CarreiraEngenharia de Alimentos

WIBA!: Cachaça com Engenharia

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Unindo tradição e inovação, a cachaça WIBA! chega ao mercado com um conceito inovador e lança o jeito WIBAde beber cachaça: Caipirinha na boca.
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E o melhor, o pessoal da WIBA! nos convidou para conhecer esse novo conceito onde a cachaça é servida em uma jarra, acompanhada de porções com diferentes frutas cortadas em pequenos pedaços, hortelã, manjericão, sal, açúcar, chocolate, pimenta e o que mais a sua imaginação e gostos permitirem. O consumidor escolhe suas frutas e os outros ingredientes, fazendo uma combinação, coloca na boca, mastiga levemente e em seguida, dá pequenos goles na cachaça. A diversão é essa, descobrir novos sabores com cachaça, e tenho que admitir, me surpreendi com combinações de ingredientes que nunca imaginei que ficariam bons juntos!
 

Mas o que engenharia tem a ver com isso?


Para começar, você sabia que cachaça é considerado alimento, dentro de uma subcategoria para bebidas alcoólicas e não alcoólicas, pelo Ministério da Agricultura?
E todo alimento que se preze antes de chegar até o consumidor final, deve seguir regras e etapas de produção controladas. Isso exige um profissional especializado, e é a aí que entra a engenharia!
Mas antes de chegar com este conceito inovador no mercado, oferecendo uma nova experiência de consumo, a WIBA! se preocupou primordialmente em oferecer um produto de qualidade. E para garanti-la, é necessário que o ambiente onde é produzida a cachaça, seja o mais adequado possível, impedindo que haja contaminação por meio físico, químico ou biológico. Mas qual profissional pode garantir este processo?
 

Um engenheiro de alimentos! Mas você sabe o que ele faz?

 
Um engenheiro de alimentos atua em escala industrial, cuida dos procedimentos para as etapas de preparo e conservação de alimentos e bebidas, selecionando a matéria-prima, e definindo qual a melhor forma de armazenagem, acondicionamento e preservação dos produtos. Desenvolve e testa formulações, com a finalidade de determinar não só o valor nutricional de alimentos, mas também seu sabor, sua cor e sua consistência, ou seja, toda a parte sensorial e físico-química do produto. Desenvolve tecnologias limpas e processos para aproveitamento de resíduos.
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No alambique onde é feita a cachaça WIBA!, a responsável em controlar e supervisionar o processo produtivo dos aspectos microbiológicos, físico-químico e matemáticos foi a engenheira de alimentos expert em cachaça, Valdirene Neves.
“Além de controlar todo o processo, desde os fertilizantes químicos que são aplicados no solo, através da recomendação de engenheiro agrônomo, nos preocupamos com o controle da matéria-prima principal que é a cana-de-açúcar. Cuidados com a água, a higienização e manutenção das instalações e equipamentos devido a contaminações microbianas, químicas e físicas, são controles essenciais para se produzir uma bebida – Cachaça –  de alta qualidade” diz Valdirene, que também fez padronizações de cor, corrigiu o flavor da cachaça e analisou o laudo realizado pela ESALQ-USP – laboratório especializado em examinar os componentes químicos da cachaça e verificar se os mesmos estão dentro das referências estabelecidas pelo Ministério da Agricultura.

Sustentabilidade

Quando o assunto é sustentabilidade, o pessoal da WIBA! leva a sério. Todos os subprodutos que seriam jogados fora no processo de produção da cachaça, são reaproveitados garantindo o ciclo sustentável de produção, sem agredir o meio-ambiente. Veja alguns deles:
 

VINHOTO:

O vinhoto é o resíduo que sobra após a destilação fracionada do caldo de cana-de-açúcar, para a obtenção do etanol. Para o seu reaproveitamento, WIBA! resfria e usa como fertilizante para a plantação e alimentar o gado da propriedade.
 

BAGAÇO DA CANA:

Depois que a cana é moída e seu caldo é decantado e filtrado, sobra o bagaço. Parte dele, a WIBA! alimenta a caldeira (responsável em gerar energia para garantir o vapor utilizado em todo o processo de produção) e também o gado.
 

ÁLCOOL/ETANOL:

Os volumes de cabeça e cauda – não apropriados para o consumo – , são destilados novamente e aproveitados para abastecer os veículos da propriedade.
 

Curiosidade Arquitetônica do Alambique

Uma curiosidade arquitetônica, é que a indústria de cachaça pode ser construída em topografias em leve declive ou áreas planas. Em declive, proporciona gravidade, ou seja, o produto vai de um setor para outro em queda, por gravidade – sem gasto de esforço elétrico ou mecânico, como é o caso do alambique onde é produzida a cachaça WIBA!.
Já em área plana é necessário o uso de bombas elétricas (gasto de energia), para o envio de um equipamento do setor para outro. De um jeito ou de outro, a forma como o líquido cai nos setores de fermentação e destilação é que deve ser amenizada para evitar surgimento de reações físico-químicas.

Gostou? Tem interesse em ver de perto como a WIBA! é produzida?
Visite o alambique! Ele está localizado na Cidade de Torre de Pedra – SP, no km 167 da Rodovia Castelo Branco.
Para agendar uma visita, envie um e-mail para contato@cachacawiba.com.br
Facebook: https://facebook.com/wibacachaca
www.cachacawiba.com.br

Eduardo Mikail
Engenheiro Civil, empresário e empreendedor digital, é sócio-fundador da Digital Bronks, e formado também em Administração com especialização em Marketing pela ESPM. Já trabalhou em uma das maiores construtoras do país e hoje está à frente da Mikail Arquitetura e Engenharia. Adora viajar e adquirir conhecimento, pois acredita que é a maior riqueza do ser humano. Busca constantemente transformar as dificuldades em desafios.

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