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	<title>Engenharia de Petróleo e Gás Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<title>Engenharia de Petróleo e Gás Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>O fim do Petróleo está próximo? Entenda as previsões e alternativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 11:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Saber quando e se haverá realmente o fim do petróleo é uma dúvida frequente entre os profissionais ligados&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Saber quando e se haverá realmente o fim do petróleo é uma dúvida frequente entre os profissionais ligados ao setor petrolífero. A princípio, essa pergunta está relacionada apenas com o esgotamento físico das reservas.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">Contudo, seu sentido pode ser estendido à substituição do petróleo por outras <a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/um-olhar-sobre-as-energias-renovaveis/">fontes de energia</a>.</span></p>
<p>Um estudo publicado pela BP (British Petroleum) demonstrou que as reservas de petróleo podem acabar em 2067. Essa informação pode até assustar um pouco, porém esse estudo não levou em consideração a descoberta de novas reservas no futuro, pois isso é imprevisível.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65456 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-scaled.jpg" alt="Fim do petróleo" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/industrial-furnace-heat-exchanger-cracking-hydrocarbons-factory-sky-sunset-close-up-equipment-petrochemical-plant-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Muitos especialistas acreditam que as reservas esgotarão em 100 anos. Outros já dizem o contrário. São inúmeros fatores que influenciam esse prognóstico tais como a descoberta de novas reservas, mudanças econômicas, interesses políticos e a transição para outras fontes de energia. Tudo isso impede a formulação de uma  previsão confiável.</p>
<h3 id="principal-obstaculo-do-setor"><strong>Principal obstáculo do setor</strong></h3>
<p>De acordo com relatório da <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/canais_atendimento/imprensa/noticias-comunicados/anp-divulga-dados-de-exploracao-de-petroleo-e-gas-natural-relativos-a-2021">Agência Nacional de Petróleo</a> (ANP), em 2019, as reservas provadas de petróleo no mundo atingiram a marca de 1,7 trilhão de barris. Isso mostra que, atualmente, a quantidade não é o maior contribuinte para o fim do petróleo.</p>
<p>Além disso,  o desenvolvimento de novas tecnologias ao longo do tempo permitirá a descoberta de novas jazidas. Por outro lado, essas novas reservas tendem a estar relacionadas a reservatórios de difícil acesso contendo óleos viscosos e mais pesados (˚API baixo).</p>
<p>Esse tipo de óleo possui maiores concentrações de componentes mais pesados como resinas e asfaltenos, tornando-o menos atrativo economicamente.</p>
<figure id="attachment_65383" aria-describedby="caption-attachment-65383" style="width: 1157px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-65383 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/Petróleo.gif" alt="Fim do petróleo" width="1157" height="711" /><figcaption id="caption-attachment-65383" class="wp-caption-text">Fonte: O Petróleo</figcaption></figure>
<p>Reservatórios complexos, como os localizados a quilômetros de profundidade do leito marinho, exigem tecnologias avançadas e altos investimentos para explorá-los. Adicionalmente, os óleos pesados, que são de difícil transporte e refino, exigem novas tecnologias e processos para tornar sua exploração viável economicamente e ambientalmente.</p>
<p>Assim, o principal obstáculo do setor está em desenvolver novas técnicas para que se possa explorar as atuais e futuras reservas de tal forma que seja economicamente viável e ecologicamente sustentável.</p>
<h3 id="petroleo-x-energias-renovaveis"><strong>Petróleo x Energias renováveis</strong></h3>
<p>Outro fator que contribui para a queda do petróleo é a sua substituição por energias alternativas e renováveis. De fato, não há como impedir isso. Energias renováveis e que relativamente agridem menos o meio ambiente tendem a substituir as energias não renováveis como o petróleo.</p>
<p>Todavia, os produtos resultantes do petróleo não se resumem a combustíveis como fonte de energia, vai muito além disso.</p>
<p>Os derivados do petróleo são usados também como matéria prima para fabricação de plástico, borracha, asfalto, tecidos, produtos de limpeza, remédios e comidas. Sim, você não leu errado, o petróleo está envolvido na fabricação de remédios e comidas.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-65384 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/about-3887433_640.jpg" alt="utilização do petróleo" width="640" height="426" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/about-3887433_640.jpg 640w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/about-3887433_640-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Por exemplo, alguns derivados do petróleo são utilizados na indústria de corantes, conservantes, flavorizantes e fertilizantes. Já os remédios, especialmente os analgésicos e até mesmo os homeopáticos, contêm benzeno, um derivado do petróleo (Betaeq, 2019).</p>
<p>O petróleo será dificilmente substituído por completo e haverá demanda por seus derivados em diversos ramos industriais por um longo tempo. Além disso, a substituição por parte das fontes renováveis se dará de forma lenta e gradual pois envolve aspectos políticos e econômicos.</p>
<h3 id="gas-natural-uma-alternativa-a-queda-do-petroleo">Gás natural: uma alternativa à queda do petróleo</h3>
<p>Uma alternativa que surge para compensar a queda do petróleo é o gás natural. Na maioria dos poços de petróleo existe a produção concomitante de óleo, água e gás. Este último, apesar de seu transporte e armazenamento serem caros e complexos, vem atraindo olhares por agredir menos o meio ambiente.</p>
<p>O gás natural não produz fuligem nem fumaça negra. Além disso, produz menos gases tóxicos quando comparado a outros derivados do petróleo. Sua queima produz água e gás carbônico. Dessa forma, o gás natural pode ser considerado energia limpa de acordo com a ISO 14000 (Naturgy Brasil, 2020).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65457 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-scaled.jpg" alt="Fim do petróleo" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/blue-flames-of-gas-burning-from-a-kitchen-gas-stove-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Tudo isso nos leva a crer que o fim do petróleo está bastante longe. Assim, cabe a nós, engenheiros e profissionais ligados ao setor de petróleo e gás desenvolver novas tecnologias afim de descobrir novas reservas, tornar sua exploração viável economicamente e, principalmente sustentável.</p>
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		<title>Sustentabilidade na indústria do petróleo: Impactos e soluções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Meneses Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2021 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A priori, você pode pensar que petróleo e desenvolvimento sustentável não combinam. Porém, veremos nesse artigo que a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><em>A priori, você pode pensar que petróleo e desenvolvimento sustentável não combinam.</em></span></p>
<p>Porém, veremos nesse artigo que a sustentabilidade pode e deve ser aplicada na cadeia petrolífera. Além disso, serão apresentados exemplos de como deve ser implantada.</p>
<p>A sustentabilidade é baseada em três pilares: sociedade, meio ambiente e economia. Ou seja, uma empresa sustentável deve combinar crescimento econômico com mudanças sociais e culturais, respeitando os limites impostos pelo meio ambiente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65899 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-scaled.jpg" alt="Sustentabilidade" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/close-up-of-green-planet-in-your-hands-save-earth-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>O petróleo é a principal fonte de energia do planeta. Consequentemente, o setor gera grande impacto nas esferas social, econômica e ambiental.</p>
<p>Assim, o desenvolvimento sustentável é fundamental para que esse ramo de atividades possa prosperar e sobreviver nesse mundo em constante mudança.</p>
<p>Vejamos o que Milton Costa Filho, ex-secretário do <a href="https://www.ibp.org.br">Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis</a>, disse sobre o assunto:</p>
<blockquote><p>&#8220;Iniciativas que fomentem o debate em torno da inovação, da segurança, meio ambiente e saúde são fundamentais para garantir a competitividade do setor e a retomada do crescimento e dos investimentos de forma sustentável. Isso gera empregos, renda e tributos para a população.&#8221;</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65969 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-scaled.jpg" alt="Sustentabilidade petróleo" width="2560" height="1543" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-300x181.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-1024x617.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-768x463.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-1536x926.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/platform-4591792-2048x1234.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Atualmente, a sustentabilidade está se tornando valor presente na indústria petrolífera. A preocupação <a href="https://blogdaengenharia.com/os-passos-lentos-da-humanidade-a-conscientizacao-ambiental/">ambiental</a> das empresas é dirigida a todas as partes interessadas como empregados, acionistas, clientes, fornecedores, comunidades, órgãos legisladores e governo, os chamados stakeholders.</p>
<h3 id="desafios-da-cadeia-do-petroleo">Desafios da cadeia do petróleo</h3>
<p>A cadeia petrolífera é constituída de dois estágios: Upstream e Downstream. O primeiro envolve a exploração, perfuração, extração, armazenamento e transporte do óleo cru. Enquanto o segundo está relacionado com o refino, transporte e distribuição dos derivados do petróleo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65964 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11.jpeg" alt="Sustentabilidade petróleo" width="1125" height="1125" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11.jpeg 1125w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-300x300.jpeg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-1024x1024.jpeg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-150x150.jpeg 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-768x768.jpeg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-180x180.jpeg 180w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-400x400.jpeg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-20-at-15.19.11-600x600.jpeg 600w" sizes="(max-width: 1125px) 100vw, 1125px" /></p>
<p>Os processos em cada estágio são complexos e interconectados. Como resultado, toda a cadeia está altamente sujeita a riscos. Além disso, em quase todas as fases existe um impacto ambiental adverso, especialmente nos recursos hídricos.</p>
<p>Ademais, o petróleo, seus derivados e a água produzida são perigosos para a saúde humana e meio ambiente. Isso potencializa o dano social, econômico e principalmente ambiental.</p>
<h3 id="principais-impactos">Principais impactos</h3>
<p>A identificação e avaliação dos impactos é crucial para implantação da sustentabilidade.</p>
<p>Estes devem ser avaliados e classificados de acordo com sua magnitude. Dessa forma, o foco será dado aos processos que geram danos mais significativos. Isso promoverá maior eficiência no controle e integração da sustentabilidade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65910 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-scaled.jpg" alt="Impactos ambientais" width="2560" height="1486" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-300x174.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-1024x595.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-768x446.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-1536x892.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/air-pollution-4017183-2048x1189.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Na esfera ambiental, os impactos estão ligados ao manuseio da água produzida e à queima, transporte e extração do petróleo e seus derivados. Além disso, os acidentes e vazamentos maximizam consideravelmente os danos. Os mais significativos são:</p>
<ul>
<li>Emissão de gases tóxicos (CO<sub>2</sub>, NO<sub>x</sub>, SO<sub>x</sub>, HCFC e HFC);</li>
<li>Danos aos ecossistemas;</li>
<li>Danos à saúde humana;</li>
<li>Mudanças climáticas;</li>
<li>Esgotamento do ozônio.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65911 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053.jpg" alt="Poluição ar" width="2100" height="1048" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053.jpg 2100w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-300x150.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-1024x511.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-768x383.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-1536x767.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-2048x1022.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-400x200.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-600x300.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-800x400.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/city-2462053-1200x600.jpg 1200w" sizes="(max-width: 2100px) 100vw, 2100px" /></p>
<p>Por outro lado, nas esferas social e econômica, os processos estão ligados à sociedade, trabalhadores, governo, além da administração das empresas. Assim, os principais impactos estão relacionados com:</p>
<ul>
<li>Custos de matéria-prima, operação e energia;</li>
<li>Jornada de trabalho e salários;</li>
<li>Saúde e segurança de colaboradores e consumidores;</li>
<li>Oportunidade de emprego e distribuição de renda para a região;</li>
<li>Desenvolvimento tecnológico e econômico para a sociedade.</li>
</ul>
<p>Nos próximos tópicos, veremos exemplos de aplicação do desenvolvimento sustentável em cada dimensão na indústria do petróleo.</p>
<h3 id="sustentabilidade-na-esfera-ambiental">Sustentabilidade na esfera ambiental</h3>
<p>Inicialmente, o uso de energia solar e eólica em instalações de produção de petróleo deve ser maximizado. Dessa forma, o uso de combustíveis fósseis será menor, reduzindo os danos ambientais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65912 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-scaled.jpg" alt="Sustentabilidade" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/20944250-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>No caso de transporte do petróleo e seus derivados é recomendado o uso de combustíveis mais limpos. Portanto, deve-se dar preferência a combustíveis como o etanol que gera menos emissões de GEE (gases do efeito estufa) quando comparado com a gasolina.</p>
<p>Outra alternativa para o transporte está na utilização de gasodutos e oleodutos. Dessa maneira, não haverá emissão de poluentes.</p>
<p>Porém, outro problema surge. Devido às características dos produtos transportados, as tubulações sofrem bastante com a corrosão, que deteriora o material e pode causar derramamento.</p>
<p>Assim, para resolver esse problema, as empresas podem adotar as mais recentes tecnologias anticorrosivas, como a EonCoat, que evita o desenvolvimento de corrosão se aplicada apenas uma vez (Shrivastava e Unnikrishnan, 2021).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65974 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-scaled.jpg" alt="Gasoduto sustentabilidade" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/winter-681175-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Nas refinarias, a implementação da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Indústria_4.0">indústria 4.0</a> e o uso de ferramentas de modelagem para avaliar cenários de mistura com biocombustíveis são recomendados. Tudo isso ajudará a melhorar a dinâmica, reduzir riscos ambientais e aumentar a eficiência da produção.</p>
<h3 id="desenvolvimento-sustentavel-na-esfera-economica">Desenvolvimento sustentável na esfera econômica</h3>
<p>A sustentabilidade na área econômica pode ser alcançada com investimento em robótica avançada e automação. Dessa forma, a indústria petrolífera pode minimizar emissões de carbono sem reduzir as taxas de produção. Além de tomar decisões mais inteligentes e econômicas.</p>
<p>A redução geral de custos pode ser feita minimizando os gastos operacionais e de longo prazo. Isso pode ser feito com a utilização de tecnologias recentes, como a Internet das Coisas (IoT), tecnologias anticorrosão e software de gerenciamento de óleo e gás.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65915 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-scaled.jpg" alt="tecnologia sustentável" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/94170-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Adicionalmente, o custo das matérias-primas pode ser reduzido pela introdução de uma economia circular. Isso significa promover a reciclagem ou reutilização do máximo de matérias-primas utilizadas na cadeia petrolífera.</p>
<p>O uso de etanol para transporte pode custar mais caro do que os combustíveis convencionais. Contudo, o uso de biocombustíveis se torna vantajoso por causa dos grandes subsídios recebidos e seus impactos positivos no meio ambiente.</p>
<h3 id="sustentabilidade-na-area-social">Sustentabilidade na área social</h3>
<p>Na área social, as indústrias de petróleo devem garantir boa saúde e segurança para os colaboradores. Assim, deve fornecer-lhes treinamento adequado e salários justos.</p>
<p>Adicionalmente, normas mais estritas devem ser introduzidas para que os trabalhadores temporários e regulares sejam tratados da mesma forma.</p>
<p>Para aprimorar o desenvolvimento sustentável, as indústrias do setor devem receber feedback de seus stakeholders em intervalos regulares de tempo e tomar as medidas adequadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-65917 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195.png" alt="Stakeholders" width="3908" height="2090" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195.png 3908w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-300x160.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-1024x548.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-768x411.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-1536x821.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/01/handshake-2009195-2048x1095.png 2048w" sizes="(max-width: 3908px) 100vw, 3908px" /></p>
<p>Além disso, programas de conscientização sobre desenvolvimento sustentável devem ser organizados para colaboradores e sociedade.</p>
<p>Por fim, as empresas devem auxiliar a sociedade em relação a tecnologias e desenvolvimento econômico. Isso significa que a empresa deve crescer e se desenvolver em sincronia com a comunidade, sempre respeitando o meio ambiente.</p>
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		<title>Segurança em Teste de Pressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 11:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo e Gás]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Segurança no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[segurança do trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SEGURANÇA EM TESTE DE PRESSÃO Por que o Engenheiro (a) deve conhecer de Segurança em Teste de Pressão?&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 id="seguranca-em-teste-de-pressao" style="text-align: center"><strong>SEGURANÇA EM TESTE DE PRESSÃO </strong></h1>
<p><strong>Por que o Engenheiro (a) deve conhecer de Segurança em Teste de Pressão?</strong></p>
<p>Reflita sobre este exemplo simples: Você talvez já tenho visto algum vídeo do impacto negativo (o ‘’estrago’’) causado quando estoura um pneu de caminhão no momento da calibragem – envolvendo uma pressão considerada comumente ‘’pequena’’ (até 100 psi ou libra-força por polegada quadrada, lbf/in²).</p>
<p>Visto isto, agora pensa comigo&#8230;</p>
<ul>
<li>Imagina qual o possível impacto indesejado resultado de uma falha em um teste de equipamento da indústria de petróleo e gás (ex.: ANM – Árvore de Natal Molhada), envolvendo 10.000psi? 15.000psi?</li>
</ul>
<p>Logo em algum componente se projetando, devido uma ou mais falhas&#8230; sem medidas mitigadoras&#8230; o resultado não será bom.</p>
<p>Entretanto&#8230; e se a ocorrência envolver Segurança em Teste de Pressão com impacto ambiental indesejado? Você consegue imaginar?</p>
<p>Como resultado da negligencia neste contexto já houveram grandes acidentes na indústria – por exemplo o desastre na plataforma <em>DeepWater Horizon</em> (Abril/2010) no Golfo do México.</p>
<p>Este acidente que envolveu a questão da Segurança em Teste de Pressão, na etapa de cimentação do poço, 11 pessoas perderam suas vidas e aproximadamente 5 milhões de barris de óleo foram despejados no mar. Isso sem falar nos bilhões de dólares e impacto negativo na imagem das companhias envolvidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-62830 aligncenter" style="font-size: 19.4286px" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/09/fffff-300x169.jpg" alt="" width="387" height="218" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/09/fffff-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/09/fffff-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/09/fffff-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/09/fffff.jpg 624w" sizes="(max-width: 387px) 100vw, 387px" /></p>
<p>Aproximadamente 5 milhões de barris de óleo despejados no mar</p>
<p>(Foto: AFP/via BBC News Brasil)</p>
<h4 id="quais-sao-as-normas-tecnicas-de-referencia"><strong>Quais são as Normas Técnicas de referência?</strong></h4>
<p>Primeiramente vale ressaltar, como você já deve imaginar, que existem várias legislações e normas técnicas de referência na Segurança em Teste de Pressão, tanto brasileiras quanto internacionais.</p>
<p>Dito isto, usando o exemplo da indústria do petróleo, algumas das principais normas são as da série <em>American Petroleum Institute </em>(API) – Como a API 17D, que fornece as Especificações para Projeto e Operação de SPS (<em>Subsea Production Systems)</em> em Cabeça de Poço e ANM.</p>
<p>Em adição se tratando de legislação local, vale a leitura das NR-12 (Segurança em Máquinas e Equipamentos) e NR-13 (Caldeiras, Vasos de Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento) para questões de Segurança em Teste de Pressão.</p>
<h4 id="como-gerenciar-os-riscos-em-seguranca-em-teste-com-pressao"><strong>Como gerenciar os riscos em Segurança em Teste com Pressão?</strong></h4>
<p>Existem muitos controles para o adequado Gerenciamento de Riscos. O tema Segurança em Testes de Pressão é amplo e bem técnico, com vieses envolvendo um grande <em>mix </em>das várias <em>expertises</em> da Engenharia.</p>
<p>Portanto este artigo meu objetivo é lhe apresentar, de forma resumida, alguns dos pontos principais, com base na minha <em>expertise</em>, para gerenciamento dos riscos se tratando de atividades de Testes de Pressão.</p>
<p>Por exemplo seguem os pontos principais:</p>
<ul>
<li><strong><em>Design for Safety</em></strong>: A Engenharia de Produto, cuidando desde a concepção, enxergando o viés de Segurança em Teste de Pressão agrega muito. Depois que o projeto já está concluído, as possíveis revisões de melhoria são mais complicadas.</li>
<li><strong>Barreiras de Engenharia</strong>: Barreiras físicas, sensores, inter-travamentos, alarmes&#8230; fundamentais para prevenir e mitigar os riscos de Segurança em Teste de Pressão com eficiência e menor dependência de ações das pessoas.</li>
<li><strong>Gestão de Competências</strong>: Executantes devidamente treinamentos, reciclagens periódicas, padronização de níveis, instrução no <em>gemba</em>&#8230; o &#8221;feijão com arroz&#8221; que funciona.</li>
<li><strong>Procedimento Realista</strong>: Elaborado por equipe com <em>know how</em> em Teste com Pressão, válido, claro, simples (menos etapas, menos erros!), divulgado e respeitado.</li>
<li><strong>Análise de Riscos</strong>: APR, HAZID, HAZOP, FMEA,<em>What If</em>&#8230; são inúmeras ferramentas. O importante é ser bem avaliada e ser especifica para o cenário.</li>
<li><strong>Gerenciar as Mudanças</strong>: Crítico para os resultados. Mesmo as simples e/ou temporárias, as mudanças necessitam devem ser avaliadas de forma multidisciplinar e plano de ação implementado.</li>
<li><strong>Gestão de Lições Aprendidas</strong>: Aprender com erros e falhas do passado em Segurança em Teste de Pressão é fundamental. Então a devida tratativa (elaboração, compartilhamento e etc.) das lições aprendidas soma bastante.</li>
<li><strong>Plano de Contingência</strong>: O evento indesejado ocorreu, o que fazer? quem faz? quais opções de ação? O plano de contingência avaliado e implementado é de grade valia para mitigar as consequências pós evento.</li>
</ul>
<h4 id="conclusao"><strong>Conclusão</strong></h4>
<p>Enfim este é só uma ‘’pitadinha’’ claro&#8230; aqui é para você ter uma visão geral do que se trata do tema!</p>
<p>Depois disto vale lembrar que a Segurança em Teste de Pressão é de grande importância para Engenheiros e demais profissionais envolvidos.</p>
<p>Certamente a negligencia frente aos padrões, sejam legais ou internos das companhias, pode resultar em catástrofes&#8230;</p>
<p>Por isso precisamos tratar a Segurança em Teste de Pressão com devido compromisso e integridade. Beleza?</p>
<p>Como resultado eu espero ter lhe agregado valor real e prático!!!</p>
<p>Se esse artigo sobre SEGURANÇA EM TESTE DE PRESSÃO valeu seu tempo, deixe aqui em baixo seu comentário e lembre de me seguir no Instagram <a href="https://www.instagram.com/engricardopaiva/">@engricardopaiva</a>.</p>
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		<title>Petrobras e Vale estudam explorar petróleo e potássio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2012 22:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog de Engenharia]]></category>
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		<category><![CDATA[Petrobras e Vale estudam explorar petróleo e potássio]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo o gas]]></category>
		<category><![CDATA[site da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Site Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem alarde, Petrobras e Vale articulam estratégia de exploração conjunta de petróleo e do minério carnalita, rico em potássio, em&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/especiais/carreira/petrobras-e-vale-estudam-explorar-petroleo-e-potassio/">Petrobras e Vale estudam explorar petróleo e potássio</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2267" aria-describedby="caption-attachment-2267" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2267 " title="A Petrobras Biocombustíveis discute com a Vale a produção conjunta de biodiesel a partir do óleo de palma" src="https://www.blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2012/08/size_590_biodiesel-da-petrobras-300x227.jpeg" alt="" width="400" height="304" /><figcaption id="caption-attachment-2267" class="wp-caption-text">A Petrobras Biocombustíveis discute com a Vale a produção conjunta de biodiesel a partir do óleo de palma</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Sem alarde, <a href="//exame.abril.com.br/topicos/petrobras" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Petrobras</strong></a> e Vale articulam estratégia de exploração conjunta de petróleo e do minério carnalita, rico em potássio, em jazidas terrestres em Sergipe. A conclusão do estudo sobre as lavras simultâneas é esperada para outubro. O potássio é matéria-prima fundamental de fertilizantes agrícolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Também com discrição, as duas empresas avaliam uma sociedade para a produção de combustíveis a partir de fontes renováveis no Pará. Os entendimentos são mantidos pela subsidiária Petrobras Biocombustíveis e pela unidade Vale Energia.</p>
<p style="text-align: justify;">As áreas de potássio, biocombustíveis, fertilizantes e petróleo integram o conjunto de interesses mútuos abarcados por protocolo de intenções firmado em 13 de abril. O comunicado divulgado após a assinatura pelos presidentes Graça Foster (Petrobras) e Murilo Ferreira (Vale) lista ainda as áreas de logística, termelétrica e ativos de óleo e gás como de interesse comum.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação de Vale e Petrobras em projetos conjuntos resulta do bom relacionamento firmado após a saída dos presidentes Roger Agnelli (Vale, em maio de 2011) e José Sergio Gabrielli (Petrobras, em fevereiro). A cordialidade entre eles propiciou o início de entendimentos para alianças. Um foco é a mina de carnalita. Em abril, na presença da presidente Dilma Rousseff, Graça e Ferreira assinaram o contrato de renovação do direito da mineradora de explorar as reservas em terras da petroleira. A Vale arrendou a área, onde já atuava, por mais 30 anos. O projeto visa intensificar a exploração na tentativa de diminuir a dependência brasileira do mercado externo de fertilizantes. Atualmente, o Brasil importa 70% dos fertilizantes usados nas lavouras.</p>
<p style="text-align: justify;">A demora da Petrobras em aceitar a prorrogação se deveu à presença de petróleo na área. A extração simultânea do minério e do óleo, se concretizada, será marco significativo da união entre as duas maiores empresas brasileiras. A Petrobras confirmou o interesse nas lavras independentes. Em nota, afirmou que há estudo conjunto de viabilidade técnica das lavras simultâneas de óleo e gás e de carnalita.</p>
<p style="text-align: justify;">A Petrobras Biocombustíveis discute com a Vale a produção conjunta de biodiesel a partir do óleo de palma (dendê). Neste mês o presidente da subsidiária, Miguel Rossetto, visitou no Pará a unidade de extração da Vale, que planeja construir mais uma planta e uma usina de biodiesel. Rossetto disse que a Petrobras Biocombustíveis abriu um ambiente de avaliação com a Vale de um possível trabalho conjunto não só em relação ao Pará, mas ao País. A Petrobras já trabalha em projetos de combustíveis alternativos no Pará. Estamos implantando nossos projetos e abrimos diálogo para encontrar sinergias com a Vale. Não há um modelo definido. Nós iniciamos um diálogo, disse Rossetto. A Vale não comentou o tema. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.</p>
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