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	<title>Europa Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Europa Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Conheça os Primeiros Voos Internacionais Elétricos da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 12:29:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Aeronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[aviação sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
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		<category><![CDATA[futuro da aviação elétrica]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto Electrifly]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Europa está prestes a marcar um marco significativo na aviação sustentável com o lançamento dos primeiros voos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Europa está prestes a marcar um marco significativo na aviação sustentável com o lançamento dos primeiros voos internacionais elétricos disponíveis publicamente. Esta iniciativa, conhecida como projeto Electrifly, operará voos entre aeroportos nos Países Baixos, Bélgica e Alemanha de 1 de julho a 31 de agosto de 2024.</p>



<h2 id="o-projeto-electrifly" class="wp-block-heading"><strong>O Projeto Electrifly</strong></h2>



<p>O projeto Electrifly visa reduzir significativamente as emissões de carbono associadas ao transporte aéreo. Utilizando aeronaves elétricas de última geração, o projeto não só demonstra a viabilidade da tecnologia de voo elétrico, mas também estabelece um novo padrão para a aviação sustentável. Esses voos, que ligarão cidades como Amsterdam, Bruxelas e Frankfurt, representam um avanço crucial na redução da pegada de carbono da indústria de aviação europeia.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/07/image.png" alt="" class="wp-image-96984" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/07/image.png 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/07/image-300x200.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/07/image-768x512.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/07/image-380x253.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/07/image-800x534.png 800w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução pplx-res.cloudinary</figcaption></figure></div>


<h2 id="beneficios-ambientais-e-tecnologicos" class="wp-block-heading"><strong>Benefícios Ambientais e Tecnológicos</strong></h2>



<p>Os voos elétricos são alimentados por baterias de alta eficiência que permitem um alcance suficiente para cobrir distâncias internacionais curtas. Além disso, esses aviões produzem menos ruído, contribuindo para a redução da poluição sonora nos aeroportos. A adoção de aeronaves elétricas também promete reduzir os custos operacionais a longo prazo, graças à menor necessidade de manutenção e aos custos reduzidos de combustível.</p>



<h2 id="desafios-e-oportunidades" class="wp-block-heading"><strong>Desafios e Oportunidades</strong></h2>



<p>Embora o projeto Electrifly seja um passo promissor, ele enfrenta desafios significativos. A capacidade atual das baterias limita a autonomia dos voos, exigindo um planejamento cuidadoso das rotas. Além disso, a infraestrutura de carregamento nos aeroportos precisa ser ampliada para suportar um aumento no número de voos elétricos. No entanto, estas barreiras também representam oportunidades para inovações tecnológicas e investimentos em infraestrutura sustentável.</p>



<h2 id="impacto-economico-e-social" class="wp-block-heading"><strong>Impacto Econômico e Social</strong></h2>



<p>A introdução de voos elétricos pode ter um impacto econômico positivo, criando novos empregos em setores como fabricação de baterias, manutenção de aeronaves elétricas e desenvolvimento de infraestrutura. Socialmente, os voos elétricos podem tornar o transporte aéreo mais acessível, com tarifas potencialmente mais baixas devido à redução dos custos operacionais. Além disso, eles promovem uma consciência ambiental maior entre os passageiros, incentivando práticas de viagem mais sustentáveis.</p>



<h2 id="futuro-da-aviacao-eletrica" class="wp-block-heading"><strong>Futuro da Aviação Elétrica</strong></h2>



<p>O sucesso do projeto Electrifly poderia incentivar outras regiões a adotarem tecnologias de aviação elétrica. À medida que a tecnologia avança e a capacidade das baterias aumenta, podemos esperar ver um aumento na quantidade e na distância dos voos elétricos. Esta transição para a aviação elétrica é essencial para cumprir os objetivos de redução de emissões da União Europeia e para alcançar um futuro mais sustentável.</p>



<p>Para mais atualizações sobre inovações tecnológicas na engenharia, visite o <a href="http://www.blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>, seu portal de conteúdo para todas as áreas da engenharia.</p>
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		<title>Aos 70 Anos, Empresário Brasileiro Conclui Pós-Doutorado em Engenharia na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[70 anos]]></category>
		<category><![CDATA[cenário brasileiro.]]></category>
		<category><![CDATA[educação continuada]]></category>
		<category><![CDATA[Empresário]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[pós-doutorado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje temos uma pauta que é não apenas inspiradora, mas também um exemplo do potencial ilimitado da engenharia.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje temos uma pauta que é não apenas inspiradora, mas também um exemplo do potencial ilimitado da engenharia. Estou falando de um empresário de Jaraguá do Sul que concluiu seu pós-doutorado em Engenharia na Europa aos 70 anos! Isso mesmo, setenta anos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-1024x768.webp" alt="engenharia" class="wp-image-92421" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-1024x768.webp 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-300x225.webp 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-768x576.webp 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-1536x1152.webp 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-200x150.webp 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-260x195.webp 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-380x285.webp 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-800x600.webp 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-1160x870.webp 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-150x113.webp 150w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/Empresario-70-anos-pos-doutorado-engenharia-jpeg.webp 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Arquivo Pessoal/divulgação.</figcaption></figure></div>


<h3 id="a-impressionante-trajetoria-de-um-empresario" class="wp-block-heading"><strong>A Impressionante Trajetória de Um Empresário</strong></h3>



<p>Não é todo dia que vemos exemplos tão fortes de perseverança e dedicação. Este empresário não apenas demonstra que nunca é tarde para buscar mais conhecimento, mas também eleva o padrão do que é possível na engenharia brasileira. Esse exemplo nos mostra que a vontade de aprender e se aperfeiçoar não tem idade.</p>



<h3 id="o-poder-da-educacao-continuada" class="wp-block-heading"><strong>O Poder da Educação Continuada</strong></h3>



<p>O setor de engenharia está em constante evolução, com inovações tecnológicas e metodologias surgindo regularmente. A educação continuada é a chave para se manter atualizado e competitivo no mercado. Se você pensava que sua jornada de aprendizado terminaria com o diploma, pense novamente!</p>



<h3 id="o-impacto-no-cenario-brasileiro" class="wp-block-heading"><strong>O Impacto no Cenário Brasileiro</strong></h3>



<p>Este caso é particularmente importante para nós, engenheiros brasileiros. Mostra que temos profissionais capazes de competir e se destacar em cenários internacionais. É uma fonte de inspiração que deve alimentar nossas ambições, não apenas como profissionais, mas como eternos estudantes da engenharia.</p>



<h3 id="idade-e-apenas-um-numero" class="wp-block-heading"><strong>Idade É Apenas Um Número</strong></h3>



<p>Aos 70 anos, a maioria das pessoas está pensando em aposentadoria e em desfrutar do tempo livre. No entanto, esse empresário decidiu continuar a investir em sua educação e em sua carreira. Idade é apenas um número quando se tem paixão, dedicação e um amor incondicional pela engenharia.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="720" height="962" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/empresario-70-anos-engenharia-jpeg.webp" alt="engenharia" class="wp-image-92422" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/empresario-70-anos-engenharia-jpeg.webp 720w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/empresario-70-anos-engenharia-225x300.webp 225w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/empresario-70-anos-engenharia-380x508.webp 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/10/empresario-70-anos-engenharia-150x200.webp 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Arquivo Pessoal/divulgação.</figcaption></figure></div>


<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Por fim, espero que este exemplo sirva como um estímulo para todos nós. Quem sabe você será o próximo a fazer história na engenharia? Até a próxima, galera!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como se tornar Engenheiro em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eng° Angelo Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia em Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ordem dos Engenheiros &#8211; OEP mantém junto ao Confea/Crea um termo de reciprocidade que permite aos profissionais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Ordem dos Engenheiros &#8211; OEP mantém junto ao Confea/Crea um termo de reciprocidade que permite aos profissionais da Engenharia brasileiros e portugueses requererem o registro recíproco.&nbsp;</p>



<h2 id="requisitos-e-formularios" class="wp-block-heading"><strong>Requisitos e formulários</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>O termo de reciprocidade não se aplica a tecnólogos e técnicos, geólogos, geógrafos e meteorologistas.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>É necessário manter registro ativo e adimplente em ambas as instituições.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Ao ser admitido na OEP é necessário pagar uma taxa inicial &#8211; “Jóia de Admissão”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Para ser admitido como membro da OEP, o profissional deve entregar em qualquer sede ou inspetoria do Crea:</li></ul>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<ol class="wp-block-list"><li>Formulário de requerimento&nbsp;preenchido;</li><li>Cópia autenticada da carteira profissional;</li><li>Cópia autenticada de passaporte; e</li><li>Uma fotografia do requerente colorida.</li></ol>
</div>
</div>



<p>Os documentos entregues pelo profissional serão carimbados e rubricados pelo Crea que, dessa forma, procede à sua validação.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O presidente do Crea emite Certidão para fins do Termo de Reciprocidade contendo:</li></ul>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<ol class="wp-block-list"><li>Informação sobre formação acadêmica, nomeadamente nome de curso, instituição de ensino, data de colação/conclusão do curso e carga horária ou número de anos do curso;</li><li>Descrição detalhada das atribuições profissionais do engenheiro para o exercício da profissão;</li><li>Informação acerca de penalidades ético-disciplinares em decorrência de processos transitados em julgado; e</li><li>Informação sobre a situação de adimplência junto ao Crea.</li></ol>
</div></div>



<p><em>A certidão emitida pelo presidente do Crea, após validação e pagamento das taxas de processamento, será enviada ao Confea.</em></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Após homologação pelo presidente do Confea, o processo é enviado à OEP.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Uma vez cumpridas todas as exigências anteriores, a OEP reconhece as qualificações profissionais do engenheiro registrado no Sistema Confea/Crea para admissão como membro da OEP, informando à Secretaria da Região da OEP indicada pelo requerente para que emita a cédula profissional, mediante o pagamento das taxas e anuidade correspondentes.</li></ul>



<p>Ordem dos Engenheiros &#8211; OEP, saiba tudo aqui: <a href="https://www.ordemengenheiros.pt/pt/a-ordem/area-internacional/protocolos-internacionais/procedimentos-sistema-confea-crea/">https://www.ordemengenheiros.pt/pt/a-ordem/area-internacional/protocolos-internacionais/procedimentos-sistema-confea-crea/</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Como se tornar Engenheiro em Portugal" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/vimwuVM-amU?start=107&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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			</item>
		<item>
		<title>O primeiro edifício brasileiro climatizado com energia do solo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabela Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 10:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Agrimensura e Cartográfica]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[fundações]]></category>
		<category><![CDATA[geotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Guedes Ezaquiel da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de tudo, sabemos que nos dias atuais a geração de energia está extremamente em pauta, tanto por&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Antes de tudo, sabemos que nos dias atuais a geração de energia está extremamente em pauta, tanto por fatores ambientais na busca de alternativas mais sustentáveis, como pela busca de soluções para problemas de crises hídricas, principalmente no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, temos o primeiro edifício do Brasil aplicando a forma de geração energia geotérmica do subsolo por meio das fundações, sendo aplicada no país. <span style="color: #ff0000"><strong>Vamos entender um pouco?</strong></span></p>
<p><figure id="attachment_77561" aria-describedby="caption-attachment-77561" style="width: 770px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-77561 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/15281.jpg" alt="energia" width="770" height="480" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/15281.jpg 770w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/15281-300x187.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/15281-768x479.jpg 768w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /><figcaption id="caption-attachment-77561" class="wp-caption-text"><strong>Fonte:</strong> abms</figcaption></figure></p>
<h3 id="sobre-o-projeto" style="text-align: justify">Sobre o projeto</h3>
<p style="text-align: justify">Primeiramente, esse projeto sairá do papel na cidade de São Paulo e foi desenvolvido pela equipe da professora Cristina de Hollanda Cavalcanti Tsuha, na Escola de Engenharia de São Carlos (USP) em conjunto com a Escola Politécnica (USP).</p>
<p style="text-align: justify">A princípio, serão colocadas tubulações dentro de elementos de fundações para obter energia do subsolo e aplica-la em setores do prédio.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify">A ideia é usar tubos de polietileno por dentro das fundações enterradas no terreno e, por eles, circular um fluido (normalmente água) para trocar calor com o subsolo, que tem temperatura constante, usada para aquecer ou resfriar ambientes com auxílio de uma bomba de calor, <strong>explica Cristina de Hollanda Cavalcanti Tsuha</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Vale lembrar que esse será o primeiro edifício a usar esse tipo de sistema no Brasil e promete que através dessa energia gerada, irá possibilitar que o local  necessite de menos esforço para ser climatizado, devido a energia gerada.</p>
<p><figure id="attachment_77567" aria-describedby="caption-attachment-77567" style="width: 984px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-77567" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/usp-solo-1.png" alt="fundações" width="984" height="701" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/usp-solo-1.png 984w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/usp-solo-1-300x214.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/usp-solo-1-768x547.png 768w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption id="caption-attachment-77567" class="wp-caption-text"><strong>Fonte:</strong> G1</figcaption></figure></p>
<h3 id="entenda-um-pouco-do-sistema" style="text-align: justify">Entenda um pouco do sistema</h3>
<p style="text-align: justify">De acordo com os pesquisadores, fundações por estacas propiciam que haja um aproveitamento da temperatura natural do solo, podendo ser utilizado para climatizar ambientes nas superfícies. Segundo estudos realizados, a temperatura do terreno localizado em São Paulo, chega a aproximadamente 24 graus nos seus 20 metros.</p>
<p style="text-align: justify">Assim, ao fazer um bombeamento de água dentro dessas fundações por uma bomba de calor geotérmica, o calor é absorvido e liberado.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify">Essa bomba remove o calor de ambientes no verão e dispersa no solo, e no inverno transfere o calor do solo para os ambientes para aquecimento, explica a professora.</p>
</blockquote>
<p><figure id="attachment_77568" aria-describedby="caption-attachment-77568" style="width: 769px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-77568 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/010125210702-predio-energia-do-solo.jpg" alt="energia" width="769" height="497" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/010125210702-predio-energia-do-solo.jpg 769w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/10/010125210702-predio-energia-do-solo-300x194.jpg 300w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /><figcaption id="caption-attachment-77568" class="wp-caption-text">Funcionamento do Sistema. <strong>Fonte:</strong> inovacaotecnologica</figcaption></figure></p>
<h3 id="tecnologia-pelo-mundo" style="text-align: justify">Tecnologia pelo mundo</h3>
<p style="text-align: justify">Primeiramente, esse tipo de tecnologia já é bastante usada em vários países, para resfriar ou aquecer edifícios. Normalmente, são utilizadas a profundidades de até 200 metros e começou a ser implantada nos anos 80 na Europa.</p>
<p style="text-align: justify">De acordo com Cristina, existem inúmeras possibilidades para o uso dessa energia, inclusive o sistema pode ser implantado em construções já existentes. O objetivo da equipe é que com a implantação dessa tecnologia, o consumo de energia elétrica em diversos edifícios reduza o consumo de energia para sistemas de climatização.</p>
<p><iframe title="Cristina Tsuha: uso das fundações para o aproveitamento de energia geotérmica superficial" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/2V71fGWc0nU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Quer saber sobre mais curiosidades da Engenharia? Você pode clicar <a href="https://blogdaengenharia.com/author/isabela-guedes/">aqui</a> e ter acesso aos meus outros artigos. <span style="font-size: 1.21429rem">Além disso, você consegue me encontra nas redes sociais: </span><a style="font-size: 1.21429rem" href="https://instagram.com/engcivil.guedes">Instagram</a><span style="font-size: 1.21429rem"> | </span><a style="font-size: 1.21429rem" href="https://www.linkedin.com/in/igueedes/">Linkedin</a></strong></em></p>
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		<title>O acidente Geotécnico que chocou a família Real Britânica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabela Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Agrimensura e Cartográfica]]></category>
		<category><![CDATA[#BDE]]></category>
		<category><![CDATA[#blogdaengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[geotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Guedes Ezaquiel da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[minas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A série mundialmente conhecida, The Crown da Netflix mistura realidade e ficção sobre a história da Família Real&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A série mundialmente conhecida, <em>The Crown</em> da Netflix mistura realidade e ficção sobre a história da Família Real Britânica. Nela são mostrados diversos acontecimentos importantes na Europa e a fatores da Engenharia da época não poderiam ficar de fora.</p>
<p style="text-align: justify">Dessa forma, um acidente com uma mina de carvão conhecido como desastre de Aberfan é bem retratado na terceira temporada da série. E como isso afetou a população e a grande autoridade da época: a Rainha Elisabeth II. <strong><span style="color: #ff6600">Veja abaixo a cena que retrata o acidente.</span></strong></p>
<p><iframe title="Aberfan Scene | The Crown | Netflix." width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/qIhi_5XPr8U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3 id="conheca-aberfan" style="text-align: justify">Conheça Aberfan</h3>
<p style="text-align: justify">Primeiramente, o local é uma vila no sul do <a href="https://escola.britannica.com.br/artigo/Pa%C3%ADs-de-Gales/482822">País de Gales</a> que também era território de responsabilidade da rainha. Esse local era basicamente movimentado pela extração de carvão, que teve início nessa atividade por volta de 1869 e chegou a ter até mais de 600 minas ativas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-71933" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/5dd583f4fd9db23582671c3b.jpg" alt="aberfan" width="1000" height="771" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/5dd583f4fd9db23582671c3b.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/5dd583f4fd9db23582671c3b-300x231.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/5dd583f4fd9db23582671c3b-768x592.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h3 id="um-dos-maiores-acidentes-da-regiao" style="text-align: justify">Um dos maiores acidentes da região</h3>
<p style="text-align: justify">Ocorrido no dia 21 de outubro de 1966, um colapso em um dos aterros nos quais eram despejados os rejeitos das minas causou uma enorme avalanche de mais de 150 mil toneladas de resíduos no pequeno vilarejo. Esse acidente causou mais de 144 mortes, sendo dessas vítimas 116 crianças que estavam em uma escola que foi soterrada.</p>
<p><figure id="attachment_71934" aria-describedby="caption-attachment-71934" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71934 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801.jpg" alt="aberfan" width="768" height="432" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/aberfan-disaster-getty-2663801-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-71934" class="wp-caption-text">Funeral das vítimas do desastre.</figcaption></figure></p>
<p><span style="text-align: justify;font-size: 1.21429rem">Há indícios que após fortes chuvas naquele período foi um dos fatores agravantes do acidente, porém moradores já apontavam a possibilidade de ocorrerem deslizamentos por esse depósito de resíduos já estar acima do limite de segurança, já demonstrando instabilidade no solo.</span></p>
<h3 id="familia-real-britanica-e-envolvimento-com-o-caso" style="text-align: justify">Família Real Britânica e envolvimento com o caso</h3>
<p style="text-align: justify">Antes de mais nada, existem protocolos da Realeza, nos quais fizeram com que a Rainha Elizabeth II demorasse oito dias para de fato estar presente no local. Existem muitas teorias sobre essa demora, como por exemplo que a Rainha não queria ser vista em um local com uma tragédia tão grande.</p>
<p style="text-align: justify">Porém de fato o que é dito por pessoas que trabalharam diretamente com Elizabeth II, é que um dos maiores arrependimentos em todo seu reinado foi essa demora. Existem relatos que foi uma das primeiras vezes que ela foi vista chorando em público.</p>
<p style="text-align: justify">Posteriormente, o filho mais velho da Rainha, Charles o Príncipe de Gales fez um discurso em memória das vítimas do trágico acidente.</p>
<p><figure id="attachment_71935" aria-describedby="caption-attachment-71935" style="width: 532px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71935" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1498375.main_image.jpg" alt="Rainha" width="532" height="355" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1498375.main_image.jpg 532w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/1498375.main_image-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /><figcaption id="caption-attachment-71935" class="wp-caption-text">Rainha Elizabeth II em sua visita ao local da tragédia.</figcaption></figure></p>
<h3 id="consequencias-e-culpados-da-tragedia" style="text-align: justify"><strong>Consequências e culpados da tragédia</strong></h3>
<p style="text-align: justify">A princípio, um inquérito foi aberto para identificar as causas do ocorrido, assim como as condições geológicas do local. A polícia ouviu testemunhas e levantou diversas informações.</p>
<p style="text-align: justify">Após toda investigação foi concluído que o <span style="color: #ff6600"><strong>Conselho Nacional do Carvão era responsável por ignorar as condições perigosas do aterro</strong>.</span> Famílias foram indenizadas, mas não houve nenhuma punição criminal, porém três anos depois uma lei foi aprovada para garantir a segurança das pessoas que viviam próximas de minas e pedreiras.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-71936" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f.jpg" alt="aberfan" width="1024" height="576" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-400x225.jpg 400w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-600x338.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/05/92022083_p04crt4f-800x450.jpg 800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Quer saber sobre mais curiosidades da Engenharia? Você pode clicar <a href="https://blogdaengenharia.com/author/isabela-guedes/">aqui</a> e ter acesso aos meus outros artigos. <span style="font-size: 1.21429rem">Além disso, você consegue me encontrar nas redes sociais: </span><a style="font-size: 1.21429rem" href="https://instagram.com/engcivil.guedes">Instagram</a><span style="font-size: 1.21429rem"> | </span><a style="font-size: 1.21429rem" href="https://www.linkedin.com/in/igueedes/">Linkedin</a></strong></em></p>
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		<title>Acordo UE-Mercosul NÃO foi ratificado.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 16:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (07/10/2020), o Parlamento Europeu aprovou uma resolução que impossibilita a ratificação do acordo UE-Mercosul (livre comércio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (07/10/2020), o Parlamento Europeu aprovou uma resolução que impossibilita a ratificação do acordo UE-Mercosul (livre comércio União Europeia-Mercosul), responsabilizando o atual governo brasileiro de Jair Bolsonaro.</p>
<p>O Parlamento Europeu aponta &#8220;profunda inquietação&#8221; com a politica para o meio ambiente do governo brasileiro, as quais não estão seguindo o Acordo de Paris.</p>
<p>Foram cerca 696 votos sobre a resolução , dos quais 345 votos a favor da não ratificação, 295 votos contra a resolução e 56 abstenções. O acordo será analisado pelo plenário da Casa, e pelos parlamentos nacionais tanto do <a href="https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/parlamento-europeu-nao-ratifica-acordo-ue-mercosul-por-politica-ambiental/">bloco</a> UE quanto do Mercosul. Mas, os <a href="https://www.politize.com.br/acordo-mercosul-uniao-europeia/">Europeus</a> já deixaram claro que não será ratificado do &#8220;jeito que as coisas estão sendo levadas&#8221; atualmente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-63286 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/09/dinheiro-com-bandeira-do-brasil.jpg" alt="UE Mercosul, União Europeia, Mercosul" width="900" height="600" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/09/dinheiro-com-bandeira-do-brasil.jpg 900w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/09/dinheiro-com-bandeira-do-brasil-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2020/09/dinheiro-com-bandeira-do-brasil-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<h4 id="explicando">Explicando</h4>
<h5 id="mercosul">Mercosul</h5>
<p>O Mercado Comum do Sul (Mercosul) é integração da América do Sul, fundado por <a href="https://www.mercosur.int/pt-br/quem-somos/paises-do-mercosul/">Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai</a>. É uma área de livre comércio sem ou com baixas tarifas em muitos produtos comercializado entre os países do bloco.</p>
<p>Atualmente é composta pelos países Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia, e com a saída da Venezuela em 2017. São vários países associados como Colômbia, Peru, Chile entre outros, os quais não tem poder nas decisões.</p>
<h5 id="uniao-europeia">União Europeia</h5>
<p>Formado por cerca de 28 países europeus, destaco Alemanha e França entre os principais. É um Mercado comum, com livre circulação de pessoas, serviços e produtos, com o euro como moeda para 19 países que a compõem, com um órgão legislativo, o  Parlamento Europeu, citado anteriormente.</p>
<h5 id="ue-mercosul">UE-MERCOSUL</h5>
<p>Foram cerca de 20 anos para chegar perto desse acordo que movimentaria muito dinheiro, por lidar com uma boa parte da população mundial, que será benéfico pelas duas partes.</p>
<p>Falando da relação do últimos governos brasileiros com esse acordo, vale ressaltar alguns pontos. Dilma Rousself manteve postura defensiva dos produtores brasileiros e de incentivo ao desenvolvimento local, os quais entravam em conflito com ambições dos europeus, ou seja,  tinham certo &#8220;medo&#8221; de sair perdendo sendo seus investimentos sempre muito altos para produção, quando comparada com a brasileira, considerando até como uma competição desleal.</p>
<p>Já no governo Temer não se teve grandes mudanças, e não se teve preocupação com o acordo, alguns diálogos, mas nada de grande importância. O governo atual de Jair Bolsonaro deu grande importância para o acordo, o qual foi levado com forte política externa como objetivo de seu governo.</p>
<h5 id="e-o-agro">E o &#8220;AGRO&#8221;</h5>
<p>Sendo a maior parte dos produtos de origem agropecuária (soja, milho, carne e café por exemplo)  os mais exportados da Mercosul para a União Europeia, nosso agro pode sofrer algumas consequências como redução da credibilidade, perspectivas externas e exportações. No ano de 2019 foram movimentados cerca de <a href="https://estadisticas.mercosur.int/">US$ 160 bilhões</a> entre os dois blocos (UE-Mercosul).</p>
<p>Como falado antes, alguns dos países europeus tem certo receio com o acordo, considerando uma competição desleal entre a produção agrícola dos blocos, sendo grande produção com investimentos mais baixos no Mercosul. Sendo que os europeus exigem as adequações da produção ao nível europeu.</p>
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