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	<title>est Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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		<title>Cultura da Segurança do Trabalho na Engenharia: Custa caro não tê-la.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alvaro Domingues MSc]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 10:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Segurança do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de segurança do trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cultura da Segurança do Trabalho na Engenharia: Custa caro não tê-la. Antes começar a falar em CULTURA DE&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 id=""><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-59697" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/cultura-seg-2-300x188.jpg" alt="" width="648" height="406" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/cultura-seg-2-300x188.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/cultura-seg-2.jpg 430w" sizes="(max-width: 648px) 100vw, 648px" /></h1>
<h1 id="cultura-da-seguranca-do-trabalho-na-engenharia-custa-caro-nao-te-la">Cultura da Segurança do Trabalho na Engenharia: Custa caro não tê-la.</h1>
<h4 id="antes-comecar-a-falar-em-cultura-de-seguranca-ocupacional-responda-a-seguinte-pergunta-quantos-profissionais-de-seguranca-do-trabalho-ha-na-sua-empresa">Antes começar a falar em CULTURA DE SEGURANÇA OCUPACIONAL, responda a seguinte pergunta- (QUANTOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA DO TRABALHO HÁ NA SUA EMPRESA?)</h4>
<p>Costumo ouvir as mais variadas respostas, porém as mais frequentes são: (de acordo com o <a href="https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-04.pdf">SESMT da Norma Regulamentadora &#8211; NR4 &#8211; SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO</a>).</p>
<p>Ou seja: de acordo com o grau de risco da empresa, sendo esse risco graduado de &#8220;1&#8221; a &#8220;4&#8221;, onde “1” seria mais leve (exemplo escritório simples) e “4” mais Grave (exemplo fábrica de explosivos) associado ao número de funcionários.</p>
<p>O que significa que dizer, que dimensionam o quadro de profissionais de Segurança ocupacional, conforme a lei preconiza, limitando-se, apenas quando exigido ao: Técnico (a) de Segurança do trabalho, Engenheiro (a)  de Segurança do Trabalho, Enfermeiro (a) do Trabalho e Médico (a) do Trabalho.</p>
<h2 id="-2"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-59700" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Health-and-safety-system-3-300x200.jpg" alt="" width="638" height="425" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Health-and-safety-system-3-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Health-and-safety-system-3-768x511.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Health-and-safety-system-3.jpg 900w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></h2>
<h2 id="o-que-e-cultura-de-seguranca-do-trabalho">O que é Cultura de Segurança do Trabalho?</h2>
<h4 id="curva-de-bradley">Curva de Bradley</h4>
<p>Não há como falar de Cultura de Segurança sem mencionar A Curva de <a href="https://www.consultdss.com.br/bradley-curva/">Bradley™ da DuPont™</a>, essa por sua vez, defende desde 1995 a filosofia de que a cultura de segurança está pautada em 4 estágios a saber:</p>
<p>1º Estágio reativo – Colaboradores não assumem responsabilidade, acreditam que acidente acontece mesmo por azar, e quando não acontece é sorte. É indiferente gerenciamento. (nessa fazer da curva a taxa de lesões costumam ser altas)</p>
<p>2º Estágio dependente – Requer muito esforço da supervisão, pois os colaboradores tendem a seguir as regras apenas quando são ditas e cobradas.</p>
<p>Apesar disso, as taxas de lesões diminuem e a equipe começa a acreditar em gerenciamento de segurança e que o acidente pode ser controlado.</p>
<p>3 º Estágio independente – Os colaboradores possuem auto-responsabilidade no que tange a segurança e acreditam tem o potencial de fazer a diferença com suas ações.</p>
<p>Com isso as taxas de lesões diminuem significativamente.</p>
<p>4º Estágio interdependente – É o ápice da maturidade da cultura de segurança, pois verdadeiramente os colaboradores internalizam sua responsabilidade não só com a sua própria proteção, como também com a segurança de seus colegas.</p>
<p>Gerando assim, uma cultura de segurança robusta autossustentável, (com taxas de lesões sempre tendendo a zero).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-59703" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/BradleyCurve_PRT-300x173.png" alt="" width="532" height="307" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/BradleyCurve_PRT-300x173.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/BradleyCurve_PRT-1024x592.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/BradleyCurve_PRT-768x444.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/BradleyCurve_PRT.png 1256w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<h4 id="curva-de-hudson">Curva de Hudson</h4>
<p>Na mesma linha, existe ainda um modelo de cultura de segurança até anterior ao da Curva de Bradley™ da DuPont™, que é a &#8220;<em>Curva Hudson&#8221;</em> desde 1986 desenvolvida pela Shell® E&amp;P, pouco difundido aqui no Brasil.</p>
<p>Também  conhecida como Curva <em>Hearts and Minds</em> (Corações e Mentes) idealizada por (Patrick Thomas William Hudson), ela se divide em 5 fases da cultura:</p>
<p>1º patológico – ninguém se importa contanto que não aconteça nada e não sejamos responsabilizados.</p>
<p>2º Reativo – Segurança é algo importante, porém apenas agimos de fato, quando acontece um acidente.</p>
<p>3º Calculativa ou Burocrática – Até temos alguns sistemas implementados para gerenciar todos os ricos mapeados.</p>
<p>4º Proativa – A cultura de segurança está internalizada na liderança e a empresa admite a segurança como um valor que norteia suas ações para a melhoria contínua.</p>
<p>5º Generativo – Representa o auge do desenvolvimento da cultura, as falhas servem de estímulo para soluções cada vez mais robustas, a visão é voltada para a solução e não culpados.</p>
<p>Existe um sistema totalmente integrado de modo que a informação, comunicação e envolvimento dos trabalhadores acontece naturalmente e se estendendo as suas casas.</p>
<p>Além disso a empresa está sempre buscando as melhores formas de não só de controlar o risco como também antecipa-lo e melhorar continuamente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-59705" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Curva-de-hudson-300x154.png" alt="" width="582" height="299" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Curva-de-hudson-300x154.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Curva-de-hudson-1024x526.png 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Curva-de-hudson-768x394.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Curva-de-hudson-1536x788.png 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/Curva-de-hudson.png 1876w" sizes="(max-width: 582px) 100vw, 582px" /></p>
<h2 id="por-que-investir-em-cultura-de-seguranca-do-trabalho-na-engenharia">Por que investir em Cultura de Segurança do Trabalho na Engenharia?</h2>
<p>Independente do modelo seguido, cultura de segurança significa responder a pergunta do início (QUANTOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA HÁ EM SUA EMPRESA?) da seguinte forma:</p>
<p>_Aqui TODOS somos profissionais de segurança – desde do operacional (chão de fábrica) até a alta direção (Diretor – CEO &#8211; Presidente – acionistas).</p>
<p>Em conclusão, gostaria de mencionar uma frase emblemática de Peter Drucker:</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 1.5em;">“A CULTURA come a estratégia no café da manhã”</span></p></blockquote>
<p>Dentre às várias razões para a genialidade de Drucker, ressaltamos sua exímia habilidade de integrar profissionais multidisciplinares.</p>
<p>Identificando pontos em comum entre estes profissionais e potencializando ao máximo a performance dos resultados desta ligação.</p>
<p>Ele sempre batia na tecla de que para uma boa comunicação, é necessário ouvir além do que está sendo dito.</p>
<blockquote><p>Em resumo &#8220;A cultura de segurança é a parte mais humana do sistema de gestão de uma empresa. E essa parte obviamente, é confeccionada por pessoas. Logo, se quer ter cultura de alta performance em se tratando de Segurança do Trabalho na Engenharia: tenha/treine/modele/molde pessoas de alta performance.” MSc Álvaro Domingues</p></blockquote>
<p>Se existe na empresa um cultura de segurança bem estabelecida e disseminada em todos os níveis organizacionais, diretamente e proporcional estamos falando em prevenção de acidentes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-59695" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/acidente-de-trabalho.jpg" alt="" width="488" height="325" /></p>
<p>E em se tratando de construção civil, sob tudo no Brasil, os números de acidentes de trabalho são exorbitantes. Conseqüentemente, isso afeta a produção, a imagem, patrimônio e a vida dos trabalhadores e de seus familiares.</p>
<p>Dependendo do acidente, este pode até falir uma empresa, no que tange a manchar permanentemente a imagem de uma empresa.</p>
<p>Tal como potencial prejuízos patrimoniais, de produtividade/financeiro irrecuperáveis.</p>
<p>E por ultimo, porém longe de ser menos importante, a integridade física e vida de trabalhadores: pais e mães de família.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-59706" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/2-min-300x180.png" alt="" width="557" height="334" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/2-min-300x180.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/2-min.png 479w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
<p>fonte: <a href="http://www3.dataprev.gov.br/aeat/">http://www3.dataprev.gov.br/aeat/</a></p>
<p>Essa preocupação de faz constantemente presente, pois em média, são registrados 51.767 acidentes de trabalhos na previdência social por ano.</p>
<p>Então, se você ainda pensa que é caro investir em cultura de Segurança do trabalho na engenharia. Imagina um acidente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-59696" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/04/acidente.jpg" alt="" width="583" height="546" /></p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-seguranca-do-trabalho/cultura-da-seguranca-do-trabalho-na-engenharia-custa-caro-nao-te-la/">Cultura da Segurança do Trabalho na Engenharia: Custa caro não tê-la.</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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