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Salário emocional, você o considera?

Salário emocional, você o considera?

Você já ouviu a palavra salário muitas vezes. Porém, salário emocional pode ser um termo novo para você mas com certeza você o conhece e o sente muito bem.

Salário emocional, você o considera?

O salário emocional pode ser explicitado em, por exemplo, horários flexíveis, folgas, benefícios sociais, espaço de lazer na empresa, treinamentos pessoais e profissionais, sensação de pertencimento, ambiente prazeroso de trabalho, reconhecimento e outros.

Seres humanos investem mais de um terço de suas vidas no trabalho e pode ser sacrificante se este tempo apenas valer a pena economicamente.

Mesmo sendo a remuneração a melhor forma de expressão de valorização do funcionário, a soma de um salário emocional ao salário econômico é o que mantém o funcionário satisfeito na empresa.

Elizundia, especialista em recursos humanos, realizou uma pesquisa em mais de vinte países e em diversos tipos de empregos e compilou 10 fatores-chave que medem o salário emocional. Trago na íntegra esses 10 fatores para que você possa refletir:

  • Autonomia — Liberdade que se sente para poder administrar seus próprios projetos.
  • Pertencimento — Acima de tudo saber e sentir que pertence a um grupo que te valoriza e te reconhece.
  • Criatividade — Mesmo em trabalhos mais sérios, a criatividade é considerada uma habilidade.
  • Plano de carreira — Ter perspectiva de projeção de carreira a médio e longo prazo na sua carreira.
  • Prazer — É a parte de curtir, ter momentos agradáveis ​​no trabalho.
  • Dominar sua função — Ter satisfação em estar trabalhando e fazer de forma bem feita e que te enche de orgulho.
  • Inspiração — Aqueles momentos que te inspiram e em seguida te dão uma nova perspectiva, uma nova forma de olhar situações e pessoas que talvez você não tivesse antes.
  • Crescimento pessoal — É quando, graças ao seu trabalho, você enfrenta desafios que o ajudam a melhorar como pessoa, a obter mais de si mesmo.
  • Crescimento profissional — São aqueles momentos que te ajudam a exercitar suas habilidades, além de contribuir para os seus talentos na trajetória.
  • Ter um propósito — É quando você tem a sensação de que seu trabalho contribui para os seus próprios propósitos e os da empresa.

Qual é o seu salário emocional?

Qual é o seu salário emocional?

Além disso, a Elizundia propõe dois passos para você responder essa pergunta: identifique quais são os fatores do salário emocional que são mais importantes para você e avalie se eles coincidem com a ideologia da sua empresa e avalie como sua empresa os coloca em prática.

A nova geração de funcionários pós pandemia

Pode parecer besteira para grande maioria dos profissionais brasileiros, principalmente diante do cenário de desemprego e poucas oportunidades. Porém, existe uma geração chamada de “A nova geração de funcionários pós pandemia”.

Para você ficar um pouco por dentro dessa geração, eu trouxe um dado importante. Durante o mês de agosto de 2021, mais de 7 mil funcionários de 7 países foram entrevistados acima de tudo com o objetivo de descobrir suas reais motivações para estarem trabalhando nas suas respectivas empresas após pandemia.

O resultado dessa pesquisa foi a seguinte: A cada 5 entrevistados 1 já saiu ou planeja sair do emprego pois não está feliz e acima de tudo não acredita no negócio em que trabalha. Além disso, apenas 31% justificam a demissão e troca de emprego por motivos de remuneração, sendo que quase o dobro (59%) busca um lugar que se identifique mais aos valores e crenças que possuem.

Diferentemente da realidade do Brasil, os norte-americanos, com tantas opções de emprego disponíveis, muitos parecem ter aproveitado o momento para mudar de carreira. Por lá existe uma falta mão de obra e os empregadores não sabem mais o que fazer. No mês de agosto, eram 10,4 milhões de vagas de emprego em aberto nos Estados Unidos.

Os norte-americanos estão pedindo demissão do emprego pelo motivo de, por exemplo, grosseria do chefe, como também pela rotina ser estressante. Em agosto, segundo relatório divulgado pelo Departamento do Trabalho, cerca de 3% de toda a força de trabalho do país deixou o emprego (equivalente a 4,3 milhões que saíram de seus respectivos trabalhos nos EUA).

Nós sabemos que essa realidade descrita anteriormente é bem diferente da nossa! Além de poucas oportunidades no mercado de trabalho, o salário econômico geralmente é bem abaixo do salário que deveria ser. Porém, considerar mais prontamente o salário emocional está se tornando uma realidade, mesmo no Brasil. Concluindo, eu te faço uma pergunta como reflexão: Qual é o seu salário emocional?

Qual é o seu salário emocional? Reflita!

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