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	<title>ar Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>ar Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Engenharia de Software para Aplicações de Realidade Virtual e Aumentada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 11:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desenvolvimento de software para aplicações de Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada (AR) é um campo em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O desenvolvimento de software para aplicações de Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada (AR) é um campo em rápida evolução, trazendo desafios e avanços significativos. Assim, estas tecnologias imersivas transformam a maneira como interagimos com o mundo digital, proporcionando experiências únicas em diversas áreas, desde jogos até a medicina e a engenharia.</p>



<h2 id="desafios-no-desenvolvimento-de-software-para-vr-e-ar" class="wp-block-heading"><strong>Desafios no Desenvolvimento de Software para VR e AR</strong></h2>



<h3 id="performance-e-latencia" class="wp-block-heading"><strong>Performance e Latência</strong></h3>



<p>Um dos maiores desafios no desenvolvimento de software para VR e AR é garantir alta performance e baixa latência. Em aplicações de VR, qualquer atraso ou falha na renderização pode causar desconforto ao usuário, incluindo náuseas e desorientação. Por isso, é essencial que os sistemas operem com uma latência inferior a 20ms. Isso requer hardware potente e otimização eficiente do software para garantir que os gráficos sejam renderizados em tempo real.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/RA-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-96107" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/RA-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/RA-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/RA-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/RA-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/RA-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/RA-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/RA-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/RA.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="precisao-de-rastreamento" class="wp-block-heading"><strong>Precisão de Rastreamento</strong></h3>



<p>Para criar uma experiência verdadeiramente imersiva, é necessário um rastreamento preciso dos movimentos do usuário e do ambiente. Sistemas de rastreamento, como câmeras e sensores, devem ser altamente precisos e rápidos para capturar movimentos sutis e garantir que as ações no mundo virtual correspondam aos movimentos reais do usuário. Assim, a integração desses sistemas com o software de VR/AR é complexa e desafiadora.</p>



<h3 id="interface-do-usuario-ui-ux" class="wp-block-heading"><strong>Interface do Usuário (UI/UX)</strong></h3>



<p>Desenvolver uma interface de usuário intuitiva e eficiente para VR e AR é fundamental. Diferente das interfaces tradicionais, em VR e AR os usuários interagem com o conteúdo de maneira tridimensional e imersiva. Isso exige a criação de novos paradigmas de interação que sejam naturais e fáceis de usar. Portanto, elementos como gestos, voz e até mesmo o olhar do usuário podem ser utilizados para navegar e interagir com o ambiente virtual.</p>



<h2 id="avancos-no-desenvolvimento-de-software-para-vr-e-ar" class="wp-block-heading"><strong>Avanços no Desenvolvimento de Software para VR e AR</strong></h2>



<h3 id="ferramentas-e-plataformas-de-desenvolvimento" class="wp-block-heading"><strong>Ferramentas e Plataformas de Desenvolvimento</strong></h3>



<p>Nos últimos anos, houve um avanço significativo nas ferramentas e plataformas de desenvolvimento de VR e AR. Engines como Unity e Unreal Engine proporcionam uma base sólida para a criação de ambientes virtuais ricos e detalhados. Dessa forma, essas ferramentas oferecem bibliotecas e frameworks específicos para VR e AR, facilitando o trabalho dos desenvolvedores.</p>



<h3 id="integracao-com-ia-e-machine-learning" class="wp-block-heading"><strong>Integração com IA e Machine Learning</strong></h3>



<p>A integração de Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML) com VR e AR está trazendo novas possibilidades para essas tecnologias. Algoritmos de IA podem ser usados para melhorar o rastreamento de movimentos, reconhecer objetos e ambientes, e criar interações mais naturais e responsivas. Isso possibilita experiências mais realistas e personalizadas para os usuários.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-1024x720.jpg" alt="engenharia" class="wp-image-96108" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="realidade-mista-mr" class="wp-block-heading"><strong>Realidade Mista (MR)</strong></h3>



<p>A Realidade Mista (MR), que combina elementos de VR e AR, está emergindo como um campo promissor. Em MR, objetos virtuais são ancorados no mundo real, permitindo interações que combinam o físico e o digital. Assim, é possível abranger novas possibilidades para aplicações em áreas como design, educação e treinamento, onde a simulação e a interação com objetos virtuais em um ambiente real podem ser extremamente benéficas.</p>



<h2 id="aplicacoes-praticas-de-vr-e-ar" class="wp-block-heading"><strong>Aplicações Práticas de VR e AR</strong></h2>



<h3 id="educacao-e-treinamento" class="wp-block-heading"><strong>Educação e Treinamento</strong></h3>



<p>No setor educacional, VR e AR estão sendo usadas para criar ambientes de aprendizagem imersivos. Simulações em VR permitem que os alunos pratiquem habilidades em um ambiente seguro e controlado. Por exemplo, estudantes de medicina podem realizar cirurgias virtuais antes de operar em pacientes reais. Em treinamento corporativo, essas tecnologias ajudam a simular situações de trabalho, proporcionando uma experiência de aprendizagem prática e envolvente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-educacao-1024x720.jpg" alt="engenharia" class="wp-image-96109" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-educacao-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-educacao-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-educacao-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-educacao-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-educacao-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-educacao-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-educacao-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/Realidade-aumentada-educacao.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="engenharia-e-arquitetura" class="wp-block-heading"><strong>Engenharia e Arquitetura</strong></h3>



<p>Em engenharia e arquitetura, os profissionais utilizam VR e AR para visualizar projetos em escala real antes de construí-los. Dessa forma, facilita-se a identificação de problemas e ajustes no design, economizando tempo e recursos. Engenheiros podem caminhar por um edifício virtual, inspecionar detalhes e testar diferentes soluções em um ambiente controlado.</p>



<h3 id="entretenimento-e-jogos" class="wp-block-heading"><strong>Entretenimento e Jogos</strong></h3>



<p>O setor de entretenimento, especialmente os jogos, tem sido um dos maiores beneficiários de VR e AR. Assim, jogos imersivos que transportam os jogadores para mundos virtuais detalhados estão se tornando cada vez mais populares. A interação em tempo real e a sensação de presença proporcionada por essas tecnologias criam experiências de jogo únicas e emocionantes.</p>



<p>Por fim, o <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a> é seu portal de conteúdo para todas as engenharias, oferecendo as últimas novidades e avanços tecnológicos. Continue nos acompanhando e fique por dentro de todas as novidades do mundo da engenharia!</p>
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		<title>&#8220;S O2 S&#8221; : oxigênio medicinal e sua rota da indústria até o consumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Bonjour]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2021 21:36:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, vamos refletir sobre a palavra oxigênio na frase abaixo: A região com maior produção de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em primeiro lugar, vamos refletir sobre a palavra oxigênio na frase abaixo:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">A região com maior produção de oxigênio no mundo pode estar sofrendo com a falta de oxigênio. </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Contraditório, não? </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-65568" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20200801191406803342u.jpg" alt="sem oxigênio" width="790" height="474" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20200801191406803342u.jpg 790w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20200801191406803342u-300x180.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20200801191406803342u-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 790px) 100vw, 790px" /></p>
<h3 id="o-ar-que-respiramos"><strong>O ar que respiramos</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, vamos aplicar alguns pequenos conceitos. O oxigênio que respiramos não é aquele que vemos na tabela periódica, quer dizer, de modo grosseiro, é a união de dois átomos de oxigênio formando o oxigênio molecular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do mesmo modo, vamos destacar um outro ponto importante, contudo, sobre outra ótica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Parem e pensem: Quando não conseguimos respirar qual a primeira frase que vem à nossa cabeça? Exato, “Estou sem ar”.</span><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65562 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/respiracao.jpg" alt="falta de oxigênio" width="1000" height="563" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/respiracao.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/respiracao-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/respiracao-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/respiracao-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/respiracao-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/respiracao-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa definição está correta e incorreta. Embora a maioria das pessoas remetem a palavra ar para o oxigênio, contudo, o ar que respiramos é composto aproximadamente de 21% O</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">, 78 % N</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> e 1% vapor d&#8217;água e outros gases. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em contraste, o ponto correto é que apenas o O</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> participa das reações metabólicas no nosso corpo. </span><span style="font-weight: 400;">Com respeito ao nitrogênio? É um gás inerte.</span></p>
<h3 id="a-funcao-do-oxigenio-no-organismo"><strong>A função do oxigênio no organismo</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de mais nada, vamos conhecer melhor nosso corpo?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao respirarmos, o ar inspirado atravessa todo o sistema respiratório e chega até os alvéolos pulmonares. É neste ponto que o oxigênio entra e é dissolvido na corrente sanguínea.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-65563" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pulmoes-sistema-respiratorio-1359389163494_300x300.jpg" alt="sistema respiratorio" width="300" height="300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pulmoes-sistema-respiratorio-1359389163494_300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pulmoes-sistema-respiratorio-1359389163494_300x300-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pulmoes-sistema-respiratorio-1359389163494_300x300-180x180.jpg 180w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No sangue, a hemoglobina tem a função de se unir e carregar o oxigênio para as células.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O oxigênio é importante para que haja funcionamento do nosso metabolismo aeróbico, ou seja, produzir energia através da reação química com gorduras e carboidratos . </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como resultado, temos a produção de ATP (Adenosina trifosfato), que é a principal fonte de energia do nosso corpo, e essa energia é liberada quando temos a quebra desta molécula. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-65587" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/metabolismo.jpg" alt="" width="1800" height="1575" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/metabolismo.jpg 1800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/metabolismo-300x263.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/metabolismo-1024x896.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/metabolismo-768x672.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/metabolismo-1536x1344.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1800px) 100vw, 1800px" /></p>
<h3 id="a-importancia-do-oxigenio-durante-o-covid"><strong>A importância do oxigênio durante o COVID</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia 15 de janeiro de 2021, o estado do Amazonas informou ao ministério da saúde que estava com falta de oxigênio e que, por esta razão, saiu na mídia a morte de algumas pessoas por falta de O</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O vírus causador da COVID-19, ataca nosso sistema respiratório, mais especificamente o pulmão, dificultando a troca gasosa nos alvéolos pulmonares causando baixa saturação de oxigênio no sangue. Essa falta de oxigênio é conhecida no jargão medicinal como <a href="https://www.tuasaude.com/hipoxia/">hipóxia</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dificuldade respiratória faz com que o indivíduo gaste muita energia. “Como é produzida mesmo?”. Assim, faz-se necessário que os médicos ministrem oxigênio medicinal juntamente com o acompanhamento da saturação deste no sangue, com o objetivo de não desgastar o paciente</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E como o oxigênio medicinal é produzido?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este tipo de oxigênio “especial”, pode ser produzido tanto industrialmente por criogenia , quanto no próprio local onde é utilizado PSA, apesar de este último não atingir o mesmo grau de pureza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos conhecer um pouco dos dois processos?</span></p>
<h3 id="o2-de-origem-industrial"><strong>O2 de origem industrial</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em escala industrial, a produção de oxigênio é feita a partir da destilação criogênica. Contudo, é necessário um <strong>pré-tratamento</strong> antes de executar essa operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto pode ser ilustrado através da imagem abaixo. Então, vamos por etapas destrinchando o processo:</span></p>
<p><figure id="attachment_65564" aria-describedby="caption-attachment-65564" style="width: 519px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-65564" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/O2-production.jpg" alt="produção de oxigênio" width="519" height="332" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/O2-production.jpg 519w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/O2-production-300x192.jpg 300w" sizes="(max-width: 519px) 100vw, 519px" /><figcaption id="caption-attachment-65564" class="wp-caption-text">Processo industrial de produção de oxigênio medicinal</figcaption></figure></p>
<h3 id="pre-tratamento"><strong>Pré-tratamento</strong></h3>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Para começar o processo, o ar atmosférico é capturado e passa por um processo de compressão onde é comprimido até uma pressão de </span><span style="font-weight: 400;">4 psi (650 kPa ou 6.5 atm)</span><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Em seguida, passa por um trocador de calor, neste caso o ar é o fluido quente e a água é utilizada como fluido frio. Esta etapa tem como finalidade resfriar o ar comprimido para que o vapor d’água presente no ar seja condensado e não dê problema na torre de destilação criogênica.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O fluido resfriado passa por um secador para remoção da água condensada.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Na última etapa de pré-tratamento, lançamos mão de dois adsorvedores, que podem ser compostos por zeólitas ou sílica em gel.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta operação unitária é utilizada para remoção certas impurezas, por exemplo, dióxido de carbono, hidrocarbonetos e traços de água que não foram retirados na operação anterior. </span></p>
<h3 id="separacao"><strong>Separação</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, para que possamos <strong>separar o ar pré-tratado</strong>, temos que lançar mão da operação de destilação, mais especificamente, destilação criogênica pois o ponto de ebulição do oxigênio é menor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continuemos …</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">O ar é separado em um separador onde, uma pequena parte é comprimida (compressor), é resfriada (trocador de calor), é expandida (expansor) e alimenta o topo da coluna de baixa pressão, de forma que, o ar expandido resfrie o ar e forneça a temperatura adequada da torre de baixa pressão para que ocorra a criogenia.</span></li>
<li>Então, a maior parte do ar separado passa por um trocador de calor e é resfriado.</li>
<li>Esse resfriamento faz com que a corrente de ar se torne uma mistura gás/líquido devido a liquefação do oxigênio.</li>
<li>Essa mistura alimenta a coluna de destilação de alta pressão no fundo. À medida que o ar sobe vai perdendo calor, e o oxigênio continua a se liquefazer e se concentrar no fundo. Assim, é promovida a separação.</li>
<li>O produto de fundo rico em O2, composto majoritariamente por O<span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">, passa por um trocador de calor e é deixado expandir até aproximadamente a pressão atmosférica antes de alimentar a coluna de baixa pressão.</span></li>
<li>No decorrer do processo, o produto de topo (Ar + N<span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">), alimenta o topo da coluna de baixa pressão.</span></li>
<li>Simultaneamente, no decorrer do processo, o nitrogênio é retirado como produto de topo, o argônio na lateral da torre, e o oxigênio é o produto de fundo da coluna de destilação criogênica.</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo, o oxigênio é armazenado ainda líquido em tanques criogênicos e são transportados até os hospitais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora </span><span style="font-size: 1.21429rem;">o oxigênio seja mantido em sua fase líquida, c</span><span style="font-size: 1.21429rem;">hegando aos hospitais,  ele deve tomar sua forma gasosa novamente, </span><span style="font-size: 1.21429rem;">para que possa ser utilizado.</span></p>
<h3 id="com-relacao-ao-outro-processo"><strong>Com relação ao outro processo?</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em contraste ao que foi apresentado acima, neste processo não é preciso utilizar a criogenia. É utilizado um equipamento conhecido como <a href="https://blogdaengenharia.com/inovacao-em-tempos-de-crise-um-novo-olhar-para-engenharia-parte-2/"><strong>PSA (Pressure Swing Absorber)</strong>.</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em outras palavras, essas unidades concentradoras de oxigênio tem como fundamento a adsorção seletiva com a utilização de peneiras moleculares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como assim? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos conhecer o funcionamento do processo?</span></p>
<p><figure id="attachment_65565" aria-describedby="caption-attachment-65565" style="width: 554px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-65565" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/psa.gif" alt="produção de oxigênio" width="554" height="261" /><figcaption id="caption-attachment-65565" class="wp-caption-text">PSA &#8211; <span style="font-weight: 400;">Pressure Swing Absorber</span></figcaption></figure></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ar é captado e comprimido (compressores) , passando por um secador antes de alimentar o PSA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob pressão, as zeólitas que compõem a peneira molecular, têm a capacidade de deformar e formar dipolos, permitindo apenas a passagem do oxigênio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, essas peneiras são regeneradas para que se realize uma nova produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalmente, já aprendemos como o oxigênio medicinal é produzido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, a pergunta que não quer calar, o que causou essa crise?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falta de planejamento?</span></p>
<h3 id="em-outras-palavras-de-quem-e-a-culpa"><strong>Em outras palavras, de quem é a culpa?</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Com as recentes notícias, podemos ver alguns acontecimentos, investigação e cobrança de empresas, pedido de ajuda a outros países, transferência de pacientes para outros estados&#8230;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas agora… de quem é a culpa, quem deveria ser responsabilizado?</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65046 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/emotions-young-man-in-blue-shirt-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1841" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/emotions-young-man-in-blue-shirt-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/emotions-young-man-in-blue-shirt-300x216.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/emotions-young-man-in-blue-shirt-1024x737.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/emotions-young-man-in-blue-shirt-768x552.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/emotions-young-man-in-blue-shirt-1536x1105.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/emotions-young-man-in-blue-shirt-2048x1473.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">População? </span><span style="font-weight: 400;">Cientistas? </span><span style="font-weight: 400;">Empresas? </span><span style="font-weight: 400;">Governo?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">NÃO SEI! A princípio de todos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Entretanto, o estado do Amazonas clama!</span></p>
<hr />
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-65569 aligncenter" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/sem-respirar-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/sem-respirar-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/sem-respirar-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/sem-respirar-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/sem-respirar.jpg 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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