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	<title>Universidades não conseguem formar profissionais Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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		<title>Universidades não conseguem formar profissionais suficientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 17:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Universidades não conseguem formar profissionais suficientes para atender à alta da demanda, puxada por investimentos públicos e privados.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 id="universidades-nao-conseguem-formar-profissionais-suficientes-para-atender-a-alta-da-demanda-puxada-por-investimentos-publicos-e-privados">Universidades não conseguem formar profissionais suficientes para atender à alta da demanda, puxada por investimentos públicos e privados.</h2>
<p>A escassez de engenheiros vem pesando no bolso das empresas. O salário médio na área de engenharia subiu entre 15% e 20% neste ano, de acordo com um levantamento feito pela consultoria Michael Page a pedido do “Estado”. Um profissional recém-formado em universidades conceituadas consegue ocupar vagas com salários entre R$ 4.000 e R$ 5.000 no primeiro emprego, afirma o diretor da consultoria, Augusto Puliti.<br />
O incremento nos salários é um reflexo da expansão do emprego no setor, puxada pelos investimentos privados e públicos feitos no Brasil nos últimos anos. O número de vagas abertas para o ramo de engenharia aumentou entre 20% e 30% neste ano em relação a 2010, segundo a Michael Page. Como a quantidade de engenheiros formados não cresce na mesma proporção, há uma disputa por mão de obra.<br />
A Petrobrás, por exemplo, contratou 3.100 engenheiros de 2008 até setembro deste ano. Dos 58 mil funcionários da empresa, 11,5 mil ocupam cargos de engenharia e outros 1.225 empregos devem ser adicionados à área até 2013.<br />
Para contratar novos profissionais ou reter talentos, as empresas tiveram de pagar mais. Na Engevix, por exemplo, o custo médio do salário de um engenheiro subiu 40% em quatro anos, afirmou o presidente da companhia, Cristiano Kok.<br />
Na consultoria de projetos de engenharia Maubertec, o custo para contratar novos profissionais subiu 10% em termos reais – uma expansão da ordem de 27% em valores nominais. “As empresas menores buscam os engenheiros na faculdade para treinar. Mas o mercado está comprando gente. É difícil segurar os profissionais”, diz o empresário José Roberto Bernasconi, sócio da Maubertec.<br />
As obras de infraestrutura previstas para o Brasil devem acirrar a briga por profissionais qualificados. A estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) é que serão necessários 500 mil engenheiros para executar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).<br />
Além de concorrer entre si, as empresas de engenharia também disputam profissionais com outros setores, principalmente o mercado financeiro. Dos cerca de 750 mil engenheiros em atividade no Brasil, só 30% trabalham como assalariados na área, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). “A engenharia foi uma profissão desvalorizada nos anos 80 e 90. Muitos profissionais acabaram migrando para outras áreas”, diz o presidente do Instituto de Engenharia, Aluizio Fagundes.<br />
Sem oferta. Agora que o mercado de infraestrutura e tecnologia se aqueceu, a tendência é que os salários continuem a subir nos próximos anos. O motivo é que as universidades brasileiras formam menos engenheiros do que o número de vagas criadas em um ano.<br />
Atualmente, o Brasil forma 35 mil engenheiros por ano, de acordo com dados de 2009 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que considera apenas os cursos com o nome de Engenharia. Mas o País deve abrir cerca de 100 mil vagas para engenheiros por ano até 2016, pelas estimativas do Instituto de Engenharia.<br />
Porém, na hora de contratar, as empresas não buscam apenas profissionais com curso superior em engenharia. “Elas querem pessoas formadas em boas faculdades, com visão de negócios e com domínio de língua estrangeira”, diz o consultor da Michael Page.<br />
Dos 35 mil engenheiros formandos, um quarto estudou em cursos mal avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). E a maioria não fala inglês.<br />
Via:<a href="//www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CCoQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.estado.com.br%2F&amp;ei=EfsFT6ahPIX9ggfOmvj-AQ&amp;usg=AFQjCNHA2fGqFzh8Fm5IAyS-6-6oqeGJ3Q&amp;sig2=Kw_h6GKF9EluEU5jgahaXw"> Portal O Estado de São Paulo</a></p>
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