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	<title>Boeing Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Boeing Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Entenda os Motivos por Trás do Novo Adiamento da Volta da Starliner</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 16:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A volta da nave Starliner, com seus astronautas da NASA a bordo, foi adiada novamente devido a problemas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A volta da nave Starliner, com seus astronautas da NASA a bordo, foi adiada novamente devido a problemas técnicos nos propulsores. Originalmente, os astronautas deveriam passar uma semana no laboratório orbital, mas a nova previsão de conclusão da missão é para o dia 26 de junho. Confira os detalhes a seguir.</p>



<h3 id="problemas-tecnicos-nos-propulsores-da-starliner" class="wp-block-heading"><strong>Problemas Técnicos nos Propulsores da Starliner</strong></h3>



<p>A Starliner, que é uma cápsula desenvolvida pela Boeing, enfrenta dificuldades técnicas desde sua última missão. Desta vez, os problemas nos propulsores levaram a NASA a adiar o retorno da tripulação. A segurança dos astronautas é a prioridade, e qualquer falha no sistema de propulsão pode comprometer a reentrada na atmosfera e a aterrissagem.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-96345" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/propulsor.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="importancia-da-missao-para-a-engenharia-aeroespacial" class="wp-block-heading"><strong>Importância da Missão para a Engenharia Aeroespacial</strong></h3>



<p>Esta missão é crucial para a Boeing e a NASA, pois a Starliner é parte fundamental dos esforços para diversificar os veículos de transporte espacial, oferecendo uma alternativa ao SpaceX Crew Dragon. A engenharia por trás da Starliner envolve complexos sistemas de propulsão que garantem a segurança e a eficiência da nave durante suas operações.</p>



<h3 id="o-impacto-do-adiamento" class="wp-block-heading"><strong>O Impacto do Adiamento</strong></h3>



<p>O adiamento impacta não só a agenda dos astronautas, mas também os cronogramas de experimentos científicos planejados para o laboratório orbital. Cada dia adicional em órbita implica ajustes logísticos e operacionais significativos, tanto na Terra quanto no espaço.</p>



<h3 id="seguranca-em-primeiro-lugar" class="wp-block-heading"><strong>Segurança em Primeiro Lugar</strong></h3>



<p>Apesar do transtorno causado pelo adiamento, a decisão reflete o compromisso da NASA e da Boeing com a segurança. A detecção precoce de problemas e a resposta rápida são vitais para garantir missões bem-sucedidas e a integridade dos astronautas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="720" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-1024x720.jpg" alt="" class="wp-image-96346" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-1024x720.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-300x211.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-768x540.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-1536x1080.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-380x267.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-800x563.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta-1160x816.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/06/astronauta.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 id="perspectivas-futuras-para-a-starliner" class="wp-block-heading"><strong>Perspectivas Futuras para a Starliner</strong></h3>



<p>Com a previsão de retorno agora marcada para o dia 26 de junho, a equipe de engenharia da Boeing está trabalhando incansavelmente para resolver as falhas nos propulsores. O sucesso desta missão é crucial para o futuro das viagens espaciais comerciais e para a reputação da Boeing no setor aeroespacial.</p>



<h3 id="engenharia-e-inovacao" class="wp-block-heading"><strong>Engenharia e Inovação</strong></h3>



<p>Cada desafio técnico enfrentado e superado na Starliner proporciona aprendizados valiosos que alimentam a inovação na engenharia aeroespacial. Problemas nos propulsores, embora desafiadores, incentivam melhorias contínuas e avanços tecnológicos que beneficiarão futuras missões.</p>



<h3 id="a-importancia-do-blog-da-engenharia" class="wp-block-heading"><strong>A Importância do Blog da Engenharia</strong></h3>



<p>Por fim, para mais informações sobre avanços e desafios na engenharia aeroespacial e outras áreas, acompanhe o Blog da Engenharia. Nosso portal é uma fonte essencial de conteúdo para engenheiros de todas as disciplinas, oferecendo insights e atualizações sobre as últimas inovações e tendências do setor. Visite <a href="https://www.blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a> para se manter informado.</p>
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		<title>Avião presidencial americano &#8211; Air Force One?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 14:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se fala em avião presidencial dos Estados Unidos, logo vem a nossa cabeça o Air Force One,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando se fala em avião presidencial dos Estados Unidos, logo vem a nossa cabeça o <strong><em>Air Force One</em></strong>, aquele 747 imponente, de cor azul e branco. Porém, engana-se quem pensa que esse é o nome dessa aeronave.</p>
<h3 id="o-aviao" style="text-align: justify;">O avião</h3>
<p style="text-align: justify;">Os dois Boeings 747-200B idênticos, com números de série 28000 e 29000 e designação militar VC-25A, chegaram para prestar serviço aos Estados Unidos no ano de 1990, durante o governo de George H. W. Bush.</p>
<p><figure id="attachment_76436" aria-describedby="caption-attachment-76436" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-76436 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/800px-The_two_Boeing_VC-25A_Air_Force_One.jpg" alt="" width="800" height="640" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/800px-The_two_Boeing_VC-25A_Air_Force_One.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/800px-The_two_Boeing_VC-25A_Air_Force_One-300x240.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/800px-The_two_Boeing_VC-25A_Air_Force_One-768x614.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-76436" class="wp-caption-text">Os dois gêmeos: 28000 e 29000.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Os gigantes, com 371 metros quadrados cada, ficam guardados sob forte esquema de segurança na Base Aérea de Andrews, próximo a capital, Washington.</p>
<h3 id="air-force-one" style="text-align: justify;"><em>Air Force One</em></h3>
<p style="text-align: justify;">Embora o termo <em>Air Force One</em> seja utilizado por muita gente para nomear aqueles aviões azuis e brancos da presidência americana, essa expressão é dada para<span style="color: #ff6600;"> qualquer aeronave da Força Aérea em que o mandachuva dos EUA esteja a bordo</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, caso o avião utilizado seja do Exército ou dos Fuzileiros Navais, a denominação passa a ser <em>Army One</em> e <em>Marine One</em>, respectivamente.</p>
<p><figure id="attachment_76438" aria-describedby="caption-attachment-76438" style="width: 900px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76438 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/president-obama-stepping-off-marine-one-u-s-a-f-kevin-wallace.jpg" alt="" width="900" height="530" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/president-obama-stepping-off-marine-one-u-s-a-f-kevin-wallace.jpg 900w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/president-obama-stepping-off-marine-one-u-s-a-f-kevin-wallace-300x177.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/president-obama-stepping-off-marine-one-u-s-a-f-kevin-wallace-768x452.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-76438" class="wp-caption-text">Ex-presidente americano Barack Obama desembarcando do Marine One.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Assim também, <em>Air Force Two</em>, <em>Army Two</em> e <em>Marine Two</em> são usados quando o vice-presidente está a bordo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, esses termos são apenas indicativos de chamadas para comunicação entre os centros de controles aeronáuticos.</p>
<h3 id="modificacoes" style="text-align: justify;">Modificações</h3>
<p style="text-align: justify;">Considerado os aviões mais seguros do mundo, os VC-25A são altamente modificados. Tem capacidade para voar durante meses sem parar, precisando apenas ser reabastecido em voo. Possui avançados equipamentos de comunicação, para ser usados sempre que necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">É preparado para se transformar num centro de comando móvel, caso alguma emergência aconteça. Também tem um sistema de defesa de última geração, sendo capaz de resistir a um pulso eletromagnético, gerado por uma detonação nuclear.</p>
<p style="text-align: justify;">Conta ainda com uma suíte presidencial, sala de conferências, um setor médico capaz de se transformar em uma sala de cirurgia e uma UTI, duas cozinhas completas, escritórios e espaços para a comitiva do presidente.</p>
<p><figure id="attachment_76435" aria-describedby="caption-attachment-76435" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76435 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Interior-Air-Force-One.jpg" alt="" width="700" height="350" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Interior-Air-Force-One.jpg 700w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Interior-Air-Force-One-300x150.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Interior-Air-Force-One-400x200.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Interior-Air-Force-One-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-76435" class="wp-caption-text">Cômodos dos VC-25A.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Há 85 linhas telefônicas e 20 televisões de 43 polegadas. Enfim, <span style="color: #ff6600;">uma Casa Branca voadora</span>.</p>
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		<title>A era do supersônico Concorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2021 11:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiramente, você já se imaginou viajando numa velocidade próxima a duas vezes a do som? Não? Até 2003&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Primeiramente, você já se imaginou viajando numa velocidade próxima a duas vezes a do som? Não? <em><strong>Até 2003 isso era possível, por meio do único avião supersônico a operar com passageiros: o Concorde.</strong></em></p>
<h3 id="historia-do-concorde" style="text-align: justify;">História do Concorde</h3>
<p style="text-align: justify;">Após a Segunda Guerra Mundial, o motor a jato ganhou espaço na aviação, trazendo mais velocidade aos novos modelos de aeronaves.</p>
<p style="text-align: justify;">O comércio se dividia em duas vertentes inversamente proporcionais até então: aviões que levassem grande quantidade de passageiros e aviões que pudessem ultrapassar a velocidade do som.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, a Inglaterra e a França juntaram-se, no início dos anos 60, para desenvolver um ambicioso projeto que unisse passageiros com velocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O protótipo ficou pronto em 1967. Finalmente, em 1969, o Concorde realizou o seu primeiro voo para testes.</p>
<p><figure id="attachment_73981" aria-describedby="caption-attachment-73981" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73981 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/1024px-02.03.69_1er_vol_de_Concorde_1969_-_53Fi1931_-_cropped.jpg" alt="Protótipo" width="1024" height="704" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/1024px-02.03.69_1er_vol_de_Concorde_1969_-_53Fi1931_-_cropped.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/1024px-02.03.69_1er_vol_de_Concorde_1969_-_53Fi1931_-_cropped-300x206.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/1024px-02.03.69_1er_vol_de_Concorde_1969_-_53Fi1931_-_cropped-768x528.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-73981" class="wp-caption-text">Primeiro Concorde.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Então, em 1976, entrou para aviação comercial, fazendo suas primeiras rotas ligando Paris ao Rio de Janeiro, fazendo uma escala técnica em Dacar, e Londres a Bahrein.</p>
<h3 id="desempenho-do-supersonico" style="text-align: justify;">Desempenho do supersônico</h3>
<p style="text-align: justify;">Para gerar a propulsão necessária para o Concorde, a Rolls-Royce desenvolveu os motores Olympus 593, que tinham por volta de 17200 kgf de empuxo.</p>
<p><figure id="attachment_73986" aria-describedby="caption-attachment-73986" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73986 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-scaled.jpg" alt="Motor" width="2560" height="1564" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-300x183.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-1024x625.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-768x469.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-1536x938.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Olympus_593_AB-2048x1251.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-73986" class="wp-caption-text">Motor Olympus 593.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">A velocidade de operação era de 2150 km/h e foi determinada com base na temperatura que o material aguentava sem ruptura (o bico chegava a 130 graus Celsius, por exemplo), a partir de fatores da fadiga de materiais.</p>
<p style="text-align: justify;">O teto operacional era de 60 mil pés, muito acima de formações meteorológicas, o que quase anulava as turbulências.</p>
<p style="text-align: justify;">Com toda essa performance, consumia cerca de 22 toneladas de querosene aeronáutico por hora de voo! Isso é muito além do consumo de qualquer outro modelo de aeronave já projetado.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto estava nos ares, sua fuselagem expandia-se até 30 cm, devido ao calor, o que era um problema, já que precisava de manutenções constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto índice de poluição fez com que países como o Japão não adquirissem o modelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator determinante da má aceitação do Concorde em algumas nações foi o barulho excessivo que ele fazia quando atingia a velocidade do som.</p>
<h3 id="fato-curioso" style="text-align: justify;">Fato curioso</h3>
<p style="text-align: justify;">Na rota entre Londres e Nova Iorque, frequentemente utilizada pelas madames inglesas, o voo saía as 10h30 da manhã.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 3h30 de viagem (um avião comum demora, atualmente, cerca de 8h para realizar o mesmo trecho), o Concorde pousava às 9h da manhã, ou seja, 1h antes do horário que partiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso se deve ao fato de que, além do fuso horário (claro!), o jato voava mais rápido que a velocidade de rotação da Terra, que é de 1666 km/h.</p>
<h3 id="fim-de-uma-era" style="text-align: justify;">Fim de uma era</h3>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, as operações com o Concorde deram bastante prejuízo. Como eram estatais, as duas principais empresas que o utilizaram, Air France e British Airways, foram praticamente obrigadas a usarem esse modelo, já que foi desenvolvido pelos governos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1981, ambas decidiram aumentar drasticamente os preços dos bilhetes, a fim de continuar com as operações. Apenas os super ricos conseguiriam voar além da velocidade do som.</p>
<p><figure id="attachment_73989" aria-describedby="caption-attachment-73989" style="width: 1241px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-73989" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62.jpg" alt="concorde " width="1241" height="827" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62.jpg 1241w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/50-anos-Concorde-AF-62-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1241px) 100vw, 1241px" /><figcaption id="caption-attachment-73989" class="wp-caption-text">Luxuoso serviço de bordo.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar do tempo e não tendo concorrência, o projeto foi ficando cada vez mais desatualizado. As aeronaves foram ficando muito modernas em relação ao Concorde.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualizações nesse tipo de avião poderia custar muito caro para o que ele podia oferecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, no dia 25 de julho de 2000, aconteceu o que viria a ser a gota d’água para o fim de uma era. Um Concorde da Air France, de matrícula N13067, caiu no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, logo após a decolagem, matando 113 pessoas no total.</p>
<p><figure id="attachment_73985" aria-describedby="caption-attachment-73985" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-73985 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1.jpg" alt="Acidente " width="1280" height="720" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1.jpg 1280w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/concorde-acidente1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-73985" class="wp-caption-text">N13067 em chamas.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo investigações, o acidente foi causado por uma peça solta na pista de outra aeronave que tinha acabado de decolar, imediatamente antes do N13067.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, em 26 de novembro de 2003, o último Concorde pousou na cidade de Filton, na Inglaterra, encerrando assim, um dos maiores – e melhores – capítulos da história da aviação mundial.</p>
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		<title>Os 10 aviões comerciais mais utilizados no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 11:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escolha dos modelos de aviões que vão compor a malha de uma empresa aérea é extremamente complexa.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A escolha dos modelos de aviões que vão compor a malha de uma empresa aérea é extremamente complexa. Além de questões internas das companhias, fatores como veículos, sobretudo, menos poluentes, vêm ganhando força nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não ser um fator determinante, pilotos também têm suas preferências pessoais em relação às aeronaves que irão operar – embora não possam escolher.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, o fato é que para os entusiastas de aviação de plantão, não é novidade a “guerra” entre a Boeing e a Airbus. Vamos ver quem ganha?</p>
<h3 id="10o-lugar-boeing-767" style="text-align: justify;">10º lugar: Boeing 767</h3>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, o 767 tinha o objetivo de ser uma versão menor do Boeing 747. Capaz de levar até 375 passageiros, entrou em operação em 1982, sendo um sucesso. Existem 1.186 aeronaves desse modelo em circulação.</p>
<p><figure id="attachment_71670" aria-describedby="caption-attachment-71670" style="width: 2350px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71670" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL.jpg" alt="" width="2350" height="1567" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL.jpg 2350w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Delta_Air_Lines_B767-332_N130DL-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2350px) 100vw, 2350px" /><figcaption id="caption-attachment-71670" class="wp-caption-text">767 da Delta.</figcaption></figure></p>
<h3 id="9o-lugar-airbus-a330" style="text-align: justify;">9º lugar: Airbus A330</h3>
<p style="text-align: justify;">Com 1.497 aviões em pleno funcionamento, o A330 é um dos queridinhos das companhias aéreas. Desenvolvida para longas distâncias, pode voar até 12 mil quilômetros sem parar para abastecer.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a Azul Linhas Aéreas possui 12 unidades.</p>
<p><figure id="attachment_71669" aria-describedby="caption-attachment-71669" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71669" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/a330neo_azul_-_neves_2_free_big.jpg" alt="" width="760" height="506" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/a330neo_azul_-_neves_2_free_big.jpg 760w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/a330neo_azul_-_neves_2_free_big-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-71669" class="wp-caption-text">A330 da Azul.</figcaption></figure></p>
<h3 id="8o-lugar-boeing-747" style="text-align: justify;">8º lugar: Boeing 747</h3>
<p style="text-align: justify;">Atuando desde 1970 e sendo considerado um dos modelos mais conhecidos do mundo, o 747 tem 1.555 aeronaves entregues. Em sua maior versão, há 605 assentos, com um custo unitário de US$378,5 milhões.</p>
<p><figure id="attachment_71668" aria-describedby="caption-attachment-71668" style="width: 2452px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71668" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp.jpg" alt="" width="2452" height="1608" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp.jpg 2452w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-300x197.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-1024x672.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-768x504.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-1536x1007.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Ba_b747-400_g-bnle_arp-2048x1343.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2452px) 100vw, 2452px" /><figcaption id="caption-attachment-71668" class="wp-caption-text">747 da British Airways.</figcaption></figure></p>
<h3 id="7o-lugar-embraer-e-jets" style="text-align: justify;">7º lugar: Embraer E-Jets</h3>
<p style="text-align: justify;">Nós brasileiros também estamos na lista! Não podíamos faltar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os modelos Embraer 170, 175, 190 e 195, diferem-se apenas pelo comprimento e capacidade de passageiros, mantendo os mesmos sistemas. Dessa forma, a versão E-195 pode transportar até 124 viajantes, em uma única classe.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 1.579 aeronaves em operação, há mais de 330 para ser entregues.</p>
<p><figure id="attachment_71667" aria-describedby="caption-attachment-71667" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71667" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/azul-embraer195_free_big.jpg" alt="" width="760" height="496" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/azul-embraer195_free_big.jpg 760w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/azul-embraer195_free_big-300x196.jpg 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-71667" class="wp-caption-text">E-195 da Azul.</figcaption></figure></p>
<h3 id="6o-lugar-boeing-777" style="text-align: justify;">6º lugar: Boeing 777</h3>
<p style="text-align: justify;">Famoso pelo termo “<em>Triple Seven</em>”, é um tremendo sucesso até hoje entre os aviões <em>widebodies </em>(fuselagem larga). São quatro versões: 200, 300, 8 e 9, capazes de levar até 550 pessoas a bordo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o 777-8 e -9 detém o recorde de maior motor do mundo, com incríveis 3,4 metros de diâmetro – ou seja, quase do mesmo tamanho da fuselagem do Boeing 737.</p>
<p><figure id="attachment_71666" aria-describedby="caption-attachment-71666" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71666" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Boeing_777-32W-ER_TAM_AN1513615.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Boeing_777-32W-ER_TAM_AN1513615.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Boeing_777-32W-ER_TAM_AN1513615-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Boeing_777-32W-ER_TAM_AN1513615-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-71666" class="wp-caption-text">777 da TAM.</figcaption></figure></p>
<h3 id="5o-lugar-boeing-727" style="text-align: justify;">5º lugar: Boeing 727</h3>
<p style="text-align: justify;">Então, chega a vez do pequeno trijato 727. Embora tenha deixado de ser fabricado em 1984, foi produzido tanto quanto os parceiros mais modernos: 1.831 unidades. Ainda assim, em alguns países, é usado em pequenas rotas.</p>
<p><figure id="attachment_71665" aria-describedby="caption-attachment-71665" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71665" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/boeing_727_3_fixed_big.jpg" alt="" width="760" height="475" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/boeing_727_3_fixed_big.jpg 760w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/boeing_727_3_fixed_big-300x188.jpg 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption id="caption-attachment-71665" class="wp-caption-text">727 da Varig.</figcaption></figure></p>
<h3 id="4o-lugar-bombardier-crj-series" style="text-align: justify;">4º lugar: Bombardier CRJ Series</h3>
<p style="text-align: justify;">A canadense Bombardier já entregou 1.899 exemplares da família CRJ, que tem cinco versões: 100, 200, 700, 900 e 1000. As principais operadoras desse modelo são a Delta Airlines, Express Jet e Air Canada.</p>
<p><figure id="attachment_71664" aria-describedby="caption-attachment-71664" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71664" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/600px-Bombardier_CRJ-100_Lufthansa_D-ACJJ_-_MSN_7298_-_Now_in_UTair_fleet_as_VQ-BGU_3238726666.jpg" alt="" width="600" height="399" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/600px-Bombardier_CRJ-100_Lufthansa_D-ACJJ_-_MSN_7298_-_Now_in_UTair_fleet_as_VQ-BGU_3238726666.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/600px-Bombardier_CRJ-100_Lufthansa_D-ACJJ_-_MSN_7298_-_Now_in_UTair_fleet_as_VQ-BGU_3238726666-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-71664" class="wp-caption-text">CRJ 100/200 da Lufthansa.</figcaption></figure></p>
<h3 id="3o-lugar-dc-9-md-80" style="text-align: justify;">3º lugar: DC-9/MD-80</h3>
<p style="text-align: justify;">Entrando para o top 3, a aeronave de médio porte DC-9/MD-80 vendeu 2.283 exemplares. Apesar de ter aposentadoria próxima, a Delta Airlines ainda tem alguns modelos em pleno funcionamento.</p>
<p><figure id="attachment_71663" aria-describedby="caption-attachment-71663" style="width: 900px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71663" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aa-md-80-retirement-0.jpg" alt="" width="900" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aa-md-80-retirement-0.jpg 900w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aa-md-80-retirement-0-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aa-md-80-retirement-0-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-71663" class="wp-caption-text">MD-80 da American Airlines.</figcaption></figure></p>
<h3 id="2o-lugar-airbus-a320" style="text-align: justify;">2º lugar: Airbus A320</h3>
<p style="text-align: justify;">A família A320 e suas variantes A318, A319, A320 e A321 têm um recorde de pedidos: são 15.572, sendo que destes, 9.293 estão nos ares do mundo inteiro, de acordo com a Airbus.</p>
<p style="text-align: justify;">A LATAM é uma das maiores operadoras de A320 do mundo, utilizando esse modelo para cerca de 99% dos seus voos pelo Brasil.</p>
<p><figure id="attachment_71662" aria-describedby="caption-attachment-71662" style="width: 1169px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71662" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil.png" alt="" width="1169" height="773" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil.png 1169w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil-300x198.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil-1024x677.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/PR-MBS_LATAM_Airlines_Brasil-768x508.png 768w" sizes="(max-width: 1169px) 100vw, 1169px" /><figcaption id="caption-attachment-71662" class="wp-caption-text">A320 da LATAM.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Pelo menos 300 companhias aéreas pelo mundo usam esses aviões, podendo destacar a American Airlines, EasyJet, JetBlue e Lufthansa.</p>
<h3 id="1o-lugar-boeing-737" style="text-align: justify;">1º lugar: Boeing 737</h3>
<p style="text-align: justify;">Em primeiríssimo lugar, o grande (não em tamanho) Boeing 737. Com capacidade para até 230 passageiros na versão <a href="https://blogdaengenharia.com/wp-admin/post.php?post=67285&amp;action=edit">MAX</a>, foram 14.845 pedidos e 10.577 entregues até agora.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, a Gol Linhas Aéreas é a principal cliente brasileira, com 120 modelos.</p>
<p><figure id="attachment_71661" aria-describedby="caption-attachment-71661" style="width: 926px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71661 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/GOL-737-MAX-8.jpg" alt="" width="926" height="618" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/GOL-737-MAX-8.jpg 926w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/GOL-737-MAX-8-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/GOL-737-MAX-8-768x513.jpg 768w" sizes="(max-width: 926px) 100vw, 926px" /><figcaption id="caption-attachment-71661" class="wp-caption-text">737 MAX da Gol.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Como resultado do sucesso, os maiores compradores são a American Airlines, United, Copa Airlines e a Southwest.</p>
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		<title>O segredo por trás das janelas dos aviões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já deve ter observado o formato um tanto quanto oval das janelas dos aviões. À primeira vista,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já deve ter observado o formato um tanto quanto oval das janelas dos aviões. À primeira vista, parecer ser algo relacionado a estética. Mas não é. Essa configuração tem função, sobretudo, estrutural.</p>
<h3 id="por-que-nao-quadradas" style="text-align: justify;"><strong>Por que não quadradas?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O costume de ver janelas quadradas no dia-a-dia faz com que algumas pessoas se perguntem o porquê as janelas dos aviões não são quadradas. Apesar de pra nós ser uma coisa tão pequena, na aviação, tudo tem que ter uma explicação.</p>
<p><figure id="attachment_69384" aria-describedby="caption-attachment-69384" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69384" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/ucak-pencereleri-neden-yuvarlaktir-1.jpg" alt="Janela " width="768" height="1024" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/ucak-pencereleri-neden-yuvarlaktir-1.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/ucak-pencereleri-neden-yuvarlaktir-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-69384" class="wp-caption-text">Geometria oval da janela de um avião.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Para entendermos, precisamos compreender o conceito de fadiga dos materiais, que nada mais é do que a ruptura de um material devido a repetidas tensões. Isso explica o fato de as janelas não serem quadradas, já que quinas vivas concentram todo o estresse recebido através da pressão do ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Janelas ovais não tem esse problema, devido a distribuir as tensões de forma uniforme. É pelo mesmo motivo que a fuselagem do avião também tem o mesmo formato.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, colocando essa teoria em prática, pegue um material redondo e outro quadrado. Aplique uma pressão sobre os dois e verá que o redondo resiste muito mais a pressão do que o quadrado.</p>
<h3 id="e-o-furinho" style="text-align: justify;"><strong>E o furinho?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Aos mais observadores, os furinhos existem por dois motivos. Primeiramente, as janelas dos aviões possuem três camadas: externa, central e interna. O furinho fica na camada central de forma a compensar a pressão do ar entre a cabine de passageiros e o ar entre as camadas, evitando incidente caso algum venha a quebrar.</p>
<p style="text-align: justify;">O outro motivo é a umidade, simplesmente para não embaçar a terceira camada, através de onde os passageiros conseguem ver o exterior.</p>
<p><figure id="attachment_69383" aria-describedby="caption-attachment-69383" style="width: 793px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69383" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/istock-589969524.jpg" alt="Furinho" width="793" height="453" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/istock-589969524.jpg 793w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/istock-589969524-300x171.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/istock-589969524-768x439.jpg 768w" sizes="(max-width: 793px) 100vw, 793px" /><figcaption id="caption-attachment-69383" class="wp-caption-text">Furinho na janela.</figcaption></figure></p>
<h3 id="nem-sempre-foi-assim" style="text-align: justify;"><strong>Nem sempre foi assim&#8230;</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Na década de 40 e 50, alguns fabricantes de aviões fizeram modelos com janelas quadradas. Claro que essa não foi uma boa ideia. Ocorreram diversos acidentes fatais devido a isso.</p>
<p style="text-align: justify;">A fadiga nas quinas fazia com que as janelas trincassem e o avião explodisse em pleno ar, como ocorreu com o <a href="http://desastresaereosnews.blogspot.com/2021/01/aconteceu-em-10-de-janeiro-de-1954-boac.html">voo BOAC 781</a>, da companhia aérea inglesa BOAC, em 1954.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, sempre que você vir essas janelas, saberá o motivo dessa geometria peculiar.</p>
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		<title>INPE e Boeing promovem workshop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2014 13:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boeing]]></category>
		<category><![CDATA[Workshop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desenvolver pesquisas e ferramentas inovadoras baseadas em sensoriamento remoto por satélites para aplicação na área de culturas energéticas.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolver pesquisas e ferramentas inovadoras baseadas em sensoriamento remoto por satélites para aplicação na área de culturas energéticas. Este é o objetivo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da Boeing, que promovem um workshop de 24 a 26 de fevereiro.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10427" src="//engenharia360.com//wp-content/uploads/2014/02/737_800_american_airlines_from_levi_april_16_2009.jpg" alt="737_800_american_airlines_from_levi_april_16_2009" width="995" height="634" /><br />
As instituições buscam realizar em parceria um projeto denominado “Plataforma para o gerenciamento de culturas energéticas baseadas em tecnologias de sensoriamento remoto”.  A ideia é desenvolver metodologias capazes de mapear culturas para produção de biocombustíveis e, ainda, identificar áreas potenciais para a expansão sustentável dessas culturas.<br />
Especialistas do INPE, da Boeing e de instituições convidadas como o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol, PUC-Rio e UFMG apresentarão técnicas e estudos que podem contribuir para o desenvolvimento da nova plataforma.<br />
Este é o segundo workshop envolvendo os parceiros e deve levar a um plano de trabalho para o desenvolvimento do projeto. <a href="//www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=3490" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Em janeiro, os pesquisadores iniciaram as discussões</a> sobre possíveis colaborações, metas e objetivos.<br />
<a href="//www.inpe.br/noticias/arquivos/pdf/II_Workshop_INPE_Boeing_PROGRAMA_FINAL.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira aqui a programação do II Workshop INPE-Boeing</a><br />
Fonte: <a href="//www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=3514">INPE</a><br />
&nbsp;</p>
<hr />
<h4 id="texto-por-douglas-moura-estudante-de-engenharia-civil-saxofonista-amador-e-programador-auto-didata-acredita-que-pode-mudar-o-mundo-um-passo-de-cada-vez-ama-jazz-software-livre-e"><strong><span style="color: #ff0000;">+</span> Texto por Douglas Moura.</strong> Estudante de Engenharia Civil, saxofonista amador e programador auto-didata, acredita que pode mudar o mundo um passo de cada vez. Ama jazz, software livre e ciências exatas.</h4>
<hr />
<h4 id="quer-ter-seu-texto-publicado-aqui-nos-envie-por-email-para-contatoengenharia360-com-e-se-o-conteudo-for-aprovado-nos-publicamos"><strong><span style="color: #000000;">Quer ter seu texto publicado aqui?</span></strong> Nos envie por email para contato@engenharia360.com e se o conteúdo for aprovado nós publicamos!</h4>
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