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	<title>#Aviação Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>#Aviação Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>O trágico fim do Antonov 225</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A notícia da destruição do grande Antonov An-225 Mriya chamou atenção da comunidade dos apaixonados pela engenharia aeronáutica/aviação.&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/noticias/o-tragico-fim-do-antonov-225/">O trágico fim do Antonov 225</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A notícia da destruição do grande Antonov An-225 <em>Mriya</em> chamou atenção da comunidade dos apaixonados pela engenharia aeronáutica/aviação.</p>



<p>A princípio, as informações, ainda desencontradas, apontavam danos irreparáveis na estrutura do avião. A confirmação veio dias depois, após serem divulgadas fotos da aeronave totalmente assolada.</p>



<h3 id="o-antonov-an-225" class="wp-block-heading">O Antonov An-225</h3>



<p>Com inacreditáveis 84 metros de comprimento, 88,4 metros de envergadura, 18,1 metros de largura, capacidade de carga de até 250 toneladas ou até 1500 pessoas, o gigante Antonov An-225 impressiona.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="920" height="465" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/com-antonov-abatido-saiba-quais-sao-maiores-avioes-do-mundo-fotos-antonov-an-225-b8c30f04-2921-4282-9ea7-1c85ab9f4190.webp" alt="" class="wp-image-81329" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/com-antonov-abatido-saiba-quais-sao-maiores-avioes-do-mundo-fotos-antonov-an-225-b8c30f04-2921-4282-9ea7-1c85ab9f4190.webp 920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/com-antonov-abatido-saiba-quais-sao-maiores-avioes-do-mundo-fotos-antonov-an-225-b8c30f04-2921-4282-9ea7-1c85ab9f4190-300x152.webp 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/com-antonov-abatido-saiba-quais-sao-maiores-avioes-do-mundo-fotos-antonov-an-225-b8c30f04-2921-4282-9ea7-1c85ab9f4190-768x388.webp 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/com-antonov-abatido-saiba-quais-sao-maiores-avioes-do-mundo-fotos-antonov-an-225-b8c30f04-2921-4282-9ea7-1c85ab9f4190-18x9.webp 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/com-antonov-abatido-saiba-quais-sao-maiores-avioes-do-mundo-fotos-antonov-an-225-b8c30f04-2921-4282-9ea7-1c85ab9f4190-585x295.webp 585w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/com-antonov-abatido-saiba-quais-sao-maiores-avioes-do-mundo-fotos-antonov-an-225-b8c30f04-2921-4282-9ea7-1c85ab9f4190-380x192.webp 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/com-antonov-abatido-saiba-quais-sao-maiores-avioes-do-mundo-fotos-antonov-an-225-b8c30f04-2921-4282-9ea7-1c85ab9f4190-800x404.webp 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/com-antonov-abatido-saiba-quais-sao-maiores-avioes-do-mundo-fotos-antonov-an-225-b8c30f04-2921-4282-9ea7-1c85ab9f4190-600x303.webp 600w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption>O avião possuía trens de pouso com 32 pneus.</figcaption></figure>



<p>Além disso, ainda conta com 6 motores turbofans <em>Ivchenko-Progress</em> D-18T, que dá empuxo e o leva a atingir velocidades de 850 km/h.</p>



<p>Construído na década de 1980, foi projetado para carregar o <a href="https://blogdaengenharia.com/diversos/curiosidades/a-majestade-do-espaco-onibus-espacial/?preview_id=68563&amp;preview_nonce=4e66e175f7&amp;preview=true&amp;_thumbnail_id=68569">ônibus espacial</a> Buran, sendo uma versão melhorada do An-124 <em>Ruslan</em>.</p>



<p>Segundo a fabricante, são 240 recordes mundiais nunca superados. Um deles, em setembro de 2001, voou transportando 253,86 toneladas de carga, a uma velocidade aproximada de 760 km/h.</p>



<p>A título de comparação, enquanto um Boeing 737 é comandado por 2 pilotos, para fazer o <em>Mriya </em>sair do chão, são necessários 2 pilotos e 4 engenheiros de voo. Normalmente, 20 membros viajam em tempo integral com o Antonov, contando com a tripulação reserva.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-81331" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault-1160x653.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/maxresdefault.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Tripulação em voo.</figcaption></figure>



<p>Como resultado, é citado como uma das maiores construções aéreas do mundo.</p>



<h3 id="destruicao" class="wp-block-heading">Destruição</h3>



<p>A aeronave estava estacionada em um hangar no Aeroporto Antonov, em Gostomel, na Ucrânia, quando, numa ofensiva do governo da Rússia, entre os dias 24 e 25 de fevereiro de 2022, foi atingida por diversos mísseis e queimado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="696" height="464" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/FM_SPrTXsAE9ySi-copiar-696x464-1.jpg" alt="" class="wp-image-81328" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/FM_SPrTXsAE9ySi-copiar-696x464-1.jpg 696w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/FM_SPrTXsAE9ySi-copiar-696x464-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/FM_SPrTXsAE9ySi-copiar-696x464-1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/FM_SPrTXsAE9ySi-copiar-696x464-1-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/03/FM_SPrTXsAE9ySi-copiar-696x464-1-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><figcaption>Antonov AN-225 destruído.</figcaption></figure>



<h3 id="custo" class="wp-block-heading"> Custo </h3>



<p>Conforme informações, os custos para a reconstrução do Antonov 225 podem chegar a – pasmem – <strong>US$3 bilhões</strong>.</p>



<p>Realmente, o número assusta. Mas quando se leva em consideração as dimensões exageradas do avião, até que faz sentido. Sem contar o fato de ser um equipamento antigo.</p>



<h3 id="o-gigante-vai-ser-reconstruido" class="wp-block-heading"> O gigante vai ser reconstruído? </h3>



<p>Apesar do cenário desfavorável, a história pode ter um final feliz. Através do Facebook, a Antonov Company divulgou uma carta (<a href="https://www.facebook.com/antonov.company/posts/4682304995230426">clique aqui</a> para ler na íntegra) destinada a “todas as pessoas não-indiferentes do mundo civilizado”.</p>



<p>Parte da mensagem diz: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Apesar dos tempos difíceis, a equipe Antonov considera absolutamente necessário evitar a perda irrecuperável completa da lendária aeronave como um dos símbolos da modernidade e iniciar o renascimento do carro-chefe da aviação de transporte AN-225 Mriya. Há todas as razões para isso, mas, infelizmente, em um momento difícil para a Ucrânia, não há dinheiro suficiente para resolver esse problema. Propomos estabelecer um Fundo Internacional para o Renascimento da aeronave de transporte AN-225 Mriya.&#8221;</p><cite>Antonov Company</cite></blockquote>



<p>Em síntese à carta, a “vaquinha” solicita apoio de entidades/pessoas como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>chefes de estado e de governo de todos os países do mundo;</li><li>empresas globais de produção de aeronaves;</li><li>empresas-parceiras estrangeiras que participaram da criação de outras aeronaves Antonov;</li><li>administração de bancos e outras instituições financeiras do mundo;</li><li>fãs e entusiastas da aviação;</li><li>toda a comunidade aeronáutica mundial, incluindo Organizações Não Governamentais;</li><li>todas as pessoas que admiravam a grandeza do <em>Mriya</em>.</li></ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Líder Aviação anuncia Programa Trainee 2022 com vagas para engenheiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2021 18:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Trainee Líder Aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há vagas para universitários e profissionais recém-formados nas áreas de Engenharia Aeronáutica, Aeroespacial e Mecânica Aeronáutica. Vagas são&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há vagas para universitários e profissionais recém-formados nas áreas de Engenharia Aeronáutica, Aeroespacial e Mecânica Aeronáutica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><i>Vagas são para universitários e recém-formados nas áreas de <strong>Engenharia Aeronáutica</strong>, <strong>Aeroespacial</strong> e <strong>Mecânica Aeronáutica.</strong> Inscrições até <strong>10 de outubro 2021</strong>.</i></span></p>
<p style="text-align: justify;">A Líder Aviação está com inscrições abertas para o <strong>Programa Trainee Líder Aviação 2022</strong>. Estudantes universitários ou profissionais recém-formados de Engenharia Aeronáutica, Engenharia Aeroespacial e Engenharia Mecânica-Aeronáutica podem participar da seleção. A maior empresa de aviação executiva da América Latina oferece aos candidatos a experiência de integrar projetos inovadores e conhecer de perto as cinco unidades de negócios da empresa: Fretamento e Gerenciamento de Aeronaves; Manutenção de Aeronaves; Vendas e Aquisições de Aeronaves; Operações de Helicópteros Offshore e Onshore e Atendimento Aeroportuário.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Os estudantes ou profissionais interessados devem ter a data de conclusão do curso entre dez/2019 e dez/2021 e não precisam ter experiência profissional. Os pré-requisitos para os candidatos são: </strong></em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">Inglês fluente;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Domínio do pacote Office;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Disponibilidade para residir na região sudeste do Brasil. </span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre os benefícios estão vales alimentação e refeição, assistência médica e odontológica e previdência privada. </span>Criado em 2007, o <strong>Programa Trainee Líder Aviação</strong> já formou mais de 60 profissionais.</p>
<h5 id="inscricoes"><span style="color: #666699;">inscrições</span></h5>
<p style="text-align: justify;">As inscrições podem ser feitas <strong>até o dia 10 de outubro</strong> pelo site: <a style="color: #000000;" href="http://www.traineelideraviacao.com.br">www.traineelideraviacao.com.br</a>. Acesse e saiba mais.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Sobre a Líder Aviação</strong> &#8211; É a maior empresa de aviação executiva da América Latina. Fundada há 63 anos, conta com mais de 1.100 colaboradores e uma frota de mais de 55 aeronaves. Com presença em 19 bases operacionais nos principais aeroportos brasileiros, a empresa atua em cinco unidades de negócio: fretamento e gerenciamento de aeronaves; vendas de aeronaves; manutenção; atendimento aeroportuário e operações de helicópteros. A Líder também oferece serviços de corretagem de seguro aeronáutico, treinamentos em simulador de voo e reparos em pás de helicópteros. Acesse <a style="color: #000000;" href="http://www.lideraviacao.com.br/">www.lideraviacao.com.br</a> e saiba mais.<br />
</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Continue acompanhando mais conteúdo como este aqui no blog da Engenharia. No menu eventos, você encontrará abas sobre os eventos do ano e neles todo conteúdo específico sobre um certo tema, como prevenção de combate a incêndios <strong><span style="color: #ff6600;">(Fireday)</span></strong>, Também para graduandos, mestrandos, recém formados e outros na aba <strong><span style="color: #666699;">sob pressão</span></strong> e uma aba exclusiva para <span style="color: #008000;"><strong>Acessibilidade</strong>.</span> Confira mais em nosso Instagram @blogdaengenharia.</p>
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		<item>
		<title>A era do supersônico Concorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2021 11:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiramente, você já se imaginou viajando numa velocidade próxima a duas vezes a do som? Não? Até 2003&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Primeiramente, você já se imaginou viajando numa velocidade próxima a duas vezes a do som? Não? <em><strong>Até 2003 isso era possível, por meio do único avião supersônico a operar com passageiros: o Concorde.</strong></em></p>
<h3 id="historia-do-concorde" style="text-align: justify;">História do Concorde</h3>
<p style="text-align: justify;">Após a Segunda Guerra Mundial, o motor a jato ganhou espaço na aviação, trazendo mais velocidade aos novos modelos de aeronaves.</p>
<p style="text-align: justify;">O comércio se dividia em duas vertentes inversamente proporcionais até então: aviões que levassem grande quantidade de passageiros e aviões que pudessem ultrapassar a velocidade do som.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, a Inglaterra e a França juntaram-se, no início dos anos 60, para desenvolver um ambicioso projeto que unisse passageiros com velocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O protótipo ficou pronto em 1967. Finalmente, em 1969, o Concorde realizou o seu primeiro voo para testes.</p>
<p><figure id="attachment_73981" aria-describedby="caption-attachment-73981" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73981 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/1024px-02.03.69_1er_vol_de_Concorde_1969_-_53Fi1931_-_cropped.jpg" alt="Protótipo" width="1024" height="704" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/1024px-02.03.69_1er_vol_de_Concorde_1969_-_53Fi1931_-_cropped.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/1024px-02.03.69_1er_vol_de_Concorde_1969_-_53Fi1931_-_cropped-300x206.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/1024px-02.03.69_1er_vol_de_Concorde_1969_-_53Fi1931_-_cropped-768x528.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-73981" class="wp-caption-text">Primeiro Concorde.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Então, em 1976, entrou para aviação comercial, fazendo suas primeiras rotas ligando Paris ao Rio de Janeiro, fazendo uma escala técnica em Dacar, e Londres a Bahrein.</p>
<h3 id="desempenho-do-supersonico" style="text-align: justify;">Desempenho do supersônico</h3>
<p style="text-align: justify;">Para gerar a propulsão necessária para o Concorde, a Rolls-Royce desenvolveu os motores Olympus 593, que tinham por volta de 17200 kgf de empuxo.</p>
<p><figure id="attachment_73986" aria-describedby="caption-attachment-73986" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73986 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-scaled.jpg" alt="Motor" width="2560" height="1564" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-300x183.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-1024x625.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-768x469.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-1536x938.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-2048x1251.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-73986" class="wp-caption-text">Motor Olympus 593.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A velocidade de operação era de 2150 km/h e foi determinada com base na temperatura que o material aguentava sem ruptura (o bico chegava a 130 graus Celsius, por exemplo), a partir de fatores da fadiga de materiais.</p>
<p style="text-align: justify;">O teto operacional era de 60 mil pés, muito acima de formações meteorológicas, o que quase anulava as turbulências.</p>
<p style="text-align: justify;">Com toda essa performance, consumia cerca de 22 toneladas de querosene aeronáutico por hora de voo! Isso é muito além do consumo de qualquer outro modelo de aeronave já projetado.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto estava nos ares, sua fuselagem expandia-se até 30 cm, devido ao calor, o que era um problema, já que precisava de manutenções constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto índice de poluição fez com que países como o Japão não adquirissem o modelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator determinante da má aceitação do Concorde em algumas nações foi o barulho excessivo que ele fazia quando atingia a velocidade do som.</p>
<h3 id="fato-curioso" style="text-align: justify;">Fato curioso</h3>
<p style="text-align: justify;">Na rota entre Londres e Nova Iorque, frequentemente utilizada pelas madames inglesas, o voo saía as 10h30 da manhã.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 3h30 de viagem (um avião comum demora, atualmente, cerca de 8h para realizar o mesmo trecho), o Concorde pousava às 9h da manhã, ou seja, 1h antes do horário que partiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso se deve ao fato de que, além do fuso horário (claro!), o jato voava mais rápido que a velocidade de rotação da Terra, que é de 1666 km/h.</p>
<h3 id="fim-de-uma-era" style="text-align: justify;">Fim de uma era</h3>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, as operações com o Concorde deram bastante prejuízo. Como eram estatais, as duas principais empresas que o utilizaram, Air France e British Airways, foram praticamente obrigadas a usarem esse modelo, já que foi desenvolvido pelos governos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1981, ambas decidiram aumentar drasticamente os preços dos bilhetes, a fim de continuar com as operações. Apenas os super ricos conseguiriam voar além da velocidade do som.</p>
<p><figure id="attachment_73989" aria-describedby="caption-attachment-73989" style="width: 1241px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-73989" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62.jpg" alt="concorde " width="1241" height="827" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62.jpg 1241w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1241px) 100vw, 1241px" /><figcaption id="caption-attachment-73989" class="wp-caption-text">Luxuoso serviço de bordo.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar do tempo e não tendo concorrência, o projeto foi ficando cada vez mais desatualizado. As aeronaves foram ficando muito modernas em relação ao Concorde.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualizações nesse tipo de avião poderia custar muito caro para o que ele podia oferecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, no dia 25 de julho de 2000, aconteceu o que viria a ser a gota d’água para o fim de uma era. Um Concorde da Air France, de matrícula N13067, caiu no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, logo após a decolagem, matando 113 pessoas no total.</p>
<p><figure id="attachment_73985" aria-describedby="caption-attachment-73985" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73985 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1.jpg" alt="Acidente " width="1280" height="720" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1.jpg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-73985" class="wp-caption-text">N13067 em chamas.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo investigações, o acidente foi causado por uma peça solta na pista de outra aeronave que tinha acabado de decolar, imediatamente antes do N13067.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, em 26 de novembro de 2003, o último Concorde pousou na cidade de Filton, na Inglaterra, encerrando assim, um dos maiores – e melhores – capítulos da história da aviação mundial.</p>
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		<title>Os 10 aviões comerciais mais utilizados no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 11:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escolha dos modelos de aviões que vão compor a malha de uma empresa aérea é extremamente complexa.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A escolha dos modelos de aviões que vão compor a malha de uma empresa aérea é extremamente complexa. Além de questões internas das companhias, fatores como veículos, sobretudo, menos poluentes, vêm ganhando força nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não ser um fator determinante, pilotos também têm suas preferências pessoais em relação às aeronaves que irão operar – embora não possam escolher.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, o fato é que para os entusiastas de aviação de plantão, não é novidade a “guerra” entre a Boeing e a Airbus. Vamos ver quem ganha?</p>
<h3 id="10o-lugar-boeing-767" style="text-align: justify;">10º lugar: Boeing 767</h3>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, o 767 tinha o objetivo de ser uma versão menor do Boeing 747. Capaz de levar até 375 passageiros, entrou em operação em 1982, sendo um sucesso. Existem 1.186 aeronaves desse modelo em circulação.</p>
<p><figure id="attachment_71670" aria-describedby="caption-attachment-71670" style="width: 2350px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71670" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL.jpg" alt="" width="2350" height="1567" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL.jpg 2350w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2350px) 100vw, 2350px" /><figcaption id="caption-attachment-71670" class="wp-caption-text">767 da Delta.</figcaption></figure></p>
<h3 id="9o-lugar-airbus-a330" style="text-align: justify;">9º lugar: Airbus A330</h3>
<p style="text-align: justify;">Com 1.497 aviões em pleno funcionamento, o A330 é um dos queridinhos das companhias aéreas. Desenvolvida para longas distâncias, pode voar até 12 mil quilômetros sem parar para abastecer.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a Azul Linhas Aéreas possui 12 unidades.</p>
<p><figure id="attachment_71669" aria-describedby="caption-attachment-71669" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71669" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/a330neo_azul_-_neves_2_free_big.jpg" alt="" width="760" height="506" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/a330neo_azul_-_neves_2_free_big.jpg 760w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/a330neo_azul_-_neves_2_free_big-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-71669" class="wp-caption-text">A330 da Azul.</figcaption></figure></p>
<h3 id="8o-lugar-boeing-747" style="text-align: justify;">8º lugar: Boeing 747</h3>
<p style="text-align: justify;">Atuando desde 1970 e sendo considerado um dos modelos mais conhecidos do mundo, o 747 tem 1.555 aeronaves entregues. Em sua maior versão, há 605 assentos, com um custo unitário de US$378,5 milhões.</p>
<p><figure id="attachment_71668" aria-describedby="caption-attachment-71668" style="width: 2452px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71668" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp.jpg" alt="" width="2452" height="1608" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp.jpg 2452w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-300x197.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-1024x672.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-768x504.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-1536x1007.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-2048x1343.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2452px) 100vw, 2452px" /><figcaption id="caption-attachment-71668" class="wp-caption-text">747 da British Airways.</figcaption></figure></p>
<h3 id="7o-lugar-embraer-e-jets" style="text-align: justify;">7º lugar: Embraer E-Jets</h3>
<p style="text-align: justify;">Nós brasileiros também estamos na lista! Não podíamos faltar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os modelos Embraer 170, 175, 190 e 195, diferem-se apenas pelo comprimento e capacidade de passageiros, mantendo os mesmos sistemas. Dessa forma, a versão E-195 pode transportar até 124 viajantes, em uma única classe.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 1.579 aeronaves em operação, há mais de 330 para ser entregues.</p>
<p><figure id="attachment_71667" aria-describedby="caption-attachment-71667" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71667" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/azul-embraer195_free_big.jpg" alt="" width="760" height="496" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/azul-embraer195_free_big.jpg 760w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/azul-embraer195_free_big-300x196.jpg 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-71667" class="wp-caption-text">E-195 da Azul.</figcaption></figure></p>
<h3 id="6o-lugar-boeing-777" style="text-align: justify;">6º lugar: Boeing 777</h3>
<p style="text-align: justify;">Famoso pelo termo “<em>Triple Seven</em>”, é um tremendo sucesso até hoje entre os aviões <em>widebodies </em>(fuselagem larga). São quatro versões: 200, 300, 8 e 9, capazes de levar até 550 pessoas a bordo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o 777-8 e -9 detém o recorde de maior motor do mundo, com incríveis 3,4 metros de diâmetro – ou seja, quase do mesmo tamanho da fuselagem do Boeing 737.</p>
<p><figure id="attachment_71666" aria-describedby="caption-attachment-71666" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71666" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Boeing_777-32W-ER_TAM_AN1513615.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Boeing_777-32W-ER_TAM_AN1513615.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Boeing_777-32W-ER_TAM_AN1513615-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Boeing_777-32W-ER_TAM_AN1513615-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-71666" class="wp-caption-text">777 da TAM.</figcaption></figure></p>
<h3 id="5o-lugar-boeing-727" style="text-align: justify;">5º lugar: Boeing 727</h3>
<p style="text-align: justify;">Então, chega a vez do pequeno trijato 727. Embora tenha deixado de ser fabricado em 1984, foi produzido tanto quanto os parceiros mais modernos: 1.831 unidades. Ainda assim, em alguns países, é usado em pequenas rotas.</p>
<p><figure id="attachment_71665" aria-describedby="caption-attachment-71665" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71665" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/boeing_727_3_fixed_big.jpg" alt="" width="760" height="475" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/boeing_727_3_fixed_big.jpg 760w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/boeing_727_3_fixed_big-300x188.jpg 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-71665" class="wp-caption-text">727 da Varig.</figcaption></figure></p>
<h3 id="4o-lugar-bombardier-crj-series" style="text-align: justify;">4º lugar: Bombardier CRJ Series</h3>
<p style="text-align: justify;">A canadense Bombardier já entregou 1.899 exemplares da família CRJ, que tem cinco versões: 100, 200, 700, 900 e 1000. As principais operadoras desse modelo são a Delta Airlines, Express Jet e Air Canada.</p>
<p><figure id="attachment_71664" aria-describedby="caption-attachment-71664" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71664" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/600px-Bombardier_CRJ-100_Lufthansa_D-ACJJ_-_MSN_7298_-_Now_in_UTair_fleet_as_VQ-BGU_3238726666.jpg" alt="" width="600" height="399" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/600px-Bombardier_CRJ-100_Lufthansa_D-ACJJ_-_MSN_7298_-_Now_in_UTair_fleet_as_VQ-BGU_3238726666.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/600px-Bombardier_CRJ-100_Lufthansa_D-ACJJ_-_MSN_7298_-_Now_in_UTair_fleet_as_VQ-BGU_3238726666-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-71664" class="wp-caption-text">CRJ 100/200 da Lufthansa.</figcaption></figure></p>
<h3 id="3o-lugar-dc-9-md-80" style="text-align: justify;">3º lugar: DC-9/MD-80</h3>
<p style="text-align: justify;">Entrando para o top 3, a aeronave de médio porte DC-9/MD-80 vendeu 2.283 exemplares. Apesar de ter aposentadoria próxima, a Delta Airlines ainda tem alguns modelos em pleno funcionamento.</p>
<p><figure id="attachment_71663" aria-describedby="caption-attachment-71663" style="width: 900px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71663" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aa-md-80-retirement-0.jpg" alt="" width="900" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aa-md-80-retirement-0.jpg 900w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aa-md-80-retirement-0-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aa-md-80-retirement-0-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-71663" class="wp-caption-text">MD-80 da American Airlines.</figcaption></figure></p>
<h3 id="2o-lugar-airbus-a320" style="text-align: justify;">2º lugar: Airbus A320</h3>
<p style="text-align: justify;">A família A320 e suas variantes A318, A319, A320 e A321 têm um recorde de pedidos: são 15.572, sendo que destes, 9.293 estão nos ares do mundo inteiro, de acordo com a Airbus.</p>
<p style="text-align: justify;">A LATAM é uma das maiores operadoras de A320 do mundo, utilizando esse modelo para cerca de 99% dos seus voos pelo Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_71662" aria-describedby="caption-attachment-71662" style="width: 1169px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71662" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil.png" alt="" width="1169" height="773" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil.png 1169w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil-300x198.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil-1024x677.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil-768x508.png 768w" sizes="(max-width: 1169px) 100vw, 1169px" /><figcaption id="caption-attachment-71662" class="wp-caption-text">A320 da LATAM.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Pelo menos 300 companhias aéreas pelo mundo usam esses aviões, podendo destacar a American Airlines, EasyJet, JetBlue e Lufthansa.</p>
<h3 id="1o-lugar-boeing-737" style="text-align: justify;">1º lugar: Boeing 737</h3>
<p style="text-align: justify;">Em primeiríssimo lugar, o grande (não em tamanho) Boeing 737. Com capacidade para até 230 passageiros na versão <a href="https://blogdaengenharia.com/wp-admin/post.php?post=67285&amp;action=edit">MAX</a>, foram 14.845 pedidos e 10.577 entregues até agora.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, a Gol Linhas Aéreas é a principal cliente brasileira, com 120 modelos.</p>
<p><figure id="attachment_71661" aria-describedby="caption-attachment-71661" style="width: 926px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71661 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/GOL-737-MAX-8.jpg" alt="" width="926" height="618" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/GOL-737-MAX-8.jpg 926w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/GOL-737-MAX-8-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/GOL-737-MAX-8-768x513.jpg 768w" sizes="(max-width: 926px) 100vw, 926px" /><figcaption id="caption-attachment-71661" class="wp-caption-text">737 MAX da Gol.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Como resultado do sucesso, os maiores compradores são a American Airlines, United, Copa Airlines e a Southwest.</p>
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		<title>Como ocorre a comunicação entre o piloto e os órgãos de controle?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 11:00:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A harmonia que acontece dentro do espaço aéreo se dá, principalmente, pelos centros controles presentes em solo. É&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A harmonia que acontece dentro do espaço aéreo se dá, principalmente, pelos centros controles presentes em solo. É por meio desses centros que ocorre toda a coordenação para que haja fluxo e segurança aos usuários, desde antes do embarque até a saída da tripulação no local de destino</p>
<p style="text-align: justify;">Esse controle é feito basicamente por três posições: Torre de Controle ou Controle de Aeródromo (TWR), Controle de Aproximação (APP) e o Controle de Área (ACC).</p>
<h3 id="twr" style="text-align: justify;">TWR</h3>
<p style="text-align: justify;">É responsável por toda operação em solo do aeroporto. Dentro da Torre, também há subdivisões. Primeiramente, o piloto da aeronave entra com contato com o controlador de clearence para autorização do plano de voo.</p>
<p style="text-align: justify;">Após essa aprovação, o contato é passado do controlador de solo, responsável por toda movimentação de aeronaves no solo, do pushback ao ponto de espera da pista. Então, é aí que ele entra em contato com a última posição da TWR, que autoriza o procedimento de decolagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O Controle de Aeródromo é responsável por uma área que compreende um diâmetro de, aproximadamente, 10 quilômetros ao redor do aeroporto, chamada de Zona de Tráfego de Aeródromo (ATZ).</p>
<p><figure id="attachment_70692" aria-describedby="caption-attachment-70692" style="width: 792px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70692" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_1.png" alt="Zonas" width="792" height="482" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_1.png 792w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_1-300x183.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_1-768x467.png 768w" sizes="(max-width: 792px) 100vw, 792px" /><figcaption id="caption-attachment-70692" class="wp-caption-text">Zonas de Tráfego de Aeródromo (ATZ) dentro de uma Zona de Controle (CTR).</figcaption></figure></p>
<h3 id="controle-de-aproximacao" style="text-align: justify;">Controle de Aproximação</h3>
<p style="text-align: justify;">Depois que o avião perde o contato visual com o aeroporto de origem, a frequência de comunicação é mudada e entra em ação o APP. A partir daí, a aeronave para a ser acompanhada via radar.</p>
<p style="text-align: justify;">O APP garante a segurança da Zona de Controle (CTR) e da Área de Controle Terminal (TMA), que abrange um raio de até 100 quilômetros de distância da pista.</p>
<p><figure id="attachment_70693" aria-describedby="caption-attachment-70693" style="width: 712px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70693" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_2.png" alt="" width="712" height="609" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_2.png 712w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_2-300x257.png 300w" sizes="(max-width: 712px) 100vw, 712px" /><figcaption id="caption-attachment-70693" class="wp-caption-text">CTR e TMA.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes, é considerado a posição mais crítica. <strong>Por quê?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Digamos que um ocorra alguma falha de comunicação na posição TWR. Como o avião sempre estará no solo, o erro será facilmente contornado, evitando acidentes fatais. Agora, se tratando de uma falha no APP, onde a aeronave esteja a uma determinada altura e com uma alta velocidade (realizando procedimentos de pousos e decolagens, que são momentos delicados do voo), pode ser que não tenha o mesmo desfecho.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa posição certifica que haja o mínimo de distância entre uma aeronave e outra nas áreas próximas ao aeroporto, assim como velocidades, altitudes e coordenadas para que possa ser passada até o próximo órgão. Ou seja, sequenciar todo o tráfego para o pouso, ao mesmo tempo que livra os aviões que estão saindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, há 47 APP no Brasil.</p>
<h3 id="acc" style="text-align: justify;">ACC</h3>
<p style="text-align: justify;">Por último, se for considerar do início do voo até o cruzeiro, o ACC é acionado. É responsável pelo tráfego dentro das aerovias (AWY), controlando as Áreas de Controle (CTA) e Áreas de Controle do Espaço Aéreo Superior (UTA).</p>
<p><figure id="attachment_70694" aria-describedby="caption-attachment-70694" style="width: 819px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-70694 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_3.png" alt="Zonas" width="819" height="529" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_3.png 819w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_3-300x194.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Screenshot_3-768x496.png 768w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption id="caption-attachment-70694" class="wp-caption-text">Aerovias (AWY) no meio de duas TMA&#8217;s.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">É responsável por cuidar dos voos em rota, se estão cumprindo os planos de voos e os corrigindo, quando necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">O território brasileiro é controlado através de quatro Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (<a href="https://www.decea.mil.br/?i=unidades&amp;p=cindacta-i">CINDACTA</a>).</p>
<p><figure id="attachment_70695" aria-describedby="caption-attachment-70695" style="width: 717px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70695" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Brazil_CINDACTAs.png" alt="cindactas" width="717" height="731" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Brazil_CINDACTAs.png 717w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/Brazil_CINDACTAs-294x300.png 294w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /><figcaption id="caption-attachment-70695" class="wp-caption-text">CINDACTA no Brasil.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff6600;">Uma pergunta para o futuro (não tão distante): como será feito o controle do espaço aéreo para os <a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/este-carro-voador-surpreendentemente-plausivel-completou-seus-testes-de-voo/">carros voadores</a> ?</span></strong></p>
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		<title>O segredo por trás das janelas dos aviões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 11:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já deve ter observado o formato um tanto quanto oval das janelas dos aviões. À primeira vista,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já deve ter observado o formato um tanto quanto oval das janelas dos aviões. À primeira vista, parecer ser algo relacionado a estética. Mas não é. Essa configuração tem função, sobretudo, estrutural.</p>
<h3 id="por-que-nao-quadradas" style="text-align: justify;"><strong>Por que não quadradas?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O costume de ver janelas quadradas no dia-a-dia faz com que algumas pessoas se perguntem o porquê as janelas dos aviões não são quadradas. Apesar de pra nós ser uma coisa tão pequena, na aviação, tudo tem que ter uma explicação.</p>
<p><figure id="attachment_69384" aria-describedby="caption-attachment-69384" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69384" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/ucak-pencereleri-neden-yuvarlaktir-1.jpg" alt="Janela " width="768" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/ucak-pencereleri-neden-yuvarlaktir-1.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/ucak-pencereleri-neden-yuvarlaktir-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-69384" class="wp-caption-text">Geometria oval da janela de um avião.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Para entendermos, precisamos compreender o conceito de fadiga dos materiais, que nada mais é do que a ruptura de um material devido a repetidas tensões. Isso explica o fato de as janelas não serem quadradas, já que quinas vivas concentram todo o estresse recebido através da pressão do ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Janelas ovais não tem esse problema, devido a distribuir as tensões de forma uniforme. É pelo mesmo motivo que a fuselagem do avião também tem o mesmo formato.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, colocando essa teoria em prática, pegue um material redondo e outro quadrado. Aplique uma pressão sobre os dois e verá que o redondo resiste muito mais a pressão do que o quadrado.</p>
<h3 id="e-o-furinho" style="text-align: justify;"><strong>E o furinho?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Aos mais observadores, os furinhos existem por dois motivos. Primeiramente, as janelas dos aviões possuem três camadas: externa, central e interna. O furinho fica na camada central de forma a compensar a pressão do ar entre a cabine de passageiros e o ar entre as camadas, evitando incidente caso algum venha a quebrar.</p>
<p style="text-align: justify;">O outro motivo é a umidade, simplesmente para não embaçar a terceira camada, através de onde os passageiros conseguem ver o exterior.</p>
<p><figure id="attachment_69383" aria-describedby="caption-attachment-69383" style="width: 793px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69383" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/istock-589969524.jpg" alt="Furinho" width="793" height="453" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/istock-589969524.jpg 793w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/istock-589969524-300x171.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/istock-589969524-768x439.jpg 768w" sizes="(max-width: 793px) 100vw, 793px" /><figcaption id="caption-attachment-69383" class="wp-caption-text">Furinho na janela.</figcaption></figure></p>
<h3 id="nem-sempre-foi-assim" style="text-align: justify;"><strong>Nem sempre foi assim&#8230;</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Na década de 40 e 50, alguns fabricantes de aviões fizeram modelos com janelas quadradas. Claro que essa não foi uma boa ideia. Ocorreram diversos acidentes fatais devido a isso.</p>
<p style="text-align: justify;">A fadiga nas quinas fazia com que as janelas trincassem e o avião explodisse em pleno ar, como ocorreu com o <a href="http://desastresaereosnews.blogspot.com/2021/01/aconteceu-em-10-de-janeiro-de-1954-boac.html">voo BOAC 781</a>, da companhia aérea inglesa BOAC, em 1954.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, sempre que você vir essas janelas, saberá o motivo dessa geometria peculiar.</p>
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		<title>Engenharia Aeronáutica: O que você precisa saber!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 11:00:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estrutura do curso A Engenharia Aeronáutica é, assim como todas as engenharias, um curso de 5 anos de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 id="estrutura-do-curso" style="text-align: justify;">Estrutura do curso</h3>
<p style="text-align: justify;">A Engenharia Aeronáutica é, assim como todas as engenharias, um curso de 5 anos de duração. Os primeiros dois anos com as matérias comuns, e após, segue com as matérias específicas como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Fadiga;</li>
<li>Mecânica da Fratura;</li>
<li>Dinâmica de Estruturas Aeronáuticas;</li>
<li>Aerodinâmica e;</li>
<li>Manutenção de Aeronaves.</li>
</ul>
<h3 id="o-que-faz" style="text-align: justify;">O que faz?</h3>
<p style="text-align: justify;">O profissional formando em engenharia aeronáutica é habilitado para elaborar projetos e realizar manutenções de aeronaves de todos os portes, além de veículos espaciais não tripulados, como por exemplo, satélites orbitais. Apesar de ter conhecimentos técnicos, o especialista não é apto a pilotar as aeronaves.</p>
<p><figure id="attachment_70243" aria-describedby="caption-attachment-70243" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70243" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/engenharia_de_manutencao_aeronautica_759_1_20191126180211.jpg" alt="motor" width="1200" height="1200" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/engenharia_de_manutencao_aeronautica_759_1_20191126180211.jpg 1200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/engenharia_de_manutencao_aeronautica_759_1_20191126180211-300x300.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/engenharia_de_manutencao_aeronautica_759_1_20191126180211-1024x1024.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/engenharia_de_manutencao_aeronautica_759_1_20191126180211-150x150.jpg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/engenharia_de_manutencao_aeronautica_759_1_20191126180211-768x768.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/engenharia_de_manutencao_aeronautica_759_1_20191126180211-180x180.jpg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/engenharia_de_manutencao_aeronautica_759_1_20191126180211-400x400.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/engenharia_de_manutencao_aeronautica_759_1_20191126180211-600x600.jpg 600w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-70243" class="wp-caption-text">Fabricação de um motor.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, também é responsável por garantir a segurança de voo, planejando rotas, fluxos, instrumentos e cartas aeronáuticas, que auxiliam na navegação dos pilotos.</p>
<h3 id="mercado-de-trabalho" style="text-align: justify;">Mercado de trabalho</h3>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente, vemos pessoas dizerem que o mercado de trabalho para essa engenharia é escasso no Brasil. Engana-se! Nós somos uma das maiores indústrias de aviação do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o mercado global exige cada vez mais pessoas formadas para suprir a demanda crescente. Nesse sentido, também há diversas oportunidades no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de fabricantes de aeronaves, temos a <a href="https://embraer.com/br/pt">EMBRAER</a>. Caso queira ir para a área espacial, a <a href="https://www.gov.br/aeb/pt-br">Agência Espacial Brasileira</a> (AEB) é uma opção. Se quiser atuar com aviões militares, pode candidatar-se para a <a href="https://www.fab.mil.br/index.php">Força Aérea Brasileira</a> (FAB).</p>
<p><figure id="attachment_70246" aria-describedby="caption-attachment-70246" style="width: 512px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70246" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/unnamed.jpg" alt="fábrica" width="512" height="284" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/unnamed.jpg 512w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/unnamed-300x166.jpg 300w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /><figcaption id="caption-attachment-70246" class="wp-caption-text">Fábrica da EMBRAER.</figcaption></figure></p>
<h3 id="onde-cursar-engenharia-aeronautica" style="text-align: justify;">Onde cursar Engenharia Aeronáutica?</h3>
<p style="text-align: justify;">A nível de Brasil, temos diversas universidades que oferecem esse curso. Algumas são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos;</li>
<li>Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em São José dos Campos;</li>
<li>Universidade FUMEC (FUMEC) em Belo Horizonte e;</li>
<li>Universidade Federal de Uberlândia (UFU) em Uberlândia.</li>
</ul>
<h3 id="salarios" style="text-align: justify;">Salários</h3>
<p style="text-align: justify;">A média salarial de um Engenheiro Aeronáutico vai depender em que área ele pretende seguir e em que cidade irá trabalhar. Se for mexer diretamente com fabricação de aeronaves, o salário inicial gira em torno de R$ 12.412,84. Entretanto, esse valor pode chegar a mais de R$ 22.000,00, dependendo da experiência do profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, se você quiser seguir com manutenções e reparos, a média inicial é um pouco maior, chegando a R$ 13.896,67.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, se você é apaixonado por matemática, física e aviação, essa engenharia é a escolha perfeita!</p>
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		<title>A polêmica saga do 737 MAX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já deve ter visto alguma reportagem acerca dos acidentes envolvendo os aviões da família 737 MAX. Recentemente,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já deve ter visto alguma reportagem acerca dos acidentes envolvendo os aviões da família 737 MAX. Recentemente, depois de duas tragédias fatais em menos de 5 meses, houve a proibição mundial dos voos feitos com esse modelo, tendo como resultado, prejuízos que ultrapassaram R$ 100 bilhões. Vamos entender abaixo toda a história.</p>
<h3 id="o-737-max" style="text-align: justify;"><strong>O 737 MAX</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A linha 737 MAX veio de uma melhoria do seu antecessor, o 737NG. O projeto envolvia a construção de uma aeronave mais potente e com redução de consumo de combustível em comparação com o seu concorrente, o A320NEO. Posteriormente, foi anunciado seus índices de eficiência: até 8% em relação ao seu adversário e até 20% quando comparado ao seu predecessor.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com informações da <a href="https://www.boeing.com.br/produtos-e-servicos/avioes-comerciais/737-max.page">Boeing</a>, a proposta foi apresentada em 2011, tendo seu primeiro voo ocorrido 5 anos depois, em 29 de janeiro de 2016. Logo após, em 2017, recebeu a certificação da <em>Federal Aviation Administration </em>(FAA) para entrar em operação. Em 17 de maio do mesmo ano, aconteceu a primeira entrega para a Malindo Air, entrando em serviço no dia 22.</p>
<p style="text-align: justify;">O desempenho da aeronave provém dos motores e da sua aerodinâmica arquitetada para máxima eficiência. O desafio foi pensar em como colocar um motor maior numa aeronave com a mesma altura do 737NG. A princípio, os engenheiros solucionaram o problema avançando a posição do motor.</p>
<p><figure id="attachment_67287" aria-describedby="caption-attachment-67287" style="width: 1284px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67287" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título.png" alt="Comparação" width="1284" height="830" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título.png 1284w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título-300x194.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título-1024x662.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título-768x496.png 768w" sizes="(max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><figcaption id="caption-attachment-67287" class="wp-caption-text">Comparação do motor do 737 MAX e 737-8.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, estudos mostraram que essa modificação poderia desestabilizar a aeronave em certos tipos de manobras. Um novo software foi adicionado para resolver o impasse: o MCAS (Sistema de Aumento de Características de Manobra, em português). O sistema entra em funcionamento automaticamente quando percebe que o ângulo de ataque está elevado ou a velocidade está baixa.</p>
<p style="text-align: justify;">A junção de eficiência, modernidade, desempenho e confiabilidade fez com que o modelo fosse altamente vantajoso. Foram mais de mil encomendas, sendo 130 destas pela companhia aérea brasileira GOL. O preço varia entre US$ 99,7 milhões e US$ 134,9 milhões.</p>
<h3 id="queda-do-voo-lion-air-610" style="text-align: justify;"><strong>Queda do voo Lion Air 610</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 29 de outubro de 2018, o voo JT610 da companhia aérea da Indonésia Lion Air desapareceu dos radares 13 minutos após a decolagem enquanto ia de Jacarta para Pangkal Pinang. A aeronave de matrícula PK-LQP tinha poucos meses de uso e caiu no mar de Java, vitimando as 189 pessoas que estavam a bordo.</p>
<p><figure id="attachment_67289" aria-describedby="caption-attachment-67289" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67289 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-scaled.jpg" alt="Aeronave " width="2560" height="1484" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-300x174.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-1024x594.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-768x445.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-1536x891.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-2048x1188.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-67289" class="wp-caption-text">Aeronave acidentada (PK-LQP).</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Diversos incidentes vinham acontecendo na aeronave nos dias anteriores ao do acidente. Pilotos já vinham alertando sobre falhas nos sistemas de indicação de velocidade e altitude, sendo realizadas algumas manutenções. No voo que antecedeu o do acidente, houve o mesmo problema, sendo solucionado pelo comandante que desligou o sistema, mantendo desativado durante todo o voo.</p>
<p style="text-align: justify;">O erro voltou a acontecer no voo JT610. Tendo informações imprecisas dos computadores, o piloto solicitou dados à torre de controle para efeitos de comparação. Nesse meio tempo, recebendo informações erradas do sensor, o MCAS embicou o avião para baixo por diversas vezes, tentando estabilizar a aeronave.</p>
<p style="text-align: justify;">No relatório, foi visto que o sensor forneceu ao MCAS um ângulo de ataque 20 graus a mais do que o normal, fazendo com que o sistema colocasse a aeronave na posição de descida, mergulhando no mar com uma velocidade extremamente alta.</p>
<h3 id="queda-do-voo-ethiopian-airlines-302" style="text-align: justify;"><strong>Queda do voo Ethiopian Airlines 302</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Após exatos 4 meses e 9 dias, outra fatalidade: um desastre nos mesmos moldes da Lion Air aconteceu na Etiópia. O voo ET302 da Ethiopian Airlines que fazia a ligação entre Adis Abeba e Nairóbi caiu seis minutos depois de decolar na cidade de Bishoftu matando 157 pessoas entre passageiros e tripulantes.</p>
<p><figure id="attachment_67288" aria-describedby="caption-attachment-67288" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67288 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-scaled.jpg" alt="Aeronave " width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-67288" class="wp-caption-text">Aeronave que se acidentou.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A apuração dos fatores que levaram à queda indica, novamente, uma falha no sistema de velocidade e altitude, apesar do relatório final ainda não ter saído. No vídeo abaixo (em inglês), o CEO da Boeing, assume a culpa da empresa:</p>
<p><iframe title="Muilenburg: Boeing sorry for lives lost in 737 MAX accident" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/-j8OiVvBKMs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p>É aparente que em ambos os voos o sistema MCAS foi ativado em resposta a informação errada do sensor de ângulo de ataque. A história da nossa indústria mostra que maioria dos acidentes são causados por uma série de eventos. É novamente o caso, e sabemos que podemos quebrar esta série de eventos nos dois acidentes. Como pilotos disseram para nós, a ativação errônea do MCAS pode adicionar mais carga de trabalho, que já é alta. É nossa responsabilidade para eliminar esse risco. Nós temos a solução e iremos fazer.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, todos os alertas se acederam após dois acidentes num minúsculo intervalo de tempo e com um mesmo modelo de aeronave. Diante da incerteza dos motivos que causaram as ocorrências – os estudos da queda voo da Lion Air ainda não tinham sido finalizados – o 737 MAX foi proibido de circular até uma segunda ordem.<strong> </strong></p>
<h3 id="atualizacoes-no-737-max" style="text-align: justify;"><strong>Atualizações no 737 MAX</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Um grupo de agências, lideradas pela FAA, que tratam sobre aviação civil definiu as melhorias que a Boeing deveria implementar para a volta das operações com a aeronave. O MCAS foi redesenhado, passando a ter mais um sensor a seu favor, totalizando dois, sendo que se um apresentar defeitos, o sistema é desligado.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme solicitado, os manuais foram totalmente refeitos. O treinamento dos pilotos também passou por reformulação. Toda a tripulação deverá fazer treinamentos constantes através de um simulador de como operar com MCAS e realizar testes para verificar os conhecimentos acerca da aeronave.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, após 20 meses parado, 4400 horas de voos de testes, 400 mil horas de trabalho, o 737 MAX passou por uma recertificação junto à FAA para voltar a operar. No dia 25 de novembro de 2020, houve a liberação de voos com o equipamento no Brasil, sendo realizado o primeiro voo depois de toda a saga no dia 09 de dezembro de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>A tecnologia está mudando a forma de como voamos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é de hoje que sabemos o quanto a tecnologia evoluiu nos últimos 100 anos. Historicamente, há uma&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que sabemos o quanto a tecnologia evoluiu nos últimos 100 anos. Historicamente, há uma guerra para saber quem saiu na frente em uma das invenções mais importantes da história moderna: o avião.</p>
<p>Para os estadunidenses, esta criação se deve aos irmãos Wright, feita no dia 17 de dezembro de 1903, a bordo do <em>Flyer</em>, na cidade de Kill Devil Hills, na Carolina do Norte, sendo descrito pela Federação Aeronáutica Internacional como &#8220;o primeiro voo motorizado, sustentado, controlado e motorizado de uma máquina mais pesada que o ar.&#8221;</p>
<p>Em contrapartida, para os brasileiros – e boa parte da comunidade científica mundial, o autor da invenção foi Santos Dumont com o famoso 14-bis. O feito aconteceu no dia 23 de outubro de 1906, sobre o campo de Bagatelle, em Paris, sendo apreciado por um público de mais de mil pessoas, incluindo a mídia.</p>
<h3 id="a-tecnologia-no-desenvolvimento-dos-motores"><strong>A tecnologia no desenvolvimento dos motores</strong></h3>
<p>O motor para aeronave, era, com certeza, o maior problema a ser solucionado. Nos primeiros anos do século 20, os irmãos Wright decidiram criar seus próprios motores. Porém, sem sucesso, pois só geravam 12 cavalos de potência, o que tornava incapaz até mesmo de realizar a decolagem.</p>
<p>Santos Dumont, já experiente em dirigíveis, utilizou no 14-bis, um motor de lanchas de corrida chamado Antoinette V-8, que conseguia chegar, em sua segunda versão, a 50 cavalos de potência e 1500 rotações por minuto, graças a uma alteração na versão original feita por León Levasseur.</p>
<p><figure id="attachment_66254" aria-describedby="caption-attachment-66254" style="width: 1300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66254 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Antoinette_8V_side_cropped_Museo_scienza_e_tecnologia_Milano.jpg" alt="Antoinette V-8" width="1300" height="1200" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Antoinette_8V_side_cropped_Museo_scienza_e_tecnologia_Milano.jpg 1300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Antoinette_8V_side_cropped_Museo_scienza_e_tecnologia_Milano-300x277.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Antoinette_8V_side_cropped_Museo_scienza_e_tecnologia_Milano-1024x945.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Antoinette_8V_side_cropped_Museo_scienza_e_tecnologia_Milano-768x709.jpg 768w" sizes="(max-width: 1300px) 100vw, 1300px" /><figcaption id="caption-attachment-66254" class="wp-caption-text">Antoinette V-8</figcaption></figure></p>
<p>No final da década de 1920, Frank Whittle criou o conceito de motor de propulsão a jato, tornando a viagem aérea mais eficiente e confortável. Esse modelo mostrava um compressor com dois estágios axial e ajudou a criar a primeira aeronave a jato do mundo: o Heinkel He 178.</p>
<p><figure id="attachment_66250" aria-describedby="caption-attachment-66250" style="width: 1274px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66250 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/HeinkelHe178.jpg" alt="Heinkel He 178" width="1274" height="704" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/HeinkelHe178.jpg 1274w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/HeinkelHe178-300x166.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/HeinkelHe178-1024x566.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/HeinkelHe178-768x424.jpg 768w" sizes="(max-width: 1274px) 100vw, 1274px" /><figcaption id="caption-attachment-66250" class="wp-caption-text">Heinkel He 178</figcaption></figure></p>
<p>Atualmente, os motores turbofans são beneficiados de alta tecnologia, evoluído do motor turbojato. Como resultado, se tornou o motor mais seguro do mundo, com 99,97% de confiança, ultrapassando, em 2020, 100 milhões de horas de voo.</p>
<h3 id="viagens-autonomas"><strong>Viagens autônomas </strong></h3>
<p>Já pensou em poder voar sem o comando de pilotos? É provável que isso vire realidade nos próximos anos! Na verdade, já existem, porém de forma experimental. O pioneiro nessa questão é a aeronave – ou drone militar X-47B, criado pela Northrop Grumman.</p>
<p><figure id="attachment_66251" aria-describedby="caption-attachment-66251" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66251 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pgL_UC-10028_026-scaled.jpg" alt="X-47B" width="2560" height="1712" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pgL_UC-10028_026-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pgL_UC-10028_026-300x201.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pgL_UC-10028_026-1024x685.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pgL_UC-10028_026-768x513.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pgL_UC-10028_026-1536x1027.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/pgL_UC-10028_026-2048x1369.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-66251" class="wp-caption-text">X-47B</figcaption></figure></p>
<p>A British Aerospace está testando uma modificação para a versão autônoma do Jetstream 31, uma aeronave capaz de transportar até 16 passageiros. A alteração se dá nos sistemas e instrumentos do avião, sendo habilitado para lidar com qualquer situação que coloque em risco a vida dos passageiros.</p>
<p><figure id="attachment_66252" aria-describedby="caption-attachment-66252" style="width: 1060px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66252 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/bae_jetstream-1060x707-1.jpg" alt="Jetstream 31" width="1060" height="707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/bae_jetstream-1060x707-1.jpg 1060w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/bae_jetstream-1060x707-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/bae_jetstream-1060x707-1-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/bae_jetstream-1060x707-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1060px) 100vw, 1060px" /><figcaption id="caption-attachment-66252" class="wp-caption-text">Jetstream 31</figcaption></figure></p>
<p>Conforme <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-43354593">entrevista</a> dada à BBC, o engenheiro do CityAirbus, Marius Bebesel, prevê que em 5 anos teremos modelos de táxi aéreos autônomos 100% elétricos que pousam e decolam verticalmente e que transportem de quatro a cinco passageiros, acrescentando que reservar um assento nesse tipo de veículo será tão fácil quanto pedir um táxi no seu celular.</p>
<h3 id="como-isso-e-possivel"><strong>Como isso é possível?</strong></h3>
<p>Graças a tecnologia super avançada implantada, com câmeras, sensores e algoritmos que permitem que a aeronave voe de forma automática, até mesmo sem auxílio do aeroporto ou satélite.</p>
<p><figure id="attachment_66259" aria-describedby="caption-attachment-66259" style="width: 818px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66259 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/asd.png" alt="" width="818" height="444" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/asd.png 818w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/asd-300x163.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/asd-768x417.png 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /><figcaption id="caption-attachment-66259" class="wp-caption-text">Teste de automação</figcaption></figure></p>
<p>Embora os aviões atuais consigam operar e realizar alguns procedimentos sem assistência do piloto, ainda necessitam de uma infraestrutura pesada dos aeroportos e sistemas de navegação, algo que essa automação permitirá reduzir.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><em>Então, você está preparado para voar em aeronaves com tecnologia autônoma? Comenta aí!</em></span></p>
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