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	<title>rodovia Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<title>rodovia Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Como é determinada a VELOCIDADE de uma rodovia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Alves Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Civil 3D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A velocidade de uma rodovia está diretamente ligada a sua classificação funcional e técnica. Toda pista deve oferecer&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A velocidade de uma rodovia está diretamente ligada a sua classificação funcional e técnica. Toda pista deve oferecer conforto e segurança ao usuário, então a velocidade fica limitada às condições geométricas que serão adotadas com base na classificação da mesma.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-85418" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/highway-ge81baf241_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Rodovia.<br>Fonte: https://pixabay.com/pt/photos/rodovia-estrada-caminh%c3%b5es-ve%c3%adculos-3392100/</figcaption></figure>



<h5 id="a-velocidade-esta-associada-a-classificacao-da-via-mas-qual-a-diferenca-entre-classificacao-funcional-e-tecnica" class="wp-block-heading">A velocidade está associada a Classificação da via, mas qual a diferença entre classificação FUNCIONAL e TÉCNICA?</h5>



<p>A classificação funcional se refere a utilização da via dentro de uma malha rodoviária e a classificação técnica estabelece critérios básicos para garantir que a pista atenda a demanda a qual será submetida.</p>



<p><strong>Na classificação<mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-red-color"> </mark></strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-red-color">FUNCIONAL</mark> <strong>as vias se dividem em sistemas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Arterial;</li><li>Coletor;</li><li>Local.</li></ul>



<p>Rodovias ARTERIAIS são aquelas que possibilitam viagens internacionais ou interestaduais. Ligam cidades grandes (com população expressiva) de modo que a logística seja favorecida em velocidades maiores.</p>



<p>Nas rodovias COLETORAS temos o trânsito intermunicipal, com velocidades moderadas, possibilitando o trânsito entre a área rural e os centros urbanos. Essas vias fazem a conexão entre todas as regiões do estado e as vias arteriais.</p>



<p>Já nas rodovias LOCAIS podemos observar o trânsito dentro dos municípios. As velocidades nessas vias são reduzidas devido aos fatores geométricos e condições físicas das mesmas.</p>



<p>Na Classificação TÉCNICA são estabelecidas as condições geométricas das vias com base, principalmente, no Volume Médio Diário (VMD), Classificação Funcional, Nível de Serviço, fator econômico.</p>



<p><strong>A classificação técnica vai de Classe 0 a Classe IV-B, sendo 0 a via com padrão mais elevado.</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Classe 0: via expressa, com alto padrão, pista dupla e controle total de acessos.</li><li>Classe I-A: pista dupla com controle parcial de acessos;</li><li>Classe I-B: pista simples, com padrão elevado. Volume entre 1.400 e 5.500 veículos por dia;</li><li>Classe II: pista simples. Volume entre 700 e 1.400 veículos por dia;</li><li>Classe III: pista simples. Volume entre 300 e 700 veículos por dia;</li><li>Classe IV-A: pista simples, podendo ser sem pavimento. Volume entre 50 e 200 veículos por dia;</li><li>Classe IV-B: pista simples, podendo ser sem pavimento. Volume abaixo 50 veículos por dia.</li></ul>



<h2 id="o-que-altera-com-a-velocidade" class="wp-block-heading">O que altera com a VELOCIDADE?</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-85413" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/speedometer-gb18d79582_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Velocímetro.<br>Fonte: https://pixabay.com/pt/photos/veloc%c3%admetro-carro-rapidez-tra%c3%a7o-865113/</figcaption></figure>



<p>A velocidade da via varia de acordo com a classificação escolhida, conforme dito anteriormente. À partir daí os parâmetros são estabelecidos e a geometria é planejada de forma que o sistema rodoviário possibilite o trânsito em segurança.</p>



<p><strong>De acordo com a velocidade adotada para a via os critérios de projeto devem atender a condições mínimas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Curvaturas (verticais / horizontais);</li><li>Superelevações;</li><li>Superlarguras;</li><li>Distância de visibilidade.</li></ul>



<p>A geometria deve ser projetada com uma interação entre as premissas destacadas acima, sendo que um fator pode reduzir ou aumentar outro. Exemplo: quanto maior o raio vertical de uma curva, maior a visibilidade. Quanto maior o raio horizontal, menor a superelevação necessária. Quanto menor o raio, maior a superlargura necessária e maior a superelevação a ser utilizada para que o veículo não saia da pista.</p>



<p class="has-red-color has-text-color"><em><strong>Então devemos nos atentar para a correlação dos dados no momento de projetar uma via.</strong></em></p>



<h3 id="relacao-entre-classificacao-e-velocidade-de-uma-via" class="wp-block-heading">Relação entre Classificação e Velocidade de uma via</h3>



<p>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) indica o <a href="https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/planejamento-e-pesquisa/ipr/coletanea-de-manuais/vigentes/706_manual_de_projeto_geometrico.pdf" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Manual de Projeto Geométrico de Rodovias Rurais &#8211; 1999 &#8211; do DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem)</a> como referência para o desenvolvimento de projetos geométricos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/image-10.png" alt="Velocidade" class="wp-image-85415" width="700" height="774" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/image-10.png 538w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/image-10-271x300.png 271w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/image-10-11x12.png 11w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/image-10-380x420.png 380w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption>Manual DNER<br>Fonte: https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/planejamento-e-pesquisa/ipr/coletanea-de-manuais/vigentes/706_manual_de_projeto_geometrico.pdf</figcaption></figure>



<p><strong><em>Neste Manual, no quadro 5.1.1, página 42, temos um quadro que relaciona as velocidades diretrizes coma  classe de projeto de uma via:</em></strong></p>



<p>Relevo Plano | Ondulado | Montanhoso</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Classe 0: 120 km/h | 100 km/h | 80 km/h;</li><li>Classe I: 100 km/h | 80 km/h | 60 km/h;</li><li>Classe II: 100 km/h | 70 km/h | 50 km/h;</li><li>Classe III: 80 km/h | 60 km/h | 40 km/h;</li><li>Classe IV: 80 &#8211; 60 km/h | 60 &#8211; 40 km/h | 40 &#8211; 30 km/h.</li></ul>



<h2 id="a-topografia-influencia-na-escolha-da-velocidade-de-uma-via" class="wp-block-heading">A topografia influencia na escolha da velocidade de uma via?</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-1024x575.jpg" alt="Velocidade" class="wp-image-85416" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-1024x575.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-300x168.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-768x431.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-1536x862.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-380x213.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-800x449.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-1160x651.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920-600x337.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/mountain-road-gdeddb3e4c_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Estrada em terreno Montanhoso.<br>Fonte: https://pixabay.com/pt/photos/estrada-da-montanha-estrada-zang%c3%a3o-3409680/</figcaption></figure>



<p>Essa questão é amplamente discutida e deve ser bem estudada em cada situação.</p>



<p>De acordo com os manuais devemos nos atentar para as condições topográficas para caracterizarmos nosso relevo. À partir do relevo temos algumas premissas a serem adotadas (velocidade, raios, rampas e outros).</p>



<p>Porém não necessariamente precisamos nos condicionar a estas limitações. Elas são diretrizes normativas que não podem ter suas mínimas extrapoladas, caso contrário irão causar riscos aos usuários e ao trânsito em si. Mas os valores podem ser trabalhados em classificação diferente a depender do investimento disponível e da intenção da criação da via.</p>



<p>Exemplo: em um terreno montanhoso posso trabalhar com características de região ondulada e até mesmo plana, a depender do capital disponível para o investimento e da intenção que tenho com o projeto. Se for necessário criar uma via com velocidade alta para garantir um escoamento rápido de pessoas e produtos, pode ser que a planificação e retificação da geometria se façam necessárias.</p>



<p>Disto que foi dito, é importante ressaltar que cada cada é um caso e devemos avaliar cada situação de forma isolada.</p>



<h2 id="posso-ter-velocidade-diferente-em-uma-mesma-via" class="wp-block-heading">Posso ter velocidade diferente em uma mesma via?</h2>



<p>A resposta é sim. Em um determinado trecho a sua velocidade pode ser de 100 km/h e em seguida a sinalização pode recomendar 60 km/h. Isso se dá pelas condições geométricas que a via assumirá em determinado trecho, então é sempre bom ficar atendo a sinalização.</p>



<h3 id="ramos-acessos-e-marginais-possuem-velocidades-baixas-por-qual-motivo" class="wp-block-heading">Ramos, acessos e marginais possuem velocidades baixas por qual motivo?</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-1024x767.jpg" alt="Velocidade" class="wp-image-85417" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-1024x767.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-1536x1151.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-16x12.jpg 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-200x150.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-260x195.jpg 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-380x285.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-1160x869.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920-600x450.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/10/architecture-gdbf5dd088_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Pista, Ramos e Vias Locais.<br>Fonte: https://pixabay.com/pt/photos/arquitetura-edif%c3%adcios-carros-cidade-1837176/</figcaption></figure>



<p>Quando falamos de pista principal o deslocamento deve ser livre e com velocidade constante. Para acessar imóveis, realizar manobras em dispositivos, transitar em marginais e outros a velocidade deve ser reduzida para garantir que as manobras sejam feitas de forma calma e eficiente.</p>



<p>Para alteração da velocidade temos faixas de aceleração e desaceleração. Estas têm a função de garantir segurança aos usuários durante a alteração da velocidade do veículo. Assim sendo também existem condicionantes geométricas (comprimento mínimo) para que os condutores realizem as transições.</p>



<p>Essas faixas devem permitir que os veículos saiam da velocidade original e atinjam a velocidade desejada, levando em consideração a rampa (ascendente ou descendente) e todos os tipos de veículos que ali transitam, desde carro utilitário até veículos de carga.</p>



<h3 id="outros-fatores-que-alteram-com-a-velocidade" class="wp-block-heading">Outros fatores que alteram com a velocidade!</h3>



<p><strong>A velocidade da via condiciona os seguintes itens:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Tamanho e diagramação de placas;</li><li>Tamanho das pinturas no pavimento;</li><li>Tempo de percepção dos condutores;</li><li>Riscos aos usuários e etc.</li></ul>



<p>O número e gravidade de sinistros de uma via está diretamente ligado com a velocidade da mesma.</p>



<p>A depender da velocidade da pista, temos um certo tempo de percepção e compreensão da sinalização. Então quanto maior a velocidade, maiores serão as placas e pinturas a serem adotadas. Assim a visibilidade dos dispositivos aumenta e a longas distâncias os condutores podem ler e interpretar as informações com o tempo de reação necessário.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Respeitar a velocidade indicada na sinalização de uma via não elimina os riscos da mesma, mas amplia a possibilidade do condutor reagir e reduzir a gravidade do incidente.</p><cite>Eng. Lucas Ribeiro</cite></blockquote></figure>



<p class="has-text-align-center has-red-color has-text-color"><em>Este artigo foi produzido pelo Eng. Lucas Ribeiro. Colunista do Blog da Engenharia do tema Infraestrutura Rodoviária.</em></p>



<p class="has-text-align-center has-red-color has-text-color"><em>Quer ler mais artigos do nosso colunista, clique no link a seguir:&nbsp;<a href="https://blogdaengenharia.com/author/lucas-alves-ribeiro/"><strong>Eng. Lucas Ribeiro</strong></a></em></p>



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