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	<title>combustíveis fósseis Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>combustíveis fósseis Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>O maior desafio da Transição Energética em curso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Cunha Malagueta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A civilização tem pela frente o desafio de garantir energia e qualidade de vida para quem ainda não possui acesso e para os que virão com o crescimento populacional. E ao mesmo tempo, reduzir drasticamente o consumo de combustíveis fósseis. Confira aqui a magnitude desse desafio.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma apresentação conjunta do próprio colunista e das transições energéticas passadas. Para ao final compreendermos qual a grande diferença da atual transição em comparação com as anteriores: a necessidade de redução de consumo em paralelo com o crescimento populacional. <strong><span class="has-inline-color has-green-color">Algo jamais vivenciado pela civilização em escala global</span></strong>.</p>



<p>Minha estreia como colunista se dá através de uma narrativa do meu aprendizado, relação e entendimento do papel das transições energéticas nos saltos de desenvolvimento da civilização humana. Desde a agricultura até a transição que se coloca atualmente como necessária na direção de um mundo mais calcado nas energias renováveis. </p>



<h4 id="um-pouco-da-minha-trajetoria" class="wp-block-heading">Um pouco da minha trajetória</h4>



<p>Afinal, para que vocês tenham interesse naquilo que tenho a dizer sobre a área, acho importante que me conheçam um pouco. Que saibam como eu me tornei um pesquisador, especialista e professor. E assim, estudo e leciono temas como: energias fósseis, renováveis, políticas públicas para o setor, economia da energia e do meio ambiente.</p>



<p>Sempre tive gosto pelo saber em diversas áreas, mas meu fascínio era maior por física e biologia. Acabei fazendo vestibular para engenharia mecânica e para biologia, e escolhendo cursar o primeiro. </p>



<p>Ainda durante a graduação flertei com a física. Mas optei por me fixar mesmo na engenharia por entender que um físico olha para os fenômenos de transformação da energia visando compreendê-los e explicá-los, enquanto nós engenheiros visamos dominá-los para assim utilizarmos esses processos para um propósito.</p>



<h4 id="todo-processo-para-obtencao-de-um-produto-ou-servico-entrega-tambem-rejeitos" class="wp-block-heading">Todo processo para obtenção de um produto ou serviço entrega também rejeitos</h4>



<p>Ou seja, olhamos para toda atividade humana, em especial para produtos ou serviços, como podendo ser modelada e entendida por um processo que depende de insumos para nos entregar um efeito desejado. </p>



<p>Podemos ainda quebrar estes insumos entre duas parcelas: as matérias-primas, e <strong><span class="has-inline-color has-green-color">energia</span></strong> ou trabalho. </p>



<p>Enquanto que para obter os efeitos desejados, também são entregues outros efeitos que não eram o objetivo, podendo ser positivos ou negativos. E em última instância, tudo aquilo que não tem serventia, torna-se enfim <strong><span class="has-inline-color has-green-color">rejeito</span></strong>.</p>



<p>Sendo assim, grande parte do desafio da humanidade, até mesmo do ponto de vista biológico e evolutivo (e isso se expande pros demais seres vivos) é energético. O balanço alimentar: como ser mais eficiente na relação entre o gasto de energia para se obter alimentos, e o quanto o alimento fornece de energia.</p>



<h4 id="alem-de-alimentos-a-agricultura-nos-prove-tempo" class="wp-block-heading">Além de alimentos, a agricultura nos provê tempo</h4>



<p>E a agricultura e pecuária nascem daí. Nascem do objetivo de diminuir o tempo despendido em traslados, caçadas e coletas de alimentos, por um cultivo que ocorresse no entorno de suas habitações. </p>



<p><strong>Essa grande revolução traz inúmeros efeitos, dentre eles:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Maior produção per capita de alimentos, garantindo a sobrevivência de mais pessoas;</li><li>Os excedentes de produção passam a poder ser trocados com outras pessoas e territórios, levando ao início do comércio;</li><li>O tempo ganho com esse aumento de eficiência na obtenção dos alimentos torna-se <strong><span class="has-inline-color has-green-color">tempo livre</span></strong>! E essa liberdade passa a ser utilizada na criação e invenção de ferramentas, processos, escrita&#8230; Estando intrinsicamente ligada ao desenvolvimento da civilização.</li></ul>



<p>Ao demandar de recursos naturais e descartar os mais variados rejeitos de volta para o meio, percebemos que estamos circunscritos dentro de limites do planeta.</p>



<p>E foi essa percepção que me motivou a buscar na pós-graduação um curso interdisciplinar. Curso este que abrangesse conceitos de economia, biologia, meio ambiente. Mas que ainda estivesse dentro da engenharia, visando compreender essa intrincada faceta multidisciplinar do setor energético. </p>



<p>E assim, em meu mestrado em Planejamento Ambiental, foquei meus estudos na discussão da <strong><span class="has-inline-color has-green-color">finitude do petróleo</span></strong>. E que à época expandia suas fronteiras tecnológicas de exploração a petróleos até então chamados de não-convencionais. Eram as areias betuminosas do Canadá e a descoberta do pré-sal brasileiro.</p>



<h4 id="vivemos-ainda-a-era-do-petroleo" class="has-text-align-left wp-block-heading">Vivemos ainda a era do Petróleo</h4>



<p>Pois antes de entendermos os papéis das energias alternativas, é essencial compreendermos primeiramente o histórico e estado que se encontram as principais e já consolidadas fontes de energia. </p>



<p>Sejam estas fontes, renováveis como a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">hídrica</span></strong>, de baixíssima emissão de carbono como a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">nuclear</span></strong>, ou os combustíveis <strong><span class="has-inline-color has-green-color">fósseis</span></strong> que dominam o consumo mundial desde o início do século XX. </p>



<p>Tanto que  mais de 80% de toda energia consumida no mundo ainda vem de combustíveis fósseis. Para deixar de lado os efeitos da pandemia, observemos a matriz energética mundial em 2019, conforme dados apresentados no Gráfico 1 proveniente da <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EPE</a> (Empresa de Pesquisa Energética).</p>



<h5 id="matriz-energetica-mundial-por-fontes-2019" class="has-text-align-center wp-block-heading">Matriz Energética Mundial por Fontes 2019</h5>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE.png" alt="transição" class="wp-image-82623" width="475" height="383" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE.png 485w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE-300x242.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE-15x12.png 15w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Matriz-Energetica-Mundial-2019-site-EPE-380x306.png 380w" sizes="(max-width: 475px) 100vw, 475px" /><figcaption>Gráfico 1. Fonte: EPE (2021)</figcaption></figure></div>



<p>Portanto, retornemos a meados do século XIX. O planeta tinha pouco mais de 1bilhão de habitantes e praticamente toda a energia usada pela sociedade vinha da queima de <strong><span class="has-inline-color has-green-color">biomassas</span></strong>. Na época, gordura animal e óleos (como o de baleia) eram usados para iluminação em velas e lamparinas, Enquanto a lenha era queimada para cocção, aquecimento doméstico, e em fornos para processos de fabricação.</p>



<h4 id="e-essencial-compreender-a-transicao-que-levou-ao-dominio-dos-combustiveis-fosseis" class="wp-block-heading">É essencial compreender a transição que levou ao domínio dos combustíveis fósseis</h4>



<p>Vem então a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">Revolução Industrial</span></strong>, alavancada pelos avanços nos projetos das primeiras máquinas a vapor operacionais de grande porte, que movidas pelo abundante carvão presente no Reino Unido, transforma suas indústrias. </p>



<p>Sendo a têxtil o maior exemplo, que leva o Reino Unido a se tornar a grande economia mundial e muda as relações comerciais internacionais.</p>



<p>A partir daí, o <strong><span class="has-inline-color has-green-color">carvão</span></strong> suplanta a lenha, se tornando o principal energético mundial de 1900 até aproximadamente a década de 60. Quando chega ao fim a era do carvão e se inicia a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">era do petróleo</span></strong>, fonte dominante desde então, e ainda hoje responsável por mais de 30% da demanda energética mundial.</p>



<p>E em 2009, depois de um contexto de turbulência do preço do petróleo, que disparou de 2007 a 2008, despencando logo em seguida, foi quando entrei no meu doutorado. Nele, me debrucei no estudo de políticas públicas voltadas para fontes renováveis. </p>



<p>Essa trajetória ajudou a moldar o pesquisador que sou, que nutre curiosidade por entender um pouco de cada fonte, e principalmente, como elas se interrelacionam, podendo haver complementariedade, competição, sinergias vantajosas, e por vezes, desvantajosas.</p>



<h4 id="a-atual-transicao-energetica-precisa-substituir-os-fosseis-por-renovaveis" class="wp-block-heading">A atual transição energética precisa substituir os fósseis por renováveis</h4>



<p>De acordo com definição da <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://www.irena.org/energytransition#:~:text=The%20energy%20transition%20is%20a,emissions%20to%20limit%20climate%20change." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Internacional de Energia</a> (AIE), a atual transição energética &#8220;é uma rota de transformação do setor energético global baseado em energia fóssil para um setor baseado em zero-emissões líquidas de carbono para a segunda metade deste século.” (em tradução livre).</p>



<p>Entretanto, há uma forte distinção entre as transições energéticas já vividas, e brevemente citadas aqui, e a transição energética que é proposta como essencial para a manutenção da estabilidade dos ecossistemas e de toda nossa civilização diante de um pequeno aumento da temperatura média global. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;transição energética é uma rota de transformação do setor energético global baseado em energia fossil para um setor baseado em zero-emissões líquidas de carbono para a segunda metade deste século&#8221;.    </p><cite>Agência Internacional de Energia.</cite></blockquote>



<p>Em todas as <strong><span class="has-inline-color has-green-color">transições anteriores</span></strong>, a principal fonte energética até então perde seu posto para uma nova fonte emergente, mas não sofre um drástico decréscimo de consumo. E no caso do carvão, manteve-se até em crescimento. </p>



<p>Essas transições podem ser visualizadas no Gráfico 2, que compila o consumo de energia primária por fontes desde 1800 até os dias atuais. Adaptado de &#8220;<a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://ourworldindata.org/energy-production-consumption" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Our World in Data</a>&#8220;.</p>



<h5 id="consumo-de-energia-primaria-por-fonte-de-1800-a-2019" class="has-text-align-center wp-block-heading">Consumo de Energia Primária por fonte de 1800 a 2019</h5>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="525" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-1024x525.png" alt="transição" class="wp-image-82627" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-1024x525.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-300x154.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-768x393.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-18x9.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-380x195.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-800x410.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial-600x307.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/Historico-Mundial.png 1105w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Gráfico 2. Fonte: Our World in Data (2021)</figcaption></figure></div>



<p>Enquanto para a <strong><span class="has-inline-color has-green-color">transição energética em curso</span></strong>, os principais organismos internacionais e centros de pesquisa*, afirmam que a era das renováveis precisa vir acompanhada de um despencar do consumo de todos os combustíveis fósseis, principalmente de carvão e petróleo**. Tal efeito jamais foi vivenciado de modo estrutural em nossa história!</p>



<h4 id="estamos-longe-de-abandonar-o-carvao-cujo-pico-de-consumo-se-deu-na-decada-passada" class="wp-block-heading">Estamos longe de abandonar o carvão, cujo pico de consumo se deu na década passada</h4>



<p>Vale apontar, que apesar do <strong><span class="has-inline-color has-green-color">carvão</span></strong> ter caído para a 2ª posição há mais de 50 anos, seu consumo em valores absolutos continuou aumentando até recentemente. Dependendo da metodologia aplicada, o ápice do consumo global de carvão foi atingido entre 2013 e 2014. </p>



<p>É verdade que se observarmos esse consumo per capita, o carvão teve sim redução. Por outro lado, o aumento da população mundial mais do que compensou essa queda. </p>



<p>Vale apontar que ainda hoje existem cerca de <strong><span class="has-inline-color has-green-color">1 bilhão de pessoas abaixo da linha da pobreza</span></strong>.  E que as projeções estimam que a população suba dos atuais 8 bilhões de habitantes para 10bi em 2050. </p>



<p><strong>A civilização tem pela frente o desafio de garantir a ascensão social aos marginalizados e a qualidade de vida para os que já possuem. Enquanto em paralelo tem de reduzir o consumo dos principais insumos energéticos de alta emissão de carbono.</strong> </p>



<p>Ou seja, o desafio é realmente imenso. E desdobramentos deste tema ainda nortearão várias colunas que trarei para você, leitor. </p>



<p>Além disso, abordaremos nos próximos meses pautas político-econômicas diretamente relacionadas ao setor de energia. </p>



<p>Trataremos de dados sobre diferentes fontes e seus impactos ambientais. Conheceremos as novas fronteiras tecnológicas. </p>



<p>E tudo isso com objetivos de construir conscientização, desmistificar preconceitos (pois não há fontes perfeitas nem soluções milagrosas), e gerar reflexões em torno das nossas ações como cidadãos, estimulando o surgimento de soluções. </p>



<p><strong>Um abraço a todos e até breve.</strong></p>



<p><a href="https://blogdaengenharia.com/diversos/sustentabilidade/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Continue lendo outras matérias do Blog</a></p>



<p>*como a própria AIE, a ONU, o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), IRENA (Agência Internacional de Energias Renováveis).</p>



<p>** existem estudos propondo que o Gás Natural pode ser bem mais danoso do que se pensava até então devido a gases de escape, mas esse assunto não é o foco da coluna de hoje.</p>
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