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	<title>Petrobrás Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Petrobrás Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Entenda como a Petrobrás revoluciona a separação de óleo e gás com a tecnologia HISEP no pré-sal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 15:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência de produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Petrobrás está na vanguarda da inovação tecnológica no setor de petróleo e gás com o lançamento da&#8230;</p>
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<p>A Petrobrás está na vanguarda da inovação tecnológica no setor de petróleo e gás com o lançamento da tecnologia HISEP, uma solução pioneira para a separação de óleo e gás diretamente no fundo do oceano.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="576" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1.png" alt="" class="wp-image-94039" style="aspect-ratio:1.3333333333333333;width:453px;height:auto" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1-300x225.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1-200x150.png 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1-260x195.png 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-1-380x285.png 380w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure></div>


<h2 id="a-tecnologia-hisep" class="wp-block-heading">A tecnologia HISEP</h2>



<p>Essa tecnologia, desenvolvida no Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), será aplicada no projeto Mero 3, localizado na prolífica região do pré-sal brasileiro. O uso do HISEP não apenas promete aumentar a eficiência da produção ao desafogar a planta de processamento de gás de superfície, mas também representa um passo significativo na redução das emissões de gases de efeito estufa, alinhando-se com os esforços globais para uma transição energética mais sustentável.</p>



<p>A Petrobrás, em parceria com a FMC Technologies do Brasil, parte da TechnipFMC, que venceu a licitação para o contrato integrado de Engenharia, Aquisição, Construção e Instalação (IEPC), está pronta para implementar esta tecnologia inovadora. O projeto Mero 3, ao adotar o HISEP, não apenas destaca o compromisso da Petrobrás com a inovação e a sustentabilidade ambiental, mas também reforça sua posição como líder na exploração de petróleo em águas profundas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="480" height="320" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-2.png" alt="" class="wp-image-94041" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-2.png 480w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-2-300x200.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2024/02/image-2-380x253.png 380w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: reprodução Petroleo Hoje</figcaption></figure></div>


<h2 id="o-potencial-da-nova-tecnologia" class="wp-block-heading">O potencial da nova tecnologia</h2>



<p>A iniciativa de implementar o HISEP em Mero 3, com a interligação ao FPSO Marechal Duque de Caxias e a capacidade de processar significativas quantidades de óleo e gás por dia, ilustra o potencial transformador desta tecnologia. Ela não só tem o potencial de otimizar a produção nos campos com alta Razão Gás-Óleo (RGO) e teor de CO2, mas também de ser um modelo para futuras operações de exploração e produção em todo o mundo.</p>



<h2 id="reducao-do-impacto-ambiental" class="wp-block-heading">Redução do Impacto Ambiental</h2>



<p>Ao adotar a tecnologia HISEP, a Petrobrás não apenas busca a eficiência operacional e a redução do impacto ambiental, mas também reafirma seu papel como uma das empresas mais inovadoras do setor de energia. Este avanço representa um marco importante na jornada da Petrobrás e do Brasil em direção a um futuro energético mais limpo e sustentável, demonstrando o poder da inovação para superar os desafios técnicos e ambientais da indústria de óleo e gás.</p>



<p>Para mais informações sobre inovações tecnológicas e notícias do setor, continue acompanhando o portal <a href="https://chat.openai.com/g/g-sLN4ovrdE-redator-chefe-blog-da-engenharia/c/www.blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>, seu destino para atualizações abrangentes e análises aprofundadas em todas as engenharias.</p>
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		<title>Uma análise do petróleo no contexto COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helberte Braz S. Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Minas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro caso de covid-19 no mundo, ocorreu em Wuhan (China) no final do ano de 2019. Por&#8230;</p>
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<p class="has-text-align-left">O primeiro caso de covid-19 no mundo, ocorreu em Wuhan (China) no final do ano de 2019. Por ter sido o epicentro do vírus, sofreu um grande impacto inicialmente. A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla inglês) estimava que a demanda chinesa por petróleo seria de 1,8 milhão de barris por dia inferior à de 2019 no primeiro quadrimestre de 2020.</p>



<p>Com o isolamento do mundo, vários setores da economia foram afetados. Na indútria<br>petroleira o impacto não poderia ser diferente. Com as paradas de operação e pela interrupção no fornecimento de materiais, a demanda teve uma grande queda.</p>



<p>No fechamento do mercado internacional do petróleo, em março, o preço do barril do<br>petróleo caiu 30%, a maior queda desde a Guerra do Golfo Pérsico de 1991. A previsão para 2020 era de que a economia mundial crescesse 3%, mas segundo o balanço mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), essa estimativa caiu para 2,4% durante o início pandemia global (três primeiros meses).</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/07/petroleo_727266628-600x337.jpg" alt="" width="701" height="394" /><figcaption>Tanques para armazenamento de petróleo. Foto: Avigator Fortuner / Shutterstock.com<br></figcaption></figure>



<p>A crise do petróleo atingiu o desempenho financeiro da britânica BP, a primeira grande<br>empresa a divulgar seu balanço do primeiro trimestre do ano de 2020. Os lucros da empresa despencaram 67% nos primeiros três meses de 2020 para US $ 800 milhões, mesmo o agravamento do coronavírus começando em meados de fevereiro.</p>



<p>A indústria do petróleo é uma das indústrias mais vulneráveis ao coronavírus. Principalmente no início da pandemia, as pessoas não enchiam os tanques de seus carros (ou pelo menos não os enchiam com tanta frequência), e os aviões da companhia aérea estavam estacionados.</p>



<h2 id="fechamento-do-ano-2020" class="wp-block-heading">Fechamento do ano 2020</h2>



<p>De acordo com o site Poder 360 o barril do petróleo encerrou 2020 mais barato do que<br>começou. Os contratos do petróleo Brent (referência do Mar do Norte, na costa do Reino Unido) fecharam 31.dez.2020 em US$ 51,80, uma queda de 21,5% em comparação ao preço de 2019 (US$ 66,00). Já o petróleo dos Estados Unidos (WTI) concluiu as operações a US$ 48,52 o barril, redução de 20,5% em relação ao valor de referência do fim do ano passado (US$ 61,06).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.r7.com/images/um-funcionario-segura-uma-amostra-de-petroleo-bruto-no-campo-de-petroleo-yarakta-de-propriedade-da-irkutsk-oil-co-na-regiao-de-irkutsk-russia-18072021155604431?dimensions=771x420&amp;&amp;resize=771x420&amp;crop=1199x653+0+170&amp;resize=771x420&amp;crop=1199x653+0+170" alt="Funcionário segura amostra de petróleo bruto no campo de Yarakt, na região de Irkutsk, Rússia" /><figcaption>Funcionário segura amostra de petróleo bruto no campo de Yarakt, na região de Irkutsk, Rússia<br>VASILY FEDOSENKO/REUTERS &#8211; 11/03/2019<br></figcaption></figure>



<h2 id="valores-de-combustiveis-altos" class="wp-block-heading">Valores de combustíveis altos</h2>



<p>Desde o início de 2021, o preço da gasolina por litro nas refinarias aumentou 34,78%, e<br>o preço do diesel aumentou 27,72%. Esse aumento de receita é repassado à população por meio de distribuidoras e postos de serviços. Só neste ano, a gasolina quadruplicou. Nos postos de gasolina, a gasolina é vendida a preços superiores a 5 reais.</p>



<p>O motivo de tantos aumentos nos preços dos combustíveis é a política de preços adotada pela Petrobras. Desde o golpe de 2016 e o impeachment da presidente Dilma, o governo Temer e agora o Bolsonaro passaram a adotar os preços internacionais do petróleo, ou seja, se o preço do petróleo estrangeiro subir, o preço do petróleo Brasil vai subir.</p>



<h2 id="analise-petroleo-2021" class="wp-block-heading">Análise Petróleo 2021</h2>



<p>De acordo com a Petrobrás no 1T21, mantiveram um sólido desempenho operacional,<br>mesmo com o agravamento da pandemia da COVID-19 no Brasil. A produção média de óleo, LGN e gás natural no 1T21 foi de 2,77 MMboed, 3,1% acima do 4T20 devido à continuidade do ramp-up da plataforma P-70, instalada no campo de Atapu, e a menores perdas com paradas para manutenção em plataformas do présal. Quando comparado com o 1T20, a produção teve uma redução de 5% devido, principalmente, aos desinvestimentos concluídos ao longo de 2020 e início de 2021 e ao declínio natural de produção, que teve uma média de 11% nos projetos que já atingiram o seu pico de produção e entraram na fase de declínio.</p>



<p>A produção no pré-sal totalizou 1,90 MMboed no trimestre, representando 69% da produção total da Petrobras contra 63% registrados no 1T20. A produção nas plataformas do campo de Búzios aumentou 14%, devido, principalmente, à maior eficiência e à estabilização das unidades. Registramos, também, aumento da produção no campo de Tupi, devido ao término do ramp-up da P-67, e nos campos de Berbigão, Sururu e Atapu, com a continuidade do ramp-up das plataformas P-68 e P-70.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://clickpetroleoegas.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Petroleo-veiculos-eletricos-789x490.jpg" alt="Petróleo veículos elétricos" /></figure>



<h2 id="fechamento-do-ano-2021" class="wp-block-heading">Fechamento do ano 2021</h2>



<p>A <a href="https://petrobras.com.br/pt/">Petrobras</a> anunciou em 09 de fevereiro de 2022 que superou todas as metas de produção estabelecidas para 2021, estabelecendo diversos recordes, incluindo resultados na produção própria do pré-sal, com média anual de 1,95 milhão de barris de óleo equivalente, respondendo por 70% do total da empresa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Nossa produção no pré-sal vem crescendo rapidamente e o recorde registrado representa mais do que o dobro do volume que produzíamos nesta camada há cinco anos”</p><cite><p> disse o diretor de Desenvolvimento da Produção, João Henrique Rittershaussen</p></cite></blockquote>



<p>A Petrobras também destacou um aumento de 8,5% nas vendas de derivados em 2021 em relação a 2020, com ênfase no aumento da comercialização de gasolina, diesel e querosene para aviação, principalmente devido ao forte impacto das vendas de derivado da pandemia do novo coronavírus em 2020, além da menor importação de gasolina e diesel por terceiros entre os períodos, resultando em aumento da participação da companhia no mercado.</p>



<p>Outro derivado que contribui para o crescimento das vendas totais é o óleo combustível, que aumentou em 2021 em relação ao ano anterior, devido ao aumento da demanda para uso em térmicas.</p>



<p>A Petrobras também bateu recordes anuais de vendas e produção de diesel S-10 em 2021, proporcionando melhores resultados ambientais e econômicos para os usuários. As vendas de diesel S-10 aumentaram 34,7% e a produção aumentou 10%.</p>
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		<title>Investimentos da Petrobras no Brasil podem chegar a 92 bilhões de reais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação BdE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos da Petrobras podem chegar a 92 bilhões de reais]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, a maior estatal do país pretende investir&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7048 aligncenter" alt="engenheiro-petrobras-blog-da-engenharia" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2013/04/flash.jpg" width="997" height="406" /></p>
<p id="mf48" style="text-align: justify;">De acordo com a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, a maior estatal do país pretende investir R$ 92 bilhões em 2013, um incremento de quase 10% em relação ao total do ano passado, que foi de R$84 bilhões.</p>
<p id="mf49" style="text-align: justify;">Ainda segundo Graça Foster, o &#8220;negócio petróleo&#8221; tem vida longa no mundo e deve durar mais 50 anos, por causa da oferta do óleo, as novas descobertas e elevado nível de investimentos.</p>
<p id="mf50" style="text-align: justify;">Em relação à queda das ações da empresa na Bolsa de Valores, fator que alarma o mercado nos últimos meses, a presidente revelou que sua expectativa é que, à medida que a produção volte a crescer, as ações apresentem o mesmo desempenho.</p>
<p id="mf51" style="text-align: justify;">Além destas previsões otimistas, o plano de negócios do quinquênio 2013-2017 prevê investimentos na ordem de 236,7 bilhões de dólares e estima-se que a Petrobras produza, em 2013, perto de 2 milhões de barris/dia de petróleo.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto por Tesla Concursos</p>
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		<item>
		<title>Como conseguir um belo emprego na Petrobrás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontém postamos em nossa página do facebook a seguinte pergunta: &#8220;Qual marca/empresa te lembra Engenharia?&#8221;, pois bem, alguns de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_6080" aria-describedby="caption-attachment-6080" style="width: 428px" class="wp-caption aligncenter"><a href="//www.engenharia360.com/2013/03/06/como-conseguir-um-belo-emprego-na-petrobras/3067-petrobras/" rel="attachment wp-att-6080"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6080" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2013/03/3067-petrobras.jpg" alt="Engenheiros, geólogos e geofísicos são os profissionais com curso superior mais procurados, segundo a Petrobras" width="428" height="277" /></a><figcaption id="caption-attachment-6080" class="wp-caption-text">Engenheiros, geólogos e geofísicos são os profissionais com curso superior mais procurados, segundo a Petrobras</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: justify;">Ontém postamos em nossa <a href="//facebook.com/BlogdaEngenharia" target="_blank" rel="noopener noreferrer">página do facebook</a> a seguinte pergunta: <em>&#8220;Qual marca/empresa te lembra Engenharia?&#8221;, </em>pois bem, alguns de nossos leitores responderam Embraer, EBX, Vale, dentre otras. Porém alguns leitores responderam Petrobrás, e inclusive um deles nos enviou um e-mail nos questionando sobre: &#8220;Como conseguir um emprego na Petrobrás?&#8221;. Bem, me lembrei de um artigo que eu havia lido <a href="//exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-conseguir-um-empregao-na-petrobras" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste site</a> há alguns dias, e resolvi reescreve-lo aqui, porém pelo ponto de vista de um Engenheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A Petrobrás é a empresa dos sonhos dos jovens brasileiros, e conseguir um emprego na empresa não é tão fácil, já que os concursos são bem concorridos. Porém, quando você consegue uma vaga na empresa diversas portas se abrem o que facilita a nossa ascensão profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Curta nossa <a href="//facebook.com/BlogdaEngenharia" target="_blank" rel="noopener noreferrer">página no Facebook</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="//facebook.com/BlogdaEngenharia" target="_blank" rel="attachment wp-att-6081 noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6081 alignleft" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2013/03/1209660563039_bigPhoto_1.jpg" alt="Petrobras" width="300" height="300" /></a>&#8220;O jovem enxerga a possibilidade de ter desenvolvimento dentro da carreira&#8221;, diz Lairton Correa, gerente de efetivo da Petrobras. O bacana de trabalhar por lá é que a empresa promove diversos benefícios como: Auxílio educação, bolsas para escolas técnicas/superiores, e incentivos para pós-graduação, mestrado e MBA. Porém ao entrar na empresa, o profissional passa a ter capacitação dirigida às necessidades do mercado de óleo e gás da Universidade Petrobras, antes mesmo de começar a trabalhar.</p>
<blockquote><p>“Eu entrei como funcionário de nível médio, ganhei bolsa, fiz faculdade e 3 pós-graduações”, conta Correa, que tem 38 anos de casa. Aliás, a média de tempo dos funcionários na companhia é de 17 anos, segundo ele. “Aqui o funcionário entra para ficar a vida toda”, diz Correa.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>De júnior a presidente<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A possibilidade real de crescimento estimula e muito os funcionários a continuarem na empresa. Todo ano os profissionais passam por um processo de avaliação e, dependendo do seu desempenho, o funcionário fica alternando de nível dentro da sua categoria (júnior, pleno e sênior). &#8220;Ele ainda pode ser consultor ou gerente. Todos os gerentes da companhia são selecionados entre os funcionários concursados&#8221;, diz o gerente de efetivo da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegar à diretoria ou à presidência da empresa não é impossível, mais já é mais complicado e também depende da eleição do Conselho de Administração da Petrobras, e indicação da presidência da República de um dos membros do conselho. Já o conselho é eleito pela assembléia de acionistas, que tem na União a sua acionista majoritária.</p>
<p style="text-align: justify;">E aí, está pronto para estudar <del>e muuuito</del> para os concursos da Petrobras? Tenho certeza de que quem entra na Petrobras é para construir uma excelente e invejada carreira, por isso se este é o seu objetivo, não desista, vá em frente!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Petrobras terá usina solar no Rio Grande do Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 21:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade Federal do Rio Grande do Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quarta-feira (4). a Petrobras anunciou que recebeu o parecer positivo da ANEEL (Agência Nacional de Energia&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quarta-feira (4). a Petrobras anunciou que recebeu o parecer positivo da<strong> ANEEL</strong> (Agência Nacional de Energia Elétrica) para o projeto de pesquisa e desenvolvimento de uma usina de energia solar de 1,1 MW em Porto Rodrigues, localizado no Rio Grande do Norte. A energia produzida pela usina será de uso exclusivo da petrolífera, completa.<br />
Com este parecer positivo, o projeto começará então a ser desenvolvido ainda este ano, com um custo estimado de 21 milhões, e com previsão para operação no segundo semestre de 2014.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/04/uSina-Solar-20120404180728.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-981 aligncenter" title="uSina-Solar-20120404180728" src="//www.engenharia360.com/wp-content/uploads/2012/04/uSina-Solar-20120404180728.jpg" alt="" width="465" height="311" /></a></p>
<p>Segundo a companhia, o desenvolvimento da usina irá contribuir muito para o aperfeiçoamento dos dados públicos sobre geração de energia fotovoltaica, para a expansão da rede de laboratórios de ensaios, certificação de equipamentos, e também para a formação de profissionais de nível técnico superior dedicados nesta área.<br />
Para fase de testes e estudos da Petrobras, será instalada uma plataforma experimental de 10kW, um modelo de usina, no Laboratório de Potência e Energias Renováveis do Depto. de Engenharia Elétrica da <strong>UFRN</strong> (<em>Universidade Federal do Rio Grande do Norte</em>).<br />
O Centro de Tecnologias Renováveis do Gás &amp; Energias Renováveis (CTGAS-ER), núcleo de pesquisa e formação da Petrobras em parceria com o Senai, instalado em Natal, será capacitado pelo <strong>Inpe</strong> (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para a realização de serviços de prospecção solar.<br />
O projeto foi aprovado na chamada pública da Aneel nº 013/2011 (<em>Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira</em>), que recebeu 18 propostas, totalizando investimentos de R$ 395,9 milhões. Dessas 15 foram aprovadas e três ainda estão em análise por áreas técnicas da Aneel, do <strong>Ministério de Minas e Energia</strong> (MME) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), segundo a Petrobras.<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Universidades não conseguem formar profissionais suficientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Cavalcanti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 17:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Page]]></category>
		<category><![CDATA[O Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades não conseguem formar profissionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Universidades não conseguem formar profissionais suficientes para atender à alta da demanda, puxada por investimentos públicos e privados.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 id="universidades-nao-conseguem-formar-profissionais-suficientes-para-atender-a-alta-da-demanda-puxada-por-investimentos-publicos-e-privados">Universidades não conseguem formar profissionais suficientes para atender à alta da demanda, puxada por investimentos públicos e privados.</h2>
<p>A escassez de engenheiros vem pesando no bolso das empresas. O salário médio na área de engenharia subiu entre 15% e 20% neste ano, de acordo com um levantamento feito pela consultoria Michael Page a pedido do “Estado”. Um profissional recém-formado em universidades conceituadas consegue ocupar vagas com salários entre R$ 4.000 e R$ 5.000 no primeiro emprego, afirma o diretor da consultoria, Augusto Puliti.<br />
O incremento nos salários é um reflexo da expansão do emprego no setor, puxada pelos investimentos privados e públicos feitos no Brasil nos últimos anos. O número de vagas abertas para o ramo de engenharia aumentou entre 20% e 30% neste ano em relação a 2010, segundo a Michael Page. Como a quantidade de engenheiros formados não cresce na mesma proporção, há uma disputa por mão de obra.<br />
A Petrobrás, por exemplo, contratou 3.100 engenheiros de 2008 até setembro deste ano. Dos 58 mil funcionários da empresa, 11,5 mil ocupam cargos de engenharia e outros 1.225 empregos devem ser adicionados à área até 2013.<br />
Para contratar novos profissionais ou reter talentos, as empresas tiveram de pagar mais. Na Engevix, por exemplo, o custo médio do salário de um engenheiro subiu 40% em quatro anos, afirmou o presidente da companhia, Cristiano Kok.<br />
Na consultoria de projetos de engenharia Maubertec, o custo para contratar novos profissionais subiu 10% em termos reais – uma expansão da ordem de 27% em valores nominais. “As empresas menores buscam os engenheiros na faculdade para treinar. Mas o mercado está comprando gente. É difícil segurar os profissionais”, diz o empresário José Roberto Bernasconi, sócio da Maubertec.<br />
As obras de infraestrutura previstas para o Brasil devem acirrar a briga por profissionais qualificados. A estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) é que serão necessários 500 mil engenheiros para executar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).<br />
Além de concorrer entre si, as empresas de engenharia também disputam profissionais com outros setores, principalmente o mercado financeiro. Dos cerca de 750 mil engenheiros em atividade no Brasil, só 30% trabalham como assalariados na área, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). “A engenharia foi uma profissão desvalorizada nos anos 80 e 90. Muitos profissionais acabaram migrando para outras áreas”, diz o presidente do Instituto de Engenharia, Aluizio Fagundes.<br />
Sem oferta. Agora que o mercado de infraestrutura e tecnologia se aqueceu, a tendência é que os salários continuem a subir nos próximos anos. O motivo é que as universidades brasileiras formam menos engenheiros do que o número de vagas criadas em um ano.<br />
Atualmente, o Brasil forma 35 mil engenheiros por ano, de acordo com dados de 2009 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que considera apenas os cursos com o nome de Engenharia. Mas o País deve abrir cerca de 100 mil vagas para engenheiros por ano até 2016, pelas estimativas do Instituto de Engenharia.<br />
Porém, na hora de contratar, as empresas não buscam apenas profissionais com curso superior em engenharia. “Elas querem pessoas formadas em boas faculdades, com visão de negócios e com domínio de língua estrangeira”, diz o consultor da Michael Page.<br />
Dos 35 mil engenheiros formandos, um quarto estudou em cursos mal avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). E a maioria não fala inglês.<br />
Via:<a href="//www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CCoQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.estado.com.br%2F&amp;ei=EfsFT6ahPIX9ggfOmvj-AQ&amp;usg=AFQjCNHA2fGqFzh8Fm5IAyS-6-6oqeGJ3Q&amp;sig2=Kw_h6GKF9EluEU5jgahaXw"> Portal O Estado de São Paulo</a></p>
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