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	<title>50 anos de LED Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>50 anos de LED Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Lâmpada de LED e a eficiência energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Telecomunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ão eficiente? Assim, Vamos descobrir tudo isso e muito mais neste artigo!</p>
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<p class="is-style-default">O LED já é um aliado da eficiência energética há muito tempo, entretanto, o que faz dele ser tão eficiente? Assim, Vamos descobrir tudo isso e muito mais neste artigo!</p>



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<p>Sobretudo, podemos destacar que o LED pode reduzir o impacto ambiental significantemente por causa do seu baixo consumo de energia. </p>



<p>Por natureza o lema do LED é: Gerar muita energia com pouco gasto. Contudo, essa é a tecnologia que está envolvida no LED. Em síntese, as &#8220;já ultrapassadas&#8221; e tradicionais incandescentes consomem cerca de 90% a mais. Logo, as incandescentes também aumentam o impacto ambiental e a conta de energia no final do mês. O LED supera em eficiência energética os demais modelos de lâmpadas  — incluindo fluorescentes compactas, de vapor metálico e a vapor de sódio em alta pressão.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="509" height="339" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1.jpg" alt="" data-id="81204" data-full-url="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1.jpg" data-link="https://blogdaengenharia.com/?attachment_id=81204" class="wp-image-81204" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1.jpg 509w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-1325532772-170667a-1-380x253.jpg 380w" sizes="(max-width: 509px) 100vw, 509px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">                                                  Lâmpadas de LED já é tendência no Brasil há mais de 10 anos</figcaption></figure></li></ul></figure>



<h3 id="mas-qual-e-a-magica-envolvida" class="wp-block-heading">Mas qual é a &#8220;mágica&#8221; envolvida?</h3>



<p>Tecnicamente, o LED é um dispositivo de estado sólido que incorpora uma junção p-n, emitindo radiação óptica quando excitado por uma corrente elétrica. A luz gerada a partir dos semicondutores se dá através da eletroluminescência que é um fenômeno em que o material emite luz quando uma corrente elétrica ou um campo elétrico passa por ele, onde os elétrons são capazes de se recombinar dentro do dispositivo, liberando energia na forma de fótons. </p>



<p>Seu desempenho varia significativamente com a temperatura de operação do LED e da densidade de corrente elétrica. Nesse sentido, o desenvolvimento tecnológico do LED permitiu a aplicação de diodos emissores de luz à tecnologia de iluminação, tornando viáveis substituições em aplicações gerais de iluminação artificial, deixando de ser empregado apenas para fins que exigem luz de baixa intensidade como sinalizações e circuitos. </p>



<p>Primordialmente, os LEDs operam com eficiências de 220 lm/W, sob condições favoráveis.  O LED já é um aliado da eficiência energética, como a tecnologia continua a evoluir, nos próximos anos a eficácia melhorará e os custos diminuirão.</p>



<p>Por exemplo, a tradução dos parágrafos acima podem ser entendidos como que, o LED é um diodo que quando percorrido por uma corrente elétrica é capaz de emitir luz. Contudo, o diodo é um componente eletrônico, assim, são feitos de materiais semicondutores como germânio ou silício, estes por sua vez conduzem corrente elétrica apenas em um sentido.  Portanto, quando há estímulo de um dos sentidos corretos a energia que passa pelo a gente físico químico é ativado e a luz é emitida.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="472" height="366" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a.jpg" alt="" class="wp-image-81203" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a.jpg 472w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a-300x233.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a-15x12.jpg 15w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/istockphoto-598954202-170667a-380x295.jpg 380w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" /><figcaption>Lâmpadas de LED e seu funcionamento</figcaption></figure></div>



<h3 id="anatomia-de-uma-lampada-de-led-bulbo" class="wp-block-heading">Anatomia de uma lâmpada de LED &#8211; Bulbo</h3>



<p>As lâmpadas LED bulbo omnidirecionais de até 20W são constituídas por base, corpo,<br>driver, LED Printed Circuit Board (PCB) e difusor. </p>



<p>A imagem abaixo mostra uma lâmpada LED e seus componentes, assim é possível observar as partes que a constituem. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-13 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="647" height="312" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled.png" alt="LED" data-id="81205" data-full-url="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled.png" data-link="https://blogdaengenharia.com/?attachment_id=81205" class="wp-image-81205" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled.png 647w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled-300x145.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled-18x9.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled-380x183.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/Untitled-600x289.png 600w" sizes="(max-width: 647px) 100vw, 647px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">                                                  Lâmpada LED desmontada mostrando seus componentes</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p>A base é responsável pelo contato entre o receptáculo e o circuito de alimentação da lâmpada, o corpo da lâmpada serve de suporte para o driver e o LED PCB. Entretanto, o driver é composto por dispositivos eletrônicos e fornece níveis de tensão e corrente seguros aos chips de LED. </p>



<p>Logo, os chips de LED são arranjados em uma placa, de material que assume a função de dissipador de calor, que é chamada de LED PCB. O difusor é constituído de material plástico, de cor fosca, com a finalidade de distribuir a luz de forma uniforme e confortável aos olhos.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>



<h3 id="o-led-ja-e-um-aliado-da-eficiencia-energetica-mas-para-o-bolso-vale-a-pena-mesmo" class="wp-block-heading">O LED já é um aliado da eficiência energética, mas para o bolso, vale a pena mesmo?</h3>



<p>Já foi realizado um estudo que com uma amostra no período de 8,5 anos. Sendo assim, é evidente que o LED vale sim, muito mais a pena porque não é só uma questão de sustentabilidade mas sim, uma baita economia no bolso.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="220" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal.webp" alt="lÂMPADA" class="wp-image-81208" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal.webp 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal-300x132.webp 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal-18x8.webp 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/img_tabelafinal-380x167.webp 380w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>



<p>Veja que apesar de que as lâmpadas incandescentes que eram mais baratas, seu consumo energético era alto e, consequentemente pela usabilidade o consumidor pagava mais caro na conta, sobretudo foram tiradas do mercado. </p>



<p>Como sabemos agora,  O LED já é um aliado da eficiência energética e agora fica a pergunta: Você já substituiu e modernizou suas instalações com a famigerada lâmpada de LED?</p>



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		<title>50 anos de LED</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2012 23:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cinquenta anos atrás, o cientista da GE Nick Holonyak, na época com 33 anos de idade, inventava o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/10/ge_led.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-3044" title="ge_led" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/10/ge_led.jpeg" alt="" width="400" height="266" /></a>Cinquenta anos atrás, o cientista da GE Nick Holonyak, na época com 33 anos de idade, inventava o primeiro diodo emissor de luz visível (LED, em inglês). Por emitir uma luz perceptível ao olho humano, diferente dos lasers infravermelhos, seus colegas da GE na época classificaram o dispositivo criado por Holonyak de “mágico”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma entrevista disponível no YouTube, Holonyak, atualmente com 83 anos, conta como trabalhou no Centro de Pesquisas Global da GE em Nova York. Relata também sua surpresa e satisfação em conseguir produzir, em 9 de outubro de 1962, a primeira luz com a tecnologia LED visível ao olho humano.</p>
<p style="text-align: justify;">“Minha mãe era órfã. Meu pai, um mineiro de carvão. Eles não tinham educação, mas ambos sabiam que a escola era muito importante. Ele me deu uma faca de bolso e disse: ‘Olhe, faça você mesmo’. Tinha cerca de cinco ou seis anos e aprendi que, se precisasse de alguma coisa, poderia fazer com as minhas próprias mãos”, lembra o cientista.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, os LEDs estão cada vez mais presentes na vida das pessoas. A tecnologia é amplamente utilizada para iluminar indicadores em dispositivos eletrônicos, botões de elevador, placas de saída, celulares e displays de smartphones, TVs, PCs, tablets, sinalizações comerciais, telas de vídeo em instalações esportivas, equipamentos cirúrgicos microscópicos e cruzamentos ferroviários. Mais recentemente, a tecnologia LED chegou às ruas, estacionamentos, semáforos, estradas e parques, contribuindo para a redução no consumo de energia das cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Os LEDs usam até 75% menos energia do que as lâmpadas incandescentes; duram até 25 vezes mais do que as fontes de luz incandescentes e de halogêneo; e até três vezes mais do que a maioria das lâmpadas fluorescentes compactas. “Não há ambiguidade sobre o fato de que essa invenção tem uma vida útil muito além do que estamos vendo,” prevê Holonyak.<br />
<em>Legenda da foto: Cientista da GE Nick Holonyak, atualmente com 83 anos</em><br />
<em>Foto: Divulgação GE</em><br />
<em>Imprensa GE</em></p>
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