<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>engenharia geológica Archives | Blog da Engenharia</title>
	<atom:link href="https://blogdaengenharia.com/tag/engenharia-geologica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blogdaengenharia.com/tag/engenharia-geologica/</link>
	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
	<lastBuildDate>Tue, 22 Feb 2022 13:58:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/11/cropped-Ativo-26@bde4.0-logo-32x32.png</url>
	<title>engenharia geológica Archives | Blog da Engenharia</title>
	<link>https://blogdaengenharia.com/tag/engenharia-geologica/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Por que os vulcões entram em erupção?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/por-que-os-vulcoes-entram-em-erupcao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-os-vulcoes-entram-em-erupcao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helberte Braz S. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 10:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Agrimensura e Cartográfica]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertbraz]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertebraz]]></category>
		<category><![CDATA[#tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[atividade garimpeira]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Campo]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crise coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do curso de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia geológica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariademinas]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariageologica]]></category>
		<category><![CDATA[ENGENHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[erupção]]></category>
		<category><![CDATA[Estudante]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[geologia]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte pereira]]></category>
		<category><![CDATA[lava]]></category>
		<category><![CDATA[magma]]></category>
		<category><![CDATA[mineração subterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[subsolo]]></category>
		<category><![CDATA[subterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[vulcão]]></category>
		<category><![CDATA[vulcões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=77159</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todos nós sabemos sobre erupções vulcânicas, mas muitas pessoas querem saber por quê os vulcões entram em erupção.&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/por-que-os-vulcoes-entram-em-erupcao/">Por que os vulcões entram em erupção?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="MuiGrid-root MuiGrid-container MuiGrid-spacing-xs-8">
<div class="MuiGrid-root MuiGrid-item MuiGrid-grid-xs-12 MuiGrid-grid-sm-6">
<div class="jss168" style="text-align: justify;">Todos nós sabemos sobre erupções vulcânicas, mas muitas pessoas querem saber por quê os vulcões entram em erupção. As civilizações têm medo de vulcões, principalmente aquelas que vivem em áreas onde podem ser encontrados vulcões, pois a atividade vulcânica é um fenômeno natural que pode causar enormes danos, tanto ao meio ambiente quanto à sociedade.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div class="jss168" style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Mas para entender por que um vulcão entra em erupção, você deve primeiro entender o que é um vulcão e como ele se forma.</em></strong></span></div>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-77199 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/medical-forum-september-2020-underground-mining-miner-light-tunnel-759x500-1.jpg" alt="" width="900" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/medical-forum-september-2020-underground-mining-miner-light-tunnel-759x500-1.jpg 900w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/medical-forum-september-2020-underground-mining-miner-light-tunnel-759x500-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/medical-forum-september-2020-underground-mining-miner-light-tunnel-759x500-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
</div>
<div class="MuiGrid-root MuiGrid-container MuiGrid-spacing-xs-8" style="text-align: justify;">
<h2 id="o-que-sao-vulcoes">O que são vulcões?</h2>
</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.21429rem;">Devido à alta temperatura em seu interior, os vulcões são estruturas geológicas compostas por massa de rocha fundida. Basicamente, eles representam uma abertura na superfície da terra, capaz de expelir material magmático e gás vindo do interior da terra.</span></div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Sua formação ocorre pela colisão de placas tectônicas, que são blocos rochosos sobre o magma, formando a litosfera. Esses blocos estão constantemente em movimento causados ​​pelas forças internas da Terra. Quando as placas colidem, elas acabam fazendo com que a superfície da Terra se eleve e forme vulcões. Eles podem ser formados em áreas continentais ou no oceano.</p>
<p>As erupções vulcânicas podem causar muitos danos, especialmente quando sua área é habitada. A formação e distribuição dos vulcões estão relacionadas com a existência de placas tectônicas. Do ponto de vista visual, vulcões são semelhantes a montanhas e podem até ser confundidos, principalmente quando estão em um estado inativo. No entanto, são todas estruturas diferentes, desde a formação até a composição. Vulcões podem estar localizados em continentes e oceanos, e o estudo dessas estruturas é muito relevante para a compreensão dos eventos que acontecem no interior da Terra.</p>
<p>Segundo o Serviço Geológico do Brasil, o vulcão é constituído principalmente por silicatos que se misturaram com vapor d&#8217;água e gás; e possui uma estrutura ligada a uma câmara subterrânea de grande profundidade.</p>
<h2 id="como-se-formam">Como se formam?</h2>
<p>A formação de vulcões está relacionada à existência de placas tectônicas. Como todos sabemos, a litosfera não é formada por um bloco rochoso único e imóvel. A terra é formada por grandes blocos semirrígidos que se movem lenta ou continuamente sobre o manto. Esse movimento faz com que essas placas se movam para mais perto ou mais longe umas das outras.</p>
<p>Esse movimento ocorre devido à alta temperatura dentro do planeta. O calor desencadeia o movimento circular (movimento de convecção) do manto, que transfere o calor existente no núcleo para outras camadas da terra. Portanto, provoca o movimento das placas localizadas sob o manto.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-77200 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/large-tunnels-in-a-mine.jpg" alt="" width="1100" height="619" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/large-tunnels-in-a-mine.jpg 1100w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/large-tunnels-in-a-mine-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/large-tunnels-in-a-mine-1024x576.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/large-tunnels-in-a-mine-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/large-tunnels-in-a-mine-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/large-tunnels-in-a-mine-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/large-tunnels-in-a-mine-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></p>
<p>Quando as placas tectônicas colidem, ocorre o chamado movimento convergente, a placa mais densa afunda-se retornando ao manto e sofrendo fusão, enquanto a outra placa, ao sofrer pressão no sentido oposto, origina então dobras na crosta terrestre. Essas dobras formam pequenas ilhas vulcânicas na chamada zona de subducção. Portanto, pode-se dizer que o aparecimento de vulcões está relacionado às regiões de limite entre as placas tectônicas.</p>
<p>Vale ressaltar que não é apenas o movimento de aproximação que leva à formação dos vulcões. Segundo a <a href="https://www.cprm.gov.br/">CPRM</a>, à medida que o fundo oceânico se expande, o movimento das placas tectônicas leva à formação de atividade vulcânica no fundo oceânico, chamado de vulcanismo submarino.</p>
<p>Outra questão importante a ser abordada é que não há vulcões apenas nos limites entre as placas. Eles podem ser encontrados em pontos quentes, áreas internas da placa. Esses pontos são conhecidos de hot spot e existe a possibilidade de aumento de magma.</p>
<h2 id="estrutura-de-um-vulcao">Estrutura de um vulcão</h2>
<figure id="attachment_77171" aria-describedby="caption-attachment-77171" style="width: 622px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-77171 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot-2021-09-24-16.17.36.png" alt="" width="622" height="473" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot-2021-09-24-16.17.36.png 622w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Screenshot-2021-09-24-16.17.36-300x228.png 300w" sizes="(max-width: 622px) 100vw, 622px" /><figcaption id="caption-attachment-77171" class="wp-caption-text">Componentes de um vulcão &#8211; Fonte: Nova Escola / Ilustração: Anna Luiza Aragão</figcaption></figure>
<p>Sua estrutura corresponde a uma câmara magmática, uma chaminé, um cone vulcânico e uma cratera.</p>
<h2 id="por-que-entram-em-erupcao">Por que entram em erupção?</h2>
<p>A explicação da erupção vulcânica está relacionada às forças internas da Terra. Essas forças fazem com que o magma continue a se mover. Esse tipo de movimento também causará o movimento litosférico da Terra, lembrando que ele não é composto por um único bloco rochoso, mas sim por vários blocos que se movem entre si.</p>
<p>Quando esses blocos colidem devido à agitação do material magmático associado às grandes temperaturas no interior da Terra, isso fará com que o magma suba à superfície e, em seguida, seja expelido para o exterior da terra. Quando atinge a superfície, geralmente de forma violenta, o magma chamado lava pode se mover vários quilômetros ou pode se solidificar e apenas aumentar a massa do vulcão. Esta lava é encontrada em temperaturas acima de 1000ºC.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-77201 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Underground-mine-ramp.jpg" alt="" width="765" height="508" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Underground-mine-ramp.jpg 765w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Underground-mine-ramp-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 765px) 100vw, 765px" /></p>
<h2 id="vulcoes-inativos-podem-entrar-em-erupcao">Vulcões inativos podem entrar em erupção?</h2>
<div class="MuiGrid-root MuiGrid-container MuiGrid-spacing-xs-8">
<div class="MuiGrid-root MuiGrid-item MuiGrid-grid-xs-12 MuiGrid-grid-sm-6">
<div class="jss168">Vulcões ativos são aqueles que apresentam atividade vulcânica, ou seja, vulcões que apresentam sinais de erupção ou instabilidade. Por outro lado, vulcões inativos são aqueles que não estão ativos, mas não se pode descartar que possam voltar a apresentar sinais de instabilidade em algum momento. Portanto, vulcões inativos podem retomar a atividade em algum momento.</div>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="tipos-de-erupcoes" style="text-align: justify;">Tipos de erupções</h2>
<div style="text-align: justify;">As erupções vulcânicas variam de acordo com características como intensidade, proporção e material expelido.</div>
<div></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Portanto, existem alguns tipos de erupções, como:</em></strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Explosiva:</strong> erupção de lava de alta viscosidade e que impede a liberação de gás, causando uma explosão violenta. Normalmente, neste tipo de erupção, não há derramamento de lava;</li>
<li><strong>Efusiva:</strong> predomina o escoamento de lava vulcânica sem explosão violenta. A lava se acumula no lago de lava no topo da chaminé e/ou flui pelo morro abaixo por vales segundo ritmo que depende de fatores como basicidade do magma, do relevo, do tempo de escoamento, entre outros fatores;</li>
<li><strong>Mista:</strong> erupção em que há fases alternadas de erupção violenta e erupção efusiva;</li>
<li><strong>Catastrófica:</strong> erupção em que a lava é de alta viscosidade, então não viaja longas distâncias e se acumula na cratera. Os gases ficam aprisionados na chaminé, dando origem a uma nuvem ardente.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-77202 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/fea-dark-matter-particles-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/fea-dark-matter-particles-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/fea-dark-matter-particles-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/fea-dark-matter-particles-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/fea-dark-matter-particles-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/fea-dark-matter-particles-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/fea-dark-matter-particles-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h2 id="tipos-de-vulcoes" style="text-align: justify;">Tipos de Vulcões</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Os principais tipos de vulcões são:</em></strong></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Escudo:</strong> São estruturas geológicas capazes de expelir grandes quantidades de lava. Quando essas lava se solidificam, aumentam a massa do vulcão e o tornam cada vez mais largo;</li>
<li><strong>Cones de escórias:</strong> é uma estrutura geológica mais comum. Eles são menores, com cerca de 300 metros de altura, e podem expelir magma de baixa viscosidade;</li>
<li><strong>Estratovulcões:</strong> <span style="font-size: 1.21429rem;">é uma estrutura geológica cônica com uma pequena cratera no topo. Eles têm atividade vulcânica de longo prazo;</span></li>
<li><span style="font-size: 1.21429rem;"><strong>Caldeiras ressurgentes:</strong> são os vulcões de maiores dimensões. Eles são encontrados em regiões de vales;</span></li>
<li class="MuiGrid-root MuiGrid-container MuiGrid-justify-xs-space-around"><strong>Submarinos:</strong> <span style="font-size: 1.21429rem;">são as estruturas geológicas encontradas sob as massas oceânicas.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-77203 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Underground-loader-ore-pass-1G8A4938-600x361-1.jpg" alt="" width="474" height="314" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Underground-loader-ore-pass-1G8A4938-600x361-1.jpg 474w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/09/Underground-loader-ore-pass-1G8A4938-600x361-1-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 474px) 100vw, 474px" /></p>
<div class="MuiGrid-root MuiGrid-container MuiGrid-spacing-xs-8">
<div class="MuiGrid-root MuiGrid-item MuiGrid-grid-xs-12 MuiGrid-grid-sm-6">
<h2 id="vulcoes-x-terremotos" style="text-align: justify;">Vulcões x Terremotos</h2>
<div class="jss168" style="text-align: justify;">A existência de vulcões tem certa relação com a ocorrência de terremotos. Primeiro, você precisa entender o que é um terremoto. São fenômenos naturais, também chamados de terremotos, que correspondem aos tremores na superfície da Terra. Os tremores podem ser baixos ou altos. A ocorrência de terremotos está relacionada à atividade vulcânica e ao movimento das placas tectônicas. Portanto, os terremotos são o resultado da liberação de força cumulativa.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div class="jss168" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.21429rem;">Os vulcões são formados nas zonas de convergência, a área onde as placas tectônicas se colidem. O aumento da pressão causado pelo movimento das placas leva à descarga de energia, o que leva a erupções vulcânicas. Portanto, dependendo da intensidade da erupção, pode ocorrer um tremor na superfície, ou seja, um terremoto.</span></div>
</div>
</div>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/por-que-os-vulcoes-entram-em-erupcao/">Por que os vulcões entram em erupção?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que ventilar uma mina subterrânea? Parte-2</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/por-que-ventilar-uma-mina-subterranea-parte-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-ventilar-uma-mina-subterranea-parte-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helberte Braz S. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Agrimensura e Cartográfica]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertbraz]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertebraz]]></category>
		<category><![CDATA[#tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[atividade garimpeira]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Campo]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crise coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do curso de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia geológica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariademinas]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariageologica]]></category>
		<category><![CDATA[ENGENHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[Estudante]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[extração]]></category>
		<category><![CDATA[ferro]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[geologia]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte pereira]]></category>
		<category><![CDATA[mina subterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[mineração subterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[minério]]></category>
		<category><![CDATA[nióbio]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[prata]]></category>
		<category><![CDATA[serra pelada]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[subsolo]]></category>
		<category><![CDATA[subterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[ventilação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=75664</guid>

					<description><![CDATA[<p>Então vamos seguir com a segunda parte desse artigo relatando a importância da ventilação em uma mina subterrânea.&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/por-que-ventilar-uma-mina-subterranea-parte-2/">Por que ventilar uma mina subterrânea? Parte-2</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong>Então vamos seguir com a segunda parte desse artigo relatando a importância da ventilação em uma mina subterrânea.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Além da ventilação que ocorre por meio de processos naturais, existem dois métodos de ventilação comumente usados ​​em minas subterrâneas. Estas são a ventilação principal e a ventilação secundária.</p>
<p style="text-align: justify;">O circuito principal usa ventiladores para sempre direcionar o ar através do próprio circuito. Além de outros reguladores, como paredes, pontes e tapumes, também consiste em galerias de entrada do ar e de retorno de ar impuro. O objetivo é fornecer uma boa quantidade de ar ao local de trabalho e superar a resistência existente ao deslocamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-75661 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-loader-ore-pass-1G8A4938-600x361-1.jpg" alt="" width="600" height="361" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-loader-ore-pass-1G8A4938-600x361-1.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-loader-ore-pass-1G8A4938-600x361-1-300x181.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, o circuito de ventilação secundária da mina subterrânea é aparado em ventiladores, dutos e exaustores, que são utilizados para transportar o ar para todos os painéis que passam pelas frentes de trabalho. O sistema auxilia na respiração das pessoas, além de poder diluir a inalação de gases nocivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem também as ventilações auxiliares de ventilação que podem ventilar galerias que ainda estão em desenvolvimento ou fortalecer a parte do circuito principal onde quase não há entrada de ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suma, os circuitos de ventilação é muito semelhante aos circuitos elétricos. As leis físicas envolvidas nesses processos são de Kirchhoff, que podem ser aplicada de acordo com a lei de Ohm e a equação de Atkinson.</p>
<h2 id="normas-para-calculo-da-necessidade-de-ar-e-de-ventilacao" style="text-align: justify;">Normas para cálculo da necessidade de ar e de ventilação</h2>
<p style="text-align: justify;">O principal parâmetro deste estudo é a vazão de ar fresco, que será insuflada na área de trabalho, que pode ser avaliada do ponto de vista das necessidades humanas básicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Então é possível destacar algumas variáveis ​​que devem ser consideradas nesta situação:</em></strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Quantidade de trabalhadores no subsolo;</li>
<li>Potência e quantidade de equipamentos movidos a diesel;</li>
<li>Valor da taxa de produção da mina (minério mais a quantidade estéril);</li>
<li>Concentração de gases contaminantes, e;</li>
<li>Outros elementos específicos à mina em questão.</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A <u><a href="http://www.dnpm-pe.gov.br/Legisla/nrm_06.htm">NRM 6</a></u> enfatiza que “6.1.2 Para cada mina deve ser elaborado e implantado um projeto de ventilação com fluxograma atualizado periodicamente”.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Este fluxograma deve conter, obrigatoriamente, os seguintes dados:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Localização da mina, vazão e pressão de todos os ventiladores principais do circuito;</li>
<li>Direção e sentido que o fluxo de ar está seguindo;</li>
<li>Localização e especificação de todas as portas, barricadas, cortinas, tapumes, diques e demais dispositivos de controle do fluxo.</li>
</ul>
<h2 id="modelos-de-ventiladores" style="text-align: justify;">Modelos de ventiladores</h2>
<p style="text-align: justify;">A princípio, para uma ventilação subterrânea adequada e eficaz, é necessário conhecer os modelos de ventiladores mais utilizados neste segmento de mercado. Basicamente, existem dois tipos de ventiladores: centrífugos e axiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ventiladores centrífugos funcionam como bombas de ar e no desenvolvimento do projeto de ventilação da mina é possível escolher entre três opções:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Os centrífugos com as pás para trás: Sua maior vantagem é a maior eficiência e capacidade de autolimitação da sua potência. Bastante silencioso se usados de modo adequado, é uma excelente escolha para ventilação subterrânea;</li>
<li>Os centrífugos com as pás radiais: Usado para trabalhos mais pesados, é um modelo robusto e barulhento;</li>
<li>Os centrífugos com as pás para frente: Apesar de apresentar, com maior facilidade, problemas de corrosão, este modelo de ventilador é o mais eficiente, já que tem uma capacidade de exaustão admirável até mesmo com baixas velocidades.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Ventilador axial é uma máquina de ar limpo. É utilizado para renovar uma determinada quantidade de ar do ambiente de acordo com a temperatura e o CO gerado no ambiente. As lâminas são perpendiculares ao eixo e dispostas ao longo da direção radial, sendo fixadas no cubo conectado ao eixo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-75662 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-mine-ramp.jpg" alt="" width="864" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-mine-ramp.jpg 864w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-mine-ramp-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-mine-ramp-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 864px) 100vw, 864px" /></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Então, chegamos ao fim desse artigo. Caso tiver mais interesse em assuntos relacionados a mineração <a href="https://blogdaengenharia.com/author/helberte-braz/">clique aqui</a></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/por-que-ventilar-uma-mina-subterranea-parte-2/">Por que ventilar uma mina subterrânea? Parte-2</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que ventilar uma mina subterrânea? Parte-1</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-minas/por-que-ventilar-uma-mina-subterranea-parte-1/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-ventilar-uma-mina-subterranea-parte-1</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helberte Braz S. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 11:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertbraz]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertebraz]]></category>
		<category><![CDATA[#tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[atividade garimpeira]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Campo]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crise coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do curso de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia geológica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariademinas]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariageologica]]></category>
		<category><![CDATA[ENGENHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[Estudante]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[extração]]></category>
		<category><![CDATA[ferro]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[geologia]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte pereira]]></category>
		<category><![CDATA[mina subterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[mineração subterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[minério]]></category>
		<category><![CDATA[nióbio]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[prata]]></category>
		<category><![CDATA[serra pelada]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[subsolo]]></category>
		<category><![CDATA[ventilação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=75656</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você nunca parou para se perguntar: porque ventilar uma mina subterrânea? Pois é, esse é um tema rico&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-minas/por-que-ventilar-uma-mina-subterranea-parte-1/">Por que ventilar uma mina subterrânea? Parte-1</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #ff6600"><strong><em><span style="color: #666699">Você nunca parou para se perguntar: porque ventilar uma mina subterrânea?</span> </em></strong></span><span style="font-family: 'Arial',sans-serif">Pois é, esse é um tema rico em detalhes, digno de atenção e de um planejamento cuidadoso. Veja alguns pontos-chave da ventilação subterrânea neste artigo.</span></p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-75659 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/large-tunnels-in-a-mine.jpg" alt="" width="1000" height="623" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/large-tunnels-in-a-mine.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/large-tunnels-in-a-mine-300x187.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/large-tunnels-in-a-mine-768x478.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: justify">A ventilação em uma mina subterrânea tem como principal objetivo fornecer fluxo de ar fresco (puro), natural ou artificial a todos os locais de trabalho, em quantidade suficiente para manter as condições de saúde e segurança necessárias para os trabalhadores. A ventilação insuficiente torna as condições ambientais da mina precárias para trabalhadores e equipamentos, o que significa que a produtividade da empresa está em declínio.</p>
<p class="has-normal-font-size" style="background: white;text-align: justify"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif">Por se tratar de um ambiente em constante mudança, é importante ressaltar que as condições de ventilação devem ser continuamente observadas pelo responsável, pois nenhum modelo pode ser mantido em boas condições indefinidamente, portanto seu funcionamento precisa ser ajustado e mantido de modo adequado ao decorrer do tempo.</span></p>
<p style="text-align: justify">A ventilação na mina subterrânea é um recurso importante na mineração, projetada para garantir que o ar limpo entre na mina, criando e garantindo melhores condições de trabalho e evitando explosões e outras consequências à reação de acúmulo de poeira e gases explosivos em toda a estrutura.</p>
<h2 id="principais-motivos-para-aplicar-a-ventilacao-de-mina-subterranea" style="text-align: justify">Principais motivos para aplicar a ventilação de mina subterrânea</h2>
<p style="text-align: justify">Vale ressaltar que o sistema de ventilação da mina subterrânea garante o controle, a qualidade e a quantidade do ar circulante interno. Se não houver sistema de ventilação, além de estar sujeito a explosões, também causará sérios prejuízos à saúde dos trabalhadores da mineração.</p>
<p style="text-align: justify">Por ser considerada uma das tarefas mais complexas da mineração, a pesquisa, análise e instalação dos ventiladores que atuam neste processo devem ser meticulosas/detalhadas.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-75661 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-loader-ore-pass-1G8A4938-600x361-1.jpg" alt="" width="600" height="361" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-loader-ore-pass-1G8A4938-600x361-1.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Underground-loader-ore-pass-1G8A4938-600x361-1-300x181.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>De uma maneira simplificada, podemos resumir o papel da ventilação em (Anon., 2000):</strong></em></p>
<ul style="text-align: justify">
<li>Permitir a manutenção de uma quantidade adequada de oxigênio aos operários;</li>
<li>Suprimir os gases tóxicos oriundos do desmonte de rochas com explosivos;</li>
<li>Evitar a formação de misturas explosivas gás-ar;</li>
<li>Eliminar concentrações de poeiras em suspensão;</li>
<li>Diluir os gases oriundos da combustão de motores, e;</li>
<li>Atenuar a temperatura e a umidade excessiva.</li>
</ul>
<h2 id="tecnicas-computacionais" style="text-align: justify">Técnicas computacionais</h2>
<p style="text-align: justify">As técnicas computacionais são nos dias atuais, ferramentas de grande utilidade para a análise de redes de ventilação.</p>
<p style="text-align: justify">Visando a grande disponibilidade de aplicativos e da portabilidade dos arquivos e recursos computacionais, a análise direta de circuitos de ventilação é muito limitada. Sendo assim, restrita a circuitos parciais dentro do circuito maior de ventilação.</p>
<p style="text-align: justify">É por esse motivo que a análise e otimização dos sistemas de ventilação envolve necessariamente o uso de técnicas computacionais, que facilitam sobremaneira a análise da influência de modificações no circuito de ventilação, reduzindo custos e otimizando os recursos disponíveis (Costa, 1998).</p>
<p style="text-align: justify">Como acontece com qualquer tecnologia de simulação, deve haver um estágio preliminar de coleta de dados para construir um modelo computacional. Cada circuito de ventilação possui características únicas. Portanto, é particularmente importante construir um banco de dados confiável que possa representar as características da mina.</p>
<p style="text-align: justify">Dados sobre as distribuições de vazão e pressão, dos quais obtêm-se o fator de atrito (k) e as resistências equivalentes das galerias, formam a base indispensável para a descrição do comportamento do fluxo de ar. Tais dados devem ser complementados com a medida de outros parâmetros ambientais, tais como teores de gases, poeiras, temperaturas, etc. Com esse banco de dados serão construídas as simulações, bem como a validação de um modelo de fluxo (Clezar, 1999).</p>
<p style="text-align: justify">Essas técnicas de simulação se desenvolveram principalmente nos últimos anos, com avanço dos computadores pessoais e da possibilidade de se obterem estimativas sobre possíveis mudanças ou avanços no circuito de ventilação, antevendo-se resultados e economizando-se recursos.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-75657 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/fea-dark-matter-particles.jpg" alt="" width="1000" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/fea-dark-matter-particles.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/fea-dark-matter-particles-300x180.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/fea-dark-matter-particles-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h2 id="tipos-de-ventilacao" style="text-align: justify">Tipos de ventilação</h2>
<p style="text-align: justify">A tecnologia de ventilação de mina pode ser basicamente resumida em duas categorias: ventilação natural e ventilação mecânica. Desde os princípios da mineração, a ventilação natural tem sido uma tecnologia usada. É causado pela diferença de temperatura entre o ar da mina e o ar externo.</p>
<p style="text-align: justify">Com a crescente necessidade de um maior fluxo de ar no interior das minas, desenvolveram-se as técnicas de ventilação mecânica com ventiladores instalados no poço de entrada de ar (insuflação), ou na saída da ventilação (exaustão).</p>
<p style="text-align: justify">Esse desenvolvimento ocorreu, principalmente, a partir da segunda metade do século XIX, com os ventiladores mecânicos de grandes diâmetros, exclusivamente centrífugos e de velocidades reduzidas, movidos por moinhos de vento ou roda hidráulica (Anon., 2000).</p>
<p style="text-align: justify">Após a primeira guerra, com o grande desenvolvimento da aerodinâmica, foram introduzidos os ventiladores axiais de grande porte, sendo esses hoje em dia os mais empregados. De uma maneira geral, os ventiladores centrífugos são os que melhor se adaptam aos serviços da mina além de serem mais silenciosos. Entretanto os ventiladores axiais são mais baratos, compactos e flexíveis quando ao seu uso, permitindo a regulagem do ângulo de pás de seu rotor, variando os valores de vazão e pressão impostos, sendo, por esses motivos, os mais empregados como ventiladores de poço de ventilação (Montedo, 2002).</p>
<hr>
<p style="text-align: justify">Por esse tema conter muitas informações, concluímos aqui a primeira parte. Espero vê-lo(a) posteriormente na <a href="https://blogdaengenharia.com/por-que-ventilar-uma-mina-subterranea-parte-2">segunda parte</a> deste artigo, que continuará discutindo a ventilação na mina subterrânea.</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-minas/por-que-ventilar-uma-mina-subterranea-parte-1/">Por que ventilar uma mina subterrânea? Parte-1</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>10 de Julho &#8211; Dia do Engenheiro de Minas</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-minas/10-de-julho-dia-do-engenheiro-de-minas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=10-de-julho-dia-do-engenheiro-de-minas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helberte Braz S. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2021 11:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertbraz]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertebraz]]></category>
		<category><![CDATA[#tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[atividade garimpeira]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Campo]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crise coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do curso de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia geológica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariademinas]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariageologica]]></category>
		<category><![CDATA[ENGENHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[Estudante]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[extração]]></category>
		<category><![CDATA[ferro]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[geologia]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte pereira]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[minério]]></category>
		<category><![CDATA[nióbio]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[prata]]></category>
		<category><![CDATA[serra pelada]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[subsolo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=73883</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ocupação de engenheiro de minas é uma das mais antigas da engenharia brasileira. 10 de julho é&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-minas/10-de-julho-dia-do-engenheiro-de-minas/">10 de Julho &#8211; Dia do Engenheiro de Minas</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A ocupação de engenheiro de minas é uma das mais antigas da engenharia brasileira. 10 de julho é a data para comemorar a sua criação, em comemoração ao aniversário de Pedro Demóstenes Rache.</p>
<p style="text-align: justify">O engenheiro de minas Pedro Demóstenes Rache foi o fundador e primeiro presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA).</p>
<p style="text-align: justify">Como uma justa homenagem, a Federação das Associações de Engenheiros de Minas do Brasil (FAEMI) o elegeu como patrono dessa Engenharia e escolheu sua data de nascimento &#8211; 10 de julho como o dia do profisisonal.</p>
<p style="text-align: justify">Este é um dia de homenagem a estes profissionais que se dedicam à pesquisa, exploração e aproveitamento de recursos minerais.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-73887 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/5b4efccd16eb592e008b4627.png" alt="" width="700" height="350" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/5b4efccd16eb592e008b4627.png 700w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/5b4efccd16eb592e008b4627-300x150.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/5b4efccd16eb592e008b4627-400x200.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/5b4efccd16eb592e008b4627-600x300.png 600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h3 id="mineracao-e-sua-importancia" style="text-align: justify">Mineração e sua importância</h3>
<p style="text-align: justify">A mineração é essencial para a vida humana porque existe em tudo o que fazemos e consumimos, desde chips de computador e telefones até construção e agricultura. Portanto, a importância desse profissional sempre acompanhar a consciência ambiental, buscando utilizar os recursos naturais para promover o desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify">Você pode estar lendo esse artigo de um computador ou telefone celular feito de matérias-primas obtidas nas atividades de mineração. Além disso, a pasta de dente, o sal e o asfalto são alguns exemplos de matérias-primas obtidas na mineração.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-73886 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-4.jpg" alt="" width="800" height="300" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-4.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-4-300x113.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-4-768x288.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h3 id="regulamentacao-da-profissao" style="text-align: justify">Regulamentação da Profissão</h3>
<p style="text-align: justify">No primeiro governo de Getúlio Vargas, o Decreto nº 23.569 / 1933 regulamentou a ocupação dos engenheiros de minas, mas sua história remonta ao século 19. Este é o segundo curso de engenharia do país, desenvolvido pela Escola de Minas &#8211; atual Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).</p>
<p style="text-align: justify">Para exercer a profissão, o profissional deve possuir diploma de engenheiro de minas em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) e estar cadastrado no Conselho de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) do seu Estado.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-74346 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/5631481_orig-1024x682-1.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/5631481_orig-1024x682-1.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/5631481_orig-1024x682-1-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/07/5631481_orig-1024x682-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h3 id="mercado-e-economia" style="text-align: justify">Mercado e Economia</h3>
<p style="text-align: justify">A mineração exige profissionais com domínio de pesquisa mineral, extração e tecnologia de transporte, e neste caso que surge o engenheiro de minas. Em suma, é o profissional responsável por encontrar depósitos minerais, estimar o tamanho das reservas e determinar o melhor método de extração da mina para o máximo aproveitamento econômico.</p>
<p style="background: white;margin: 0cm 0cm 19.2pt;text-align: justify">Desde a chegada dos primeiros colonos portugueses, a mineração faz parte da economia brasileira. Em nosso subsolo é possível encontrar minério de ouro, prata e diversos outros minerais. Como resultado, essa atividade é responsável por aproximadamente 4% (<a href="https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php">PIB</a>) do nosso País.</p>
<p style="text-align: justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-73890 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-7.jpg" alt="" width="1800" height="1034" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-7.jpg 1800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-7-300x172.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-7-1024x588.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-7-768x441.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título-7-1536x882.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1800px) 100vw, 1800px" /></p>
<p style="text-align: justify">O engenheiro de minas tem atuação em diversas áreas da mineração, desde a prospecção mineral até ao beneficiamento e processamento, além docência em universidades, consultorias, etc.</p>
<p style="text-align: justify">A demanda por esse profissional no nosso País vem crescendo à medida que novas jazidas são exploradas. Certamente o País é um forte produtor mineral. Portanto, as empresas especializadas em extração mineral precisam de engenheiros para atender a um mercado em crescimento.</p>
<hr />
<p style="text-align: center"><strong><em>Ficou interessado? Fiz um artigo mais completo explicando sobre o curso e o profissional da Engenharia de Minas. <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-minas-conheca-o-curso-e-o-profissional-dessa-area/">Só clicar aqui</a>.</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-minas/10-de-julho-dia-do-engenheiro-de-minas/">10 de Julho &#8211; Dia do Engenheiro de Minas</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça o curso de engenharia geológica</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/conheca-o-curso-de-engenharia-geologica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conheca-o-curso-de-engenharia-geologica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helberte Braz S. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 10:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Agrimensura e Cartográfica]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertbraz]]></category>
		<category><![CDATA[#helbertebraz]]></category>
		<category><![CDATA[#tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[atividade garimpeira]]></category>
		<category><![CDATA[blog da engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Campo]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crise coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia geológica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariademinas]]></category>
		<category><![CDATA[engenhariageologica]]></category>
		<category><![CDATA[ENGENHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[geologia]]></category>
		<category><![CDATA[helbert braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz]]></category>
		<category><![CDATA[helberte braz santos pereira]]></category>
		<category><![CDATA[helberte pereira]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[serra pelada]]></category>
		<category><![CDATA[site de engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdaengenharia.com/?p=69981</guid>

					<description><![CDATA[<p>Engenharia Geológica é outra denominação possível para o curso de Geologia (ciência que estuda a Terra). Pode parecer&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/conheca-o-curso-de-engenharia-geologica/">Conheça o curso de engenharia geológica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Engenharia Geológica é outra denominação possível para o curso de Geologia (ciência que estuda a Terra).</em></p>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer amplo, mas a geologia é uma das ciências naturais mais abrangente nos dias de hoje. O geólogo estuda a composição, estrutura e evolução da Terra, bem como os processos que ocorrem no interior e na superfície.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-69988 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1.jpg" alt="" width="500" height="334" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1.jpg 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento da Terra nos permite entender que nosso planeta é um sistema totalmente conectado, o que também ajuda as pessoas a reconhecer e proteger os diferentes habitats que sustentam a vida na Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender tudo isso, o profissional deve ter um conhecimento profundo de física, química, biologia e matemática.</p>
<h2 id="necessidade-da-criacao-do-curso" style="text-align: justify;">Necessidade da criação do curso</h2>
<p style="text-align: justify;">Em 1928, com o rompimento da barragem St. Francis na Califórnia e a perda de 426 vidas, a demanda por engenheiros geólogos atraiu a atenção mundial. Nos anos seguintes, mais falhas de engenharia ocorreram, o que também levou à necessidade de engenheiros geólogos se envolverem em projetos de engenharia de grande escala.</p>
<p style="text-align: justify;">Posteriormente, em 1951, uma das primeiras definições de “engenheiro geólogo” ou “engenheiro geólogo profissional” foi fornecida pelo Comitê Executivo da Divisão de engenharia geológica da Sociedade Geológica da América.</p>
<h2 id="origem-do-curso-no-brasil" style="text-align: justify;">Origem do curso no Brasil</h2>
<p style="text-align: justify;">O presidente Kubitschek acreditava que a geologia era um meio de garantir a soberania territorial.</p>
<p style="text-align: justify;">Como resultado, em 1957, ele promoveu a abertura simultânea de sete cursos de graduação em sete estados do país como estratégia para garantir o reconhecimento do território do país e promover o desenvolvimento econômico através da mineração.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 1961, a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) oferece o curso de engenharia geológica, sendo pioneira no país.</p>
<h2 id="sobre-o-curso" style="text-align: justify;">Sobre o curso</h2>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, que acontece com a maioria dos cursos de engenharia no país, o curso de engenharia geológica tem uma duração média de cinco anos e integra as áreas de Ciências Exatas e da Terra com disciplinas de cálculo, física, desenho, mapeamento, Mineralogia, Cristalografia, Petrografia, Sedimentologia, Paleontologia, Estratigrafia, Geomorfologia, Petrologia, Geologia Estrutural, Geoquímica, Geofísica, Hidrogeologia, Geotectônica, Geologia de Engenharia, dentre outras.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-69994 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/download-1.png" alt="" width="1050" height="400" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/download-1.png 1050w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/download-1-300x114.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/download-1-1024x390.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/download-1-768x293.png 768w" sizes="(max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para a obtenção do diploma de engenheiro, o aluno deve apresentar TCC e realizar estágio supervisionado na área.</p>
<h2 id="atuacao" style="text-align: justify;">Atuação</h2>
<p style="text-align: justify;">O engenheiro geólogo pode desempenhar um papel em vários campos, como fazer mapas geológicos em pesquisas para descrever e classificar as formações rochosas no terreno; estudar as formações rochosas e determinar as causas e transformações ao longo dos anos; cooperar com empresas de mineração para localizar e avaliar os depósitos; analisar a viabilidade econômica e técnica dos depósitos e acompanhar a exploração.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-70001 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-1.jpg" alt="" width="1600" height="435" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-1.jpg 1600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-1-300x82.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-1-1024x278.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-1-768x209.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-1-1536x418.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, ele também pode estar envolvido no ensino de ciências geológicas em instituições de ensino médio e superior, e pode continuar seus estudos de <a href="https://blogdaengenharia.com/inbec-torne-se-um-profissional-diferenciado-no-mercado/">especialização</a>, mestrado e doutorado.</p>
<h2 id="salario" style="text-align: justify;">Salário</h2>
<p style="text-align: justify;">A Lei nº 4.950/A, promulgada no Brasil em 22 de abril de 1966, estabeleceu o salário mínimo para os profissionais de engenharia, arquitetura, química e agronomia em uma jornada de 8 horas diárias de 8,5 salários mínimos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, é claro que os valores salariais das empresas em todo o país podem variar. Isso porque devemos considerar o porte da empresa, a região onde a empresa está inserida e o nível de experiência do engenheiro.</p>
<h2 id="onde-estudar" style="text-align: justify;">Onde estudar</h2>
<p style="text-align: justify;">Como resultado de uma pesquisa feita no <a href="https://emec.mec.gov.br/">E-mec</a>, somente 3 instituições ofertam o curso de engenharia geológica no País. São elas:<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-69993 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/download.png" alt="" width="576" height="103" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/download.png 576w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/download-300x54.png 300w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-70002 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-2.jpg" alt="" width="473" height="316" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-2.jpg 473w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/1-2-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 473px) 100vw, 473px" /></p>
<h2 id="ficou-interessadoa-se-liga" style="text-align: justify;">Ficou interessado(a)? Se liga</h2>
<p style="text-align: justify;">A TV UFOP e a Pró-Reitoria de Graduação da UFOP apresentam o MAIS UFOP, programa que mostra os cursos oferecidos pela Universidade Federal de Ouro Preto e ajuda o estudante a definir qual graduação seguir. Neste vídeo a seguir, o MAIS UFOP fala sobre o curso de Engenharia Geológica!</p>
<p><iframe title="MAIS UFOP | ENGENHARIA GEOLÓGICA" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/CzeTlTHGBcE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">O interessado em ingressar no curso de Engenharia Geológica deve estar disposto a conhecer a história do mundo que lhe cerca e do planeta onde vive. Para tal, é necessário aprimorar o bom senso para a observação e ter disposição para desvendar os vestígios do passado da Terra preservados nas rochas. O que lhe espera são trabalhos para conhecer um mundo novo onde os fatos acontecem muito lentamente, deixando pistas para podermos entender o passado. <strong>Prof. Messias Gilmar de Menezes, ex-aluno do curso de Engenharia Geológica e professor da UFOP.</strong></p>
</blockquote>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-agrimensura-e-cartografica/conheca-o-curso-de-engenharia-geologica/">Conheça o curso de engenharia geológica</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
