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	<title>Mulheres do Agro Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<title>Mulheres do Agro Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Mulheres do Agro: O que seríamos sem elas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Matos de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agronômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiramente, é possível dizer que sim, as mulheres sofrem preconceito na engenharia. Infelizmente em 2021 ainda é possível&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/mulheres-do-agro-o-que-seriamos-sem-elas/">Mulheres do Agro: O que seríamos sem elas?</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Primeiramente, é possível dizer que sim, as mulheres sofrem preconceito na engenharia. Infelizmente em 2021 ainda é possível notar isso. Não se trata de um &#8220;mimimi&#8221; e sim de uma realidade quem alguns aceitam e veem e alguns que fecham os olhos e fingem que não existe. <span style="color: #ff6600;"><em>Bora conferir mais sobre as mulheres do Agro!</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68449 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/female-technologist-agronomist-with-tablet-computer-in-the-field-checking-quality-and-growth-of-crops-for-agriculture-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1709" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/female-technologist-agronomist-with-tablet-computer-in-the-field-checking-quality-and-growth-of-crops-for-agriculture-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/female-technologist-agronomist-with-tablet-computer-in-the-field-checking-quality-and-growth-of-crops-for-agriculture-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/female-technologist-agronomist-with-tablet-computer-in-the-field-checking-quality-and-growth-of-crops-for-agriculture-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/female-technologist-agronomist-with-tablet-computer-in-the-field-checking-quality-and-growth-of-crops-for-agriculture-768x513.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/female-technologist-agronomist-with-tablet-computer-in-the-field-checking-quality-and-growth-of-crops-for-agriculture-1536x1025.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/female-technologist-agronomist-with-tablet-computer-in-the-field-checking-quality-and-growth-of-crops-for-agriculture-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h3 id="dados-delas-no-agro" style="text-align: justify;">Dados delas no agro!</h3>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada, vamos conhecer os dados que temos acesso sobre essas guerreiras do Agro. Dessa forma, segundo a <a href="https://www.embrapa.br/documents/10180/1645386/Mulheres+Rurais+-+Censo+Agro+2017/fc59f4c6-c94d-6b78-887d-5a64b1a70a7d">EMBRAPA</a>, O número de mulheres dirigindo propriedades rurais no Brasil alcançou quase 1 milhão. O Censo Agropecuário de 2017, identificou 947 mil mulheres responsáveis pela gestão de propriedades rurais, de um universo de 5,07 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-68454 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empa.png" alt="" width="986" height="568" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empa.png 986w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empa-300x173.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empa-768x442.png 768w" sizes="(max-width: 986px) 100vw, 986px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde maioria estão nas regiões:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Nordeste (57%);</li>
<li>Sudeste (14%);</li>
<li>Norte (12%);</li>
<li>Sul (11%) e;</li>
<li>Centro-Oeste 6%.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-68455 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empaaaaa.png" alt="" width="948" height="550" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empaaaaa.png 948w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empaaaaa-300x174.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empaaaaa-768x446.png 768w" sizes="(max-width: 948px) 100vw, 948px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Onde juntas, elas administram cerca de 30 milhões de hectares, o que corresponde apenas a 8,5% da área total ocupada pelos estabelecimentos rurais no país. Os dados foram obtidos a partir de um trabalho conjunto entre o MAPA, a Embrapa e o IBGE, no âmbito de um Termo de Compromisso assinado entre as três instituições por intermédio do Programa Agro Mais Mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os estudos apontaram também que apenas 9,6% das mulheres obtêm informações técnicas através de reuniões técnicas ou seminários, enquanto entre os homens, a porcentagem é de 14,3%. Assim sendo,  no que se refere à participação em atividades associativas, como cooperativas, apenas 5,3% são cooperadas, enquanto 12,8% dos homens participam de algum tipo de associação.</p>
<h3 id="atividades-economicas" style="text-align: justify;">Atividades Econômicas</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68458 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empaaa2.png" alt="" width="992" height="568" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empaaa2.png 992w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empaaa2-300x172.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Empaaa2-768x440.png 768w" sizes="(max-width: 992px) 100vw, 992px" /></p>
<h3 id="rainhas-do-agro" style="text-align: justify;">Rainhas do Agro</h3>
<h5 id="1-johanna-dobereiner" style="text-align: justify;">1- Johanna Döbereiner</h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68460 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Joa.png" alt="" width="644" height="470" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Joa.png 644w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Joa-300x219.png 300w" sizes="(max-width: 644px) 100vw, 644px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, vamos falar da Johanna Döbereiner. Nascida em Aussig, Checoslováquia. Seu pai, mudou-se com a família para a capital quando ela ainda era pequena, e foi professor de Química na Universidade de Praga. Ela era também proprietário de uma pequena fábrica de produtos químicos de uso na agricultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Terminada a Segunda Guerra Mundial, a população de língua alemã foi intensamente perseguida na Checoslováquia – os que sobreviveram foram expulsos do país. Foi o que aconteceu com Johanna, que seguiu com os avós para a Alemanha Oriental, onde trabalhou, em uma fazenda, ordenhando vacas e espalhando esterco para adubar o solo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1947 iniciou o curso de Agronomia na Universidade de Munique. Em 1950 , seguindo os passos do pai, emigrou para o Brasil, com uma recomendação para o Serviço Nacional de Pesquisa Agropecuária, onde começou a trabalhar em Microbiologia do Solo.</p>
<h6 id="no-brasil"><strong>No Brasil</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">Ao chegar ao Brasil, em 1951, a doutora Johanna começou a trabalhar no Laboratório de Microbiologia de Solos do antigo DNPEA, do Ministério da Agricultura. Em 1957 era pesquisadora assistente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológi­co (CNPq) e, em 1968, pesquisadora conferencista</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68462 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Joanaaa.png" alt="" width="366" height="240" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Joanaaa.png 366w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Joanaaa-300x197.png 300w" sizes="(max-width: 366px) 100vw, 366px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Johanna Döbereiner iniciou um programa de pesquisas sobre os aspectos limitantes da fixação biológica de nitrogênio (FBN) em leguminosas tropicais. O programa brasileiro de melhoramento da soja, iniciado em 1964, foi influenciado  pelos trabalhos de Johanna Döbereiner, tendo representado, na época, uma quebra de paradigma.</p>
<p style="text-align: justify;">Os estudos da Dra. Johanna permitiram que a fixação do nitrogênio pelas plantas fosse feita pela bactéria rhizobium. Dessa forma, a soja gerava seu próprio adubo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68461 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Joana.png" alt="" width="502" height="328" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Joana.png 502w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/Joana-300x196.png 300w" sizes="(max-width: 502px) 100vw, 502px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A alternativa brasileira de estabelecer simbioses eficientes com rizóbios permitiu a eliminação dos adubos nitrogenados na cultura da soja, o que representa uma economia anual de mais de 2 bilhões de dólares para o Brasil. Foi assim que os produtores brasileiros de soja puderam ver diminuídos seus custos de produção e a soja conseguiu competir com sucesso no mercado internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Johanna Döbereiner naturalizou-se brasileira em 1956. Morreu aos 75 anos, no dia 5 de outubro de 2000, em Seropédica, interior do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<h5 id="2-tereza-cristina" style="text-align: justify;">2 &#8211; Tereza Cristina</h5>
<div class="paywall__site-container" data-piano-enabled="true">
<p>&nbsp;</p>
<article>
<header class="">
<div class="featured-text">
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="lazy-loaded lazy-loaded" style="font-size: 19.4286px;" title="Engenheira agrônoma, a ministra se elegeu deputada federal e já foi secretária de Estado (Foto: Wenderson Araújo )" src="https://s2.glbimg.com/J1DhEm2a5vPyRg0JZDEO-6XVFRQ=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2020/03/02/mlh_.jpg" alt="" width="620" height="350" data-src="//s2.glbimg.com/J1DhEm2a5vPyRg0JZDEO-6XVFRQ=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2020/03/02/mlh_.jpg" /><figcaption class="wp-caption-text">Engenheira agrônoma, a ministra se elegeu deputada federal e já foi secretária de Estado (Foto: Wenderson Araújo )</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Tereza Cristina é uma agrônoma que venceu o preconceito na política e virou ministra da Agricultura no Brasil. Ela foi capaz de a<span style="font-size: 1.21429rem;">rrancar elogios do presidente Jair Bolsonaro. Ela ainda tem a admiração escancarada de um setor dominado por homens, o agronegócio, e não se intimida com isso.</span></p>
</div>
</header>
<div class="protected-content">
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Aprendi a trafegar por mundos onde o homem sempre foi maioria. Isso não me incomoda, ao contrário, sempre fez com que eu me dedicasse mais para fazer melhor que eles”, disse à Globo Rural.</p>
</blockquote>
<address> </address>
<p style="text-align: justify;">Logo após a graduação, em meados de 1980, Tereza voltou à sua terra natal e assumiu os negócios da família.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Fui testada o tempo todo, até mostrar que sabia o que estava fazendo e que não tinha tempo ruim. Lembro de subir no trator com um barrigão de nove meses.”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Tereza foi a segunda presidente mulher da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a famosa bancada ruralista, um dos grupos políticos mais fortes (e masculinos) do país.</p>
<div id="pub-materia-4" class="adv adv-article " style="text-align: justify;" data-advertising="0" data-advertising-status="waiting"></div>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O meio político é extremamente preconceituoso com as mulheres, mas eu não iria abaixar a cabeça&#8221;.</p>
</blockquote>
<div class="paywall__site-container" data-piano-enabled="true">
<p>&nbsp;</p>
<article>
<header class="">
<div class="featured-text">
<h5 id="3-mariana-vasconcelos" style="text-align: justify;">3 &#8211; Mariana Vasconcelos</h5>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="lazy-loaded lazy-loaded" style="font-size: 1.21429rem;" title="A Agrosmart, fundada por Mariana, espera faturar R$ 300 milhões em 2024 (Foto: Divulgação)" src="https://s2.glbimg.com/hGQsFEl4exvXfCFVTPNh4ICENC4=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2020/03/02/mlh_2.jpg" alt="" width="620" height="351" data-src="//s2.glbimg.com/hGQsFEl4exvXfCFVTPNh4ICENC4=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2020/03/02/mlh_2.jpg" /><figcaption class="wp-caption-text">A Agrosmart, fundada por Mariana, espera faturar R$ 300 milhões em 2024 (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Uma<span style="font-size: 1.21429rem;"> jovem empreendedora que fundou uma startup milionária no agro, </span>Mariana Vasconcelos é CEO da Agrosmart, uma empresa que desenvolve ferramentas para monitorar lavouras.</p>
</div>
</header>
<div class="protected-content">
<p style="text-align: justify;">Essa mineira, aos 28 anos, a CEO da Agrosmart, fundou em 2014 junto com dois amigos de infância uma das maiores <span style="font-size: 1.21429rem;">startup do agro Brasileiro e Mundial. </span>Atualmente ela dirige uma startup com faturamento previsto de R$ 300 milhões em 2024, e <span style="font-size: 1.21429rem;">desde que foi fundada, a empresa recebeu R$ 32 milhões em recursos em duas rodadas de investimento. </span></p>
<section>
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</section>
<div id="pub-materia-3" class="adv adv-article halfpage" style="text-align: justify;" data-advertising="0" data-advertising-status="waiting"></div>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Há muito mais esposas em eventos do agro do que mulheres à frente dos negócios&#8221;.</p>
</blockquote>
<h5 id="4-minhas-professoras" style="text-align: justify;">4- Minhas professoras</h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68466 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/confident-female-teacher-with-arms-crossed-standing-in-computer-room-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/confident-female-teacher-with-arms-crossed-standing-in-computer-room-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/confident-female-teacher-with-arms-crossed-standing-in-computer-room-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/confident-female-teacher-with-arms-crossed-standing-in-computer-room-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/confident-female-teacher-with-arms-crossed-standing-in-computer-room-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/confident-female-teacher-with-arms-crossed-standing-in-computer-room-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/02/confident-female-teacher-with-arms-crossed-standing-in-computer-room-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, é com muita emoção que falo sobre elas. Aprendi muito e devo a elas muito conhecimento que obtive em minha vida até hoje. Na creche para o primeiro desenvolvimento, no ensino básico, no ensino médio e no ensino superior.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, todos os profissionais do agro, tiveram aulas e aprenderam com muitas heroínas e que seremos eternamente gratos. E posso dizer que elas superam muito grandes homens que dividem a sala de professores.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, sou grato a vocês minhas professoras, da Creche leãozinho, do parque avenida (Alba Luci), do Bulcão Viana, e do IFC- Santa Rosa do Sul. Serei eternamente grato a vocês.</p>
<h5 id="5-minhas-rainhas" style="text-align: justify;">5 &#8211; Minhas Rainhas</h5>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-68525 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/173-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1517" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/173-scaled.jpg 2560w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/173-300x178.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/173-1024x607.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/173-768x455.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/173-1536x910.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/03/173-2048x1214.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, para fechar este artigo é claro que não vou me esquecer delas. Minhas avós, mãe, tias, primas e minha mulher. Devo muito a vocês, que me ensinaram muito do que sei hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, não caberia neste artigo tudo que queria falar de vocês. Vocês me dão muito apoio e força para continuar firme. E por isso dedico a vocês este artigo.</p>
<p>E respondendo a pergunta do título, digo que não seriamos nada sem elas nesse setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Feliz dia das mulheres a todas vocês, e as do agro falo para jamais pararem de lutar!</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;">Baseado em Texto da EMPRABA e Globo Rural.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/projecao-agronegocio-proximos-10-anos/">Próximos 10 anos do Agro, sabe mais aqui!</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</article>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</article>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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