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	<title>#engenhariaaeroespacial Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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		<title>Cientistas registram com mais detalhes buraco negro milhões de vezes maior que a terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Carlos Batista de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 11:47:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2019 um marco da ciência e astronomia aconteceu: o primeiro registro de imagem de um buraco negro.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em 2019 um marco da ciência e astronomia aconteceu: o primeiro registro de imagem de um buraco negro. Entretanto, a imagem não nos permitia entender com detalhes as movimentações que acontecem em um <strong>buraco negro.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, a <a href="https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2021/03/30/nova-imagem-revela-detalhes-de-buraco-negro-3-milhoes-de-vezes-maior-que-a-terra.ghtml">EHT</a> (Event Horizon Telescope) publicou em seu site uma nova imagem de um buraco negro, agora com mais detalhes. A imagem mostra o vórtice das ondas de luz geradas pelo campo magnético ao redor do buraco.</p>
<h3 id="de-onde-foi-registrada-essa-nova-imagem" style="text-align: justify;">De onde foi registrada essa nova imagem?</h3>
<p style="text-align: justify;">A resposta é galáxia Messier 87 (também chamada de MS 87), localizada a 55 milhões de anos-luz de distância da Terra, visível na constelação de Virgem. Contudo, essa galáxia foi descoberta em 1781 por Charles Messier, porém não identificada como galáxia até o século XX.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa galáxia intriga os cientistas por um aspecto: ao ser registrada em suas primeiras imagens, um jato de energia e matéria estava sendo lançado a uma distância de 5000 anos-luz, algo próximo a 50 quadrilhões de quilômetros de distância.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é algo incomum, visto que a grande maioria da matéria ao redor do buraco negro é engolida para seu interior.</p>
<p style="text-align: justify;">A EHT, responsável pela imagem, é uma parceria entre 300 pesquisadores, que uniram 11 telescópios ao redor do mundo para observar esse buraco negro. Por essa mobilização grandiosa, já temos a noção do quão extraordinário é esse evento.</p>
<h3 id="o-buraco-negro" style="text-align: justify;">O buraco negro</h3>
<p style="text-align: justify;">De dimensões gigantescas, não podemos imaginar algo tão grande para compararmos, pra termos noção sua massa é equivalente a 6,5 bilhões de sóis e seu diâmetro a dezenas de sistemas solares.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é o mesmo buraco negro que há dois anos atrás teve seu registro divulgado ao mundo. Contudo, hoje com esse novo registro conseguimos entender mais o que acontece em um buraco negro.</p>
<h3 id="o-que-foi-registrado-na-imagem" style="text-align: justify;">O que foi registrado na imagem?</h3>
<p style="text-align: justify;">O registro mostra o comportamento do campo magnético, as linhas que remetem a uma espiral mostram que a luz tem movimento polarizado, ou seja, em apenas uma direção.</p>
<p style="text-align: justify;">O campo magnético atua como um grande filtro polarizador, que nos permite identificar os acontecimentos ao redor do buraco negro.</p>
<figure id="attachment_69844" aria-describedby="caption-attachment-69844" style="width: 984px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-69844 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-image001-14-.jpg" alt="Foto registrada com mais detalhes de um buraco negro" width="984" height="554" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-image001-14-.jpg 984w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-image001-14--300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-image001-14--768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-image001-14--400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-image001-14--600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/thumbnail-image001-14--800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption id="caption-attachment-69844" class="wp-caption-text">Foto: G1</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Esse campo é formado pela enorme quantidade de gás quente que circula ao redor do buraco negro. Contudo, o gás não arrasta o campo magnético, pois as partículas em seus movimentos fortalecem-no.</p>
<blockquote><p>Estamos vendo agora a próxima peça de evidência crucial para entender como campos tão compacta do espaço pode lançar poderosos jatos que se estendem para muito além da galáxia. magnéticos se comportam em torno de buracos negros, e como sua atividade em uma região &#8211; Monika Moscibrodzka, coordenadora do grupo de trabalho de polimetria do EHT.</p></blockquote>
<h3 id="como-funcionam-os-radiotelescopios-que-registraram-a-imagem" style="text-align: justify;">Como funcionam os radiotelescópios que registraram a imagem?</h3>
<p style="text-align: justify;">Radiotelescópios são antenas de rádio equipadas com receptores de sinais muito sensíveis, que apontados a direção que desejada, registram os sinais recebidos do espaço.</p>
<p style="text-align: justify;">São capazes também de mapear ruídos de rádio distribuídos pelo espaço, identificando algumas atividades cósmicas. São ferramentas de pesquisa muito eficazes e usadas por astrônomos em seus estudos.</p>
<p style="text-align: justify;">Têm formações diferentes os radiotelescópios, entretanto podemos apontar dois componentes básicos: uma grande antena de rádio e um receiver sensível.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes registros são possíveis porque estrelas e outros astros produzem radiação em forma de ondas eletromagnéticas que viajam o espaço, superando o vácuo, viajando a altas velocidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Radiotelescópios se diferem de telescópios principalmente no seu método de captação dos seus registros. Radiotelescópios registram ondas de rádio dos corpos celestes, enquanto telescópios produzem imagens a partir da luz visível gerada por um astro.</p>
<p style="text-align: justify;">O aspecto mais fraco de um radiotelescópio é a sua baixa resolução das imagens, contudo com a ampliação do diâmetro do equipamento, essa deficiência é otimizada.</p>
<figure id="attachment_69845" aria-describedby="caption-attachment-69845" style="width: 620px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-69845" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/aqui-ha-uma-imagem-de-uma-mesma-regiao-do-espaco-produzida-pelo-radiotelescopio-alma-e-outra-pelo-vlt-um-telescopio-otico-foto-reproducao-ciencia.jpg" alt="" width="620" height="309" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/aqui-ha-uma-imagem-de-uma-mesma-regiao-do-espaco-produzida-pelo-radiotelescopio-alma-e-outra-pelo-vlt-um-telescopio-otico-foto-reproducao-ciencia.jpg 620w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/aqui-ha-uma-imagem-de-uma-mesma-regiao-do-espaco-produzida-pelo-radiotelescopio-alma-e-outra-pelo-vlt-um-telescopio-otico-foto-reproducao-ciencia-300x150.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/aqui-ha-uma-imagem-de-uma-mesma-regiao-do-espaco-produzida-pelo-radiotelescopio-alma-e-outra-pelo-vlt-um-telescopio-otico-foto-reproducao-ciencia-400x200.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/04/aqui-ha-uma-imagem-de-uma-mesma-regiao-do-espaco-produzida-pelo-radiotelescopio-alma-e-outra-pelo-vlt-um-telescopio-otico-foto-reproducao-ciencia-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /><figcaption id="caption-attachment-69845" class="wp-caption-text">Uma imagem de um radiotelescópio e de um telescópio óptico &#8211; Techtudo</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Com os <a href="https://blogdaengenharia.com/estudantes-estao-participando-da-viii-jornada-espacial/">estudos</a> de buracos negros, muitas dúvidas a respeito de gravidade, perigos do espaço e da relatividade geral são solucionadas. Portanto, é imprescindível a continuidade desse trabalho que traz tantos avanços na área astronômica para humanidade.</p>
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		<title>Satélite Amazônia 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Aurelio Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 12:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 28 de fevereiro às 01:54 a partir do Satish Dhawan Space Centre (SHAR), em Sriharikota, na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No dia 28 de fevereiro às 01:54 a partir do Satish Dhawan Space Centre (SHAR), em Sriharikota, na Índia. Foi lançado com sucesso em órbita o Amazônia 1, o primeiro satélite de observação da Terra completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Este feito é fruto de uma das agências espaciais mais antigas do mundo, o </span><a href="http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=5706"><span style="font-weight: 400;">INPE</span></a><span style="font-weight: 400;"> (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e coordenado pelo <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br">MCTI</a> (Ministério da Ciência Tecnologia e Inovações). Vamos conhecer um pouco mais sobre o satélite brasileiro?</span></p>
<figure id="attachment_68651" aria-describedby="caption-attachment-68651" style="width: 1594px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-68651 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450.png" alt="" width="1594" height="897" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450.png 1594w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-300x169.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-1024x576.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-768x432.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-1536x864.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-400x225.png 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-600x338.png 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-800x450.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_46_15-2-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-800×450-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width: 1594px) 100vw, 1594px" /><figcaption id="caption-attachment-68651" class="wp-caption-text">Amazônia 1 &#8211; Totalmente aberto &#8211; Fonte: INPE</figcaption></figure>
<h3 id="sensoriamento-remoto" style="text-align: justify;"><b>Sensoriamento remoto</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Qual a melhor maneira de atualmente fazer a cobertura de uma região muito grande sem com isso demorar muito tempo e ter dados de qualidade? A resposta para essa pergunta está com um satélite. O objetivo do Amazônia 1 é monitorar a região amazônica, que é muito maior que somente o estado do Amazonas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ele é um satélite de órbita polar, orbitando a cerca de 752 km de altitude, que irá gerar imagens do planeta a cada 5 dias. Sendo dessa maneira considerada uma alta taxa de revisita. Podendo disponibilizar uma grande quantidade de dados de uma mesma região do planeta, o que é uma característica valiosa em aplicações que precisam de resposta rápida. Consequentemente aumentando a probabilidade de captura de imagens boas em eventos de cobertura de nuvens, como observado na imagem abaixo, onde nuvens cobrem uma vasta região.</span></p>
<figure id="attachment_68652" aria-describedby="caption-attachment-68652" style="width: 748px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68652" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/mapserv.jpg" alt="" width="748" height="680" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/mapserv.jpg 748w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/mapserv-300x273.jpg 300w" sizes="(max-width: 748px) 100vw, 748px" /><figcaption id="caption-attachment-68652" class="wp-caption-text">Nuvens sobre fotos de satélite &#8211; Fonte: INPE</figcaption></figure>
<h3 id="tecnologia-embarcada-no-satelite-brasileiro" style="text-align: justify;"><b>Tecnologia embarcada no satélite brasileiro</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O satélite brasileiro conta com um imageador óptico de visada larga (câmera com 3 bandas de frequências no espectro visível – VIS – e 1 banda próxima do infravermelho – Near Infrared) capaz de observar uma faixa de 850 km com 64 metros de resolução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os satélites da série Amazônia serão formados por dois módulos independentes: um Módulo de Serviço, que é a Plataforma Multimissão (PMM), e um Módulo de Carga Útil, que abriga câmeras imageadoras e equipamentos de gravação e transmissão de dados de imagens. Como resultado abaixo é possível ver os dois módulos na parte de cima e de baixo, e os painéis solares recolhidos para o lançamento.</span></p>
<figure id="attachment_68653" aria-describedby="caption-attachment-68653" style="width: 1625px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68653" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400.png" alt="" width="1625" height="794" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400.png 1625w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400-300x147.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400-1024x500.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400-768x375.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-02-28-23_45_43-PMM-acoplada-com-Modulo-de-Carga-Util.jpg-815×400-1536x751.png 1536w" sizes="(max-width: 1625px) 100vw, 1625px" /><figcaption id="caption-attachment-68653" class="wp-caption-text">Satélite em vista de corte &#8211; Fonte: INPE</figcaption></figure>
<h3 id="desenvolvimentos-e-testes" style="text-align: justify;"><b>Desenvolvimentos e testes</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um satélite como o Amazônia 1 é constituído de vários módulos, e assim que um dos módulos é concluído ele passa por testes que irão validar se ele atende os requisitos de projeto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;"> Para tal quando lançado em órbita as condições ambientais nos quais o satélite estará são totalmente adversas, e precisam ser simuladas em laboratório, consequentemente uma equipe de <strong>Engenharia Térmica</strong> desenvolveu uma Matriz de Radiação Infravermelha que simula a carga térmica que incidem no satélite em especial sobre os radiadores, câmeras e antenas.</span></p>
<figure id="attachment_68654" aria-describedby="caption-attachment-68654" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68654" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/portable-and-height-adjustable-infrared-array.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/portable-and-height-adjustable-infrared-array.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/portable-and-height-adjustable-infrared-array-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-68654" class="wp-caption-text">Matriz de Luz Infravermelha<br />Fonte: <a href="https://eyeappliedoptix.com/test-lighting-solutions/solar-simulation-systems/infrared-solar-simulators">Solar Simulator</a></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Testando com antecedência antes do lançamento é possível observar o comportamento dos sensores, e atuadores de controle de temperatura, e fazer quaisquer correções necessárias, pois o satélite uma vez em órbita torna-se muito difícil de fazer qualquer manutenção de reparo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como nesse vídeo é possível observar o teste de abertura do painel solar: <em>(prepare-se para um estampido alto se ouvir com som)</em>.</span></p>
<p><iframe title="Teste Abertura Painel Solar2" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/rhwYqtu5IZQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3 id="base-de-lancamento" style="text-align: justify;"><b>Base de Lançamento</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como mencionado anteriormente a base de lançamento do satélite foi a em uma cidade da Índia onde fica a Indian Space Research Organization (ISRO). Na qual o lançador utilizado é o PSLV que opera em quatro estágios e projetado para lançar satélites em órbitas polares sol-síncronas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Este lançador pode levar cargas de até 1800 kg com distâncias que variam de 600 a 900 quilômetros. Como sua massa total é de aproximadamente 640 kg, o mesmo lançador levou outros 18 satélites menores ao mesmo tempo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Este foi o 53° lançamento deste foguete, sendo esta a primeira missão comercial da ISRO. Observe no vídeo abaixo a sequencia de lançamento.</span></p>
<p><iframe title="Confira vídeo do lançamento do satélite brasileiro Amazonia 1" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/mJ0qeLSy0K0?start=53&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3 id="ganhos-tecnologicos" style="text-align: justify;"><b>Ganhos Tecnológicos</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Brasil pode ter muitos retornos investindo nessa área de pesquisa e não precisando depender de outros países para construção dos próprios satélites, podendo o fazer da maneira que mais atende uma necessidade local. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Alguns dos ganhos com este lançamento são: a validação da PMM, que é uma das subdivisões do satélite. E com isso será possível validar importante variável que ajudará nos outros lançamentos. Portanto conhecimentos adquiridos para satélites que operam em 3 eixos, abertura de painel solar, desenvolvimento de propulsão do sistema de controle de altitude órbita. </span></p>
<h3 id="utilizacao-e-operacao" style="text-align: justify;"><b>Utilização e operação</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Então a ideia principal é trabalhar em sinergia com os recursos já existentes  e trabalhar com novos recursos para fornecer imagens da região amazônica, monitorando o desmatamento e a diversidade de agricultura em todo território nacional. Alguns dos motivos pelos quais os dados capturados são interessantes são: monitoramento da região costeira, reservatórios de água, florestas naturais e cultivadas, desastres ambientais, entre outros.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68646 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-03-01-00_55_31-amazonia-img1.png-512×420.png" alt="" width="895" height="734" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-03-01-00_55_31-amazonia-img1.png-512×420.png 895w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-03-01-00_55_31-amazonia-img1.png-512×420-300x246.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/2021-03-01-00_55_31-amazonia-img1.png-512×420-768x630.png 768w" sizes="(max-width: 895px) 100vw, 895px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Um conjunto de 3 satélites deverá entrar em operação, entretanto não sincronicamente, o primeiro deles a entrar em órbita é o Amazônia 1. Os demais satélites ainda estão em desenvolvimento.</span></p>
<h3 id="por-que-nao-lancamos-o-satelite-do-brasil" style="text-align: justify;"><b>Por que não lançamos o satélite do Brasil?</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Apesar de possuir dois locais para lançamento de foguetes no Brasil, sendo o primeiro deles construído na década de 1960. Conhecido como Centro de Lançamento da Barreira do Inferno. Hoje se encontra muito próximo da região metropolitana de Natal devido ao crescimento da cidade, portanto não permitindo a utilização para esse fim, pois é difícil estabelecer uma área livre de voo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A segunda opção é a base de Alcântara, que é considerada um dos melhores pontos no mundo para o lançamento de foguetes, isso porque ela é a que fica mais próxima da linha do Equador, podendo representar uma economia de até 30% de combustível. Entretanto, o Brasil não tem tecnologia para tal, pois ainda está migrando de combustível sólido, atualmente usado em mísseis, para combustível líquido. </span></p>
<figure id="attachment_68645" aria-describedby="caption-attachment-68645" style="width: 1086px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68645" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc.jpg" alt="Base de Alcântara" width="1086" height="652" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc.jpg 1086w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc-300x180.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc-1024x615.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/81682011_FILES-This-file-picture-taken-on-September-14-2018-shows-the-rocket-launch-tower-at-Alc-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 1086px) 100vw, 1086px" /><figcaption id="caption-attachment-68645" class="wp-caption-text">Base de Alcântara &#8211; MA</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Quanto à possibilidade de estabelecer parcerias, e tirar proveito da localização, o foguete deveria ser projetado para o local de lançamento, e isso é ainda algo que tem seus segredos, com pesquisas individuais de cada país. Que preferem usar da hegemonia nacional e lançar do próprio território. Somado a isso o acesso a base de Alcântara é difícil. E requer um grande investimento para infraestrutura da área portuária até a base de lançamento. Entretanto, seria o ideal para lançamentos de satélites brasileiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para mais detalhes sobre a exploração espacial do Brasil siga o link deste </span><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/854620733X/ref=as_li_qf_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;tag=juliomoc-20&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=854620733X&amp;linkId=6ec631d4766358acb0503f4b371587b0"><span style="font-weight: 400;">livro</span></a><span style="font-weight: 400;"> do professor Júlio César Guedes Antunes. </span></p>
<h3 id="tecnologia-nacional" style="text-align: justify;"><b>Tecnologia Nacional</b></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como enfatizado em toda publicação do INPE, que todo o desenvolvimento do Amazônia 1 foi interno. Apesar de que nem todas as peças foram adquiridas no mercado interno, portanto parcerias com outros países foram necessárias no desenvolvimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A parte mais importante disso tudo é a descoberta, e documentação detalhada de um desenvolvimento, o que pavimenta o caminho para o desenvolvimento futuro. Assim situações como esta nos fazem observar as deficiências que o país possui para o avanço de pesquisas científicas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em conclusão esta é uma obra prima da <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia-aeronautica-x-engenharia-aeroespacial/">Engenharia Aeroespacial</a> do Brasil.  Muito esforço foi dedicado para desenvolver essa ferramenta de monitoramento de recursos naturais. E contou com a colaboração de áreas multifuncionais para poder alcançar este feito.</span></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;Atualização &#8211; 17/03/21 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<h3 id="primeiras-imagens-recebidas" style="text-align: justify;">Primeiras imagens recebidas</h3>
<p style="text-align: justify;">As primeiras imagens enviadas pelo Satélite Amazônia 1 foram recebidas pelo centro de controle do INPE, fato que ocorreu após um inicio com alguns problemas e que chegou a ser cogitada a perda de controle do satélite. Entretanto o controle foi estabelecido e após dois dias de testes com todos os sistemas as imagens foram obtidas.</p>
<figure id="attachment_69203" aria-describedby="caption-attachment-69203" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69203" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-scaled.jpg" alt="Imagem Satélite" width="2560" height="1494" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-300x175.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-1024x598.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-768x448.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-1536x896.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/Fig.3_AMZ1_WFI_20210303_RepresaSobradinho-2048x1195.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-69203" class="wp-caption-text">Foto recebida do satélite Amazônia 1 &#8211; Na foto a represa de sobradinho</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma a fase de manobras de posicionamento do satélite em orbita foi concluída em 15 de Março de 2021, e agora inicia-se a fase de comissionamento do sistema de câmera WFI com duração aproximada de 2 meses. Portanto ao final desta fase o satélite e o sistema de recepção terão alinhados os melhores filtros e configurações necessárias para captura de imagens com a melhor resolução possível. Mais informações e imagens podem ser vistas nesse <a href="http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=5725">link</a> no portal do INPE.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A polêmica saga do 737 MAX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cayo César Nascimento Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já deve ter visto alguma reportagem acerca dos acidentes envolvendo os aviões da família 737 MAX. Recentemente,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já deve ter visto alguma reportagem acerca dos acidentes envolvendo os aviões da família 737 MAX. Recentemente, depois de duas tragédias fatais em menos de 5 meses, houve a proibição mundial dos voos feitos com esse modelo, tendo como resultado, prejuízos que ultrapassaram R$ 100 bilhões. Vamos entender abaixo toda a história.</p>
<h3 id="o-737-max" style="text-align: justify;"><strong>O 737 MAX</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A linha 737 MAX veio de uma melhoria do seu antecessor, o 737NG. O projeto envolvia a construção de uma aeronave mais potente e com redução de consumo de combustível em comparação com o seu concorrente, o A320NEO. Posteriormente, foi anunciado seus índices de eficiência: até 8% em relação ao seu adversário e até 20% quando comparado ao seu predecessor.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com informações da <a href="https://www.boeing.com.br/produtos-e-servicos/avioes-comerciais/737-max.page">Boeing</a>, a proposta foi apresentada em 2011, tendo seu primeiro voo ocorrido 5 anos depois, em 29 de janeiro de 2016. Logo após, em 2017, recebeu a certificação da <em>Federal Aviation Administration </em>(FAA) para entrar em operação. Em 17 de maio do mesmo ano, aconteceu a primeira entrega para a Malindo Air, entrando em serviço no dia 22.</p>
<p style="text-align: justify;">O desempenho da aeronave provém dos motores e da sua aerodinâmica arquitetada para máxima eficiência. O desafio foi pensar em como colocar um motor maior numa aeronave com a mesma altura do 737NG. A princípio, os engenheiros solucionaram o problema avançando a posição do motor.</p>
<figure id="attachment_67287" aria-describedby="caption-attachment-67287" style="width: 1284px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-67287" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título.png" alt="Comparação" width="1284" height="830" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título.png 1284w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título-300x194.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título-1024x662.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Sem-título-768x496.png 768w" sizes="(max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /><figcaption id="caption-attachment-67287" class="wp-caption-text">Comparação do motor do 737 MAX e 737-8.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Contudo, estudos mostraram que essa modificação poderia desestabilizar a aeronave em certos tipos de manobras. Um novo software foi adicionado para resolver o impasse: o MCAS (Sistema de Aumento de Características de Manobra, em português). O sistema entra em funcionamento automaticamente quando percebe que o ângulo de ataque está elevado ou a velocidade está baixa.</p>
<p style="text-align: justify;">A junção de eficiência, modernidade, desempenho e confiabilidade fez com que o modelo fosse altamente vantajoso. Foram mais de mil encomendas, sendo 130 destas pela companhia aérea brasileira GOL. O preço varia entre US$ 99,7 milhões e US$ 134,9 milhões.</p>
<h3 id="queda-do-voo-lion-air-610" style="text-align: justify;"><strong>Queda do voo Lion Air 610</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Em 29 de outubro de 2018, o voo JT610 da companhia aérea da Indonésia Lion Air desapareceu dos radares 13 minutos após a decolagem enquanto ia de Jacarta para Pangkal Pinang. A aeronave de matrícula PK-LQP tinha poucos meses de uso e caiu no mar de Java, vitimando as 189 pessoas que estavam a bordo.</p>
<figure id="attachment_67289" aria-describedby="caption-attachment-67289" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67289 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-scaled.jpg" alt="Aeronave " width="2560" height="1484" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-300x174.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-1024x594.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-768x445.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-1536x891.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1-2048x1188.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-67289" class="wp-caption-text">Aeronave acidentada (PK-LQP).</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Diversos incidentes vinham acontecendo na aeronave nos dias anteriores ao do acidente. Pilotos já vinham alertando sobre falhas nos sistemas de indicação de velocidade e altitude, sendo realizadas algumas manutenções. No voo que antecedeu o do acidente, houve o mesmo problema, sendo solucionado pelo comandante que desligou o sistema, mantendo desativado durante todo o voo.</p>
<p style="text-align: justify;">O erro voltou a acontecer no voo JT610. Tendo informações imprecisas dos computadores, o piloto solicitou dados à torre de controle para efeitos de comparação. Nesse meio tempo, recebendo informações erradas do sensor, o MCAS embicou o avião para baixo por diversas vezes, tentando estabilizar a aeronave.</p>
<p style="text-align: justify;">No relatório, foi visto que o sensor forneceu ao MCAS um ângulo de ataque 20 graus a mais do que o normal, fazendo com que o sistema colocasse a aeronave na posição de descida, mergulhando no mar com uma velocidade extremamente alta.</p>
<h3 id="queda-do-voo-ethiopian-airlines-302" style="text-align: justify;"><strong>Queda do voo Ethiopian Airlines 302</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Após exatos 4 meses e 9 dias, outra fatalidade: um desastre nos mesmos moldes da Lion Air aconteceu na Etiópia. O voo ET302 da Ethiopian Airlines que fazia a ligação entre Adis Abeba e Nairóbi caiu seis minutos depois de decolar na cidade de Bishoftu matando 157 pessoas entre passageiros e tripulantes.</p>
<figure id="attachment_67288" aria-describedby="caption-attachment-67288" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-67288 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-scaled.jpg" alt="Aeronave " width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Ethiopian_Airlines_ET-AVJ_takeoff_from_TLV_46461974574-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-67288" class="wp-caption-text">Aeronave que se acidentou.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A apuração dos fatores que levaram à queda indica, novamente, uma falha no sistema de velocidade e altitude, apesar do relatório final ainda não ter saído. No vídeo abaixo (em inglês), o CEO da Boeing, assume a culpa da empresa:</p>
<p><iframe title="Muilenburg: Boeing sorry for lives lost in 737 MAX accident" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/-j8OiVvBKMs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p>É aparente que em ambos os voos o sistema MCAS foi ativado em resposta a informação errada do sensor de ângulo de ataque. A história da nossa indústria mostra que maioria dos acidentes são causados por uma série de eventos. É novamente o caso, e sabemos que podemos quebrar esta série de eventos nos dois acidentes. Como pilotos disseram para nós, a ativação errônea do MCAS pode adicionar mais carga de trabalho, que já é alta. É nossa responsabilidade para eliminar esse risco. Nós temos a solução e iremos fazer.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, todos os alertas se acederam após dois acidentes num minúsculo intervalo de tempo e com um mesmo modelo de aeronave. Diante da incerteza dos motivos que causaram as ocorrências – os estudos da queda voo da Lion Air ainda não tinham sido finalizados – o 737 MAX foi proibido de circular até uma segunda ordem.<strong> </strong></p>
<h3 id="atualizacoes-no-737-max" style="text-align: justify;"><strong>Atualizações no 737 MAX</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Um grupo de agências, lideradas pela FAA, que tratam sobre aviação civil definiu as melhorias que a Boeing deveria implementar para a volta das operações com a aeronave. O MCAS foi redesenhado, passando a ter mais um sensor a seu favor, totalizando dois, sendo que se um apresentar defeitos, o sistema é desligado.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme solicitado, os manuais foram totalmente refeitos. O treinamento dos pilotos também passou por reformulação. Toda a tripulação deverá fazer treinamentos constantes através de um simulador de como operar com MCAS e realizar testes para verificar os conhecimentos acerca da aeronave.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, após 20 meses parado, 4400 horas de voos de testes, 400 mil horas de trabalho, o 737 MAX passou por uma recertificação junto à FAA para voltar a operar. No dia 25 de novembro de 2020, houve a liberação de voos com o equipamento no Brasil, sendo realizado o primeiro voo depois de toda a saga no dia 09 de dezembro de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Robô pousa em Marte: História diante de nossos olhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Carlos Batista de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 13:37:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Robô]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O robô explorador Perseverance, da Nasa, pousou na superfície de Marte no final da tarde desta quinta-feira (18), sete&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O robô explorador Perseverance, da <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/nasa/">Nasa</a>, pousou na superfície de Marte no final da tarde desta quinta-feira (18), sete meses depois de a missão ter partido da Terra. <span style="color: #ff6600;"><em>Vamos conferir aqui mais sobre esse dia histórico!</em></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68171 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/3d-surreal-mars-style-landscape-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/3d-surreal-mars-style-landscape-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/3d-surreal-mars-style-landscape-300x188.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/3d-surreal-mars-style-landscape-1024x640.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/3d-surreal-mars-style-landscape-768x480.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/3d-surreal-mars-style-landscape-1536x960.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/3d-surreal-mars-style-landscape-2048x1280.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, a chegada, transmitida ao vivo pelas redes sociais da agência espacial, ocorreu na <strong>cratera de Jezero</strong>, local de pouso mais perigoso já tentado.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estou seguro em Marte. Perseverança levará vocês a qualquer lugar&#8221;, postou o perfil do robô no Twitter, o NASA&#8217;s Perseverance Mars Rover.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O objetivo da missão, chamada de Mars 2020, é buscar vestígios de vida em um local do planeta que já foi um lago há bilhões de anos. Para isso, o robô carrega instrumentos que vão coletar amostras, observar a geologia e transformar dióxido de carbono em oxigênio para viabilizar uma missão com humanos no planeta.</p>
<figure id="attachment_68161" aria-describedby="caption-attachment-68161" style="width: 1008px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-68161 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/perseverance-primeiraimg.jpg" alt="Imagem de marte" width="1008" height="587" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/perseverance-primeiraimg.jpg 1008w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/perseverance-primeiraimg-300x175.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/perseverance-primeiraimg-768x447.jpg 768w" sizes="(max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><figcaption id="caption-attachment-68161" class="wp-caption-text">Foto: Primeira imagem de Marte feita pelo robô Perseverance &#8211; Nasa</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Essa conversão será um dos passos essenciais para a Nasa conseguir levar astronautas em uma missão tripulada no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Acoplado ao Perseverance está o Ingenuity, um helicóptero de 1,8 kg com hélices que giram cerca de 8 vezes mais rápido do que um helicóptero comum.</p>
<h3 id="como-aconteceu">Como aconteceu?</h3>
<p style="text-align: justify;">O Perseverance – que partiu da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida, em 30 de julho de 2020 – é o robô explorador mais sofisticado já enviado ao espaço e o mais recente robô da linha de enviados a Marte.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro foi o Sojourner, em 1997, seguido por Spirit e Opportunity, que desembarcaram no planeta em 2004. O último foi o <a href="https://blogdaengenharia.com/entenda-como-a-nasa-pilota-o-rover-curiosity-para-explorar-marte/">Curiosity</a>, que está no planeta desde 2012. Todos eles tiveram os nomes escolhidos em concursos nacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Escolhido por um estudante do sétimo ano do estado da Virgínia, o nome Perseverance foi anunciado em março do ano passado. Alexander Mather teve a sugestão escolhida entre 28 mil inscrições feitas por alunos do ensino fundamental e médio dos Estados Unidos.</p>
<h3 id="sete-minutos-de-terror" style="text-align: justify;">&#8216;Sete minutos de terror&#8217;</h3>
<p style="text-align: justify;">Alguns minutos antes de entrar na atmosfera de Marte, o robô se separou da parte de cruzeiro, que o abasteceu de combustível durante a viagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tocar o solo do planeta vermelho, o Perseverance realizou uma <a href="https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/12/25/marte-os-7-minutos-de-terror-do-robo-perseverance-em-busca-de-vida-no-planeta-vermelho.ghtml">manobra altamente delicada, chamada “sete minutos de terror”:</a> nesse intervalo de tempo, o veículo teve de reduzir a velocidade de 20 mil km/h para 0 km/h.</p>
<p style="text-align: justify;">Por causa das medidas de segurança contra a Covid-19, a equipe que monitorou o pouso foi reduzida, e as pessoas ficaram separadas por placas de acrílico. No momento do pouso, os integrantes comemoraram com uma salva de palmas.</p>
<figure id="attachment_68160" aria-describedby="caption-attachment-68160" style="width: 1008px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-68160 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/nasa-robo3.jpg" alt="Perseverance" width="1008" height="528" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/nasa-robo3.jpg 1008w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/nasa-robo3-300x157.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/nasa-robo3-768x402.jpg 768w" sizes="(max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><figcaption id="caption-attachment-68160" class="wp-caption-text">Foto: G1 Globo</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O veículo espacial da Nasa é o terceiro a atingir Marte em uma semana, depois das missões da China e dos Emirados Árabes Unidos.</p>
<h3 id="entenda-a-mars-2020" style="text-align: justify;">Entenda a Mars 2020</h3>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas acreditam que havia em Marte, entre 3 e 4 bilhões de anos atrás, um lago onde hoje está a cratera de Jezero. O local tem sedimentos similares aos encontrados na Terra, que podem conter vestígios de organismos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68172 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/mars-high-resolution-beautiful-art-presents-planet-of-the-solar-system-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/mars-high-resolution-beautiful-art-presents-planet-of-the-solar-system-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/mars-high-resolution-beautiful-art-presents-planet-of-the-solar-system-300x188.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/mars-high-resolution-beautiful-art-presents-planet-of-the-solar-system-1024x640.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/mars-high-resolution-beautiful-art-presents-planet-of-the-solar-system-768x480.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/mars-high-resolution-beautiful-art-presents-planet-of-the-solar-system-1536x960.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/mars-high-resolution-beautiful-art-presents-planet-of-the-solar-system-2048x1280.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a agência espacial americana, o Perseverance é um &#8220;cientista-robô&#8221; que pesa pouco mais de 1 tonelada.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, ele conta com uma série de instrumentos: câmeras de engenharia, equipamentos nos braços, uma broca, uma estação meteorológica, instrumento de laser e câmeras para fazer panoramas coloridos, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o terreno de Marte será fotografado como nunca por 19 câmeras, para trazer informações sobre o clima e a geologia do planeta.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;">fonte: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2021/02/18/robo-perseverance-da-nasa-pousa-em-marte.ghtml</span></p>
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