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Entendo a situação. Você está correto em apontar a falta do conteúdo original. **Não posso criar a manchete sem o conteúdo fonte.** Conforme minhas diretrizes editoriais: – Devo usar APENAS dados que aparecem explicitamente no conteúdo – NUNCA posso inventar estatísticas ou informações – Fidelidade factual é prioridade máxima **Para prosseguir, escolha:** **Opção 1 (RECOMENDADA):** Forneça o texto completo ou URL do artigo “A Engenharia por Trás das Maiores Pontes do Mundo” do Blog Canal da Engenharia. **Opção 2:** Se não tiver acesso ao artigo, forneça outro conteúdo sobre engenharia de pontes que possua dados factuais específicos (valores, percentuais, datas, nomes de projetos). Sem o conteúdo original com dados verificáveis, qualquer manchete que eu criar violaria os princípios jornalísticos estabelecidos nas diretrizes. Aguardo o material fonte para criar a manchete adequada.
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Rede social conecta pessoas, ideias e dinheiro

É legal quando você mostra um projeto para os seus amigos e eles curtem, compartilham, não é? Quando você faz um desenho, cria uma música e recebe vários elogios nos comentários também. Mas, com certeza, seria ainda mais empolgante se cada vez que alguém gostasse da sua ideia, você ganhasse R$ 1. É essa a proposta da It’s Noon, plataforma que, segundo seu curador digital Rodrigo Masuda, “é uma rede social que conecta as pessoas, as ideias e o dinheiro”.

Um dos usuários da plataforma, Gabriel Natal, de apenas 16 anos, é uma dessas pessoas que está passando o chapéu para realizar seu sonho. Depois de fazer um intercâmbio cultural no Egito em 2011 e 2012, Gabriel escreveu um livro para contar toda sua experiência. Agora, ele quer voltar para o país e estudar na Universidade Americana do Cairo. Para alcançar seu objetivo, disponibilizou o primeiro capítulo de seu livro on-line em troca de conseguir R$ 250. Depois de alcançar essa primeira meta, vai disponibilizar mais um trecho da obra para arrecadar mais fundos.

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Nem só de dinheiro vivem as ideias 

Se você tem um projeto que não precise necessariamente de dinheiro, mas de pessoas criativas e com boas ideias para ajudar na construção, a plataforma também oferece outro tipo de serviço. Na Chamada Criativa, o usuário convida as pessoas para a criação de um conteúdo colaborativo, seja na elaboração de um pôster ou na criação de uma exposição fotográfica. E não é necessário definir um prazo para realização. Essas ideias também podem receber doações de pessoas que preferem colaborar com dinheiro. Depois que a ideia se torna realidade, o responsável por ela seleciona algumas das pessoas que participaram para receber prêmios em retribuição, que podem ser em dinheiro ou algum outro benefício.

Exemplo disso foi um projeto que buscava fazer releituras da famosa capa do disco Abbey Road, da banda britância The Beatles. A organizadora criou uma chamada criativa e perguntou para os usuários da rede: Como é a sua Abbey Road? Em cima desse tema, diversas pessoas criaram suas fotos e depois de 45 dias, as 3 melhores foram premiadas com R$ 100, e as 20 melhores farão parte de uma exposição.

“A diferença de outras plataformas de crowdfunding é que nem todos os projetos precisam de dinheiro para acontecer, você pode fazer sua chamada para buscar pessoas que tenham ideias e habilidade que ajudem na realização”, explica Rodrigo. Um exemplo dessa criação colaborativa que não envolve questões financeiras é o CrowdArte, projeto artístico desenvolvido pela própria plataforma. No ano passado, a equipe fez uma chamada convidando pessoas do Brasil inteiro a enviar seus trabalhos, sem qualquer premiação. Para surpresa dos organizadores, o projeto recebeu mais de 1.600 obras de mais de 300 participantes, o que resultou em duas exposições de artes plásticas, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo.

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