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Uber e Volvo firmam parceira para ter carros autônomos sem motoristas


O futuro parece estar cada vez mais próximo. Aquele mesmo dos filmes, onde os celulares possuem hologramas, robôs são vistos constantemente nas ruas e os carros não precisam de motoristas.

A Volvo acaba de anunciar que vai fornecer para a Uber mais de 24 mil carros autônomos ao longo de um período de três anos, começando já em 2019, passando a ser a maior venda deste tipo de veículos da história!

Crédito: Volvo

“Nosso objetivo inicial é sermos capazes de operá-los sem alguém ao volante em algumas cidades e ambientes selecionados”, disse um dos líderes da Uber, Jeff Miller, em entrevista recente à uma revista automotiva da Europa.

De acordo com Miller, a parceria firmada com a Volvo se deu por conta dos grandes resultados com carros autônomos apresentados pela empresa sueca nos últimos anos. Além disso, por ser um mercado com imenso potencial futuro, as empresas pensam que uma parceria nesse momento pode trazer boas consequências posteriores para ambas as partes.

Uma das maiores preocupações da empresa, com sede em Gotemburgo, na Suécia, é como garantir que o sistema eletrônico do carro seja sólido e resistente à pirataria. Ainda assim, a Volvo enfatiza a importância de também focar em múltiplos sistemas de segurança, quesito que sempre se destacou no cenário mundial.

O modelo em questão é o Volvo XC90, que pode acomodar até sete pessoas. Claro, isso significa sete passageiros já que não haverá nenhum motorista, embora talvez o serviço comece com um motorista de segurança.

Crédito: Futurism

+Planos Iniciais

A Volvo planeja iniciar seu próprio programa de condução autônoma com uma frota de 100 modelos Volvo XC90 em Gotemburgo, na Suécia, a partir do próximo mês de dezembro. Aos poucos, de acordo com a evolução do programa, mais carros e em lugares distintos vão ser implementados também.

Nem a Volvo nem a Uber colocam um preço no projeto ou uma data precisa para sua implantação. A tecnologia  primeiro precisa estar completamente pronta, e também precisam ser avaliados uma série de trâmites burocráticos, como autorização dos locais onde serão implementados, condição das estradas, etc.

Fonte: IEEE


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