">Mas e o CO2?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Neste caso, ao invés de produzirmos CO2, temos a produção de biogás. </span><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, podemos classificar, também, os processos da forma como ocorre o crescimento microbiano, isso quer dizer que, o crescimento pode ocorrer disperso no líquido ou aderido em um suporte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://media.istockphoto.com/photos/growing-bacteria-in-petri-dishes-on-agar-gel-scientific-experiment-picture-id1223471740?k=20&amp;m=1223471740&amp;s=612x612&amp;w=0&amp;h=pQibZApCokexsv5AHXJN0TsbSWbhwONdQAX7LmcdeMk=" alt="growing bacteria in petri dishes on ágar gel experimento científico. - microorganisms - fotografias e filmes do acervo efluentes" width="612" height="408"></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Vamos destrinchar um pouco mais esses processos!?</span></p>
<h3 id="processos-aerobicos-no-tratamento-de-efluentes" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Processos Aeróbicos no tratamento de efluentes</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como vimos anteriormente, os processos além de poderem ser aeróbios, também podem ser com crescimento disperso ou aderido. </span><span style="font-weight: 400;">Com o crescimento disperso, estes processos ocorrem em lagoas de estabilização.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em lagoas de aeração facultativa temos a ocorrência tanto do processo aeróbio, quanto do anaeróbio. </span><span style="font-weight: 400;">Como assim?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Neste tipo de lagoa, a aeração, quando de forma natural, o oxigênio é fornecido por difusão atmosférica e ou fotossíntese. De forma artificial, temos o emprego de turbinas para facilitar a entrada de oxigênio, o que gera turbilhonamento na água. Além disso, ocorre apenas na superfície.</span></p>
<figure id="attachment_77954" aria-describedby="caption-attachment-77954" style="width: 701px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-77954" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/lagoa-facultativa.jpg" alt="" width="701" height="547" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/lagoa-facultativa.jpg 701w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/lagoa-facultativa-300x234.jpg 300w" sizes="(max-width: 701px) 100vw, 701px" /><figcaption id="caption-attachment-77954" class="wp-caption-text">Fonte: VON SPERLING, 2001</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já no fundo, temos a ocorrência do processo anaeróbio.&nbsp; </span><span style="font-weight: 400;">Em consequência, as zonas intermediárias podem realizar o processo de ambas as formas, sendo assim, dizemos que a aeração é facultativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sobretudo, temos que ter a ocorrência de reações, não? E neste caso, ocorre mais de uma.&nbsp; </span><span style="font-weight: 400;">O material carbonáceo presente na superfície dos efluentes sofre oxidação enquanto o de fundo sofre fermentação anaeróbica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já o material nitrogenado sofre <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/nitrificacao-desnitrificacao.htm">nitrificação</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por fim, se tratando de lagoas aeradas, temos a mistura completa. Seu mecanismo de funcionamento visa manter sólidos e biomassa suspensos e dispersos no líquido, além de fornecer oxigênio.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Comparando com os exemplos anteriores, temos um menor espaço de instalação e tempo de permanência. Todavia, os gastos com energia são maiores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em conclusão, o último processo aerado ocorre com o emprego de biodisco. Neste caso, o biofilme se adere nos discos e a medida que ocorre a rotação, a matéria orgânica e o ar entram em contato com a biomassa.</span></p>
<h3 id="processos-anaerobios-no-tratamento-de-efluentes" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Processos anaeróbios no tratamento de efluentes</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os processos anaeróbios ocorrem por fases.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, temos a ocorrência da hidrólise de moléculas grandes pela ação das enzimas que são liberadas pelas bactérias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na segunda fase, as bactérias produzem álcoois, ácidos, amônia e CO2 através da transformação dos macronutrientes presentes na matéria orgânica. Designamos essa fase como fase ácida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por fim, a fase metanogênica é onde ocorre realmente a formação do biogás , composto majoritariamente por metano, pela reação do dióxido de carbono com o hidrogênio. No decorrer da reação, verifica-se uma queda na velocidade de reação por conta do “isolamento” bacteriano pela formação de bolhas.</span></p>
<figure style="width: 756px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/6mE6z3S79NsPjWLq0jBavEHy7lRHv5RXjGxBucWFkO31RX1ayVwPmtCldCmHhs56738nubqvd9BSW2mB5fRVT4nEmW2oMBMBuPwRsVEBfX_NcCynKka0ET9CTteMkOyIxHQdQeIa" alt="Principais tipos de tratamento de efluentes – Canteiro de Engenharia" width="756" height="567"><figcaption class="wp-caption-text">Reator anaeróbio. Fonte: https://canteirodeengenharia.com.br/2019/08/21/tratamento-de-efluentes/</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esses equipamentos, conhecidos como biodigestores, podem funcionar tanto em bateladas como em operação contínua. </span><span style="font-weight: 400;">Em suma, qual processo utilizar?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Essa resposta dependerá da sua matriz efluente, bem como teríamos que avaliar o processo com melhor custo benefício.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhem o <a href="https://blogdaengenharia.com/">blog da engenharia</a> para ficarem por dentro dos próximos tópicos.</p>
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		<title>Tratamento de Efluentes Industriais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Bonjour]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 11:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Constantemente, vemos em noticiário que determinado local foi contaminado pelo efluente da empresa X. E é exatamente o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Constantemente, vemos em noticiário que determinado local foi contaminado pelo efluente da empresa X. E é exatamente o que iremos abordar aqui, como gerir e tratar esses efluentes industriais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Inicialmente, vamos relembrar algumas questões de artigos anteriores. Será que em um processo químico conseguimos converter todo reagente em produto?&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Se a sua resposta foi não, você acertou. Contudo, os efluentes industriais não são oriundos apenas de processos químicos, ou seja, toda e qualquer indústria gera efluentes. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Semelhantemente, possuímos efluentes domésticos, <a href="https://blogdaengenharia.com/tratamento-de-agua/">água</a>, onde podem ser empregados os mesmos princípios.</span></p>
<figure style="width: 1195px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.projesan.com.br/images/blog/Efluentes-Industriais.jpg" alt="Efluente industrial" width="1195" height="796"><figcaption class="wp-caption-text">FONTE:https://www.projesan.com.br/noticias/efluentes-industriais</figcaption></figure>
<h3 id="o-que-e-feito" style="text-align: justify;"><strong>O que é feito?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Alguns efluentes são reutilizados e outros são despejados na natureza. </span><span style="font-weight: 400;">Mas, os efluentes gerados, antes de serem reutilizados e ou descartados, precisam ser tratado, de forma a agregar valor comercial ou minimizar/eliminar os impactos ambientais e danos à saúde humana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Tudo isso, é claro, normalizado pelas legislações vigentes para tal. Por exemplo, a Resolução 357 do <a href="http://conama.mma.gov.br/o-que-e-o-conama">CONAMA</a> (Conselho Nacional do Meio Ambiente).</span></p>
<h3 id="tratamento-de-efluentes" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Tratamento de efluentes</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Antes de mais nada, o processo de tratamento de efluentes é uma série de operações que visam reduzir e/ou eliminar contaminantes.</span></p>
<figure style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cdn.pixabay.com/photo/2017/10/07/16/27/treatment-plant-wastewater-2826990_960_720.jpg" alt="Очистная A Estação De Tratamento De Esgoto" width="960" height="640"><figcaption class="wp-caption-text">Estação de tratamento de efluentes</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Isso posto, essas operações podem ser de caráter físico, químico, e ou biológico a depender da matriz contaminante. </span><span style="font-weight: 400;">O tratamento físico abrange toda a parte de separação física.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, o tratamento químico emprega substâncias químicas em seu processo. Essa substância, por sua vez, reage com os compostos presentes no efluente a ser tratado. </span><span style="font-weight: 400;">O tratamento biológico utiliza microrganismos que são capazes de causar degradação na matéria orgânica presente no efluente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ainda, pode ser que haja necessidade de empregar as três técnicas devido a complexidade e grau de contaminação do efluente. </span><span style="font-weight: 400;">Vamos compreender as etapas do tratamento de um efluente industrial bem como nos aprofundarmos nessas técnicas?</span></p>
<h3 id="etapas-no-tratamento-de-efluentes" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Etapas no tratamento de efluentes</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nesta fase do processo, o efluente segue uma sequência, que, pode ou não ser executada em sua maioria. Essas etapas são a que segue: pré-tratamento ou tratamento preliminar, tratamento primário, tratamento secundário e, por fim, terciário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, como a intenção é abordar de forma mais aprofundada, criaremos uma minissérie, e em cada episódio trataremos de cada etapa do tratamento de efluentes</span></p>
<h3 id="pre-tratamento" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Pré-tratamento&nbsp;</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nessa etapa ocorre a separação de material grosseiro, flutuante e ou passível de sedimentação. Nesse ínterim, podem ser utilizados grades, desarenadores, filtros, etc.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A técnica de gradeamento visa separar por exclusão materiais presentes nos efluentes industriais que possam vir a causar danos em equipamentos industriais e corpos receptores, e entupimento de tubulações . Nada mais é que barras de metal.</span></p>
<figure style="width: 325px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQF6R2-_YKeAluarzEk8tqpra3kTSlSAO0Oyw&amp;usqp=CAU" alt="Fabricação de Celulose" width="325" height="155"><figcaption class="wp-caption-text">Gradeamento</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já a desarenação remove a areia devido a diferença de massa específica da areia e da solução. Isso quer dizer, a areia por ser mais densa, decanta.</span></p>
<figure style="width: 350px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS_S3BvVAeiSAh0l-bONAgjaSX8K5vpxPJtxQ&amp;usqp=CAU" alt="SISTEMA COMPUTACIONAL PARA PRÉ- DIMENSIONAENTO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DOMÉSTICOS PARA MUNICIPIOS DE PEQUENO E" width="350" height="144"><figcaption class="wp-caption-text">Desarenadores. FONTE:https://www.ufjf.br/engsanitariaeambiental/files/2014/02/TFC-Ver%C3%B4nica-Silveira-de-Andrade-Assinado.pdf</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Analogamente, as caixas separadoras de água e óleo possuem o mesmo mecanismo de funcionamento, sendo assim, ocorrendo por diferença de densidade. Todavia, a camada de óleo vai para a superfície.</span></p>
<figure id="attachment_75904" aria-describedby="caption-attachment-75904" style="width: 805px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-75904 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/aoleo.jpg" alt="Caixa separadora água e óleo" width="805" height="441" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/aoleo.jpg 805w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/aoleo-300x164.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/aoleo-768x421.jpg 768w" sizes="(max-width: 805px) 100vw, 805px" /><figcaption id="caption-attachment-75904" class="wp-caption-text">Caixa separadora água/óleo. Fonte: Secron; Gandhi; Filho (2010).</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por vezes, modificamos os equipamentos, ou melhor, promovemos melhorias para que possamos obter uma maior eficiência no tratamento de efluentes industriais. Dessa forma, a utilização de chicanas faz com que partículas menores colidam com a mesma e decantem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, quando contamos com partículas com diâmetro maiores que 1mm podemos lançar mão de peneiras. Normalmente, os espaçamentos do material giram em torno de 0.5 a 2,0 mm.</span></p>
<figure style="width: 280px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSpSQoRW0YH_EGafQhtszcWV-rbb61Ey8RuJw&amp;usqp=CAU" alt="Reestruturação da estação de tratamento de efluentes de uma agroindústria de beneficiamento de arroz não parboilizado" width="280" height="180"><figcaption class="wp-caption-text">Peneiras. FONTE:http://revista.liberato.com.br/ojs_lib/index.php/revista/article/viewFile/169/159</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por fim, e não menos importante, temos os filtros de areia. Esses equipamentos, em grande maioria, contém em sua composição carvão ativado que, devido a interações de van der Waals, adsorvem em sua superfície pequenas partículas orgânicas presentes na matriz dos efluentes contaminantes.</span></p>
<figure style="width: 473px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://docplayer.com.br/docs-images/67/57492968/images/2-0.jpg" alt="ADSORÇÃO EM COLUNA DE CARVÃO ATIVADO -tratamento de efluentes" width="473" height="577"><figcaption class="wp-caption-text">FONTE: https://docplayer.com.br/57492968-Adsorcao-em-coluna-de-carvao-ativado.html</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em conclusão, nessa primeira parte abordamos os equipamentos e metodologias mais utilizadas nessa etapa preliminar de tratamento de efluentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No próximo bloco, falaremos da etapa primária de tratamento de efluentes. Sendo assim, continuem acompanhando o <a href="https://blogdaengenharia.com/">Blog</a> para não perderem nenhum artigo dessa série.</span></p>
<p style="text-align: justify;">E claro, não deixe de compartilhar e interagir, <span style="font-weight: 400;">Até logo !</span></p>
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