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	<title>#usinasassociadas Archives | Blog da Engenharia</title>
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		<title>Um olhar sobre as usinas híbridas e associadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Charles Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para iniciar a discussão sobre essas modalidades de usinas geradoras de energia, é preciso primeiramente abordar o conceito&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para iniciar a discussão sobre essas modalidades de usinas geradoras de energia, é preciso primeiramente abordar o conceito por trás delas. </p>



<p>De forma geral, as <a href="https://www.canalenergia.com.br/noticias/53195762/aneel-publica-resolucao-sobre-usinas-hibridas-e-associadas">usinas híbridas</a>, assim como as usinas associadas, são aquelas que combinam duas ou mais fontes de produção de energia.</p>



<h2 id="mas-afinal-qual-a-diferenca-entre-elas" class="wp-block-heading">Mas, afinal, qual a diferença entre elas?</h2>



<p>As usinas híbridas ou centrais geradoras híbridas (CGH) são objetos de outorga única, podendo possuir ou não medições de geração distintas por fonte.</p>



<p>As usinas associadas, por sua vez, necessariamente possuem outorgas e medições distintas, mas compartilham fisicamente e contratualmente a infraestrutura de conexão e uso do sistema de transmissão.</p>



<p>Ou seja, empreendimentos híbridos já nascem com a combinação de duas ou mais fontes de energia. Por outro lado, os associados, geralmente são caracterizados por um empreendimento que é associado posteriormente a um outro já operante.</p>



<p>Como exemplos dessas centrais, temos a junção de usinas eólicas e solares e <a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/conheca-as-usinas-hidreletricas-reversiveis-uhrs/">hídricas </a>e solares (sistemas fotovoltaicos flutuantes).</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="850" height="550" data-id="84936" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/floating.jpg" alt="" class="wp-image-84936" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/floating.jpg 850w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/floating-300x194.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/floating-768x497.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/floating-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/floating-380x246.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/floating-800x518.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/floating-600x388.jpg 600w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /><figcaption>Sistema fotovoltaico flutuante</figcaption></figure>
</figure>



<h2 id="resolucao-normativa-954-2021" class="wp-block-heading">Resolução Normativa 954/2021</h2>



<p>Um marco importante para a regulamentação dessas modalidades de geração foi a publicação da Resolução Normativa (REN) 954 pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em novembro de 2021.</p>



<p>Nela, foram estabelecidos os requisitos e procedimentos necessários para obtenção de outorga de empreendimentos desse tipo, além de abordar temas como a contratação dos sistemas de transmissão e tarifação das usinas.</p>



<p>Do ponto de vista regulatório, ainda existem alguns passos a seguir, como a definição dos procedimentos de rede e regras de comercialização de energia, ambos em andamento, envolvendo a própria Aneel, ONS (Operador Nacional do Sistema), CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), e outros agentes do setor elétrico.</p>



<h2 id="quais-as-vantagens-da-hibridizacao-e-associacao-de-usinas" class="wp-block-heading">Quais as vantagens da hibridização e associação de usinas?</h2>



<p>Várias são as vantagens relacionadas à junção de usinas de fontes energéticas distintas. Para exemplificar, tomamos o caso da associação de uma usina solar fotovoltaica a um complexo eólico já existente.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="650" height="365" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/wind.jpg" alt="" class="wp-image-84938" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/wind.jpg 650w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/wind-300x168.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/wind-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/wind-380x213.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/wind-600x337.jpg 600w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></figure>



<p>Em um cenário mais favorável à associação, no qual o local dos empreendimentos apresenta ventos mais intensos no período noturno, temos a seguinte situação: durante o dia, o complexo eólico não opera em sua máxima capacidade devido ao menor recurso eólico disponível e, dessa forma, o sistema de transmissão acaba sendo subutilizado.</p>



<p>Por outro lado, a usina fotovoltaica tem sua capacidade plena durante o dia, podendo complementar a geração eólica no período diurno, deixando o perfil de geração mais estável durante as 24 horas e tornando mais eficiente o uso do sistema de transmissão.</p>



<p>Operando dessa forma, é possível diminuir a ociosidade do sistema, resultando em ganhos para os empreendedores e para o setor como um todo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="826" height="537" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/comp.png" alt="" class="wp-image-84940" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/comp.png 826w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/comp-300x195.png 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/comp-768x499.png 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/comp-18x12.png 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/comp-380x247.png 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/comp-800x520.png 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/comp-600x390.png 600w" sizes="(max-width: 826px) 100vw, 826px" /><figcaption>DE ANDRADE SANTOS et al. (2020)</figcaption></figure>



<p>Além do ganho proveniente da complementaridade na geração, tem-se a otimização do uso do terreno e aproveitamento da infraestrutura existente, reduzindo custos do projeto.</p>



<h2 id="algumas-consideracoes-sobre-as-usinas-hibridas-e-associadas" class="wp-block-heading">Algumas considerações sobre as usinas híbridas e associadas</h2>



<p>Com a regulamentação em rota de ser concluída em alguns aspectos pendentes, a hibridização e associação de usinas estão se tornando cada vez mais comuns. Antes mesmo da publicação da REN 954, já haviam alguns projetos, como o projeto piloto, eólico e solar, da Votorantim Energia (atual Auren), e os P&amp;Ds da Aneel, hídricas e solares.</p>



<p>Hoje, a maior parte das grandes empresas geradoras de energia do país têm projetos dessa natureza. Isso demonstra que a demanda por usinas desse tipo já existia no Brasil e tende a crescer.</p>
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