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	<title>shark attack Archives | Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>shark attack Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Tubarões: saiba a VERDADE por trás da fama “de vilão”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivanilson Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 11:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Oceanográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Inferior]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes com tubarões]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques tubarões em Recife]]></category>
		<category><![CDATA[blogdaeengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Incidentes com tubarões]]></category>
		<category><![CDATA[shark attack]]></category>
		<category><![CDATA[tubarões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques, acidentes, incidentes, vítimas! Afinal, como é que podemos falar sobre os encontros não agradáveis entre os humanos&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-pesca/tubaroes-saiba-a-verdade-por-tras-da-fama-de-vilao/">Tubarões: saiba a VERDADE por trás da fama “de vilão”</a> appeared first on <a href="https://blogdaengenharia.com">Blog da Engenharia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ataques, acidentes, incidentes, vítimas! Afinal, como é que podemos falar sobre os <span style="color: #ff6600;">encontros não agradáveis entre os humanos e tubarões</span>? Quem são as vítimas? Para te responder, vamos explicar alguns conceitos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>ataque é definido como a ação que causa um dano ou injúria a alguém;</li>
<li>acidente é o acontecimento em si, é o acontecimento que ocorreu o dano;</li>
<li>vítima é quem sofreu o dano, e;</li>
<li>incidente significa um evento não planejado, mas que tem o potencial para ter um acidente, ou seja, tem potencial para ter um dano.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Então, se incidente é um evento não planejado, a partir do momento que alguém entra no mar sabendo que tem risco de ser mordido por um tubarão deixa de ser um incidente, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, agora nos conte uma coisa, o que leva uma pessoa a entrar no mar sabendo que é uma <span style="color: #ff6600;">zona de alto risco</span>? Diversos mergulhadores mergulham com tubarões, mas temos certeza que nenhum entraria no mar pra tomar banho em uma praia que tem diversos fatores contribuindo para a ocorrência de incidentes com esses animais. O lugar mais seguro é não entrar na água.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, nós preparamos esse artigo para te informar, alertar e levantar uma reflexão sobre os encontros não agradáveis entre os humanos e tubarões.</p>
<h4 id="vamos-comecar-falando-sobre-a-importancia-deles" style="text-align: justify;"><strong>Vamos começar falando sobre a importância deles!</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Os tubarões são predadores de topo de cadeia que desempenham um papel importantíssimo no equilíbrio dos ecossistemas marinhos. Os tubarões ajudam a manter a saúde de todo o ecossistema; contribuem com a eliminação das carcaças de animais mortos e na remoção de animais doentes e fracos; controlam a taxa populacional de diversas espécies de mesopredadores, evitando o desequilíbrio das cadeias tróficas; além disso, sua presença influencia no comportamento de diferentes espécies, como tartarugas e dugongos, contribuindo para a recuperação de alguns habitats como recifes de corais e bancos de gramas marinhas.</p>
<h6 id="apesar-dessa-grande-importancia-ecologica-esses-animais-estao-entre-os-grupos-de-vertebrados-mais-ameacados-do-mundo" style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Apesar dessa grande importância ecológica, esses animais estão entre os grupos de vertebrados mais ameaçados do mundo!</strong></em></span></h6>
<p style="text-align: justify;">A sobrepesca e perda de habitat são as principais causas de redução das suas populações.</p>
<figure id="attachment_75762" aria-describedby="caption-attachment-75762" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-75762" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-768x511.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-1536x1022.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death-2048x1363.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/Sea-of-death.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-75762" class="wp-caption-text">Sea of death. Fonte: <a href="https://www.nhm.ac.uk/resources/visit/wpy/2014/large/78.jpg">Natural History Museum</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A fama de “comedores de humanos” que, embora extremamente injusta, predomina em muitos lugares do mundo, acaba dificultando ainda mais a conservação desse grupo tão ameaçado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Felizmente</strong></span>, os tubarões não fazem jus a essa fama, sendo registrado em média 4 mortes por ano por ataques de tubarões em todo o mundo, um valor absurdamente baixo, principalmente se levarmos em conta que, além desses animais estarem distribuídos por todos os oceanos, o número de pessoas que se envolvem em atividades recreativas aquáticas é altíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, em alguns locais em Pernambuco, como Recife, a junção de fatores antropogênicos com fatores naturais tem contribuído para o aumento de interações negativas entre humanos e tubarões.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos impactos causados na região costeira de Pernambuco, incluindo a criação do Porto de Suape (vista do porto no vídeo a seguir), afetaram áreas de alimentação e reprodução de várias espécies marinhas e estuarinas.</p>
<p><iframe title="Porto de Suape - Tour 360°" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/p8LI1wvkYg8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Essas alterações forçaram muitos desses animais a procurarem por áreas mais adequadas, e alguns fatores como a direção das correntes costeiras e a presença de um canal próximo as praias no trecho entre Pina e Candeias, facilitaram para que os tubarões passassem a utilizar essas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, nessas regiões, é extremamente importante que as pessoas sigam as orientações e respeitem as sinalizações para evitar possíveis incidentes.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Afinal, não estamos no cardápio dos tubarões!</em></span></p>
<figure id="attachment_75758" aria-describedby="caption-attachment-75758" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.instagram.com/p/B_rDcCTDPLd/"><img decoding="async" class="wp-image-75758 size-large" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-1024x682.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/diver_shark.jpg 1160w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-75758" class="wp-caption-text">Mergulhadora desfrutando de um incrível momento com tubarão. Veja a sequência de fotos em: <a href="https://www.instagram.com/p/B_rDcCTDPLd/">@juansharks</a></figcaption></figure>
<h4 id="mas-existem-medidas-que-possam-reduzir-esses-encontros-nao-agradaveis-entre-humanos-e-tubaroes" style="text-align: justify;"><strong>Mas existem medidas que possam reduzir esses encontros não agradáveis entre humanos e tubarões?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Algumas medidas podem ser tomadas para reduzir ainda mais os riscos de incidentes com esses animais, isso inclui:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Evitar horário em que os tubarões são mais ativos, como ao amanhecer e no final da tarde;</li>
<li>Não entrar no mar sozinho, visto que se trata de animais oportunistas;</li>
<li>Evitar entrar no mar no período chuvoso, uma vez que a visibilidade da água diminui, dificultando a identificação de suas presas;</li>
<li>Não entrar na água com ferimentos, pois eles podem ser atraídos pelo sangue mesmo a uma longa distância;</li>
<li>Também não entrar com objetos que reluzem, pois esse brilho pode ser confundido com as escamas de peixes;</li>
<li>É recomendado não entrar no mar após ingerir muita bebida alcoólica.</li>
</ul>
<figure id="attachment_75765" aria-describedby="caption-attachment-75765" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-75765 size-full" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518.jpg" alt="tubarões" width="623" height="371" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518.jpg 623w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2021/08/danger-risk-of-shark-attack-e1628883095518-300x179.jpg 300w" sizes="(max-width: 623px) 100vw, 623px" /><figcaption id="caption-attachment-75765" class="wp-caption-text">Placas de advertência. Fonte: <a href="https://www.fotoarena.com/">Fotoarena</a>.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>É sempre importante lembrarmos que é errado dizer que os tubarões infestam o </em><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/dia-mundial-dos-oceanos-por-que-preservar/"><em>mar</em></a><em>, pois na verdade esse é o ambiente natural deles.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, se uma média de 4 mortes por ano é o suficiente para considerarmos esses animais como monstros, então como deveríamos ser considerados, visto que<span style="color: #ff6600;"> <strong>matamos mais de 11 mil tubarões por hora</strong></span>?</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, precisamos pensar nas nossas ações, e nos conscientizarmos e sensibilizarmos sobre a importância de contribuirmos para a conservação dos tubarões, pois se tem uma coisa que todos nós dependemos, é de um oceano saudável.</p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="color: #ff6600;">Shark ask you for help!! Save them!! They are not thirsty for human blood!</span></em></p>
<p><iframe title="Shark asks divers for help!!!" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/h7XjOMUpa1I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Esperamos que este pequeno textinho possa ter esclarecido sobre a <span style="color: #ff6600;"><strong>VERDADE </strong></span>por trás da fama “de vilão” dos tubarões. Qualquer dúvida é só deixar nos comentários ou entrar em contato.</p>
<h4 id="fontes" style="text-align: justify;"><strong>Fontes:</strong></h4>
<ul style="text-align: justify;">
<li>HAZIN, F. H. et al. <a href="http://docserver.ingentaconnect.com/deliver/connect/umrsmas/00074977/v82n2/s4.pdf?expires=1628713786&amp;id=0000&amp;titleid=10983&amp;checksum=01914FE3DF07574A3E8C80B8CABBE946">A shark attack outbreak off Recife, Pernambuco, Brazil: 1992-2006</a>. <strong>Bulletin of Marine Science</strong>, 82(2): 199-212, 2008.</li>
<li>BORNATOWSKI, R. R. et al. <a href="https://ojs.ethnobiology.org/index.php/ebl/article/view/451">“Buying a Pig in a Poke”: the problem of elasmobranch meat consumption in Southern Brazil</a>. <strong>Ethnobiology Letters</strong>, 6(1): 196-202, 2015.</li>
<li>HEITHAUS, M. R. et al. <a href="https://besjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1365-2656.2007.01260.x">State‐dependent risk‐taking by green sea turtles mediates top‐down effects of tiger shark intimidation in a marine ecosystem</a>. <strong>Journal of Animal Ecology</strong>, 76(5): 837-844, 2007.</li>
<li>RUPPERT, Jonathan LW et al. <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0074648">Caught in the middle: combined impacts of shark removal and coral loss on the fish communities of coral reefs</a>. <strong>PloS one</strong>, 8(9): e74648, 2013.</li>
<li>ISAF &#8211; <a style="font-size: 1.21429rem;" href="https://www.floridamuseum.ufl.edu/shark-attacks/">https://www.floridamuseum.ufl.edu/shark-attacks/</a></li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Veja também a letter que <a href="https://www.instagram.com/biarangel.sharks/">Bianca Rangel</a> publicou no início de agosto na <a class="notranslate" href="https://www.instagram.com/sciencemagazine/">@sciencemagazine</a>, que fala sobre <a href="https://science.sciencemag.org/content/373/6555/633.1">como o Brasil pode proteger os tubarões globalmente</a>. Para versão em português confira <a href="https://www.instagram.com/p/CScn3ghJBSb/">aqui</a>.</p>
<p>Faça sua inscrição no <a href="https://doity.com.br/ii-elasmulheres"><strong>II Simpósio ELASMulheres</strong></a> e aprenda tudo sobre os elasmobrânquios (tubarões e raias)!</p>
<p>Ajude-nos na campanha <a href="https://seashepherd.org.br/cacao-e-tubarao/">CAÇÃO É TUBARÃO</a>:</p>
<p><iframe title="CAÇÃO É TUBARÃO" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/D_DnSsLmBgY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Escrito pela Bióloga <strong><a href="https://www.instagram.com/joyce.queiroz/">Joyce Queiroz</a> </strong>e pelo Colunista Engenheiro de Pesca <a href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/"><strong>Ivanilson Santos</strong></a>.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Aproveita para seguir</em><em> </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/ivanilsonsnts/">@ivanilsonsnts</a></em><em> e </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://www.instagram.com/joyce.queiroz/">@joyce.queiroz</a></em><em> no Instagram para mais informação e conheça mais sobre Engenharia de Pesca </em><em><a style="color: #ff6600;" href="https://blogdaengenharia.com/author/ivanilson-de-lima/">aqui</a></em><em>.</em></span></p>
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