<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Biogás Archives | Blog da Engenharia</title>
	<atom:link href="https://blogdaengenharia.com/tag/biogas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blogdaengenharia.com/tag/biogas/</link>
	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
	<lastBuildDate>Thu, 04 Nov 2021 14:00:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/cropped-Ativo-26@bde4.0-logo-32x32.png</url>
	<title>Biogás Archives | Blog da Engenharia</title>
	<link>https://blogdaengenharia.com/tag/biogas/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Tratamento de Efluentes: Tratamento Secundário</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-quimica/efluentes-tratamento-secundario-parte-iii/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=efluentes-tratamento-secundario-parte-iii</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Bonjour]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 10:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Biogás]]></category>
		<category><![CDATA[blogdeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[blogdeengenhariaquímica]]></category>
		<category><![CDATA[bonjour]]></category>
		<category><![CDATA[bonjourpaulo]]></category>
		<category><![CDATA[efluentes]]></category>
		<category><![CDATA[estaçãodetratamentodeefluentes]]></category>
		<category><![CDATA[lodoativado]]></category>
		<category><![CDATA[matériaorgânica]]></category>
		<category><![CDATA[microrganismo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Bonjour]]></category>
		<category><![CDATA[paulovictor]]></category>
		<category><![CDATA[paulovictorborretbonjour]]></category>
		<category><![CDATA[processoaeróbio]]></category>
		<category><![CDATA[processoanaeróbio]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentodeefluente]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentoderesiduos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=77951</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na terceira parte sobre efluentes industriais, trataremos sobre o tratamento secundário. Essa fase, por sua vez, visa remover&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-quimica/efluentes-tratamento-secundario-parte-iii/">Tratamento de Efluentes: Tratamento Secundário</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na terceira parte sobre efluentes industriais, trataremos sobre o tratamento secundário. Essa fase, por sua vez, visa remover compostos biodegradáveis, ou seja, a matéria orgânica dissolvida que estão presentes na solução.</span></p>
<h3 id="classificacoes-de-tratamentos" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Classificações de tratamentos</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No tratamento secundário de efluentes podemos caracterizá-los de duas formas.&nbsp; </span><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, podemos ter os processos em função da aeração, por exemplo, aeróbios e anaeróbios.</span></p>
<figure id="attachment_77953" aria-describedby="caption-attachment-77953" style="width: 384px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-77953 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/esgoto02.jpg" alt="tratamento de efluentes" width="384" height="272" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/esgoto02.jpg 384w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/esgoto02-300x213.jpg 300w" sizes="(max-width: 384px) 100vw, 384px" /><figcaption id="caption-attachment-77953" class="wp-caption-text">Fonte: Chemicharo (1997)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nos processos aeróbios, a reação ocorre com a presença de oxigênio. Como produto, temos a formação de CO2, lodo e efluente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, nos processos anaeróbios, não contamos com a presença de oxigênio. É de se esperar que também tenhamos como produto lodo e efluente. </span><span style="font-weight: 400;">Mas e o CO2?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Neste caso, ao invés de produzirmos CO2, temos a produção de biogás. </span><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, podemos classificar, também, os processos da forma como ocorre o crescimento microbiano, isso quer dizer que, o crescimento pode ocorrer disperso no líquido ou aderido em um suporte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://media.istockphoto.com/photos/growing-bacteria-in-petri-dishes-on-agar-gel-scientific-experiment-picture-id1223471740?k=20&amp;m=1223471740&amp;s=612x612&amp;w=0&amp;h=pQibZApCokexsv5AHXJN0TsbSWbhwONdQAX7LmcdeMk=" alt="growing bacteria in petri dishes on ágar gel experimento científico. - microorganisms - fotografias e filmes do acervo efluentes" width="612" height="408"></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Vamos destrinchar um pouco mais esses processos!?</span></p>
<h3 id="processos-aerobicos-no-tratamento-de-efluentes" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Processos Aeróbicos no tratamento de efluentes</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como vimos anteriormente, os processos além de poderem ser aeróbios, também podem ser com crescimento disperso ou aderido. </span><span style="font-weight: 400;">Com o crescimento disperso, estes processos ocorrem em lagoas de estabilização.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em lagoas de aeração facultativa temos a ocorrência tanto do processo aeróbio, quanto do anaeróbio. </span><span style="font-weight: 400;">Como assim?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Neste tipo de lagoa, a aeração, quando de forma natural, o oxigênio é fornecido por difusão atmosférica e ou fotossíntese. De forma artificial, temos o emprego de turbinas para facilitar a entrada de oxigênio, o que gera turbilhonamento na água. Além disso, ocorre apenas na superfície.</span></p>
<figure id="attachment_77954" aria-describedby="caption-attachment-77954" style="width: 701px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-77954" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/lagoa-facultativa.jpg" alt="" width="701" height="547" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/lagoa-facultativa.jpg 701w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/lagoa-facultativa-300x234.jpg 300w" sizes="(max-width: 701px) 100vw, 701px" /><figcaption id="caption-attachment-77954" class="wp-caption-text">Fonte: VON SPERLING, 2001</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já no fundo, temos a ocorrência do processo anaeróbio.&nbsp; </span><span style="font-weight: 400;">Em consequência, as zonas intermediárias podem realizar o processo de ambas as formas, sendo assim, dizemos que a aeração é facultativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sobretudo, temos que ter a ocorrência de reações, não? E neste caso, ocorre mais de uma.&nbsp; </span><span style="font-weight: 400;">O material carbonáceo presente na superfície dos efluentes sofre oxidação enquanto o de fundo sofre fermentação anaeróbica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já o material nitrogenado sofre <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/nitrificacao-desnitrificacao.htm">nitrificação</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por fim, se tratando de lagoas aeradas, temos a mistura completa. Seu mecanismo de funcionamento visa manter sólidos e biomassa suspensos e dispersos no líquido, além de fornecer oxigênio.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Comparando com os exemplos anteriores, temos um menor espaço de instalação e tempo de permanência. Todavia, os gastos com energia são maiores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em conclusão, o último processo aerado ocorre com o emprego de biodisco. Neste caso, o biofilme se adere nos discos e a medida que ocorre a rotação, a matéria orgânica e o ar entram em contato com a biomassa.</span></p>
<h3 id="processos-anaerobios-no-tratamento-de-efluentes" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Processos anaeróbios no tratamento de efluentes</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os processos anaeróbios ocorrem por fases.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, temos a ocorrência da hidrólise de moléculas grandes pela ação das enzimas que são liberadas pelas bactérias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na segunda fase, as bactérias produzem álcoois, ácidos, amônia e CO2 através da transformação dos macronutrientes presentes na matéria orgânica. Designamos essa fase como fase ácida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por fim, a fase metanogênica é onde ocorre realmente a formação do biogás , composto majoritariamente por metano, pela reação do dióxido de carbono com o hidrogênio. No decorrer da reação, verifica-se uma queda na velocidade de reação por conta do “isolamento” bacteriano pela formação de bolhas.</span></p>
<figure style="width: 756px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/6mE6z3S79NsPjWLq0jBavEHy7lRHv5RXjGxBucWFkO31RX1ayVwPmtCldCmHhs56738nubqvd9BSW2mB5fRVT4nEmW2oMBMBuPwRsVEBfX_NcCynKka0ET9CTteMkOyIxHQdQeIa" alt="Principais tipos de tratamento de efluentes – Canteiro de Engenharia" width="756" height="567"><figcaption class="wp-caption-text">Reator anaeróbio. Fonte: https://canteirodeengenharia.com.br/2019/08/21/tratamento-de-efluentes/</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esses equipamentos, conhecidos como biodigestores, podem funcionar tanto em bateladas como em operação contínua. </span><span style="font-weight: 400;">Em suma, qual processo utilizar?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Essa resposta dependerá da sua matriz efluente, bem como teríamos que avaliar o processo com melhor custo benefício.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhem o <a href="https://blogdaengenharia.com/">blog da engenharia</a> para ficarem por dentro dos próximos tópicos.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-quimica/efluentes-tratamento-secundario-parte-iii/">Tratamento de Efluentes: Tratamento Secundário</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Biogás como alternativa sustentável para geração de energia elétrica</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-eletrica/biogas-como-alternativa-sustentavel-para-geracao-de-energia-eletrica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=biogas-como-alternativa-sustentavel-para-geracao-de-energia-eletrica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriely da Silva Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[Biogás]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovavel]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia eletrica]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriely da Silva Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriely Pinto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=75059</guid>

					<description><![CDATA[<p>A obtenção de energia elétrica a partir de biogás possui grande potencial para promover uma diversificação na matriz&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-eletrica/biogas-como-alternativa-sustentavel-para-geracao-de-energia-eletrica/">Biogás como alternativa sustentável para geração de energia elétrica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A obtenção de energia elétrica a partir de biogás possui grande potencial para promover uma diversificação na matriz elétrica do Brasil. Visto que, parte significativa da mesma  ainda é proveniente da geração de energia a partir de hidrelétricas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, trata-se de uma fonte renovável de energia, contribuindo, portanto, para geração de energia limpa. </span><span style="font-weight: 400;">Continue a leitura e confira  outros aspectos em relação ao grande potencial que o biogás possui para ser uma excelente alternativa sustentável para geração de energia elétrica.</span></p>
<h3 id="entendendo-o-que-e-o-biogas" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Entendendo o que é o biogás</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sobretudo, o biogás é uma </span><span style="font-weight: 400;"> mistura de gases, tendo como seus principais componentes o metano (CH</span><span style="font-weight: 400;">4</span><span style="font-weight: 400;">) e o dióxido de carbono (CO</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;">). Sim, os dois principais gases de sua composição são altamente prejudiciais ao meio ambiente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No entanto, o CH</span><span style="font-weight: 400;">4</span><span style="font-weight: 400;"> é mais prejudicial quando comparado aos efeitos do CO</span><span style="font-weight: 400;">2 </span><span style="font-weight: 400;">na atmosfera, visto que ele retém 28 vezes mais calor que o dióxido de carbono, aumentando assim o efeito estufa no planeta Terra. <a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-75098" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/biogas-989479_1920-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, a composição do biogás pode sofrer variações devido a fatores como a temperatura e o material a ser digerido para sua geração. </span><span style="font-weight: 400;">Tendo em vista que o material é um dos fatores que influencia a composição deste, é relevante citar a partir do que é possível obter este gás. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A decomposição anaeróbia (ausência de oxigênio gasoso) da matéria orgânica irá gerar dentre seus outros produtos o biogás. Algumas das matérias orgânicas passíveis de gerar este gás, são:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Fezes e estrume de animais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Resíduos sólidos urbanos (RSU) presentes em aterros sanitários;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Esgoto.</span></li>
</ul>
<h3 id="como-gerar-energia-eletrica-a-partir-do-biogas" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como gerar energia elétrica a partir do biogás? </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Basicamente </span><span style="font-weight: 400;">a geração de energia elétrica a partir do biogás, é feita por meio de uma conversão da energia química do gás obtido no processo de decomposição anaeróbia, em energia mecânica por um processo de combustão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Confira a seguir como pode ser o desdobramento das etapas para geração de energia elétrica a partir do biogás, tendo como exemplo matéria orgânica proveniente de </span><span style="font-weight: 400;">fezes e estrume de animais.</span></p>
<figure id="attachment_75062" aria-describedby="caption-attachment-75062" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75062" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás.png" alt="Biogás" width="1024" height="374" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás-300x110.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Esquema-geração-de-biogás-768x281.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75062" class="wp-caption-text">(Fonte: CBIE | Reprodução)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além de obter energia elétrica e gás natural veicular ao final do processo, é possível obter também biofertilizante. Trata-se </span><span style="font-weight: 400;">um subproduto obtido a partir da fermentação anaeróbica da matéria orgânica na produção de biogás. A utilização deste material proporciona às pastagens e lavouras ganhos de muitos nutrientes, e pode até ser capaz de substituir a utilização de agrotóxicos. </span></p>
<h3 id="o-brasil-neste-cenario" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Brasil neste cenário </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Brasil possui um grande potencial para explorar cada vez mais o biogás. Dentre os aspectos que sustentam esse ponto de vista, está o fato de termos matéria orgânica proveniente de </span><span style="font-weight: 400;">fezes e estrume de animais, resíduos sólidos urbanos e esgoto </span><span style="font-weight: 400;">em grande escala. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, todas as matérias orgânicas citadas precisam de tratamento adequado visto que todas devem ter uma destinação final adequada devido ao potencial que todas possuem para serem prejudiciais ao meio ambiente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Então por que não usar a obtenção de biogás alinhada aos tratamentos destas matérias orgânicas? Segundo o<a href="https://abiogas.org.br/wp-content/uploads/2021/06/PANORAMA-DO-BIOGAS-NO-BRASIL-2020-v.8.0-1_1.pdf"> Panorama do Biogás no Brasil 2020</a>, publicado pela <a href="https://cibiogas.org/">CIBIOGÁS</a></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O potencial nacional de produção de biogás bruto calculado pela ABiogás, é de 82,58 bilhões de metros cúbicos ao ano, considerando os setores sucroenergético, saneamento, proteína animal e produção agrícola. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ao comparar este potencial com o atual cenário de produção de biogás brasileiro de 1,83 bilhão de metros cúbicos ao ano, constata-se que apenas 2% do total é aproveitado e que há oportunidade de expandir em 98% a produção de biogás no Brasil.</span></p>
</blockquote>
<figure id="attachment_75063" aria-describedby="caption-attachment-75063" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Gráfico.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-75063" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Gráfico.png" alt="Biogás" width="536" height="501" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Gráfico.png 536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/Gráfico-300x280.png 300w" sizes="(max-width: 536px) 100vw, 536px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75063" class="wp-caption-text">(Fonte: CIBIOGÁS &#8211; Nota Técnica: N° 001/2021 | Reprodução)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, é inegável o grande potencial que o Brasil possui. E dentre tantas motivações que poderiam ser mencionadas há as <a href="https://blogdaengenharia.com/crise-hidrica-e-a-contratacao-da-energia-mais-cara-das-termeletricas/">crises hídricas,</a> que estão sendo cada vez mais corriqueiras. O biogás  tem potencial para protagonizar com êxito o processo de  diversificação da matriz elétrica do Brasil.</span></p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><em><strong>Referências: </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">[1] CIBIOGÁS. Nota Técnica: N° 001/2021 – Panorama do Biogás no Brasil 2020. Foz do Iguaçu, Março de 2021</span></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-eletrica/biogas-como-alternativa-sustentavel-para-geracao-de-energia-eletrica/">Biogás como alternativa sustentável para geração de energia elétrica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
