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	<title>catalisadores Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<title>catalisadores Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Catálise, propriedade dos catalisadores &#8211; Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Bonjour]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2021 11:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois que, introduzimos o conceito de catálise, nessa segunda parte, iremos dar ênfase nos catalisadores. Portanto, vamos abordar&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Depois que, introduzimos o <a href="https://blogdaengenharia.com/catalise-parte-1-uma-conceituacao/">conceito de catálise</a>, nessa segunda parte, iremos dar ênfase nos catalisadores. Portanto, vamos abordar as propriedades dos catalisadores e como eles podem ser inutilizados em um processo químico. </span><strong><span style="color: #ff6600;"><em>Vamos lá?</em></span></strong></p>
<h3 id="propriedade-1-atividade-de-um-catalisador" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Propriedade 1 : Atividade de um catalisador</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Essa propriedade avalia quanto de reagente foi transformado por tempo e massa ou área de catalisador. </span><span style="font-weight: 400;">Normalmente, podemos calcular essa atividade através do reagente transformado por centro ativo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, expressamos essa atividade através do número de mols reagidos por sítio e tempo, em uma determinada temperatura, pressão, composição e conversão. </span><span style="font-weight: 400;">Esse cálculo é definido como número de Turnover.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Essa temperatura é aquela na qual obtemos a mesma velocidade reacional. Ou seja, temperatura isocinética. </span><span style="font-weight: 400;">Analisando apenas a temperatura, qual catalisador apresenta maior atividade? O que possui menor temperatura atinge a velocidade desejada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já a conversão é definida como a quantidade de reagente convertido pela quantidade de reagente total alimentado no reator.</span></p>
<h3 id="propriedade-2-seletividade-de-um-catalisador" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Propriedade 2: Seletividade de um catalisador</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A seletividade de um catalisador diz respeito ao favorecimento de uma determinada reação diante de um leque de possibilidades. Sendo assim, calculamos a seletividade através da razão entre a quantidade de reagente que foi convertido em uma determinada espécie e todo reagente convertido.</span></p>
<figure style="width: 568px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://livros01.livrosgratis.com.br/htm/65958/bg1f.jpg" alt=" Reforma a vapor do metano em catalisadores à base de níquel produzidos com nióbia" width="568" height="323" /><figcaption class="wp-caption-text">Reforma a vapor do metano em catalisadores à base de níquel produzidos com nióbia</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, além de não podermos confundir os conceitos de conversão e seletividade, não podemos associar uma maior atividade com uma maior seletividade.</span></p>
<h3 id="propriedade-3-estabilidade-de-um-catalisador" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Propriedade 3: Estabilidade de um catalisador.</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ao se trabalhar com catalisadores, temos sempre que buscar que o mesmo possui estabilidade química, térmica, textural e estrutural.</span></p>
<h3 id="propriedade-4-regenerabilidade-de-um-catalisador" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Propriedade 4: Regenerabilidade de um catalisador</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A produção de um catalisador agrega custo ao processo, sendo assim, não podemos sempre que um catalisador perde a seletividade e a atividade, utilizar um catalisador novo. Logo, faz-se necessário que o material passe por uma espécie de tratamento para recuperar suas propriedades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Analogamente, temos esse tratamento quando há perda de cristalinidade e porosidade. </span><span style="font-weight: 400;">Todavia, nem sempre conseguimos regenerá-los 100%.</span></p>
<h3 id="propriedade-5-propriedades-termicas-e-mecanicas-de-um-catalisador" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Propriedade 5: Propriedades térmicas e mecânicas de um catalisador.</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Essa propriedade diz respeito tanto a capacidade calorífica e condutividade térmica, bem como a resistência ao esmagamento e ao atrito quando trabalhamos com leito fluidizado.</span></p>
<h3 id="propriedade-6-custo" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Propriedade 6: Custo</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Sempre que possível devemos buscar catalisadores de baixo custo, seja na sua matéria prima como na sua produção.</span></p>
<h3 id="tipos-de-desativacao" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Tipos de desativação</span></h3>
<h4 id="1-envenenamento" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">1.  Envenenamento</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de problema é oriundo da adsorção forte e irreversível de uma determinada substância pelo catalisador onde dissocia-se por toda sua superfície. Como resultado, boa parte da superfície catalítica do metal é coberta, o que impede que este desempenhe sua função.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, em processos que envolvem o enxofre, tais como hidrogenação, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=NJmaREbzaao">reforma a vapor</a>, dentre outros. </span><span style="font-weight: 400;">Contudo, essa problemática pode ser reduzida através da aditivos como Molibdênio e Boro, que adsorvem seletivamente o enxofre.</span></p>
<h4 id="2-fouling" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">2. Fouling</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Essa desativação ocorre devido ao bloqueio sofrido pelos reagentes de entrarem em contato com a superfície catalítica do catalisador.</span></p>
<figure style="width: 547px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="https://ars.els-cdn.com/content/image/1-s2.0-S0926860X00008425-gr2.jpg" alt="Desativação de catalisadores" width="547" height="223" /><figcaption class="wp-caption-text">Desativação de catalisadores</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em escala industrial o reator tem seus espaços vazios bloqueados gerando uma perda de carga.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">E, como ocorre o fouling?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Podemos ter essa ocorrência por dois processos de acordo com a origem do material: </span><span style="font-weight: 400;">Coqueificação &#8211; oriunda da decomposição ou condensação de hidrocarbonetos;  e </span><span style="font-weight: 400;">Deposição de carbono &#8211; oriunda do desproporcionamento de CO. </span></p>
<h4 id="3-reducao-da-area-especifica" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">3. Redução da área específica</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A perda de área catalítica no catalisador pela indução térmica é chamada de sinterização. </span><span style="font-weight: 400;">Neste processo temos o crescimento do cristal da fase catalítica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, podemos citar o colapso do suporte catalítico.</span></p>
<h4 id="4-perda-de-especies-ativa" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">4. Perda de espécies ativa</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A perda da referida espécie se dá em atmosferas contendo NO, O2, CO, H2S e halogênios. Isso se dá pela formação de compostos como carbonilas, óxidos e sulfetos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Analogamente, temos a volatização direta de metais catalíticos como por exemplo em processos em que as temperaturas chegam a ser superiores a 1000 ºC.  </span><span style="font-weight: 400;">Todavia, esse processo de perda não é um fator comum.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em suma, continuem acompanhando o <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-quimica/">blog da engenharia</a> no site e nas redes sociais para não perderem nenhum conteúdo. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Vejo vocês no próximo episódio da série tudo sobre catálise.</em></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Até breve!</em></strong></span></p>
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		<title>Catálise, uma conceituação &#8211; Parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Bonjour]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na área química, a catálise é definida como o aumento da velocidade de uma reação química na presença&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na área química, a catálise é definida como o aumento da velocidade de uma reação química na presença de uma substância química sem resultar em mudanças permanentes. Ou seja, sua função é apenas aumentar a velocidade com que os reagentes se transformam em produtos sem serem consumidos e sem alterar o equilíbrio termodinâmico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A essas substâncias damos o nome de catalisador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nessas reações, há uma adsorção transitória dos reagentes na superfície dos centros ativos do catalisador e em seguida desorção dos produtos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"> A+X -&gt; AX</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">AX -&gt; BX</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">BX -&gt; B+X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>E qual será sua importância?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Bem, os catalisadores são empregados a mais de 2000 anos. Sua primeira utilização foi na produção de queijo e vinhos. </span><span style="font-weight: 400;">Ainda, dentro do nosso próprio corpo possuímos catalisadores.</span></p>
<figure style="width: 424px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="https://s1.static.brasilescola.uol.com.br/be/conteudo/images/129574ae43fe23b7878546eb5e1af4dc.jpg" alt="Catálise enzimática. Catalise enzimática (catalisadores biológicos)" width="424" height="308" /><figcaption class="wp-caption-text">Enzimas: catalisadores biológicos</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Atualmente, cerca de 70% dos processos na Indústria Química lançam mão de catalisadores, por exemplo, no refino de petróleo empregando <a href="https://www.cetem.gov.br/component/k2/item/339-Ze%c3%b3litas-%20Propriedades%20e%20Usos%20Industriais/339-Ze%c3%b3litas-%20Propriedades%20e%20Usos%20Industriais">zeólitas</a> como catalisadores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Com o passar do tempo, a indústria vem buscando formas de desenvolver novos catalisadores. Como resultado, haverá um melhor aproveitamento de matéria prima, isso quer dizer, menos desperdício, menos investimento , consequentemente menor necessidade de tratar os efluentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Analogamente, o desenvolvimento de novos catalisadores promoverá uma ampliação no leque de escolha da matéria prima. Isso quer dizer, muitas rotas são deixadas de lado devido ao tempo que levará para obter o produto desejado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Mas só através dos catalisadores podemos mudar a taxa da reação Vejamos!</strong></em></p>
<h3 id="velocidade-da-reacao" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Velocidade da reação</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Antes de começarmos, vamos relembrar a equação da taxa de reação.</span></p>
<figure style="width: 269px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQaRgL9XumPgo3U6wqKKfVVseQs5BjAUT-OEA&amp;usqp=CAU" alt="Equação cinética" width="269" height="174" /><figcaption class="wp-caption-text">Equação cinética</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Contudo, k é calculada pela equação de Arrhenius:</p>
<figure id="attachment_71317" aria-describedby="caption-attachment-71317" style="width: 501px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71317 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Sem-título.jpg" alt="Equação de Arrhenius" width="501" height="173" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Sem-título.jpg 501w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/Sem-título-300x104.jpg 300w" sizes="(max-width: 501px) 100vw, 501px" /><figcaption id="caption-attachment-71317" class="wp-caption-text">Equação de Arrhenius</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Então, como fazer para aumentar a taxa de reação?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Analisando a equação, nós podemos aumentar, sem a utilização de catalisadores, de três formas. Para isso só basta alterarmos a temperatura, concentração ou a pressão. </span><span style="font-weight: 400;">Todavia, será que é viável? Vamos analisar termo a termo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, olhando para a temperatura, podemos citar como pontos negativos um maior gasto de energia. Ainda, esse aumento de temperatura pode levar ao desencadeamento de reações secundárias, obtendo assim uma maior formação de produtos indesejados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Segundo, um aumento da concentração dos reagentes requer a construção de reatores mais resistentes e formação de reações secundárias. Ainda, uma reação com o aumento do volume desloca o equilíbrio da reação para os reagentes (gases).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Analogamente, um aumento da pressão requer a construção de reatores mais resistentes. </span><span style="font-weight: 400;">Entretanto, como os catalisadores afetam a cinética da reação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A presença dos catalisadores no sistema reacional faz com que haja uma redução da energia de ativação da reação, podendo ser ilustrado com a imagem abaixo.</span></p>
<figure style="width: 930px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2007/11/energia-ativacao.png" alt="catálise e catalisadores" width="930" height="727" /><figcaption class="wp-caption-text">Comparação de uma reação com e sem catalisador</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ah então os catalisadores são sempre a solução? </span><span style="font-weight: 400;">Não! Também possuímos problemas com os catalisadores. </span><span style="font-weight: 400;">Essas espécies podem sofrer desativação. Sendo assim, constantemente faz-se necessário regenerar o catalisador.</span></p>
<h3 id="processos-quimicos-e-a-catalise" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Processos químicos e a catálise</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os processos químicos catalisados podem ocorrer em dois sistemas diferentes. </span><span style="font-weight: 400;">Quando  catalisadores e reagentes estão na mesma fase, dizemos que a catálise é homogênea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, quando a reação ocorre com catalisadores e reagentes em fases diferentes, por exemplo, um catalisador sólido e os reagentes na fase gasosa, dizemos que a catálise é heterogênea.</span></p>
<figure style="width: 430px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://s2.static.brasilescola.uol.com.br/img/2012/08/catalise-heterogenea.jpg" alt="Catálise Heterogênea. Como ocorre a catálise Heterogênea" width="430" height="430" /><figcaption class="wp-caption-text">Catálise Heterogênea</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Por fim, vamos ver a comparação entre os tipos de catálise ilustrada pela imagem abaixo.</p>
<figure style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://slideplayer.com.br/slide/5246682/16/images/7/Catalisadores%3A+homog%C3%AAneos+X+heterog%C3%AAneos.jpg" alt="Comparação dos tipos de catálise" width="960" height="720" /><figcaption class="wp-caption-text">Comparação dos tipos de catálise</figcaption></figure>
<h3 id="o-processo-de-catalise" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"> O processo de catálise</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Conforme dito anteriormente, para que transformemos uma matéria prima em produtos na presença de um catalisador, faz-se necessário que haja uma adsorção do reagente na superfície do catalisador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por sua vez, essa adsorção pode ocorrer de duas formas:</strong></p>
<figure style="width: 431px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQf4cP8qUcUVOtLhe9W5or4RcHI-2bv8Axl8w&amp;usqp=CAU" alt="Tipos de adsorção" width="431" height="117" /><figcaption class="wp-caption-text">Tipos de adsorção</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na <span style="color: #ff0000;">adsorção física</span>, o reagente se liga à matéria prima devido às forças de interação do tipo <a href="https://www.blogs.unicamp.br/hypercubic/2016/05/medindo-as-forcas-de-van-der-waals/">Van der Waals</a>. Logo, não há alteração química das moléculas adsorvidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em oposição, na <span style="color: #ff0000;">adsorção química</span>, temos a formação de ligações químicas. Temos que salientar que esse processo é exotérmico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Brevemente, em um outro artigo abordaremos sobre os catalisadores de forma mais aprofundada. Serão apresentados suas propriedades, desativação, preparação e muito mais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em suma, continuem acompanhando o <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-quimica/">blog da engenharia</a> no site e nas redes sociais para não perderem nenhum conteúdo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Até breve!</strong></span></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/secoes/colunistas-blog-da-engenharia/catalise-parte-1-uma-conceituacao/">Catálise, uma conceituação &#8211; Parte 1</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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