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	<title>ART Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>ART Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<item>
		<title>A baixa da Anotação de Responsabilidade Técnica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joni Matos Incheglu]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 11:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Anotação de Responsabilidade Técnica – ART foi instituída por meio da Lei 6.496/77 a qual em ser&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Anotação de Responsabilidade Técnica – ART foi instituída por meio da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6496.htm">Lei 6.496/77</a> a qual em ser artigo 1º enuncia:</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><em>“Todo contrato, escrito ou verbal, para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços profissionais referentes à Engenharia, à Arquitetura e à Agronomia fica sujeito à &#8220;Anotação de Responsabilidade Técnica&#8221; (ART).”</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Posteriormente o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – <a href="https://www.confea.org.br">CONFEA</a> editou a <a href="http://normativos.confea.org.br/downloads/1025-09.pdf">Resolução 1.025/09</a> a qual esmiuçava de maneira clara e objetiva a citada obrigatoriedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas será que os profissionais e a sociedade realmente conhecem e aplicam uma das nuances mais importantes desta legislação que é a baixa da ART?</p>
<figure id="attachment_66403" aria-describedby="caption-attachment-66403" style="width: 259px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-66403 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/images-ART.jpg" alt="Baixa na ART" width="259" height="195" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/images-ART.jpg 259w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/images-ART-180x135.jpg 180w" sizes="(max-width: 259px) 100vw, 259px" /><figcaption id="caption-attachment-66403" class="wp-caption-text">Fonte: CREA-SP</figcaption></figure>
<h3 id="baixa-da-art" style="text-align: justify;">Baixa da ART</h3>
<p style="text-align: justify;">Inacreditavelmente, a baixa da responsabilidade técnica por uma obra ou projeto ainda não faz parte do <em>modus operandi</em> de parte significativa dos profissionais que integram o Sistema CONFEA/<a href="http://www.creasp.org.br">CREA</a>, infelizmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe reiterar que trata-se de uma exigência legal a qual é estabelecida na Resolução do CONFEA 1.025/09 – Art. 14. O qual enuncia:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>“O término da atividade técnica desenvolvida obriga à baixa da ART de execução de obra, prestação de serviço ou desempenho de cargo ou função.”</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tal expediente está longe de se constituir em mera formalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Funciona como uma proteção ao profissional na medida em que ele informa ao Sistema que aquela obra ou serviço encontra-se encerrado (ou paralisado).</p>
<p style="text-align: justify;">Se não vejamos a título de exemplo,</p>
<h3 id="exemplo-da-necessidade-da-baixa-da-art" style="text-align: justify;">Exemplo da necessidade da baixa da ART</h3>
<p style="text-align: justify;">Imaginem uma obra paralisada que é visitada inadvertidamente por crianças as quais se acidentam no interior da mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso não haja a baixa, o responsável técnico será inequivocamente implicado neste acidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, na eventualidade de uma paralisação de obra, deve-se dar baixa e, em uma retomada, uma Anotação de Responsabilidade Técnica &#8211; ART complementar vinculada a inicial prorroga o prazo de execução.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor para registro de ART de obra ou serviço, neste caso corresponderá a taxa mínima, uma vez que não mudou os valores do objeto ou da atividade técnica contratada.</p>
<h3 id="importancia-da-baixa-da-art" style="text-align: justify;">Importância da baixa da ART</h3>
<p style="text-align: justify;">Ou ainda, uma obra concluída cujo proprietário não se interessou em chancelar o “<a href="https://blogdaengenharia.com/o-que-faz-um-engenheiro-civil/">Habite-se</a>” (o que ensejaria o pedido de “baixa” por parte do responsável técnico).</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, decidiu comercializá-la (infelizmente alguns municípios não fiscalizam esta atividade com os cuidados devidos).</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, passados alguns anos, um novo proprietário decide proceder todas as regularizações necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste momento, o novo proprietário percebe também a existência de algumas patologias construtivas as quais são comuns passados alguns anos somado com a ausência das manutenções preventivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, o responsável técnico poderá ser acionado mesmo passados vários anos dada a ausência da baixa da responsabilidade pois a mesma Resolução 1.025 em seu Art. 13 enuncia:</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><em>“Para os efeitos legais, somente será considerada concluída a participação do profissional em determinada atividade técnica a partir da data da baixa da ART correspondente”</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem inesgotáveis exemplos da inequívoca aplicabilidade da citada Resolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Em síntese, estabelece que após concluso os serviços, o profissional deve proceder a baixa da ART por meio do acesso no site <a href="https://creanet1.creasp.org.br/index.aspx">CREANET</a>.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-67199 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/engineering-worker-construction-m-electrician-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1706" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/engineering-worker-construction-m-electrician-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/engineering-worker-construction-m-electrician-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/engineering-worker-construction-m-electrician-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/engineering-worker-construction-m-electrician-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/engineering-worker-construction-m-electrician-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/engineering-worker-construction-m-electrician-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h3 id="concluindo-os-servicos-e-procedendo-a-baixa-da-art" style="text-align: justify;">Concluindo os serviços e procedendo a baixa da ART</h3>
<p style="text-align: justify;">Entende-se por conclusos os casos de encerramento de obra ou serviço, rescisão contratual, substituição de responsável técnico, paralisação de obra ou serviço, baixa unilateral de ART e baixa parcial de ART.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante salientar que a <span style="font-size: 1.21429rem;">baixa da ART não exime o profissional ou a pessoa jurídica contratada das responsabilidades administrativa, civil ou penal, conforme o caso. </span></p>
<p style="text-align: justify;">Os serviços até então executados pelo profissional continuam passíveis das sanções previstas conforme a legislação vigente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda a ação que o CREA está tomando com os engenheiros que praticam a venda de ART</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/confea-e-crea-venda-de-art/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=confea-e-crea-venda-de-art</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 06:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[ART]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já não é de hoje que a venda de carteiras profissionais e a venda de ART (Anotação de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="block-confeatheme-page-title" class="block block-core block-page-title-block">
<div class="content">
<p class="page-title title" style="text-align: left;"><span style="font-size: 19px; color: rgba(0, 0, 0, 0.74); font-weight: 400;">Já não é de hoje que a venda de carteiras profissionais e a venda de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) está sendo objeto de investigação do CREA-SP e também do Confea. </span></p>
<p class="page-title title" style="text-align: left;"><span style="font-size: 19px; color: rgba(0, 0, 0, 0.74); font-weight: 400;">Na última semana, o caso teve repercurtiu mais ainda por conta de uma <strong>reportagem</strong> no </span><strong><a style="font-size: 19px; font-weight: 400;" href="https://globoplay.globo.com/v/8243099" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal da Globo</a></strong><span style="font-size: 19px; color: rgba(0, 0, 0, 0.74); font-weight: 400;">, a qual evidencia a preocupação dos órgãos com a prevenção da prática irregular da profissão. Segundo a reportagem, os órgãos estão trabalhando para responsabilizar todos os envolvidos nos crimes. As investigações estão todas sendo conduzidas pela Polícia Federal.</span></p>
<h3 id="mas-a-venda-de-art-e-carteira-profissional-e-crime"><strong>Mas a venda de ART e carteira profissional é crime?</strong></h3>
<p>Sim, a venda das carteiras profissionais falsas se configura como crime de estelionato e falsificação de documento público.</p>
<div align="left">Está na hora dos profissionais registrados no sistema CREA &#8211; Confea se conscientizarem de que é fundamental a sua efetiva participação nas obras e serviços técnicos. Não emita uma ART apenas para &#8220;satisfazer&#8221; o CREA.</div>
<div align="left"></div>
<div align="left">No caso da ocorrência de alguma fatalidade,<span style="font-size: 19px;"> o profissional será responsabilizado civil e criminalmente, constatando da pior maneira possível que o acobertamento não vale a pena.</span></div>
</div>
</div>
<div align="left"></div>
<div align="left">Então está claro que o trabalho como engenheiro exige acompanhamento, certo? Se você emitiu uma ART, você é responsável por aquele objeto do início ao fim.</div>
<h3 id="a-pratica-da-venda-de-art-nao-comecou-ontem" align="left"><span style="color: #ff0000;">A prática da venda de ART não começou ontem&#8230;</span></h3>
<div id="block-confeatheme-page-title" class="block block-core block-page-title-block">
<div class="content">
<p>Já tem mais de um ano que eu denunciei lá no meu Instagram essa prática ilegal, que até  pouco tempo atrás, continuava a ser feita.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/BmQVJi7h00u/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
<div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;"><a style="color: #000; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;" href="https://www.instagram.com/p/BmQVJi7h00u/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer">é por isso que o Brasil ?? tá na merda ? &#8211; fiquei sabendo através do meu amigo @eng.jmuriloreis e precisei compartilhar. depois as pessoas reclamam que o país não vai pra frente, que em Brasília só tem corrupto, porém o nosso problema vai muito mais longe, é cultural e está infestado por todo canto. cadê o @creasp_br pra fiscalizar e penalizar esses profissionais que vendem a sua assinatura, após 5 ou mais anos de faculdade, por meros R$250,00 no @mercadolivre ?</a></p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px;" href="https://www.instagram.com/eduardocavalcanti/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Eduardo Slabocicor Cavalcanti</a> (@eduardocavalcanti) em <time style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;" datetime="2018-08-09T10:41:52+00:00">9 de Ago, 2018 às 3:41 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
</div>
</div>
<p>Segundo o Jornal da Globo, parte da negociação ocorre nas ruas de São Paulo, mas a prática também é muito forte na internet, principalmente através do site <em>Mercado Livre</em>. Segundo o <a href="http://confea.org.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confea</a>, já foram identificadas algumas carteiras ilegais. Até o momento, <strong>11 processos contra engenheiros</strong> que teriam assinado <strong>ART&#8217;s</strong> supostamente <strong>irregulares</strong> estão ativos.</p>
<figure id="attachment_48442" aria-describedby="caption-attachment-48442" style="width: 1652px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-48442 size-full" src="https://www.blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/Screen-Shot-2020-01-28-at-13.49.39.png" alt="Venda de ART no mercado livre" width="1652" height="854" /><figcaption id="caption-attachment-48442" class="wp-caption-text">A comercialização de ART&#8217;s ainda continua no Mercado Livre</figcaption></figure>
<p style="text-align: left;">Então, meus amigos, pense duas, cinco, dez vezes antes de &#8220;vender a sua assinatura&#8221;. Essa prática, totalmente ilegal, pode causar danos irreparáveis a você, mas principalmente para a sociedade. Você não passou tanto tempo da vida estudando, se preparando como profissional com um <a href="https://www.blogdaengenharia.com/qual-importancia-de-um-curriculo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">currículo</a> de sucesso para simplesmente jogar tudo no lixo, não é mesmo?</p>
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