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	<title>Felipe Keiji Feital Harano, Author at Blog da Engenharia</title>
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	<description>Conhecimento Técnico que Transforma</description>
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	<title>Felipe Keiji Feital Harano, Author at Blog da Engenharia</title>
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		<title>5 tendências tecnológicas na Engenharia Ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Keiji Feital Harano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 19:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Engenharia Ambiental se tornou um ramo da Engenharia com grande destaque. Com o aumento das questões globais, das crises climáticas e das políticas governamentais a profissão se mostra cada dia mais importante.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vamos trazer neste artigo as principais <mark>inovações</mark> tecnológicas que estão sendo apresentadas quando o assunto é <mark>Engenharia Ambiental</mark> e o meio ambiente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="630" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-1024x630.jpg" alt="" class="wp-image-87135" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-1024x630.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-300x185.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-768x472.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-1536x945.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-2048x1260.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-380x234.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-800x492.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-1160x713.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-2254769-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/thedigitalartist-202249/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2254769">Pete Linforth</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2254769">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>A <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-ambiental-e-sanitaria/">Engenharia Ambiental</a> se tornou um ramo da Engenharia com grande destaque. Com o aumento das questões globais, das crises climáticas e das políticas governamentais a profissão se mostra cada dia mais importante.</p>



<p>O <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-ambiental-e-sanitaria/">Engenheiro Ambiental</a> possui uma competência multidisciplinar, com conhecimentos sobre diversos temas como a água, ar e solo e as suas interações. Assim a profissão se torna responsável pela previsão de impactos que as atividades causam ao meio ambiente, bem como a sua mitigação, minimização e nos casos mais críticos a remediação.</p>



<p>Com a crescente demanda no assunto, e o rápido desenvolvimento tecnológico, a profissão não poderia ficar para trás!</p>



<h2 id="monitoramento-ambiental" class="wp-block-heading">Monitoramento Ambiental</h2>



<p>O Monitoramento Ambiental já é uma realidade!</p>



<p>A tecnologia, utilizada em todo mundo, permite a instalação de estações com sensores que acompanham os parâmetros de interesse. </p>



<p>No monitoramento, são utilizados sensores para monitorar a emissão de poluições na água, no ar, no solo e de diversos outros parâmetros como o clima.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="439" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1-1024x439.jpg" alt="" class="wp-image-87136" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1-1024x439.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1-300x129.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1-768x329.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1-1536x658.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1-18x8.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1-380x163.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1-800x343.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1-1160x497.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/IMG_7501-1680x720-1.jpg 1680w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Estação de Monitoramento da qualidade do ar da CETESB.<br>Fonte: https://cetesb.sp.gov.br/blog/2015/05/29/cetesb-inaugura-mais-uma-estacao-para-monitorar-qualidade-do-ar-em-campinas/</figcaption></figure>



<p>Apesar de ser uma tecnologia considerada “antiga”, o seu aprimoramento é fundamental para a compreensão dos impactos ambientais e para a constatação de padrões que podem afetar o meio ambiente.</p>



<p>Por exemplo a utilização de sondas automáticas integradas às redes de internet podem disponibilizar informações em tempo real permitindo uma tomada de decisão mais rápida quando o assunto é degradação do meio ambiente.</p>



<p>Um bom exemplo do dia a dia de todos, são as estações de monitoramento meteorológico. Normalmente operadas por órgãos governamentais, estas estações monitoram os dados de temperatura, pressão atmosférica, umidade, velocidade do vento e precipitação. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-87137" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/meteosat-193760_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/stux-12364/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=193760">Stefan Schweihofer</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=193760">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>Estas estações são utilizadas para prever as condições climáticas quando integrada com outras estações. Devido ao seu desenvolvimento tecnológico, hoje há aplicativos que fazem a previsão diária e até horária de precipitação.</p>



<p>A inclusão do monitoramento ambiental se passa muitas vezes pela regulação dos órgãos ambientais. Como exemplo, no estado de São Paulo, todos empreendimentos que realizarem lançamento de efluentes no rio, serão obrigados (a partir de maio de 2023), a realizar o automonitoramento da sua poluição.</p>



<h2 id="sensoriamento-remoto" class="wp-block-heading">Sensoriamento Remoto</h2>



<p>Outra tecnologia que tem ganhado destaque é o Sensoriamento Remoto.</p>



<p>O sensoriamento remoto é a utilização de dados de &#8220;sensores remotos&#8221; para coletar informações sobre a superfície terrestre.</p>



<p>No Sensoriamento são utilizados dados de satélite, aviões e drones. Com o aprimoramento destas tecnologias os dados são mais constantes e com uma melhor resolução facilitando a analise ambiental.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="769" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-1024x769.jpg" alt="" class="wp-image-87139" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-1024x769.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-300x225.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-768x576.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-1536x1153.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-16x12.jpg 16w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-200x150.jpg 200w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-260x195.jpg 260w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-380x285.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-800x600.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920-1160x871.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/earth-79533_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/12019-12019/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=79533">David Mark</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=79533">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>Estas tecnologias estão sendo utilizadas para realizar <a href="https://antigo.mma.gov.br/biomas/monitoramento-ambiental.html">o acompanhamento da alteração do uso do solo, principalmente para controle e fiscalização do desmatamento.</a></p>



<p>Um grande exemplo é a utilização das imagens do Google Earth, que relatam todo o histórico de uso de uma propriedade. Esta ferramenta vem apresentando uma maior periodicidade de apresentação dos resultados, e vem sendo muito utilizada pelos órgãos ambientais quando o assunto é fiscalização.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Desmatamento Amazônia MT de 1984 a 2016" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/XkiccSRAIgs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 id="big-data-e-machine-learning" class="wp-block-heading">Big Data e Machine Learning</h2>



<p>O Big Data (BD) e o Machine Learning (ML) são &nbsp;tendências tecnológicas globais em todos os temas e assuntos.</p>



<p>Na Engenharia Ambiental não é diferente!</p>



<p>O Big Data se tornou fundamental pela grande quantidade de dados, permitindo a identificação de tendências ambientais e até a sua previsão.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="358" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920-1024x358.jpg" alt="" class="wp-image-87138" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920-1024x358.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920-300x105.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920-768x269.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920-1536x538.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920-18x6.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920-380x133.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920-800x280.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920-1160x406.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/server-2160321_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/schäferle-3372715/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2160321">Elias</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2160321">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>Como por exemplo, o Big Data integrado às sondas de monitoramento, podem ser utilizados para avaliar os impactos causados pela instalação de uma indústria sobre a qualidade da água, ar e solo realizando uma comparação antes x depois, e permitindo ao Engenheiro Ambiental tomar decisões que minimizem os impactos negativos.</p>



<p>A Machine Learning, de forma não muito diferente, tem se tornado cada vez mais comum no ramo.<strong>&#8216;</strong></p>



<p>Esta tecnologia permite a melhoria do processamento de grandes quantidades de dados (Big Data), de forma mais rápida e eficiente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="540" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920-1024x540.jpg" alt="" class="wp-image-87141" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920-1024x540.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920-300x158.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920-768x405.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920-1536x810.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920-18x9.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920-380x200.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920-800x422.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920-1160x612.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/web-3963945_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/geralt-9301/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3963945">Gerd Altmann</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3963945">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>A ML tem sido aprimorada para interpretar as informações de sensores de monitoramento e imagens de satélite, desenvolvendo respostas sobre a previsão de danos ambientais em aquíferos, rios, desmatamento entre outros.</p>



<h2 id="modelagem-de-sistemas-ambientais" class="wp-block-heading">Modelagem de Sistemas Ambientais</h2>



<p>A modelagem de sistemas ambientais é uma ferramenta que começou a ser utilizada na década de 60 e 70. Na época, buscava-se uma ferramenta capaz de compreender os fenômenos físicos, e principalmente, utilizá-la para prever o comportamento do fenômeno e os impactos que o mesmo poderia causar.</p>



<p>Os modelos ambientais, quando bem calibrados, podem&nbsp;prever o crescimento populacional, estimar ciclos de nutrientes, da água, estimar zonas de inundação, zonas de risco de escorregamento, e todos os demais sistemas de processos físicos e ambientais.</p>



<p>No entanto, muitas das vezes, estes modelos dependem de uma grande capacidade de processamento dos computadores, o que limitam a sua eficácia. </p>



<p>Assim, com a recente introdução do Machine Learning (ML) e a Inteligência Artificial (IA) possíveis modelos serão desenvolvidos com maior robustez, precisão e velocidade de processamento.</p>



<h2 id="tecnologias-limpas" class="wp-block-heading">Tecnologias Limpas</h2>



<p>Outra área com grande perspectiva para a Engenharia Ambiental, é o desenvolvimento de tecnologias limpas. A área ganha destaque quando o assunto é crise climática e aquecimento global.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-87142" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2023/01/energy-2302001_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/adege-4994132/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2302001">Andreas</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2302001">Pixabay</a></figcaption></figure>



<p>Os combustíveis fósseis já são passado, e as fontes de energias renováveis ganham destaque no tema.</p>



<p>Como exemplo o aprimoramento da energia solar, energia eólica, o aumento do uso de carros elétricos e o aumento da eficiência energética ganham um grande destaque.</p>



<p>Outro tema que tem sido relevante, são as tecnologias para captura de carbono e a agricultura sustentável, que buscam reduzir a emissão de gases de efeito estufa para atmosfera visando mitigar as mudanças climáticas e melhorar a proteção ao meio ambiente.</p>



<h2 id="conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>A Engenharia Ambiental apresenta um futuro vasto com a inclusão de inovações e novas tecnologias. O futuro da profissão se torna promissor, principalmente com o aumento das preocupações globais com o meio ambiente e as crises climáticas. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>Você sabe de algum ramo da Engenharia Ambiental promisso com o avanço tecnológico?Comente, vamos discutir!</em></strong></p>



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<p class="has-text-align-center"><strong><em><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-uso-de-sal-na-piscicultura/">Obrigado, e até a próxima!</a></em></strong></p>



<h2 id="artigos-relacionados" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1652137439376 is-style-cnvs-block-section-heading-11 halignleft" >
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<p class="has-text-align-center"><strong><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-hidrica/lodo-de-tratamento-de-agua-na-agricultura/">Lodo de Tratamento de Água na Agricultura?</a><br></strong>Como a regulamentação do uso de lodo de estações de tratamento de água podem auxiliar na melhoria do meio ambiente e da agricultura?</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/cloud-seeding-tecnica-para-gerar-chuva-artificial/">Cloud Seeding: Técnica para gerar chuva artificial.<br></a></strong>Em meio à maior<strong> crise hídrica</strong> da história da China, o país teve que utilizar uma <strong>técnica de <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-hidrica/">Engenharia Hídrica</a></strong> chamada de semeadura de nuvem (<em>cloud seeding</em>) para gerar <strong>chuva artificial</strong> no seu território.</p>
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		<item>
		<title>Cloud seeding: Técnica para gerar chuva artificial</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/cloud-seeding-tecnica-para-gerar-chuva-artificial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cloud-seeding-tecnica-para-gerar-chuva-artificial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Keiji Feital Harano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Hídrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio à maior crise hídrica da história da China, o país teve que utilizar uma técnica de Engenharia Hídrica chamada de semeadura de nuvem (cloud seeding) para gerar chuva artificial no seu território.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em meio à maior<strong> crise hídrica</strong> da história da China, o país teve que utilizar uma <strong>técnica de <a href="https://blogdaengenharia.com/editoria/engenharia/engenharia-hidrica/">Engenharia Hídrica</a></strong> chamada de semeadura de nuvem (<em>cloud seeding</em>) para gerar <strong>chuva artificial</strong> no seu território.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-84750" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-2048x1365.jpg 2048w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/aerial-shot-of-orkhon-river-in-mongolia-scaled.jpg 2560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>A <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/business/onda-de-calor-na-china-afeta-setor-energetico-e-agropecuaria-dizem-autoridades/">onda de calor que afetou a China</a> nos últimos meses, impactou diretamente a quantidade de água, assim como vêm afetando a sua economia e a falta de energia elétrica. Neste período, foi registrado mais de <strong>2 meses sem chuva</strong>, se tornando o <strong>maior período de escassez no mundo</strong>, desde que as precipitações começaram a ser monitoradas.</p>



<p>Por conta disto, o rio Yangtze (maior rio da Ásia) apresentou <strong>baixas históricas</strong> em suas vazões, ocorrendo em toda sua bacia uma <strong>diminuição de 40% de precipitação</strong> comparado ao mesmo período do ano de 2021. Assim, o governo Chinês emitiu <strong>alerta máxima</strong> em pelo menos 138 cidades, fazendo com que ocorressem apagões e fábricas deixassem de operar, visto a possibilidade da<strong> falta de água</strong> até para o abastecimento público. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="665" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/ytuSpDnUdWoeHsWebP_Hm0SBefFDWyLt1qTkiZrEjSHiQu2f2J29Te0F4cuwwHty6DTSWlElaJaSE7mtUqAn6D6wGLxzraBlZM25YBbRYbm24KwFJh5soVRlqbxjyRZ1X2LT2aBm4ItdGXWQpsmbmXOmDM6pPwyn3IszZhnQH0V.jpg" alt="" class="wp-image-84751" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/ytuSpDnUdWoeHsWebP_Hm0SBefFDWyLt1qTkiZrEjSHiQu2f2J29Te0F4cuwwHty6DTSWlElaJaSE7mtUqAn6D6wGLxzraBlZM25YBbRYbm24KwFJh5soVRlqbxjyRZ1X2LT2aBm4ItdGXWQpsmbmXOmDM6pPwyn3IszZhnQH0V.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/ytuSpDnUdWoeHsWebP_Hm0SBefFDWyLt1qTkiZrEjSHiQu2f2J29Te0F4cuwwHty6DTSWlElaJaSE7mtUqAn6D6wGLxzraBlZM25YBbRYbm24KwFJh5soVRlqbxjyRZ1X2LT2aBm4ItdGXWQpsmbmXOmDM6pPwyn3IszZhnQH0V-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/ytuSpDnUdWoeHsWebP_Hm0SBefFDWyLt1qTkiZrEjSHiQu2f2J29Te0F4cuwwHty6DTSWlElaJaSE7mtUqAn6D6wGLxzraBlZM25YBbRYbm24KwFJh5soVRlqbxjyRZ1X2LT2aBm4ItdGXWQpsmbmXOmDM6pPwyn3IszZhnQH0V-768x511.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/ytuSpDnUdWoeHsWebP_Hm0SBefFDWyLt1qTkiZrEjSHiQu2f2J29Te0F4cuwwHty6DTSWlElaJaSE7mtUqAn6D6wGLxzraBlZM25YBbRYbm24KwFJh5soVRlqbxjyRZ1X2LT2aBm4ItdGXWQpsmbmXOmDM6pPwyn3IszZhnQH0V-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/ytuSpDnUdWoeHsWebP_Hm0SBefFDWyLt1qTkiZrEjSHiQu2f2J29Te0F4cuwwHty6DTSWlElaJaSE7mtUqAn6D6wGLxzraBlZM25YBbRYbm24KwFJh5soVRlqbxjyRZ1X2LT2aBm4ItdGXWQpsmbmXOmDM6pPwyn3IszZhnQH0V-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/ytuSpDnUdWoeHsWebP_Hm0SBefFDWyLt1qTkiZrEjSHiQu2f2J29Te0F4cuwwHty6DTSWlElaJaSE7mtUqAn6D6wGLxzraBlZM25YBbRYbm24KwFJh5soVRlqbxjyRZ1X2LT2aBm4ItdGXWQpsmbmXOmDM6pPwyn3IszZhnQH0V-800x532.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/ytuSpDnUdWoeHsWebP_Hm0SBefFDWyLt1qTkiZrEjSHiQu2f2J29Te0F4cuwwHty6DTSWlElaJaSE7mtUqAn6D6wGLxzraBlZM25YBbRYbm24KwFJh5soVRlqbxjyRZ1X2LT2aBm4ItdGXWQpsmbmXOmDM6pPwyn3IszZhnQH0V-600x399.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p class="is-style-default">Desta forma, como medida drástica para mitigar a falta de água, as autoridades chinesas utilizaram de <strong>técnicas para gerar uma chuva artificial</strong> por meio de uma metodologia conhecida como <strong>semeadura de nuvens (<em>cloud seeding</em>)</strong>.</p>



<h3 id="como-sao-formadas-as-chuvas" class="wp-block-heading">Como são formadas as chuvas?</h3>



<p>Antes de falar da técnica para gerar a chuva artificial, vamos falar sobre <strong>como são formadas as chuvas</strong> naturalmente na natureza!</p>



<p>O início do <strong>&#8220;Ciclo da Água&#8221;</strong> (Ciclo Hidrológico) se da nos processos de <strong>evaporação e transpiração</strong>, transformando a água do seu estado líquido na &#8220;superfície terrestre&#8221; para o estado gasoso na &#8220;atmosfera&#8221;. Ao evaporar, o ar mais quente e úmido tende a subir para zonas mais altas da atmosfera, e, com o aumento da altitude, é ocasionado o seu resfriamento <strong>condensando o vapor d&#8217;agua</strong> em torno de <strong>núcleos de condensação</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="430" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/M05_cE_8U5BRfdVU9NnBbLja8cHidLrjs5IdagcIqe3CwwJVIrBYh3JLCy_zp9MBRl7vK_vDpUzr4uhZwzHJbK18ZjLcC3uwJ1ImB2W9RytWGQyAjU4vfN3pbLjNDB0E0UDj2g4RiFG1jCtLoMMTOqwO29ecHj0MpP12ML_ZzB1in.jpg" alt="" class="wp-image-84752" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/M05_cE_8U5BRfdVU9NnBbLja8cHidLrjs5IdagcIqe3CwwJVIrBYh3JLCy_zp9MBRl7vK_vDpUzr4uhZwzHJbK18ZjLcC3uwJ1ImB2W9RytWGQyAjU4vfN3pbLjNDB0E0UDj2g4RiFG1jCtLoMMTOqwO29ecHj0MpP12ML_ZzB1in.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/M05_cE_8U5BRfdVU9NnBbLja8cHidLrjs5IdagcIqe3CwwJVIrBYh3JLCy_zp9MBRl7vK_vDpUzr4uhZwzHJbK18ZjLcC3uwJ1ImB2W9RytWGQyAjU4vfN3pbLjNDB0E0UDj2g4RiFG1jCtLoMMTOqwO29ecHj0MpP12ML_ZzB1in-300x129.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/M05_cE_8U5BRfdVU9NnBbLja8cHidLrjs5IdagcIqe3CwwJVIrBYh3JLCy_zp9MBRl7vK_vDpUzr4uhZwzHJbK18ZjLcC3uwJ1ImB2W9RytWGQyAjU4vfN3pbLjNDB0E0UDj2g4RiFG1jCtLoMMTOqwO29ecHj0MpP12ML_ZzB1in-768x330.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/M05_cE_8U5BRfdVU9NnBbLja8cHidLrjs5IdagcIqe3CwwJVIrBYh3JLCy_zp9MBRl7vK_vDpUzr4uhZwzHJbK18ZjLcC3uwJ1ImB2W9RytWGQyAjU4vfN3pbLjNDB0E0UDj2g4RiFG1jCtLoMMTOqwO29ecHj0MpP12ML_ZzB1in-18x8.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/M05_cE_8U5BRfdVU9NnBbLja8cHidLrjs5IdagcIqe3CwwJVIrBYh3JLCy_zp9MBRl7vK_vDpUzr4uhZwzHJbK18ZjLcC3uwJ1ImB2W9RytWGQyAjU4vfN3pbLjNDB0E0UDj2g4RiFG1jCtLoMMTOqwO29ecHj0MpP12ML_ZzB1in-380x163.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/M05_cE_8U5BRfdVU9NnBbLja8cHidLrjs5IdagcIqe3CwwJVIrBYh3JLCy_zp9MBRl7vK_vDpUzr4uhZwzHJbK18ZjLcC3uwJ1ImB2W9RytWGQyAjU4vfN3pbLjNDB0E0UDj2g4RiFG1jCtLoMMTOqwO29ecHj0MpP12ML_ZzB1in-800x344.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/M05_cE_8U5BRfdVU9NnBbLja8cHidLrjs5IdagcIqe3CwwJVIrBYh3JLCy_zp9MBRl7vK_vDpUzr4uhZwzHJbK18ZjLcC3uwJ1ImB2W9RytWGQyAjU4vfN3pbLjNDB0E0UDj2g4RiFG1jCtLoMMTOqwO29ecHj0MpP12ML_ZzB1in-600x258.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>O Ciclo da água (Ciclo Hidrológico)</figcaption></figure>



<p>A partir da condensação, são formados os elementos das nuvens compostas por pequenas partículas de água que permanecem em suspensão por não possuírem massa para vencer a força de flutuação térmica.</p>



<p>Logo, para que se dê <strong>início à uma chuva</strong>, devem-se formar <strong>gotas maiores</strong> como resultado da <strong>aglomeração das gotas menores</strong> decorrente das diferenças de temperaturas, tamanho e ao próprio movimento atmosférico.</p>



<h3 id="chuvas-artificiais-por-meio-da-semeadura" class="wp-block-heading">Chuvas Artificiais por meio da semeadura</h3>



<p>Nesta técnica. denominada <em><strong>cloud seeding</strong></em> (semeadura de nuvens), é empregado a utilização de <strong>produtos químicos</strong> que são lançados na nuvens em formas de &#8220;sementes&#8221;. Estes produtos, são responsáveis por fazer a <strong>função dos núcleos de condensação</strong> (explicado anteriormente) e ocasionam a aglutinação (junção) das partículas de água, fazendo com que estas precipitem.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="800" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/7aRdi9KrcVszwVeR0GZklOB_9wIqb_GbagPE1B_eJ1a3gSo_wQoIwvO6g5WfOCiXfROcFWcqXE_svHkvLag4pVualos4ItX8yg3OJwgaA175mgLGc4JI7G9JT1dqX3Y6_jCCaKjUdrCJvgh5KuIRhR_Mlqxlwnv2HKhOdQ5przjw01S.jpg" alt="" class="wp-image-84753" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/7aRdi9KrcVszwVeR0GZklOB_9wIqb_GbagPE1B_eJ1a3gSo_wQoIwvO6g5WfOCiXfROcFWcqXE_svHkvLag4pVualos4ItX8yg3OJwgaA175mgLGc4JI7G9JT1dqX3Y6_jCCaKjUdrCJvgh5KuIRhR_Mlqxlwnv2HKhOdQ5przjw01S.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/7aRdi9KrcVszwVeR0GZklOB_9wIqb_GbagPE1B_eJ1a3gSo_wQoIwvO6g5WfOCiXfROcFWcqXE_svHkvLag4pVualos4ItX8yg3OJwgaA175mgLGc4JI7G9JT1dqX3Y6_jCCaKjUdrCJvgh5KuIRhR_Mlqxlwnv2HKhOdQ5przjw01S-300x240.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/7aRdi9KrcVszwVeR0GZklOB_9wIqb_GbagPE1B_eJ1a3gSo_wQoIwvO6g5WfOCiXfROcFWcqXE_svHkvLag4pVualos4ItX8yg3OJwgaA175mgLGc4JI7G9JT1dqX3Y6_jCCaKjUdrCJvgh5KuIRhR_Mlqxlwnv2HKhOdQ5przjw01S-768x614.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/7aRdi9KrcVszwVeR0GZklOB_9wIqb_GbagPE1B_eJ1a3gSo_wQoIwvO6g5WfOCiXfROcFWcqXE_svHkvLag4pVualos4ItX8yg3OJwgaA175mgLGc4JI7G9JT1dqX3Y6_jCCaKjUdrCJvgh5KuIRhR_Mlqxlwnv2HKhOdQ5przjw01S-15x12.jpg 15w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/7aRdi9KrcVszwVeR0GZklOB_9wIqb_GbagPE1B_eJ1a3gSo_wQoIwvO6g5WfOCiXfROcFWcqXE_svHkvLag4pVualos4ItX8yg3OJwgaA175mgLGc4JI7G9JT1dqX3Y6_jCCaKjUdrCJvgh5KuIRhR_Mlqxlwnv2HKhOdQ5przjw01S-380x304.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/7aRdi9KrcVszwVeR0GZklOB_9wIqb_GbagPE1B_eJ1a3gSo_wQoIwvO6g5WfOCiXfROcFWcqXE_svHkvLag4pVualos4ItX8yg3OJwgaA175mgLGc4JI7G9JT1dqX3Y6_jCCaKjUdrCJvgh5KuIRhR_Mlqxlwnv2HKhOdQ5przjw01S-800x640.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/7aRdi9KrcVszwVeR0GZklOB_9wIqb_GbagPE1B_eJ1a3gSo_wQoIwvO6g5WfOCiXfROcFWcqXE_svHkvLag4pVualos4ItX8yg3OJwgaA175mgLGc4JI7G9JT1dqX3Y6_jCCaKjUdrCJvgh5KuIRhR_Mlqxlwnv2HKhOdQ5przjw01S-600x480.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>As &#8220;sementes&#8221; possuem o tamanho de um giz, e são normalmente compostas por iodeto de prata (AgI) ou sais de prata. Estes compostos são utilizados pois dispõem uma geometria semelhante aos cristais de gelo.</p>



<p>Comumente, as semeaduras são realizadas por drones, aviões, foguetes, e até em formas de bombas direcionadas às nuvens.</p>



<h3 id="beneficios-da-cloud-seeding" class="wp-block-heading">Benefícios da <em>cloud seeding</em></h3>
</div></div>



<p>De acordo com o <em>Desert Resarch Institute (DRI)</em>, a técnica já tem sido utilizada ao redor do mundo. Princpalmente para a <strong>finalidade de aumentar o acúmulo de neve</strong> nas montanhas durante o inverno, e para <strong>melhorar o abastecimento de água</strong> das comunidades do entorno destes locais. </p>



<p>Sua eficácia pode variar, havendo pesquisas que constataram no longo prazo <strong>um aumento de 10% a 15%</strong> de acúmulo anual de neve nas áreas estudadas. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="692" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/1SSPUeM28tv1_VuGaInOg60g4Phg3YmkBOcC1PIns3UVJtCA5ZMi8WzIMvTJe4s2q5MaSb2T2rVKYZ_YSR4VQ8aboTu47WaUUwOp8LvHBAAJHgALxCc5EtZX0hF6S3XVYfmFqRUsu1DbmOyby5xBALgcmn2_Fw8xkLLG1ytpBXPEcbX-1.jpg" alt="" class="wp-image-84761" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/1SSPUeM28tv1_VuGaInOg60g4Phg3YmkBOcC1PIns3UVJtCA5ZMi8WzIMvTJe4s2q5MaSb2T2rVKYZ_YSR4VQ8aboTu47WaUUwOp8LvHBAAJHgALxCc5EtZX0hF6S3XVYfmFqRUsu1DbmOyby5xBALgcmn2_Fw8xkLLG1ytpBXPEcbX-1.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/1SSPUeM28tv1_VuGaInOg60g4Phg3YmkBOcC1PIns3UVJtCA5ZMi8WzIMvTJe4s2q5MaSb2T2rVKYZ_YSR4VQ8aboTu47WaUUwOp8LvHBAAJHgALxCc5EtZX0hF6S3XVYfmFqRUsu1DbmOyby5xBALgcmn2_Fw8xkLLG1ytpBXPEcbX-1-300x208.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/1SSPUeM28tv1_VuGaInOg60g4Phg3YmkBOcC1PIns3UVJtCA5ZMi8WzIMvTJe4s2q5MaSb2T2rVKYZ_YSR4VQ8aboTu47WaUUwOp8LvHBAAJHgALxCc5EtZX0hF6S3XVYfmFqRUsu1DbmOyby5xBALgcmn2_Fw8xkLLG1ytpBXPEcbX-1-768x531.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/1SSPUeM28tv1_VuGaInOg60g4Phg3YmkBOcC1PIns3UVJtCA5ZMi8WzIMvTJe4s2q5MaSb2T2rVKYZ_YSR4VQ8aboTu47WaUUwOp8LvHBAAJHgALxCc5EtZX0hF6S3XVYfmFqRUsu1DbmOyby5xBALgcmn2_Fw8xkLLG1ytpBXPEcbX-1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/1SSPUeM28tv1_VuGaInOg60g4Phg3YmkBOcC1PIns3UVJtCA5ZMi8WzIMvTJe4s2q5MaSb2T2rVKYZ_YSR4VQ8aboTu47WaUUwOp8LvHBAAJHgALxCc5EtZX0hF6S3XVYfmFqRUsu1DbmOyby5xBALgcmn2_Fw8xkLLG1ytpBXPEcbX-1-380x263.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/1SSPUeM28tv1_VuGaInOg60g4Phg3YmkBOcC1PIns3UVJtCA5ZMi8WzIMvTJe4s2q5MaSb2T2rVKYZ_YSR4VQ8aboTu47WaUUwOp8LvHBAAJHgALxCc5EtZX0hF6S3XVYfmFqRUsu1DbmOyby5xBALgcmn2_Fw8xkLLG1ytpBXPEcbX-1-800x554.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/09/1SSPUeM28tv1_VuGaInOg60g4Phg3YmkBOcC1PIns3UVJtCA5ZMi8WzIMvTJe4s2q5MaSb2T2rVKYZ_YSR4VQ8aboTu47WaUUwOp8LvHBAAJHgALxCc5EtZX0hF6S3XVYfmFqRUsu1DbmOyby5xBALgcmn2_Fw8xkLLG1ytpBXPEcbX-1-600x415.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Outro fator relevante, é que esta técnica pode ser utilizada para <strong>reduzir a poluição atmosférica</strong>, uma vez que as chuvas funcionam como &#8220;limpadores&#8221; da poluição do ar.</p>



<h3 id="quais-os-problemas-dessa-tecnica" class="wp-block-heading">Quais os problemas dessa técnica?</h3>



<p>Porém, nem tudo são flores! Pois a grande <strong>incerteza</strong> que esta técnica traz é <strong>grande</strong>.</p>



<p>Recentemente na China, houveram <strong>tentativas falhas</strong>, no qual a semeadura não foi o suficiente para gerar chuvas assim como o ocorrido na Coréia do Sul em 2019. Em outros casos, como o de Dubai no ano de 2019, a metodologia<strong> gerou chuvas intensas</strong> causando <strong>alagamentos e inundações</strong> no país, trazendo um grande prejuízo econômico. Assim como na China no ano de 2009, a semeadura causou em uma <strong>queda brusca na temperatura</strong>, ocasionando uma <strong>tempestade de neve e eventos extremos</strong>.</p>



<p>Sabemos que <strong>o clima não é algo simples de controlar</strong>, são <strong>muitos fatores</strong> que podem influenciar as mudanças climáticas. E, tendo em vista os <strong>recentes acontecimentos</strong> e o <strong>aumento de eventos extremos</strong>, o homem vêm desenvolvendo tecnologias para ter esse controle em suas mãos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="China Launches Cloud-Seeding Operations To Induce Rainfall Amid Record Heatwave" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/AY1MYApx0YU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>No entanto, muitas vezes as <strong>tecnologias são pouco testadas</strong> antes da sua aplicação na prática, e sistematicamente, os <strong>impactos</strong> que podem causar <strong>são desconhecidos</strong>, trazendo um r<strong>isco para a sociedade e o meio ambiente.</strong></p>



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<p class="has-text-align-center"><strong><em><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-de-aquicultura/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-uso-de-sal-na-piscicultura/">Obrigado, e até a próxima!</a></em></strong></p>



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		<span><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/agua-como-tatica-de-guerra-e-seus-impactos/">Água como tática de guerra e seus impacto</a>s<br><strong>Como assim água sendo usada para tática de guerra? Saiba como a guerra impacta os recursos hídricos e vice-versa.</strong><br><br><a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-hidrica/lodo-de-tratamento-de-agua-na-agricultura/">Lodo de Tratamento de Água na Agricultura?</a><br><strong>Como a regulamentação do uso de lodo de estações de tratamento de água podem auxiliar na melhoria do meio ambiente e da agricultura?</strong><br></span>
	</span>
</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lodo de Tratamento de Água na Agricultura?</title>
		<link>https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-hidrica/lodo-de-tratamento-de-agua-na-agricultura/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lodo-de-tratamento-de-agua-na-agricultura</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Keiji Feital Harano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental e Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque-topo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como a regulamentação do uso de lodo de estações de tratamento de água podem auxiliar na melhoria do meio ambiente e da agricultura?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Recentemente entrou em vigor a <a href="https://www.sema.rs.gov.br/upload/arquivos/202206/15142758-461-2022-letas-em-solo.pdf">Resolução Consema nº 461/2022</a> no estado do Rio Grande do Sul, trazendo um grande avanço para a destinação de um dos maiores problemas do saneamento, o lodo das estações de tratamento de água.</p>



<p>A resolução, pioneira no assunto, legalizou critérios e procedimentos para o uso de lodos de Estações de Tratamento de Água para fins agrícolas. Logo, a resolução sananou um grande “GAP” existente na destinação destes resíduos. </p>



<p>Neste artigo, elaborado em parceria com o nosso colunista e Engenheiro Agrônomo Guilherme Matos, vamos discutir sobre as soluções que a Resolução traz para o meio ambiente e à agricultura. <strong><span class="has-inline-color has-red-color">Vamos lá?</span></strong></p>



<h3 id="mas-o-que-sao-as-estacoes-de-tratamento-de-agua" class="wp-block-heading"><strong>Mas o que são as Estações de Tratamento de Água?</strong></h3>



<p>As estações de tratamento de água (ETAs), são estruturas de engenharia hídrica utilizadas para transformar a água “bruta” em água “potável. Desta forma a estação busca deixar a água apropriada para o consumo humano atendendo os padrões de potabilidades estabelecidos pelo Ministério da Saúde.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="633" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/3.jpg" alt="" class="wp-image-83650" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/3.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/3-300x190.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/3-768x486.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/3-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/3-380x241.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/3-800x506.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/3-600x380.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Fonte: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/wastewater-treatment-concept-service-engineer-on-2176365687</figcaption></figure>



<p><strong>Além de tornar a potabilidade possível, as ETAs também buscam:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Prevenir a veiculação de doenças hídricas veiculadas por origem microbiológica ou química;</li><li>melhorar os parâmetros organolépticos (cor e o odor) aumentando a aceitação do consumo;</li><li>Prevenir a cárie dentária por meio da inclusão de flúor (Portaria MS 635/1975);</li><li>Proteger os sistemas de abastecimento de água de efeitos corrosivos (acidez) e de deposição e incrustação (alcalino)</li></ul>



<h3 id="processos-convencionais-de-tratamento-de-agua" class="wp-block-heading"><strong>Processos convencionais de tratamento de água</strong></h3>



<p>As ETAs convencionais, possuem basicamente 5 (cinco) etapas, sendo: Mistura rápida, Floculação, Decantação, Filtração e Desinfecção. Neste artigo não entraremos no mérito de cada etapa, porém, falaremos brevemente sobre as etapas de decantação e de filtração.</p>



<div class="wp-block-columns alignfull is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="633" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/1.jpg" alt="" class="wp-image-83648" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/1.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/1-300x190.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/1-768x486.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/1-380x241.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/1-800x506.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/1-600x380.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption> Fonte: https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/water-purification-plant-filtration-process-explanation-1610704795 </figcaption></figure>
</figure>
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<p>De forma sucinta, a decantação convencional baseia-se no processo de separação dos sólidos contidos na água, do líquido por meio da ação da gravidade. Já a filtração atua como uma barreira “física”, passando a água por um meio poroso capaz de retirar as suas impurezas.</p>



<h3 id="beleza-felipe-e-porque-voce-falou-apenas-da-decantacao-e-da-filtracao" class="wp-block-heading"><strong>Beleza Felipe, e porquê você falou apenas da Decantação e da Filtração?</strong></h3>



<p>Pois é caro leitor, pois são nessas etapas que são geradas a grande parte de resíduos de uma estação de tratamento de água. </p>



<p>E este problema tem afetado todo o nosso país! Sendo que no Brasil, a maioria das ETAs lançam os lodos gerados de volta ao rio, sem qualquer tratamento prévio.</p>



<p>Além disso, as estações que não lançam no curso d’agua, devem encaminhar os lodos para disposição final em aterro sanitário. Pois o o lodo é classificado como um resíduo sólido não inerte pela NBR 10.004, aumentado o custo de operação desta obra da engenharia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="633" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/6.jpg" alt="" class="wp-image-83651" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/6.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/6-300x190.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/6-768x486.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/6-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/6-380x241.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/6-800x506.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/6-600x380.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/dirty-industrial-water-merge-through-pipe-460387771</figcaption></figure>



<p>Para termos uma base, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) estima que há em geração média de de 90 ton/dia de lodo por ETA em operação no estado de São Paulo. Agora imagine que temos cerca de 5.564 estações espalhadas pelo Brasil (IBGE). Ou seja, a grosso modo, produzimos 500.760 toneladas por dia, ou, 180.774.360 toneladas de lodo por ano, bastante não?</p>



<h3 id="e-de-que-forma-a-nova-resolucao-consema-461-2022-pode-auxiliar-a-agricultura-e-o-meio-ambiente" class="wp-block-heading">E de que forma a nova Resolução CONSEMA 461/2022 pode auxiliar a agricultura e o meio ambiente? </h3>



<p>A Resolução traz um avanço para o tema no país, ao que definir os critérios e procedimentos para o uso de lodos gerados em estações de tratamento de água (LETAs) e seus produtos derivados em solos, beneficiando diretamente a agricultura e o meio ambiente.</p>



<p>Atendendo os padrões exigidos pela resolução, grande parte dos lodos produzidos poderão ser direcionados para o uso agrícola. Desta forma, haverá uma diminuição considerável da carga lançada nos recursos hídricos e também os volumes de lodo destinados aos aterros sanitários, melhorando a sua reutilização.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="473" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/7.jpg" alt="" class="wp-image-83652" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/7.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/7-300x142.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/7-768x363.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/7-18x9.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/7-380x180.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/7-800x378.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/7-600x284.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/farmer-applying-insecticide-products-on-potato-1913564674</figcaption></figure>



<p>Convido agora, meu amigo e especialista no assunto para falar sobre os benefícios que a resolução pode trazer para a agricultura e a cidade.</p>



<h2 id="um-casamento-perfeito" class="wp-block-heading"><strong>Um casamento perfeito?</strong></h2>



<p>Nosso país, infelizmente, é<a href="https://blogdaengenharia.com/engenharia/engenharia-agronomica/crise-mundial-dos-fertilizantes-minerais-e-defensivos-entenda/"> altamente dependente de fertilizantes</a>. Seja ele mineral ou orgânico, para que haja produção agrícola e pecuária no Brasil são nescessários fertilizantes, já que o solo brasileiro sofre erosão climática por muitos e muitos anos. Assim, de forma geral, temos solos com baixa fertilidade, baixas fontes de matéria orgânica e ácidos, que dificultam o plantio de culturas e pastagens.</p>



<p><strong>O aumento populacional está ocorrendo a cada dia que passa, bem abaixo de nosso nariz:</strong> Atualmente, a taxa de crescimento da população mundial é de 1,1% (ONU, 2020). A projeção da ONU é que o mundo atinja o valor de 8,5 bilhões de habitantes em 2030 e 9,7 bilhões em 2050. A população mundial atual é de 7,8 milhões de habitantes e segue um ritmo de crescimento.</p>



<p>Agora, pense comigo! Imagine usar toda uma parte do resíduo gerado somente pela população do nosso país para suprir a demanda de fertilização, ainda mais quando estamos em uma crise no setor de fertilizantes, <span class="has-inline-color has-red-color"><strong>é o casamento perfeito!</strong></span></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-83862" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultural-machine-g490473baf_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Fonte: Pexels.</figcaption></figure>



<h3 id="como-e-onde-letas-pode-ser-utilizado" class="wp-block-heading"><strong>Como e onde LETAs pode ser utilizado?</strong></h3>



<p><strong>Seguindo o artigo 2° da resolução do CONSEMA 461/2022, pode ser usado das seguintes formas:</strong></p>



<p>I &#8211; Aplicação no solo: ação de aplicar LETAs ou produtos derivados uniformemente, podendo ser aplicado sobre a superfície do terreno seguida de incorporação ou sulcos/covas, em mistura com o solo, com fertilizantes, condicionadores de solos ou substratos para plantas;</p>



<p>II &#8211; Áreas de aplicação de LETAs: áreas em que LETAs ou produtos derivados são aplicados;</p>



<p>III &#8211; Carga máxima acumulada de substâncias inorgânicas: quantidade máxima de substâncias inorgânicas, em kg/ha, acumulada ao longo de todas as aplicações de LETAs em solos, que determina o impedimento de novas aplicações;</p>



<p>VI &#8211; Correção: processo que altera os LETAs, tornando-os aptos para o uso em solos, não apresentandopotencial de contaminação do meio ambiente;</p>



<p>V &#8211; Estação de Tratamento de Água (ETA): conjunto de unidades destinadas a adequar as características da água aos padrões de potabilidade;</p>



<p>VI &#8211; LETA corrigido: LETA ou produto derivado que não apresenta potencial de contaminar o solo, de acordo com os níveis estabelecidos nesta Resolução;</p>



<p>VII &#8211; Lodo de estação de tratamento de água (LETA): subproduto sólido ou semissólido da ETA, formado pelos sólidos suspensos originalmente contidos na água bruta, acrescidos, ou não, de produtos resultantes dos reagentes aplicados durante o processo de tratamento;</p>



<p>VIII &#8211; Lote de LETA ou produto derivado: quantidade de LETA ou produto derivado destinada para aplicação no solo, gerada por uma ETA;</p>



<p>IX &#8211; Produto derivado: produto destinado à aplicação no solo que contenha lodo de estação de tratamento de água em sua composição e que caso seja composto de outros materiais, estes sejam de uso consolidado na agricultura e não ofereçam risco ao ambiente;</p>



<p>X &#8211; Taxa de aplicação: quantidade de LETA ou produto derivado aplicada em toneladas (base seca) por hectare, calculada com base nos critérios definidos nesta Resolução.</p>



<h3 id="potencial-agronomico-de-leta" class="wp-block-heading"><strong>Potencial Agronômico de LETA</strong></h3>



<p>De cara cito aqui que estudos ainda podem ser feitos, para que seja utilizado da forma mais correta e que seja facilitado seu uso, principalmente quando o técnico tiver em mãos os parâmetros mais próximos sobre os nutrientes, pH, CTC, outros presentes no LETA, como é feito, por exemplo, com esterco animal, cama de aviários e muitos outros exemplos.</p>



<p>Assim, antes de qualquer aplicação deve ser feito uma analise de solo para ver as necessidades de calagem e adubação e não aplicar o LETA de qualquer forma, devemos pensar nele como um adubo por exemplo.</p>



<p>A recomendação é de aplicações mais superficiais nos primeiros anos, nas camadas de 0-20cm do solo, e no quinto ano de aplicação passar para camadas mais profundas de 20-40cm.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-1024x575.jpg" alt="Lodo" class="wp-image-83864" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-1024x575.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-300x169.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-768x432.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-1536x863.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-380x214.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-800x450.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-1160x652.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920-600x337.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/fertilization-gfed3c29f3_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> Fonte: Pexels. </figcaption></figure>



<h3 id="contaminacao-de-solos" class="wp-block-heading"><strong>Contaminação de solos?</strong></h3>



<p>Vou falar uma frase que com certeza você já deve ter ouvido ou lido: <strong>A diferença entre veneno e remédio é a dose! </strong>Ou essa outra frase: <strong>Tudo em excesso faz mal!</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-1024x683.jpg" alt="Lodo" class="wp-image-83865" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-1024x683.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-300x200.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-768x512.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-380x253.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-800x533.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-1160x773.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920-600x400.jpg 600w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/apple-g70afd7537_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>  Fonte: Pexels.  </figcaption></figure>



<p>Então, para que não seja um potencial contaminante nos solos agriculturáveis, esse material deve passar para análises de parâmetros antes de ser utilizado, assim evitando qualquer tipo de contaminação maléfico a fauna (incluindo micro biota do solo e seres humanos) e flora.</p>



<p>Assim, para a caracterização do LETA ou produto derivado quanto à presença de contaminantes, devem ser determinadas as concentrações dos seguintes parâmetros:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="327" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/8.jpg" alt="" class="wp-image-83653" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/8.jpg 500w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/8-300x196.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/8-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/8-380x249.jpg 380w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption> Fonte: CONSEMA 461/2022 </figcaption></figure></div>


<p>Ainda, mesmo sendo analisados esses parâmetros, o monitoramento das características do LETA deve ser anual, para garantir a seguridade de seu uso.</p>



<p>Para suprimir patogênos potenciais presentes no resíduo de esgoto, alguns pesquisadores tem utilizado a compostagem para suprir esse risco.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Mesmo com a comprovação do efeito benéfico do uso do lodo de esgoto na agricultura, as legislações estaduais estabeleceram critérios que dificultaram a aplicação desse resíduo urbano. Uma quantidade muito pequena desse material tem sido usada em larga escala na agricultura não só no Estado de São Paulo, como em outras regiões do país”.</p><cite> <p> <a href="https://umsoplaneta.globo.com/energia/noticia/2022/03/26/manejo-e-novos-insumos-ajudam-a-reduzir-o-uso-de-fertilizantes-minerais-na-agricultura-brasileira.ghtml">diz Thiago Nogueira, professor da Unesp e coordenador de um estudo sobre o tema, fonte: Um só planeta. </a></p> </cite></blockquote>



<h3 id="novo-mundo-nem-tao-novo" class="wp-block-heading"><strong>Novo mundo? Nem tão novo!</strong></h3>



<p>Desde a década de 80, já vem se pensando no uso do resíduo do esgoto, já que é uma fonte rica em matéria orgânica e fonte de macro e micronutrientes para as plantas(nitrogênio, fósforo, cobre ferro, manganês e zinco).</p>



<p>E você como vê isso? Eu, como futuro engenheiro agrônomo acredito no potencial do uso, visto que atualmente já usamos o resíduo animal (bovinos, suínos e aves) como fonte de fertilização, além dos preços atuais no mundo dos fertilizantes. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="546" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-1024x546.jpg" alt=" Agronomia" class="wp-image-83866" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-1024x546.jpg 1024w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-300x160.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-768x410.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-1536x819.jpg 1536w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-380x203.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-800x427.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-1160x619.jpg 1160w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920.jpg 1920w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/07/doors-gd21c5b887_1920-600x320.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>   Fonte: Pexels.   </figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Água como tática de guerra e seus impactos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Keiji Feital Harano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
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		<category><![CDATA[tática de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como assim água sendo usada para tática de guerra? Saiba como a guerra impacta os recursos hídricos e vice-versa. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há mais de dois meses do início do conflito entre Rússia e Ucrânia já são vistos reflexos na economia e na política mundial. Além disso, de forma não menos importante, o meio ambiente e os recursos hídricos são diretamente impactados pelas guerras.</p>



<p>Nesta primeira parte do artigo, serão demonstradas as táticas utilizadas nas batalhas que envolvem o uso da água e dos recursos hídricos para retardar ou até enfraquecer as tropas inimigas. <strong><span class="has-inline-color has-red-color">Vamos lá?</span></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="553" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1.jpg" alt="" class="wp-image-82327" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-300x166.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-768x425.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-18x10.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-380x210.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-800x442.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1000_F_489576838_5uGt1A3xWKCjGBJJztnO2V8dYvkynNYH-1-600x332.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Fonte: <a href="https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/ukraine-crisis-map-russia-us-middle-2129601548">Shutterstock</a></figcaption></figure>



<h3 id="o-que-sao-os-recursos-hidricos" class="wp-block-heading">O que são os recursos hídricos?</h3>



<p class="is-style-default">Primeiramente, antes de falar dos impactos e como são afetados, precisamos entender o que significa o termo recursos hídricos. Apesar de muitas pessoas acharem que recursos hídricos e água são a mesma coisa, há diferença em suas definições.</p>



<p>Segundo a <a href="https://www.embrapa.br/">EMBRAPA</a>, &#8220;a água é o elemento natural desvinculado de qualquer uso&#8221;. Já o recurso hídrico &#8220;é toda água, superficial ou subterrânea ligada à algum uso ou atividade, podendo também ser utilizada como um bem econômico&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote cnvs-block-core-quote-1649806108808 is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Todo recurso hídrico é água, mas nem toda água é um recurso hídrico&#8221;.</p><cite><a href="https://www.embrapa.br/tema-manejo-de-recursos-hidricos/perguntas-e-respostas">EMBRAPA</a></cite></blockquote>



<p>Dessa forma, agora que você entendeu essa diferença, vamos ao que realmente interessa!</p>



<h3 id="ataques-contra-infraestruturas-hidricas" class="wp-block-heading">Ataques contra infraestruturas hídricas</h3>



<p>Uma das principais e mais antigas estratégias de guerra utilizada é o ataque a “infraestruturas críticas”. Nesta tática, os danos acarretam grandes prejuízos à população local, ocasionando a suspensão do acesso aos recursos básicos, tais como conexões (viários, aeroportos, portos, etc.), comunicação (rádio, antenas de televisão, internet, etc.), energia elétrica e a distribuição de água potável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="632" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3.jpg" alt="" class="wp-image-82241" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-300x190.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-768x485.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-380x240.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-800x506.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/3-600x379.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Fonte: <a href="https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/water-steel-pipe-close-image-select-1119747365">Shutterstock</a></figcaption></figure>



<h4 id="historico" class="wp-block-heading">Histórico</h4>



<p>Conforme cita o portal G1, a prática de uso da desidratação e regulação da disponibilidade de água é uma prática recorrente nas histórias de guerra (Síria, Líbica, Iêmen, etc.), que teve seu primeiro registro na Guerra Peloponesa, 430 a.C.</p>



<p>Ainda, de acordo com o site <em><a href="https://www.worldwater.org/conflict/map/">Water Conflict Chronology</a></em> o primeiro registro foi na Mesopotamia (2500 a. C.). Na ocasião, Urlama, rei de Lagash, desviou água da região para canais da fronteira, secando e privando o abastecimento de regiões próximas de Umma. O site aponta que ao longo da história, já se identificaram ao menos 1.297 conflitos envolvendo a água.</p>



<h4 id="estrategia" class="wp-block-heading">Estratégia</h4>



<p>O uso dessa tática militar é empregue para forçar os moradores das regiões afetadas a deixarem e abandonarem seus lares de forma brutal, atingindo o principal pilar para a sobrevivência humana, <strong>o acesso à água.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="633" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2.jpg" alt="Conflito" class="wp-image-82237" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-300x190.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-768x486.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-380x241.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-800x506.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/2-600x380.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption> Fonte: <a href="https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/odessa-ukraine-april-18-russia-war-2147119071">Shutterstock</a> </figcaption></figure>



<p>Além disso, a utilização desta “arma” afeta as tropas defensivas, deixando-as com <strong>fome e sede,</strong> e consequentemente enfraquecendo todo o exército local. Assim, <strong>as cidades atacadas ficam mais acessíveis</strong> para que os exércitos avancem suas tropas sem a interferência de civis e com uma menor resistência das tropas inimigas.</p>



<h4 id="consequencia-na-guerra-atual" class="wp-block-heading">Consequência na guerra atual</h4>



<p>De acordo com a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) no mês passado <strong>mais de 1,4 milhões de pessoas já se encontravam sem acesso a água potável</strong>. Havendo a possibilidade de chegar a um nível de <strong>colapso total</strong>, com o risco de mais de 4,6 milhões ficarem desprovidos do recurso. </p>



<p>O fato se deve principalmente aos<strong> bombardeios e ataques que danificaram o sistema hídrico de abastecimento da Ucrânia</strong>, além é claro de ataques a fontes energéticas e as infraestruturas relacionadas, que <strong>impedem o bombeamento da água</strong> bruta e tratada.</p>



<h3 id="a-engenharia-hidrica-como-tatica-defensiva" class="wp-block-heading"><strong>A Engenharia Hídrica como tática defensiva</strong></h3>



<p> Outra forma utilizada recentemente na guerra Ucrânia x Rússia, é a <strong>emprego de itens de engenharia hídrica para retardar o avanço da tropa inimiga. </strong></p>



<h4 id="inundacao-de-grandes-areas" class="wp-block-heading"><strong>Inundação de grandes áreas</strong></h4>



<p>A princípio, esta tática  envolve a utilização de <strong>grandes estruturas de engenharia para inundar toda uma região</strong>, como a abertura ou o rompimento de comportas (em casos emergenciais).</p>



<p>Recentemente a Ucrânia <strong>utilizou a estratégia em um pequeno vilarejo chamado Demydiv</strong>, localizado ao norte de Kiev. A ação teve a intenção de <strong>retardar o avanço de tanques russos</strong> formando grandes áreas alagadas, para que as tropas não pudessem prosseguir.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Ukraine Released Water From a Hydroelectric Dam to Block Russian Advance" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/k9e4PFu-0ZE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>O plano teve um grande sucesso, desempenhando um papel <strong>fundamental na defesa da tentativa de tomar a capital Kiev pelos russos</strong>, além de que abriu oportunidades para a criação de emboscadas e táticas de cerco para o exército ucraniano.</p>



<p>Apesar dos impactos causados na região,<strong> os moradores entendem que o sacrifício foi um “mal necessário”, trazendo uma enorme vantagem ao seu país nesta guerra.</strong></p>



<h4 id="destruicao-de-pontes-e-travessias" class="wp-block-heading"><strong>Destruição de pontes e travessias</strong></h4>



<p>Do mesmo modo, a <strong>destruição das próprias infraestruturas do país</strong>, tem sido uma tática bastante empregada pelo exército ucraniano.</p>



<p>Por exemplo, <strong>a demolição de suas próprias pontes</strong>, fazendo com que a ofensiva se direcione por pontos específicos e estratégicos, muitas vezes havendo a necessidade da construção de pontes suspensas para atravessas os rios, <strong>facilitando a utilização de táticas de confronto defensivo e planejado</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="623" src="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1.jpg" alt="Rússia, Ucrânia" class="wp-image-82236" srcset="https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1.jpg 1000w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-300x187.jpg 300w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-768x478.jpg 768w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-18x12.jpg 18w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-380x237.jpg 380w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-800x498.jpg 800w, https://blogdaengenharia.com/wp-content/uploads/2022/05/1-600x374.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Fonte: <a href="https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/irpen-ukraine-april-25-2022-war-2149412139">Shutterstock</a></figcaption></figure>



<p>De acordo com o levantado pelo jornal <em>“New York Times”</em> já foram mais de 300 pontes destruídas, que somados aos danos ocasionados pelo exército atacante à outras infraestruturas <strong>já totalizam um prejuízo de mais de 85 bilhões de dólares ao país europeu.</strong></p>



<h3 id="conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>Por fim, apesar das táticas trazerem vantagens para os exércitos, quem paga a conta é o meio ambiente, que por muitas vezes sofrem danos irreparáveis. Desta forma, na parte 2 deste artigo, serão apresentados os impactos na qualidade dos recursos hídricos, do meio ambiente e da saúde humana ocasionado pela utilização destas táticas de guerra.</p>



<h2 id="ja-sabia-das-taticas-militares-que-utilizam-a-agua-e-os-recursos-hidricos" class="cnvs-block-section-heading cnvs-block-section-heading-1652137439376 is-style-cnvs-block-section-heading-11 halignleft" >
	<span class="cnvs-section-title">
		<span>Já sabia das táticas militares que utilizam a água e os recursos hídricos?</span>
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